Nome heroína

Minha avó está com câncer de pâncreas

2020.10.07 11:31 pqamarks Minha avó está com câncer de pâncreas

Escrevi isso de madrugada porque nem consegui dormir de tanta preocupação e tristeza. Chorei pelo menos umas 9 vezes ontem. É um relato grande, peço desculpas por possíveis erros gramaticais e não sei se alguém vai ler.

Enfim, ela tem 74 anos e várias comorbidades: diabetes tipo 2, pressão alta, hipotireoidismo e espondilolistese. De um ano pra cá, veio relatando cansaço diariamente - Eu a vejo todos os dias, já que moramos em um sobrado: eu na casa de baixo, com meus pais, e ela na casa de cima. Mesmo com a queixa de cansaço, eu nem parava para pensar na possibilidade de câncer. Ela mesma dizia que se sentia bem, apesar do cansaço, então supunha que deveria ser por causa da diabetes.

Todos os dias ia para a casa dela para tomar um cafezinho (o melhor café que já tomei, aliás), rir, dar carinho nos 6 gatos dela e ouvir ela me contando histórias enquanto me mostrava as plantas dela. Sempre conversávamos sobre as novidades, eu contava para ela como está a faculdade e tudo mais.
Minha avó é uma batalhadora. A história dela é maravilhosa: filha de imigrantes espanhóis e italianos de origem pobre, enfrentou a falta de recursos desde muito cedo. Começou a trabalhar aos 12 anos de idade (ela conta que pegava o trem às 5 da manhã para ir trabalhar todos os dias) e parou os estudos depois do ensino fundamental, mas retomou aos 20 e poucos anos e concluiu o ensino médio, então se tornou auxiliar de enfermagem. Com o dinheiro conquistado junto com os pais e o marido - o amor da vida dela (que trabalhou para a aeronáutica e já foi carteiro também) - ela conseguiu construir esse sobrado em um terreno grande. Foi um imenso sacrifício, ela passou necessidades, inclusive conta que já chegou a passar fome, mas conseguiu fazer uma casa enorme e muito bonita. Teve só uma filha e deu tudo do bom e do melhor para ela. Sempre foi elogiada em seu trabalho no hospital e, mesmo após mais de 20 anos de aposentada, alguns antigos pacientes chegaram a vir na casa dela para agradecê-la por ter "salvado a vida" deles.

Em 1990, minha bisavó partiu. Câncer de mama. No mesmo ano, meu irmão mais velho nasceu.
Em 1995, eu e meu irmão gêmeo nascemos.
Em 1998, meu avô partiu. Câncer colorretal. Ela entrou em depressão profunda e se agarrou ao catolicismo com todas as forças que ainda tinha. Ia para a missa todo fim de semana, assistia a programas religiosos e rezava todos os dias. Me ensinou a rezar, me levava à missa e me levava à catequese e à escola, e também pagava meus estudos. Sempre foi minha super heroína, meu modelo a ser seguido; minha mãe teve muitos problemas de saúde durante a minha vida (teve um tumor cerebral, problemas de ansiedade, depressão e bipolaridade, além de ter feito outras cirurgias, então infelizmente ela não conseguia cuidar tanto de mim), logo, minha avó sempre foi minha segunda mãe: durante a infância, me acordava todos os dias com bolachas, leite com chocolate e me dava um beijo, dizia "bença" e me incentivava a estudar.
Então eu fui crescendo, ela foi envelhecendo, e mesmo cada vez mais fraquinha, acumulando comorbidades, nunca parou.

Lá para 2004, tivemos uma crise financeira absurda. Meu pai ficou desempregado e começou a fazer faculdade mesmo com seus trinta e poucos anos, minha mãe estava com um tumor e não podia trabalhar e eu e meus irmãos éramos crianças. Minha avó começou a carregar a família nas costas, pagava todas as contas e fazia de tudo para eu e meus irmãos ficarmos bem. Depois de alguns anos de muita pobreza, meu pai terminou os estudos, começou a trabalhar, meu irmão mais velho conseguiu um emprego e as coisas foram melhorando aos poucos, mas ela sempre foi a chefe das finanças e quem mais contribuía, além de lavar roupas, cuidar dos gatos, limpar a casa e fazer a comida para todos nós.

Minha avó sempre foi extremamente persistente, independente, forte e amável. Eu terminei a escola e resolvi que iria prestar medicina. Sempre foi meu sonho, me impressionava com todas as histórias que ela me contava sobre a rotina no hospital e queria poder proporcionar às outras pessoas a mesma sensação que tive quando tivemos cirurgias bem sucedidas na minha família. Minha avó inclusive fez uma cirurgia na coluna em 2009 e melhorou muito da espondilolistese. Concluí que queria realmente fazer medicina e que gostaria de ajudar as pessoas, assim como meu exemplo de vida (minha avó) fez durante a vida dela.

Entretanto, quando falei para a minha família que iria prestar medicina, meu pai me disse que não tinha condição nenhuma de me ajudar com os estudos, então "seria melhor fazer biomedicina e pronto". Eu disse que não tinha problema, que eu trabalharia e estudaria pagando um cursinho. Ele me xingou de várias coisas, já que o clima da discussão tinha esquentado (ele sempre teve vontade de fazer medicina também, mas não conseguiu, então acho que ficou bravo comigo por isso, não sei), e depois apostou comigo que eu nunca conseguiria passar. Ele realmente não me ajudou, minha avó não tinha dinheiro para me bancar mais uma vez, e nem a minha mãe. Então fui trabalhar como repositor de supermercado aos 18 anos. Logo depois de ter sido contratado e resolvido pagar meu cursinho pré vestibular, minha avó disse que iria sujar o próprio nome fazendo um empréstimo absurdo, não pagando as parcelas, e então pagando meu cursinho. Então ela disse que eu não deveria mais trabalhar, já que o vestibular é muito concorrido e eu precisava passar numa universidade em que eu não precisasse pagar, considerando a nossa realidade financeira. De início, recusei e achei um absurdo o que ela fez. Mas ela me pediu por favor para nunca desistir e disse que, mesmo que eu não conseguisse, não teria problema. O importante era apenas que eu tentasse.

Dessa forma, larguei o emprego e resolvi honrar cada centavo gasto por ela. Precisava passar no vestibular. Eram muitas coisas em jogo: a aposta do meu pai, o sacrifício dela e a realização do meu sonho. Passei no vestibular depois de muito esforço e sentimento de frustração por ter fracassado por dois anos. Ela nunca desistiu de mim. Sempre insistiu e me pedia para não ir trabalhar, focar nos estudos e não desanimar. Eu passei, comemorei muito e agradeci demais a ela. E ainda por cima ganhei uma bolsa 100%. Mesmo com todas as dificuldades financeiras, deu tudo certo no final. E depois ela acabou quitando a dívida com o banco.

Então minha próxima meta era me formar e ela me ver médico, autossuficiente, ajudando minha família e mimando ela o máximo possível para poder retribuir pelo menos 1% de tudo o que ela já me fez. Os anos de faculdade até então foram bons e, como disse anteriormente, visitá-la era um hábito.

Até que semana passada fui vê-la e de repente ela quase desmaiou enquanto tomávamos um café. Ela estava meio amarelada. Mais tarde, a levei para o pronto socorro e o médico, sem nem dar boa noite e nem olhar na cara dela, disse que era "refluxo" e que ela melhoraria sozinha. Em seguida, mandei ele olhar nos olhos dela e debaixo da língua dela para ver como ela estava ictérica. Finalmente o médico meia boca tomou vergonha na cara e pediu vários exames, meio envergonhado. Depois dela tomar alguns remédios na veia, voltou para casa. Um dia depois, voltou para o hospital para ver os resultados dos exames. Os resultados não foram animadores e ela foi internada. Depois de uma semana de muito sofrimento, furadas nas veias e vários exames, veio o diagnóstico: câncer de cabeça de pâncreas. Só falta fazer o estadiamento e confirmar onde tem metástases.

Hoje ela teve alta, mas não está bem. Está cansadinha, sonolenta e levanta com muita dificuldade, precisando de ajuda até para ir ao banheiro. Eu estou acabado, sem chão, destruído. Escrevi isso tudo chorando. Ela disse ao meu irmão que não tem medo de nada, que ama a família dela e que tem os melhores netos do mundo. Também disse que está feliz porque finalmente irá reencontrar meu avô e os pais dela.

Não vou conseguir devolver tudo o que ela fez de bom por mim. Eu queria mimá-la, tratá-la como uma rainha e dar uma excelente condição de vida para ela. Queria que minha avó me visse formado e gostaria que ela não sofresse, mas a vida é desse jeito: de repente nos dá uma rasteira. A minha sensação é de incompetência, já que eu deveria ter levado ela antes para o hospital, já suspeitando da possibilidade de câncer. Mas ela sempre me dizia que estava bem e que eu não deveria me preocupar.

E agora? Como eu fico sem minha base? Sem a pessoa que mais amo no mundo? A pessoa que nunca desistiu de mim e me fez ser quem eu sou? Isso tudo é triste demais. Eu tento me mostrar forte e oferecer apoio para a minha mãe e meus irmãos, mas na verdade uma parte minha está morrendo. Não dá para acreditar que isso esteja acontecendo.

De qualquer forma, nunca vou me esquecer do legado dela. Por onde ela passou, deixou vida: se encontrou numa profissão que se destina a ajudar o próximo, fez inúmeras caridades para a Pastoral da Criança, ajudou pessoas necessitadas, tratou de pacientes em hemodiálise e trouxe vida até mesmo a partir de atos mais sutis: desde os cuidados com plantas até com animais de estimação. Ela é uma pessoa que naturalmente traz vida para os ambientes por onde passa. Sempre teve algum gato, cachorro ou passarinho, lutou contra injustiças, curou, ajudou e forneceu suporte a todos. Mesmo agora, provavelmente no fim da vida, ela dá uma aula de como viver a vida. Continua sorridente, divertida, carinhosa, extremamente pé no chão, agradando os gatos e conversando de forma lúcida e perspicaz. É uma pessoa incrível e, independente do que possa acontecer, eu amo demais tudo o que ela representa.
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2020.10.07 07:18 pqamarks Minha avó está com câncer de pâncreas

Estou escrevendo isso de madrugada porque nem consigo dormir de tanta preocupação e tristeza. Chorei pelo menos umas 9 vezes ontem. É um relato grande, peço desculpas e não sei se alguém vai ler.
Enfim, ela tem 74 anos e várias comorbidades: diabetes tipo 2, pressão alta, hipotireoidismo e espondilolistese. De um ano pra cá, veio relatando cansaço diariamente - Eu a vejo todos os dias, já que moramos em um sobrado: eu na casa de baixo, com meus pais, e ela na casa de cima. Mesmo com a queixa de cansaço, eu nem parava para pensar na possibilidade de câncer. Ela mesma dizia que se sentia bem, apesar do cansaço, então supunha que deveria ser por causa da diabetes.
Todos os dias ia para a casa dela para tomar um cafezinho (o melhor café que já tomei, aliás), rir, dar carinho nos 6 gatos dela e ouvir ela me contando histórias enquanto me mostrava as plantinhas dela. Sempre conversávamos sobre as novidades, eu contava para ela como está a faculdade e tudo mais.
Minha avó é uma batalhadora. A história dela é maravilhosa: filha de imigrantes espanhóis e italianos de origem pobre, enfrentou a falta de recursos desde muito cedo. Começou a trabalhar aos 12 anos de idade (ela conta que pegava o trem às 5 da manhã para ir trabalhar todos os dias) e parou os estudos depois do ensino fundamental, mas retomou aos 20 e poucos anos e concluiu o ensino médio, então se tornou auxiliar de enfermagem. Com o dinheiro conquistado junto com os pais e o marido - o amor da vida dela (que trabalhou para a aeronáutica e já foi carteiro também) - ela conseguiu construir esse sobrado em um terreno grande. Foi um imenso sacrifício, ela passou necessidades, inclusive conta que já chegou a passar fome, mas conseguiu fazer uma casa enorme e muito bonita. Teve só uma filha e deu tudo do bom e do melhor para ela. Sempre foi elogiada em seu trabalho no hospital e, mesmo após mais de 20 anos de aposentada, alguns antigos pacientes chegaram a vir aqui em casa para agradecê-la por ter "salvado a vida" deles.
Em 1990, minha bisavó partiu. Câncer de mama. No mesmo ano, meu irmão mais velho nasceu. Em 1995, eu e meu irmão gêmeo nascemos. Em 1998, meu avô partiu. Câncer colorretal. Ela entrou em depressão profunda e se agarrou ao catolicismo com todas as forças que ainda tinha. Ia para a missa todo fim de semana, assistia a programas religiosos e rezava todos os dias. Me ensinou a rezar, me levava à missa e me levava à catequese e à escola, e também pagava meus estudos. Sempre foi minha super heroína, meu modelo a ser seguido; minha mãe teve muitos problemas de saúde durante a minha vida (teve um tumor cerebral, problemas de ansiedade, depressão e bipolaridade, além de ter feito outras cirurgias, então infelizmente ela não conseguia cuidar tanto de mim), logo, minha avó sempre foi minha segunda mãe: durante a infância, me acordava todos os dias com bolachas, leite com chocolate e me dava um beijo, dizia "bença" e me incentivava a estudar. Então eu fui crescendo, ela foi envelhecendo, e mesmo cada vez mais fraquinha, acumulando comorbidades, nunca parou.
Lá para 2004, tivemos uma crise financeira absurda. Meu pai ficou desempregado e começou a fazer faculdade mesmo com seus trinta e poucos anos, minha mãe estava com um tumor e não podia trabalhar e eu e meus irmãos éramos crianças. Minha avó começou a carregar a família nas costas, pagava todas as contas e fazia de tudo para eu e meus irmãos ficarmos bem. Depois de alguns anos de muita pobreza, meu pai terminou os estudos, começou a trabalhar, meu irmão mais velho conseguiu um emprego e as coisas foram melhorando aos poucos, mas ela sempre foi a chefe das finanças e quem mais contribuía, além de lavar roupas, cuidar dos gatos, limpar a casa e fazer a comida para todos nós.
Minha avó sempre foi extremamente persistente, forte e amável. Eu terminei a escola e resolvi que iria prestar medicina. Sempre foi meu sonho, me impressionava com todas as histórias que ela me contava sobre a rotina no hospital e queria poder proporcionar às outras pessoas a mesma sensação que tive quando tivemos cirurgias bem sucedidas na minha família. Minha avó inclusive fez uma cirurgia na coluna em 2009 e melhorou muito da espondilolistese. Concluí que queria realmente fazer medicina e que gostaria de ajudar as pessoas, assim como meu exemplo de vida (minha avó) fez durante a vida dela.
Entretanto, quando falei para a minha família que iria prestar medicina, meu pai me disse que não tinha condição nenhuma de me ajudar com os estudos, então "seria melhor fazer biomedicina e pronto". Eu disse que não tinha problema, que eu trabalharia e estudaria pagando um cursinho. Ele me xingou de várias coisas, já que o clima da discussão tinha esquentado (ele sempre teve vontade de fazer medicina também, mas não conseguiu, então acho que ficou bravo comigo por isso, não sei), e depois apostou comigo que eu nunca conseguiria passar. Ele realmente não me ajudou, minha avó não tinha dinheiro para me bancar mais uma vez, e nem a minha mãe. Então fui trabalhar como repositor de supermercado aos 18 anos. Logo depois de ter sido contratado e resolvido pagar meu cursinho pré vestibular, minha avó disse que iria sujar o próprio nome fazendo um empréstimo absurdo, não pagando as parcelas, e então pagando meu cursinho. Então ela disse que eu não deveria mais trabalhar, já que o vestibular é muito concorrido e eu precisava passar numa universidade em que eu não precisasse pagar, considerando a nossa realidade financeira. De início, recusei e achei um absurdo o que ela fez. Mas ela me pediu por favor para nunca desistir e disse que, mesmo que eu não conseguisse, não teria problema. O importante era apenas que eu tentasse.
Dessa forma, larguei o emprego e resolvi honrar cada centavo gasto por ela. Precisava passar no vestibular. Eram muitas coisas em jogo: a aposta do meu pai, o sacrifício dela e a realização do meu sonho. Passei no vestibular depois de muito esforço e sentimento de frustração por ter fracassado por dois anos. Ela nunca desistiu de mim. Sempre insistiu e me pedia para não ir trabalhar, focar nos estudos e não desanimar. Eu passei, comemorei muito e agradeci demais a ela. E ainda por cima ganhei uma bolsa 100%. Mesmo com todas as dificuldades financeiras, deu tudo certo no final. E depois ela acabou quitando a dívida com o banco.
Então minha próxima meta era me formar e ela me ver médico, autossuficiente, ajudando minha família e mimando ela o máximo possível para poder retribuir pelo menos 1% de tudo o que ela já me fez. Os anos de faculdade até então foram bons e, como disse anteriormente, visitá-la era um hábito.
Até que semana passada fui vê-la e de repente ela quase desmaiou enquanto tomávamos um café. Ela estava meio amarelada. Mais tarde, a levei para o pronto socorro e o médico, sem nem dar boa noite e nem olhar na cara dela, disse que era "refluxo" e que ela melhoraria sozinha. Em seguida, mandei ele olhar nos olhos dela e debaixo da língua dela para ver como ela estava ictérica. Finalmente o médico meia boca tomou vergonha na cara e pediu vários exames, meio envergonhado. Depois dela tomar alguns remédios na veia, voltou para casa. Um dia depois, voltou para o hospital para ver os resultados dos exames. Os resultados não foram animadores e ela foi internada. Depois de uma semana de muito sofrimento, furadas nas veias e vários exames, veio o diagnóstico: câncer de cabeça de pâncreas. Só falta fazer o estadiamento e confirmar onde tem metástases.
Hoje ela teve alta, mas não está bem. Está cansadinha, sonolenta e levanta com muita dificuldade, precisando de ajuda até para ir ao banheiro. Eu estou acabado, sem chão, destruído. Escrevi isso tudo chorando. Ela disse ao meu irmão que não tem medo de nada, que ama a família dela e que tem os melhores netos do mundo. Também disse que está feliz porque finalmente irá reencontrar meu avô e os pais dela.
Não vou conseguir devolver tudo o que ela fez de bom por mim. Eu queria mimá-la, tratá-la como uma rainha e dar uma excelente condição de vida para ela. Queria que minha avó me visse formado e gostaria que ela não sofresse, mas a vida é desse jeito: de repente nos dá uma rasteira. A minha sensação é de incompetência, já que eu deveria ter levado ela antes para o hospital, já suspeitando da possibilidade de câncer. Mas ela sempre me dizia que estava bem e que eu não deveria me preocupar.
E agora? Como eu fico sem minha base? Sem a pessoa que mais amo no mundo? A pessoa que nunca desistiu de mim e me fez ser quem eu sou? Isso tudo é triste demais. Eu tento me mostrar forte e oferecer apoio para a minha mãe e meus irmãos, mas na verdade uma parte minha está morrendo. Não dá para acreditar que isso esteja acontecendo.
De qualquer forma, nunca vou me esquecer do legado dela. Por onde ela passou, deixou vida: se encontrou numa profissão que se destina a ajudar o próximo, fez inúmeras caridades para a Pastoral da Criança, ajudou pessoas necessitadas, tratou de pacientes em hemodiálise e trouxe vida até mesmo a partir de atos mais sutis: desde os cuidados com plantas até com animais de estimação. Ela é uma pessoa que naturalmente traz vida para os ambientes por onde passa. Sempre teve algum gato, cachorro ou passarinho, lutou contra injustiças, curou, ajudou e forneceu suporte a todos. É uma pessoa incrível e, independente do que possa acontecer, eu amo demais tudo o que ela representa.
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2020.09.09 00:37 oakvictor Drogas: Perdição ou Ferramenta?

Não falo em nome do Espiritismo, mas em nome de mim mesmo propondo um debate. Fui ateu até ano passado, e fumo maconha há 3 anos. Me ajudou imensamente com a ansiedade, antes eu rolava na cama por horas e acordava de madrugada sem conseguir voltar a dormir. Adquiri muito conhecimento científico ao longo dos anos por estar voltado ao ateísmo e na época namorava uma Umbandista, relacionei muito dos conceitos da Umbanda com meus conhecimentos e vi que muito dali fazia sentido, só que era dito de forma alegórica. Me tornei fissurado na Data Limite, já que envolvia vida alienígena e amo ufologia. Pensava muito nisso e uma noite, enquanto chapado, tive um turbilhão de pensamentos. Lembro como se fosse ontem e hoje acredito ter sido uma comunicação com um espirito. Sabendo que eu sou apaixonado por astronomia, me foi passado mais ou menos esse pensamento: "Jesus é um ser cósmico, e cada planeta possui seu próprio Jesus que cuida e ajuda evoluir seus habitantes. Todo planeta é um local de desenvolvimento e se a Terra for destruída pelo aquecimento global os que eram boas pessoas poderão habitar um novo planeta, ainda saudável". E fiquei apegado a esse pensamento. Claro, é quase isso, faltava lapidar, mas eu não sabia NADA de Espiritismo. Conversava com muitos amigos e todos riam da minha cara, até que em Fevereiro um amigo espiritualista levou a sério e me pediu para assistir Kardec e ler sobre Ufologia e Espiritismo, pois eu estava extremamente perto do que nós conhecemos.
E foi assim que me interessei pelo Espiritismo e aprendi mais e mais da Doutrina, até me tornar mod daqui e é um prazer imenso compartilhar esse espaço.
Se eu nunca tivesse fumado, nunca teria encontrado minha fé do meu próprio jeito.
Hoje, decidi não mais comprar do tráfico já que é uma maconha manchada de sangue. Pretendo comprar diretamente de um amigo que vai plantar para uso próprio.
O grande debate é: Eu, como experiente e estudioso do assunto gostaria de esclarecer alguns pontos. Maconha não mata, nunca matou ninguém na história. Não mata neurônios, e sua proibição causa uma fonte de dinheiro para o tráfico de drogas, colocando em risco a vida de policiais, inocentes e moradores de comunidade que decidem entrar e ganhar dinheiro.
Álcool e Cigarro, que são drogas letais, são liberadas. Com a legalização o mercado iria se aquecer e a economia teria um grande impulso nessa época de crise absurda.
Qual a opinião de vocês sobre liberação da Cannabis?
Além disso, domingo experimentei cogumelos psilocybe. Não tive alucinações, mas também descobri recentemente que são a droga mais segura do mundo, e devemos sempre tomar com muito cuidado.
Considerações finais: Cogumelos e Cannabis são NATURAIS, o dano ao corpo é mínimo, diferente de todas as outras drogas. Com drogas sintéticas o cuidado tem que ser triplicado, e acho que podemos entrar em consenso que não é pra chegar nem perto de drogas como Cocaína, Heroína e Crack.
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2020.08.28 06:20 Deccy_Iclopledius Na opinião de vocês, quais são os/as musicos/bandas mais circo jecas?

Por mim são G.G. Allin e Gutalax
O saudoso G.G. Allin porque ele transcendeu a fase de colocar garrafas no cu, e começou a fazer apresentações ao vivo pelado colocando microfones no cu, se masturbando, espelhando esperma no corpo, defecando, comendo fezes, se banhando em merda, jogando bosta no público e praticando atos de sado-masoquismo, auto-mutilação e uso de drogas, infelizmente morreu de overdose de heroína em 1993.
Gutalax porque, para começar a banda tem nome de laxante, cantam sobre comer fezes, monstros de fezes e chupar pinto de soldados veteranos, nas apresentações ao vivo eles distribuem papel higiênico, acentos de vaso sanitário, bonecas infláveis, boias de piscina, pintos de borracha, camisinhas cheias de ar, destruidores de privasa, colchões infláveis e de vez emquando fazem um crowd surf (ser carregado pelo público) com um banheiro químico, isso tudo enquanto usam roupas de zelador que limpa merda de elefante e o vocalista grita como um retardado, imitando diversos som de animais.
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2020.08.10 02:07 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53.5 Jeanne d'Arc Alter (Fate/Grand Order) Parte 1


https://preview.redd.it/s8mt45qcg2g51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=1541c3e2a0699ec5c831325775f59f31a0907eb4
​E esse é meu Ultimo Post de Personagens de Fate/Apocrypha.
Mas antes de falar da Jeanne d'Arc (Ruler - Alter) vou falar de outras versões dela.
Jeanne (Archer)

https://preview.redd.it/69fphkbsg2g51.png?width=350&format=png&auto=webp&s=e01014832ebea6a4b67b3c1ec2fb75005b653a74
Esta é uma santa que entrou em um verão eterno.
A estrela Dolphin World, aparecendo em plenitude com toda a sua santidade.
Substituindo sua bandeira sagrada por um arco (anel),
Agora, uma fantasia sem precedentes vai começar ―――
"Sim, francamente falando, estou animada por estar de maiô! Não vamos falar de assuntos estritos e aproveitar este verão agradavelmente!"
Apesar de estar em uma variante de maiô, ela acha que não há nada de diferente em si mesma.
Mas é claro que existem muitas diferenças.
Honrando o verão do que a bondade, e com o clima sendo tão fofo, essa é claramente uma sensação de flutuar no verão.
Além disso, o maiô é menos para se vestir,
mas mais para aproveitar o verão até o último momento.
No entanto, quando seu Saint Graph atinge a ascensão final, sua classe muda de "uma irmã mais velha dos golfinhos na praia" para "uma santa que caminha para o verão eterno". Ela transforma a bênção do Senhor em um anel de luz (halo), transformando-a em um Santo-que-Você-Pode-Fazer e Altamente Poderoso.
Ela comanda golfinhos como familiares.
Seu nome é Reece, e seguindo as instruções de Jeanne, eles voam pelas terras e voam pelos céus.
Ele também tem grande inteligência e costuma ficar ao seu lado a uma distância moderada.
Quer saber como te apagar.
Jeanne ajudou os golfinhos que encontrou, um cenário simples e fofo de Garota-Encontra-Golfinho.
Ela formou o Círculo "St. Orleans" junto com Maria Antonieta.
Embora a dupla preocupada acredite estar escrevendo comédias de amor, parece que ganhou um tipo diferente de reputação.
"Não importa como você leia, esta é uma cena de explosão".
“Em vez de agridoce, é mais como água saturada com açúcar”.
“Não entendo por que você lançaria um smartphone de um canhão só para perguntar a alguém o endereço de contato”.
Jeanne (Lancer - Alter- Lily)

https://preview.redd.it/0w1f3sftg2g51.png?width=350&format=png&auto=webp&s=8944a55f8733c16680f6a5d57f9e222bcc8aa4a0
O verdadeiro nome de Lancer é Jeanne d'Arc Alter Santa Lily, Tomando forma após Jeanne Alter beber a Poção da Juventude de Gilgamesh para se tornar "Jeanne Alter Lily "e, em seguida, ganhando o título de" Papai Noel "com o objetivo de se tornar" Santa Jeanne d'Arc ".
Nem é preciso dizer que Jeanne d'Arc é uma mulher sagrada trágica, mas seu período de atividade foi de apenas dois anos extremamente curtos. Jeanne Alter é a forma enegrecida de Jeanne d'Arc que originalmente não existia, mas como a forma infantil dessa "menina que não existe", não há registros de que Jeanne Alter Santa Lily tenha existido em qualquer lugar no eixo do tempo.
A Historia Completa da Jeanne Santa Alter Lily você vai ver aqui:
https://www.reddit.com/Fate_GensokyoBcomments/...
Jeanne d'Arc RuleAvenger Alter
«Se é certo que Deus existe, então certamente a retribuição divina me encontrará. »
(Jeanne Alter)
O verdadeiro nome do Vingador é Jeanne d'Arc (Alter), também conhecida como Jeanne Alter. A versão alterada de Jeanne d'Arc. Embora designada como Alter, isso não significa que ela seja um aspecto diferente de Jeanne d'Arc. Uma Joana da vingança que Gilles de Rais, o marechal do Exército francês que chorou pela morte de Joana d'Arc, fabricou por meio do Santo Graal logo após a execução de Joana em 1431. Como um espírito heróico que é exatamente o oposto do próprio Jeanne, ela está se manifestando na Classe Vingador.
Já que a própria Jeanne não é uma heroína, mas uma santa, a possibilidade de "invocar um aspecto diferente dela" é nula. Porque essa Jeanne negra tem a raiva de Gilles de Rais ... os preconceitos e os desejos dela assim ... misturados com suas partes fundamentais, um "lado" que nunca deveria acontecer acabou sendo trazido à tona. Como tal, pode-se pensar que esta Joana d'Arc é composta principalmente pelos preconceitos de Gilles de Rais; uma existência que engloba muitos dos preconceitos e sentimentos corrompidos de Gilles. A Bruxa do Dragão que ressuscitou com o objetivo de obter vingança contra a França. Uma santa mulher que fala de justiça como se fosse a dona do lugar e, sem duvidar disso, é estimulada pela ira do povo; essa é a forma que Gilles de Rais desejava que ela fosse.
O Resto da Historia você vai ver na Parte 2 desse post.
submitted by YatoToshiro to Fate_GensokyoBR [link] [comments]


2020.08.09 23:31 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53 Jeanne d'Arc (Fate/Apocrypha)


https://preview.redd.it/cc49ta95p1g51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=1450cccbdfd0eb3e16fbc6d5caa0c3affc97c60f
«Bondade, Humildade, Honestidade, Pureza, Fé - o coração de Donzela carregava apenas estas coisas e nada mais." »
«Tudo o que os homens chamam de grande, procure em Joana d'Arc, e aí você encontrará. »
(Mark Twain em "Lembranças pessoais de Jeanne d'Arc, Volume 2")
O verdadeiro nome do governante é Jeanne d'Arc, a Santa de Orleans. Um santo católico nascido em Domrémy, França, e a heroína da França que libertou Orléans na Guerra dos Cem Anos.
Life
Jeanne d'Arc era filha de um fazendeiro comum. Ela afirma que recebeu o comando de Deus para lutar. Ela ouviu o lamento do Senhor de que o mundo mudou direto para o inferno. O Senhor chorou de tristeza porque ninguém podia impedir e as pessoas nem mesmo tinham permissão para viver com simplicidade e eram compelidas a se tornarem animais ou comida. O conflito nunca terminou, e o sangue continuou a chover incessantemente e encharcar a terra. Ela recebeu uma revelação do Senhor, a voz não continha glória ou vitória, nenhuma obrigação ou senso de propósito, mas apenas o Senhor lamenta. Ela pegou seus murmúrios pequenos e débeis que todos os outros não conseguiam ouvir.
Ela respondeu jogando fora sua vida como uma simples aldeã e a alegria de amar alguém e ser amada de volta. Além disso, não haveria compensação. Ela sabia que certamente seria desprezada pelas massas de inimigos e aliados, considerando suas crenças nas diretrizes da Igreja para o comportamento adequado das mulheres. Era algo muito assustador de se contemplar. Foi uma loucura para uma mera garota da aldeia do campo saltar para o campo de batalha onde a intenção de matar das pessoas girava. Ela não deu as costas aos clamores do Senhor. Ela decidiu devotar sua vida para se opor ao inferno deste mundo para ajudar a parar as lágrimas do Senhor e acalmá-lo. Ela vestiu sua armadura em seu corpo, pendurou uma espada em sua cintura e carregou a bandeira. Ela lutou ao lado de Gilles de Rais.
Tendo nascido em uma família de camponeses, Jeanne nunca soube o conteúdo dos muitos livros de oração. Ela se esforçou para aprendê-los, mas parece que simplesmente nasceu incapaz de ler ou escrever. O máximo que ela conseguiu foi aprender a assinar seu nome. Enquanto se preocupava com isso, no final, ela decidiu que precisava de um pouco mais para orar ao Senhor. Como ela se lembra, um de seus camaradas que cavalgava ao lado dela, Gilles, uma vez riu e prometeu que isso era mais do que suficiente.
Dizem que na realidade tudo o que aconteceu foi que ela usou táticas que os cavaleiros da época não usavam por desdém e honra. Mikiya Kokutou acredita que ela utilizou a Força Contrária em seus atos.
Jeanne e Gilles foram condecorados como salvadores e heróis nacionais pelo rei Carlos na catedral com a melodia de Ars Nova tocando ao fundo.
Death
Jeanne foi condenada à morte na Place du Vieux-Marché em Rouen. Desprezada por palavras de condenação ao ser conduzida para a pira e sentindo-se apenas um pouco dolorida ao suportá-la, ela já havia abandonado emoções como medo, decepção e arrependimento desde o início de suas batalhas, então ela foi capaz de caminhar em sua direção morte sem vacilar em seus passos. Enquanto ela inconscientemente alcançava a cruz que estava em seu peito até que eles a tirassem dela, ela sentiu um pouco de tristeza porque não havia nada para sustentar seu coração. Pouco depois, ela recebeu uma cruz de madeira feita por um inglês que a reverenciava, agradecendo-lhe baixinho enquanto ele se ajoelhava e chorava. Suas mãos foram amarradas a uma estaca de madeira atrás dela, e o padre presente completou a recitação de seu julgamento final antes de jogar a tocha sobre a pira. Como eles acreditavam que a perda da carne era o maior dos medos, era o castigo mais cruel que poderia ser imposto a ela.
As chamas começaram a queimar sua pele, queimar sua carne e carbonizar seus ossos, enquanto ela falava o nome do Senhor e da Santa Mãe contra aqueles que denunciavam suas orações como apenas uma mentira. Ela só conseguia estranhar esses pensamentos, acreditando que as orações nada mais são do que orações, não importa a quem sejam oradas, que não trazem verdades ou falsidades intrínsecas. Embora ela quisesse contar a eles sobre o pensamento, ela foi incapaz de produzir qualquer som. Enquanto queimava, ela teve visões de seu passado, sua família comum em sua aldeia rústica e ela mesma, "a tola que fugiu e jogou tudo isso de lado". Tendo sabido desde o início como sua jornada terminaria, ela sentiu que certamente pode ter sido tola em suas ações, que ela pode ter levado uma vida normal, se casado e vivido junto com seu marido e filho.
Se ela simplesmente tivesse silenciado a voz e abandonado os soldados em lamento, ela poderia ter tido aquela vida, mas sentiu que não foi um erro ter trilhado seu caminho por causa daqueles que ela salvou. Ela soube desde o momento em que escolheu entrar na batalha que teria esse fim, e ela sentiu que nunca iria zombar de si mesma por suas escolhas. Seu passado, futuros impossíveis e a realidade cruel diante dela não tinham sentido antes de suas orações, oferecendo a si mesma que, mesmo que todos os outros a condenassem, ela não se trairia. Em vez de continuar olhando para trás em seu caminho ou ansiar por outro futuro, ela desejava apenas um descanso silencioso. Em meio à selvageria, ela manteve apenas uma única oração em seu coração até o fim, sem mácula de arrependimento e cheia de sinceridade. Quando ela disse suas palavras finais, "... Ó Senhor, eu me entrego a Ti ...", sua consciência terminou e ela foi liberada de seu sofrimento. Embora o sonho da menina tenha terminado aí, "o sonho de La Pucelle estava apenas começando".
Sua morte fez com que Gilles de Rais enlouquecesse, virasse as costas para Deus para praticar magia negra e cometesse atrocidades antes de ser capturado e enforcado até a morte.
Fate/Grand Order
Orleans: The Wicked Dragon Hundred Years War
" Meu Senhor. Mais uma vez, levantarei esta bandeira, para este país - não, a salvação deste mundo.
A ordem explodiu em chamas e muitos objetivos foram perdidos. Nosso futuro desapareceu em apenas um segundo.
Ouça minhas palavras, bravos guerreiros reunidos aqui, legião de espíritos heróicos que mantêm sua razão!
Não importa se vocês foram inimigos jurados ou não importa a distância entre os períodos de tempo, agora vocês devem confiar um ao outro!
Meu nome verdadeiro é Jeanne d'Arc. Em nome de meu senhor, serei seu escudo!
Esta luta perdurou por muito tempo nas areias da história humana.
Mas não há necessidade de se preocupar, pois encontros fatídicos incontáveis esperam por você.
Embora todo este planeta tenha se tornado o campo de batalha da Guerra do Santo Graal, embora o mundo tenha sido levado à ruína, embora inúmeros inimigos formidáveis bloqueiem seu caminho, o fim ainda não foi determinado por ninguém.
Agora, vamos começar nossa luta, Mestre.
As cortinas se erguem na maior Guerra do Santo Graal da história. »
(Jeanne D'Arc)
Ela é a personagem central da singularidade de Orleans, onde deve enfrentar Jeanne Alter, sua forma corrompida nascida do desejo de Gilles de Rais ao Santo Graal, para vingar sua morte. Jeanne é convocada à singularidade logo após sua morte, embora ela esteja enfraquecida e possua as habilidades atribuídas à classe do Governante. Como resultado das ações de Jeanne Alter, ela é temida e desconfiada por grande parte da população francesa.
Jeanne conhece Ritsuka e Mash quando eles seguem um bando de soldados franceses até Vaucouleurs, onde ela os ajuda a lutar contra os wyverns. Depois, ela conta ao par sobre suas circunstâncias, e depois de concordar em ajudar a restaurar a era, ela decide reunir informações sobre Orleans. No dia seguinte, o grupo viaja para La Charite para reunir informações sobre Orleans, mas eles descobrem que a cidade foi destruída por monstros. Depois de matar os monstros, ela e os outros encontram Jeanne Alter, que envia Carmilla e Vlad III para matá-la. Enquanto o grupo consegue derrotar os vampiros, Jeanne Alter envia mais três de seus Servos para eles. Felizmente, Jeanne e os outros são salvos pela intervenção de Marie e Mozart, que ajudam o grupo a escapar. Depois de escapar, Jeanne fala com os outros sobre como todos os Servos de Jeanne Alter têm o Melhoramento da Loucura, independentemente de sua origem, que Romani atribui ao Graal. Jeanne então teoriza que a razão pela qual Marie e Mozart foram convocados é devido ao Graal resistir à reversão da causalidade de ter um portador antes mesmo de a Guerra do Graal começar. Mais tarde naquela noite, após derrotar Santa Marta, o grupo é instruído por ela a ir para Lyon, onde encontrarão um matador de dragões que pode matar o dragão de Jeanne Alter.
No dia seguinte, Marie reúne informações sobre Lyon em uma cidade próxima, enquanto os outros esperam do lado de fora, já que a presença de Jeanne vai aterrorizar os cidadãos. Marie relata que Lyon foi destruído há um tempo, mas apesar disso eles decidem ir à cidade para procurar o matador de dragões. Enquanto procurava pela cidade, Jeanne e outros eventualmente encontram e matam O Fantasma da Ópera. Romani então os avisa sobre um dragão e três Servos vindo em sua direção, mas Jeanne e os outros decidem continuar sua busca pelo matador de dragões. Chegando ao castelo da cidade onde Romani conseguiu uma leitura de um Servo, o grupo encontra o matador de dragões, Siegfried. Saindo do castelo, eles encontram Jeanne Alter e seu dragão, Fafnir, que recebe a ordem de queimá-los. Jeanne e Mash são capazes de proteger a todos das chamas do dragão, então escapam quando o Balmung de Siegfried faz com que Fafnir recue. Enquanto escapam, eles encontram um exército francês sendo atacado por wyverns; Jeanne passa a defender os soldados dos wyverns enquanto os outros lutam contra Sanson e Lancelot. Enquanto lutava contra os wyverns, Jeanne encontra Carmilla, que a insulta por ser temida agora como a "Bruxa do Dragão", mas Jeanne não vacila. Eventualmente, Gilles chega para atacar os wyverns com sua artilharia, dando a Jeanne a chance de atacar Carmilla. Enquanto Carmilla se retira com Sanson, Jeanne é atacada por Lancelot, que a confunde com o Rei Arthur. Depois de se desculpar com Lancelot por não ser seu rei após sua derrota, Jeanne é interrompida por Gilles, que pergunta se ela é a verdadeira Jeanne. Recusando-se a não responder para não colocar em risco sua posição, ela sai com os outros.
Chegando a um forte abandonado, Jeanne e os outros descobrem por Siegfried que ele foi amaldiçoado. Mas, como Jeanne não consegue remover as maldições devido à sua multiplicidade, ela e os outros se separam para procurar um santo para ajudar a remover as maldições. Viajando com Marie, Marie diz a Jeanne para rejeitar todas as palavras desdenhosas de Jeanne Alter, o que ajuda a dissipar algumas das dúvidas de Jeanne sobre si mesma. Eventualmente, chega a uma cidade sob a proteção de Georgios. Jeanne e Marie tentam recrutá-lo, mas ele responde que não pode sair até que os cidadãos da cidade sejam evacuados. No entanto, quando Jeanne Alter chega para atacar a cidade, Marie fica para trás para proteger a cidade enquanto Jeanne e Georgios fogem. Encontrando-se com os outros em Thiers, Jeanne conta a todos sobre o sacrifício de Marie, então ela e Georgios suspendem as maldições de Siegfried. Mais tarde naquela noite, ela tem uma conversa com Mozart sobre Marie, onde Mozart diz a ela que o desejo de Marie por uma amiga foi realizado graças a ela. Jeanne termina a conversa afirmando a Mozart que salvará a França em homenagem a Maria.
No dia seguinte, o grupo decide com um ataque frontal a Orleans com Jeanne decidindo confrontar Jeanne Alter ela mesma. Mais tarde no campo de batalha, Jeanne confronta Jeanne Alter enquanto os outros lidam com os servos de Fafnir e Jeanne Alter. Jeanne Alter logo se retira, devido à morte de Fafnir, de volta para Orleans com Jeanne e os outros dando a perseguição. Matando Atalanta ao longo do caminho, ela e os outros chegam ao palácio de Orleans, onde ela pergunta a Gilles (Caster) se Jeanne Alter é a "real" dela, mas sua resposta resulta em uma briga quando ela afirma que enfrentará seu eu sombrio . Então, enquanto Elizabeth e Kiyohime seguram Gilles, Jeanne vai enfrentar Jeanne Alter, onde ela termina vitoriosa sobre seu eu sombrio. No entanto, Gilles revela que criou Jeanne Alter com o Santo Graal para criar uma Jeanne que buscava vingança na França. No entanto, Jeanne afirma a ele que ela nunca poderia ser a "Bruxa do Dragão", pois mesmo com seu fim trágico ela nunca poderia odiar sua terra natal. Depois de confirmar que ele odiaria e destruiria a França por executá-la, Jeanne e os outros lutam e o derrotam. Quando Gilles morre, ela o agradece por acreditar nela e diz que não se arrepende de sua vida. Então, quando a singularidade começa a entrar em colapso, ela diz a Gilles que embora ela tenha morrido e ele chorado, ela está confiante de que eles lutarão juntos novamente de uma maneira e forma diferentes. Depois disso, Jeanne diz goobye para Ritsuka e Mash, sentindo que eles podem se encontrar novamente.
Fate/Extella
Jeanne é uma personagem jogável em Extella, servindo no grupo de Altera ao lado de Gilgamesh e Iskandar. Jeanne é uma "Servidora Superior" convocada pela Célula da Lua para defendê-la da Estrela Umbral e é enviada para destruir Altera após a derrota de Iskander. Depois que ela e o intruso Gilgamesh são derrotados por Altera, ela jura lealdade a ela na tentativa de entendê-la e, finalmente, salvá-la.
Flame Poem
Jeanne lidera as forças de Altera contra Nero Claudius em Mare Origo, mas ela acaba sendo derrotada por Nero. Mais tarde, ela ajuda a defender Mare Carcer contra a força de Nero, mas é novamente derrotada.
Orchid Words
Jeanne ajuda Gilgamesh a defender Mare Origo contra a força de Tamamo, mas ela é derrotada por Tamamo.
Dawn
Jeanne invade Mare Carcer para derrotar Altera sob as ordens de Moon Cell. Altera se oferece para deixá-la se juntar a ela, mas Jeanne a rejeita. Ela então luta contra Altera, usando seus poderes como governante para selar Altera para sempre. No entanto, Gilgamesh aparece de repente e interrompe sua batalha com o Portão de Bablyon. Jeanne chocada que ele veio para o Zero Dark sem ser convocado, achando isso impossível até mesmo para um Top Servant. Ela fica ainda mais chocada quando Altera deduz a identidade de Gilgamesh. Depois que Gilgamesh decide se juntar a Altera, Jeanne pergunta por que ele ajudaria Velber. Ele a deixa pensando se deve seguir seu dever para com a Célula Lunar ou suas próprias paixões. Jeanne mais tarde se junta a Altera e ajuda a lutar contra as forças de Tamamo no Mae em Mare Origo.
Poucos dias depois, Jeanne, acompanhada por Iskandar, ajuda Altera a conquistar o Mare Aurum. Após a batalha, Altera percebe que Nero lançou um ataque a Mare Carcer enquanto ela se distraia com Gawain, e convoca Iskandar e Jeanne de volta. Ela ordena que destruam todos os programas inimigos em Zero Dark enquanto ela ataca as forças principais de Nero em Mare Carcer.
Golden Poem
Jeanne e Gilgamesh ajudam Iskandar a lutar contra as forças de Nero no Mare Origo, mas ambos são derrotados. Mais tarde, enquanto Gilgamesh observa a luta de Nero e Iskandar, ela pergunta se ela realmente pretende matar Hakuno junto com Nero se a batalha não o divertir. Ela então pergunta por que ele se juntou a Altera, já que ele não foi convocado por Moon Cell, então ela não consegue perceber uma razão para ele intervir com Velber. Gilgamesh acha que ela está brincando, mas ela insiste que não. Ele então explica como ele veio do Far Side após sentir um despertar no Zero Dark para intervir na batalha contra Sefar. Sentindo que a batalha contra Sefar chegará ao fim, ele se pergunta o que virá depois, já que nem ele nem Jeanne podem perceber. No dia seguinte, Jeanne e Gilgamesh ajudam a defender Mare Carcer, mas são derrotados novamente.
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2020.07.08 19:49 YatoToshiro ​Fate/Gensokyo #24 - Artoria Pendragon {Parte 1}



Em Grand Order a Saber tem uma porrada de versões de Servos. A Artoria Pendragon é Saber, Saber Alter, Lancer, Lancer Alter, Assassin, Berseker Alter e Foreigner. Nessa primeira parte vou falar só da Mysterious Heroine X que é a Artoria Pendragon Assassin.
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Artoria Pendragon: Mysterious Heroine X (Assassin) O Nome Verdadeiro do Assassino é Mysterious Heroine X, Também conhecido como Heroína X E apenas X, uma heroína desconhecida que se encarregou de eliminar as heroínas da classe Sabre durante Voltar Beco Satsuki - Santuário da Heroína do Capítulo. Com o codinome "A-X", X era um estranho que veio da "dimensão misteriosa" chamada Universo Servo. Procurando realizar seu "verdadeiro e querido desejo" de "derrotar todos os sabres", ela brandiu Secret-Calibur e deixou sua cidade natal, deixando para trás uma "expressão cheia de amargura". Mesmo antes de chegar à Caldéia, ela conseguiu salvar uma dinastia real antiga de uma crise, resolver os conflitos internos da "União de Integração da Humanidade" e derrotar invasores de outro universo, mas essas ações foram triviais o suficiente para que ela nem se lembrasse de realizá-las. Ela continuará brandindo sua espada até que seu objetivo seja concluído e ainda pode ser vista "atravessando o mar de estrelas" até hoje. Não importa o que, ela também planeja derrubar o "Grande Imperador Dourado Cosmo Gilgamesh". X não revelou a ninguém que sua verdadeira identidade é na verdade Artoria Pendragon. Embora ela acredite que seu "disfarce perfeito" tenha enganado a todos, é pedido que outras pessoas mantenham o fato em segredo para não estragá-lo e também pelo bem da própria honra de X.
Ela surgiu em Fate/Grand Order SABER WARS – Lily’s Cosmic Training – The Caliburn Awakens A historia é Spoiler, mas se quiserem que eu conte faço como parte 4 falando toda a Historia da MHX.
Bonus: Ultra Heroine Z Ultra Heroine Z É uma versão alternativa de Mysterious Heroine X, que atua como antagonista do evento "Saber Wars". Uma versão alternativa de Mysterious Heroine X, criada por seus eventos no passado, causando um paradoxo para matá-la depois que ela cumpriu sua missão de matar todos os Sabres e, assim, se tornar o Saber mais poderoso do passado. Ultra Heroine Z é basicamente o mesmo que Mysterious Heroine X, mas ela detesta todos os Sabers (incluindo Lily e especialmente Nero) e considera MHX um fracasso como Saber Killer por "se abrir para o inimigo".
Artoria Pendragon: Mysterious Heroine X (Alter) O verdadeiro nome de Berserker é heroína misteriosa X (Alter). Um vilão órfão (bandido) que veio visitar o universo servo. O último sobrevivente da ordem de escuridão cavalheiresca agora destruída - Dark Rounds. O título que lhe foi concedido é Sir Pendragon. Queimando o alterador do reator conversor de prana, uma arma decisiva anti-sabre que jurou derrotar a Mysterious Heroine X.
Historia dela tambem é Spoiler, mas pretendo fazer parte 4 contando tudo.
Artoria Pendragon: Mysterious Heroine XX (Foreigner) O Nome Verdadeiro do Estrangeiro é Heroína Misteriosa XX, Uma versão da Heroína Misteriosa X mais adiante. Ela assumiu um emprego no universo servo que envolve caçar estrangeiros.
Um único meteoro que veio destruir o Servant Festival.
Delegada das leis do universo, ela erradica a humanidade da Terra e os estrangeiros que compartilham os mesmos atributos que ela. Um Servo de Máquina inigualável e implacável.
Simplificando, Mysterious Heroine X é o protagonista de um drama de comédia.
No entanto, o Universo Servo parou e a proporção de heróis e vilões desmoronou devido ao excesso de classes extra. Quando o equilíbrio do universo se inclinou para os vilões, X renovou suas convicções. Em termos mais específicos, o programa embarcou em uma nova temporada. Preocupado com o desemprego, X conseguiu um emprego na sociedade secreta Polícia da galáxia e, por coincidência, pegou Rhongomynyad, o artefato mais antigo do universo que estava adormecido no centro. Reconhecendo seus talentos, ela começou a desempenhar um papel ativo como sentinela espacial (Galaxian).
- extrato da 1ª parte da história de CG -
Ao se tornar um xerife cósmico, X pensou "esta é uma boa oportunidade" e mudou seu nome registro de família para XX.
Ao se tornar uma nova pessoa, ela deixou de pagar todas as dívidas contraídas até o momento e estabeleceu a Divisão 0 de Investigações Especiais, que reprime os invasores do espaço sideral - os Estrangeiros. O nascimento do Evil Deity Hunter, XX.
Seu instinto como caçador de sabres se tornou obscuro, enquanto seu instinto como caçador de estrangeiros ganhou destaque. Dito isto, não é como se ela desistisse do movimento de eliminação do Saber, portanto a eficácia especial contra o Sabers permanece a mesma de sempre.
Ela Surgiu em Fate/Grand Order Serva★Fes 2018: Servant Summer Festival!
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2020.07.08 19:47 YatoToshiro ​Fate/Gensokyo #23 - Rin Tohsaka


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Em Grand Order a Rin Tohsaka tem 4 versões servos: Archer, Lancer, Rider e Avenger. _____________________________________________________
Rin Tohsaka: Ishtar (Archer) O Nome Verdadeiro do Arqueiro é Ishtar, Um Pseudo-Servo convocado no corpo de Rin Tohsaka. Ishtar é a deusa da beleza, boas colheitas, guerra, luxúria, discórdia e fertilidade na mitologia mesopotâmica / mitologia suméria / mitologia babilônica e uma entre as muitas deusas-mães cujo poder é derivado da Mãe Terra. Disse ser a deusa mais mimada, ou melhor, a deusa mais amada pelas outras divindades. Dizia-se que seu nome divino sumério era Inanna , E esse nome é realmente o nome mais antigo. Ishtar é seu nome divino acadiano. Significa "A Senhora do Céu". Uma deusa de Vênus, uma deusa que governa as boas colheitas que traz prosperidade ao povo, e mesmo uma deusa que governa a guerra e a destruição, ela é uma grande deusa que, entre as deusas, recebeu muitos direitos e autoridades de os deuses. Na mitologia suméria, ela desempenha um papel ativo como uma deusa dinâmica e como uma deusa que é como a heroína de uma história, possuindo várias anedotas. Particularmente entre eles, uma famosa é ela alimentando a cidade de Uruk com uma terrível Besta Divina chamada “Touro do Céu”, aparentemente uma anedota que fez com que a cidade estivesse à beira da destruição; em qualquer caso, ela é uma deusa que é um incômodo para os outros. De qualquer forma, Ishtar é uma divindade caprichosa, livre e descontrolada, e também é famosa por ter inúmeros amores; diz-se que ela faria avanços com todas as suas energias naqueles a quem gostava, independentemente de serem seres humanos ou outras divindades, e ela tem muitos amantes, independentemente deles serem do domínio dos homens ou do domínio dos homens. os deuses. Por outro lado, ela também demonstrou uma crueldade demoníaca contra aqueles que não se curvaram à sua vontade. Ela é uma divindade que foi aperfeiçoada como uma divindade, que geralmente assumia o controle e o domínio das coisas. Não há compromisso. Dizia-se que o motivo para trazer a Besta Divina para a Terra era o resultado do rei dos heróis, Gilgamesh de Uruk, não tendo respondido às tentações dela.
No capítulo 7, Ishtar apareceu como a única divindade suméria viva. Ao se tornar uma pseudo-serva, ela se manifestou nas terras da Mesopotâmia, observando atentamente a sétima singularidade e o futuro da humanidade. Embora ela diga que seu papel é observar atentamente os humanos de uma maneira apropriada para uma deusa, isso significa que ela está cuidando deles enquanto deixa escapar um sorriso de escárnio. "Bem então. Será que os humanos sobreviverão a isso ou serão destruídos? ”Por acaso, ela vê o protagonista perseverar como um mero ser humano enquanto perde seus servos, sendo um favorito entre os que ela provoca, e vincula temporariamente um contrato a eles. No final, ela prova ser uma "Deusa da Vitória" literal.
Além disso, é uma digressão, mas em relação à batalha contra Ishtar em uma seção do Décimo Capítulo da Sétima Singularidade, ela possuía uma Habilidade Passiva chamada "Colar de Lapis Lazuli Quebrado". Por estar quebrado, seu efeito original se torna exatamente o oposto (dano de Noble Phantasm reduzido em 30%). A própria Ishtar percebe esse efeito negativo, mas ousadamente o usa. Mesmo que seja por esse motivo: “Ainda é bonito, e eu queria exibi-lo; além disso, se eu pensar sobre isso de maneira inversa, mesmo que comece a agir violentamente e a explodir, não vou sofrer danos porque já estou sofrendo com o debuff, certo? ”Ou assim ela pensa. Mas ela ignora apontar que havia usado seu Noble Phantasm, o que fez com que ele agisse violentamente em primeiro lugar.
Rin Tohsaka: Ishtar (Rider) Ishtar, deusa de Vênus, com roupas de verão. Um festival de verão é um estado de frenesi popular ... Realmente uma deusa parecida com uma deusa, ela organizou um grande evento depois de ser movida pela piedade do povo. Ela também é uma deusa no estilo kung fu que move seu corpo com agilidade e emoção, e queima borracha em seu modernizado Boat of Heaven Maanna.
Verdadeiramente uma deusa entre as deusas que graciosa e generosamente abençoa todos aqueles reunidos no local.
Deusa Ishtar é um espírito livre. Elegante, audacioso e bastante cruel. No entanto, o traje atual mitiga um pouco sua nobreza e aterrorização divinas. Mais alegre e magnânima do que o normal, ela é amigável.
Espera-se que alguém que se chama de deusa tenha dominado uma ou duas artes marciais ... o que obviamente não é uma coisa. A razão pela qual Ishtar pode se mover tão habilmente é porque o corpo que ela ocupava era bastante adepto das artes marciais e mágicas. Seu atual estilo de luta é o seu próprio giro no kung fu aprendido pelo corpo. "Uma arte de Uruk! Existe uma coisa dessas?" Assim comenta o rei tomando banho de sol no topo do Zigurate.
O arco usado por Ishtar em sua forma de Arqueiro é a proa destacada do Barco do Céu Maanna, mas desta vez ela transformou os "remos" do Barco do Céu em uma scooter que ela monta. A scooter tem a aparência exata de uma scooter moderna, mas suas habilidades são naturalmente de nível divino. Voa alto e pode entortar. Há uma criatura misteriosa remexendo nos tornozelos de Ishtar, mas ela sempre se recusa a comentar sobre isso.
Embora Ishtar se interesse por seu Mestre por ser um herói com um futuro promissor, ela diz que às vezes fica intrigada, imaginando "como é que um Joe tão comum se tornou um herói?" Ela pensa em seu mestre como um humano curioso. É porque ela aprecia a popularidade de seu mestre (por ter a confiança de outros servos) que ela o contrata como membro da equipe da atual Copa Ishtar, mas ...?
A Ishtar Cup, um festival de verão. Foi um ritual enorme para reviver o Gugalanna do Touro do Céu, um familiar de Isthar. Ishtar perdeu Gugalanna quando um desastre atingiu o mundo mesopotâmico, significando uma completa perda de rosto para ela. Desde então, ela deve estar esperando vigilante por uma chance de vingança.
A deusa Ishtar emprestou secretamente um utensílio ritual do tesouro da Babilônia e o converteu em um Santo Graal, com o qual espalhou sua textura venusiana no solo de Connacht. Seu plano era criar Gugalanna mais uma vez, oferecendo poderosos Espíritos Heroicos, graças à terra (correndo através dela). Renovar o templo de Ishtar como um gigantesco circuito de acumulação de recursos de energia mágica fazia parte disso. O Ishtar QPS (Quantum Piece System) é um dispositivo pesadelo de coleta de dinheiro que absorve a energia mágica não apenas das pessoas, mas também dos Espíritos Heroicos. Quanto mais QP é acumulado, mais elevada é a Divindade de Ishtar. Essa ação realmente a convém como uma deusa perversa entre as deusas perversas.
Rin Tohsaka: Ereshkigal (Lancer) O nome verdadeiro de Lancer é Ereshkigal, A deusa do submundo no mito sumério. Ela empunha livremente uma gaiola em forma de lança; às vezes apunhalando o inimigo com ele, às vezes aprisionando almas, às vezes convocando raios, ela é a temível governante do submundo. Tendo cumprido seus deveres de administrar o submundo desde o nascimento, ela é uma deusa que desapareceu junto com a Era dos Deuses sem nunca conhecer o mundo acima ou a liberdade.
Nos textos originais da Mesopotâmia, ela presidia o crescimento e a deterioração das colheitas, inclinava os dragões e as cobras à sua vontade e controlava livremente os familiares Garula do submundo. A 'Senhora Celestial' Ishtar e a Rainha do Grande Abaixo Ereshkigal mantinham um relacionamento rival. Mitologicamente falando, a deusa da colheita Ishtar (Inanna) era a Grande Mãe Terra que representava a vida humana, enquanto Ereshkigal, que representava a morte humana, era a Mãe Terrível na Terra.
Na história da descida de Ishtar, Ishtar fez uma visita ao submundo apenas para ser morto pela mão de Ereshkigal. Enquanto ela foi revivida depois, a razão pela qual Ishtar desceu ao submundo, e a razão pela qual Ereshkigal ficou tão enfurecido, nunca se fala, e em Grand Order, eles são tratados como decorrentes de serem o mesmo. Ereshkigal e Ishtar. Dois deuses de existência equivalente, ou talvez uma divindade dividida do que antes era uma única entidade.
Ereshkigal detesta como foi odiada e sofrida como pária social da Era dos Deuses. "Quero tentar viver tão livremente quanto Ishtar. Quero conhecer alguém que aceite que eu sou a amante do submundo, mas não permita que esse status afete como eles me veem." Ela ainda tinha uma noção tão romântica. "Não negarei o fato de que sou um vilão, mas o mal, como é, tem seus usos para a humanidade. Por que todos têm que ter tanto medo de mim !?" Como ela ficou de mau humor em seu coração, ela encontrou o fim do mundo mesopotâmico diante de seus olhos, participando da aliança das três deusas e fazendo um inimigo de Uruk para salvar os humanos à sua maneira.
Embora ela seja inicialmente membro da Aliança das Três Deusas em oposição a Uruk, Ereshkigal participa da batalha final contra Tiamat, utilizando sua Jurisdição para enfraquecer Tiamat e reforçar as capacidades dos combatentes da linha de frente.
Rin Tohsaka: Space Ishtar (Avenger)
O nome verdadeiro de Avenger é Space Ishtar, Também conhecido como Ishtar Ashtoret, a versão do Universo Servo de Ishtar. O Servo convocado é composto por três indivíduos diferentes com a mesma origem.
Dentro do Universo Servo, houve um período antes de todos os humanos transcenderem para Servos, o Universo de Origem. Ashtoret foi uma das deusas desse período, mais tarde se tornando a última delas e ganhando o título de Deusa da Origem. Dois mil anos antes dos eventos de Saber Wars II, Ashtoret acordou mais uma vez, mas foi derrotada por um grupo de oito Servos e Mestres que incluíam Calamity Jane. Após sua derrota, ela se dividiu em dois filhos, metade boa e metade má.
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2020.07.02 20:28 Little_Blackberry TIL que Dom Pedro II não é um dos 21 "Heróis e Heroínas da Pátria"

O homem mais importante da nação brasileira desde a sua independência não é um dos 21 homens e mulheres agraciados com o título de 'herói/heroína'. A quem interessa isso?
Lista completa

  1. Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, o primeiro nome no Livro em 21 de abril de 1992 por ocasião do bicentenário de sua execução. Incluído pela lei 7.919, de 11 de dezembro de 1989.
  2. Zumbi dos Palmares, inserido em 21 de março de 1997. Incluído pela lei 9.315, de 20 de novembro de 1996.
  3. Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, incluído em 15 de novembro de 1997 por ocasião do 108.º aniversário da proclamação da República. Incluído pela lei 7.919, de 11 de dezembro de 1989.
  4. Sua Majestade Imperial (S.M.I.) Dom Pedro I, primeiro imperador do Brasil, proclamador da independência e fundador do Brasil como estado-nação independente, incluído em 5 de setembro de 1999 por ocasião do 177.º aniversário da proclamação da independência do Brasil em relação ao reino unido de Portugal, Brasil e Algarves. Incluído pela lei 9.828, de 30 de agosto de 1999.
  5. Marechal Luís Alves de Lima e Silva, duque de Caxias, incluído em 28 de janeiro de 2003. Incluído pela lei 10.641, de 28 de janeiro de 2003.
  6. Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como "Chico Mendes", incluído em 22 de setembro de 2004 pela lei 10.952.[5]
  7. Coronel José Plácido de Castro, incluído em 17 de novembro de 2004 por ocasião do centenário da celebração do Tratado de Petrópolis. Incluído pela lei 10.440, de 2 de maio de 2002.
  8. Almirante Joaquim Marques Lisboa, marquês de Tamandaré, incluído em 13 de dezembro de 2004 por ocasião do 197.º aniversário de seu nascimento, instituído como Dia do Marinheiro.
  9. Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, barão do Amazonas, incluído em 11 de junho de 2005 por ocasião do 140.º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo.
  10. Marechal-do-ar Alberto Santos Dumont, incluído em 26 de julho de 2006 por ocasião do centenário do voo do 14 Bis.
  11. José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, incluído em 21 de abril de 2007.
  12. Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo, mais conhecido como Frei Caneca, mártir da Confederação do Equador, incluído em 11 de outubro de 2007.[6]
  13. Brigadeiro Antônio de Sampaio pela lei 11.932, de 24 de abril de 2009.
  14. Cacique José Tiaraju, mais conhecido como Sepé Tiaraju, herói guarani missioneiro rio-grandense, incluído em 21 de setembro de 2009.[7]
  15. Anna Justina Ferreira Nery, mais conhecida como Ana Néri, tida como a primeira enfermeira brasileira e heroína na guerra do Paraguai, incluída em 2 de dezembro de 2009, pela lei 12.105.[8]
  16. Hipólito da Costa, jornalista criador do Correio Braziliense, pela Lei nº 12.283, de 5 de julho de 2010 (projeto de lei 4401/2001).
  17. São José de Anchieta, pela Lei nº 12.284, de 5 de julho de 2010 (projeto de lei 810/2003)
  18. Getúlio Vargas, ex-presidente da república, teve seu nome incluído, pela lei 12.326, de 15 de setembro de 2010.
  19. Heitor Villa-Lobos, maestro, pelo projeto de lei 1165/2003. Incluído pela lei 12.455, de 26 de julho de 2011.
  20. Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Américo Camargo de Andrade, conhecidos pela sigla MMDC (Martins-Miragaia-Dráusio-Camargo), heróis paulistas da Revolução Constitucionalista de 1932, incluídos em 20 de junho de 2011.
  21. Domingos José Martins, um dos líderes da Revolução Pernambucana de 1817, incluído em 15 de setembro de 2011.
  22. Leonel Brizola, Líder político trabalhista, foi governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. Liderou o movimento da legalidade em 1961.
  23. Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida como Anita Garibaldi, incluída pela lei 12.615, de 30 de abril de 2012.
  24. Mestre de campo general Francisco Barreto de Meneses, Mestre de campo João Fernandes Vieira, Mestre de campo André Vidal de Negreiros, Mestre de campo Henrique Dias, Capitão-Mor Antônio Filipe Camarão (nascido Potiguaçu) e Mestre de campo Antônio Dias Cardoso, heróis da Batalha dos Guararapes, que expulsaram os neerlandeses de Pernambuco no séc. XVII, incluídos pela Lei nº 12.701, de 6 de agosto de 2012.
  25. Bárbara de Alencar, primeira presa política do Brasil. Heroína da Revolução Pernambucana, líder independentista, republicana e abolicionista. Incluída pela Lei 13.056 de 22 de Dezembro de 2014.[9]
  26. Marechal Cândido Rondon, pelo projeto de lei 562/2003.Incluído pela lei 13.141, de 30 de junho de 2015.
  27. Clara Camarão, indígena, considerada precursora do feminismo no Brasil, incluída em 27 de março de 2017.
  28. Segundo Sargento Antônia Alves Feitosa, mais conhecida como Jovita Feitosa, voluntária que lutou na Guerra do Paraguai, incluída em 27 de março de 2017.
  29. Zuleika Angel Jones, mais conhecida como Zuzu Angel, ativista política que atuou na época da Ditadura militar, especialmente na busca pelos desaparecidos. Incluída em 12 de abril de 2017.
  30. Machado de Assis, escritor. Incluído em 21 de dezembro de 2017.[10]
  31. Carlos Gomes, maestro. Incluído em 26 de dezembro de 2017.[11]
  32. João Pedro Teixeira, incluído em 8 de janeiro de 2018.[12]
  33. José Feliciano Fernandes Pinheiro, primeiro visconde de São Leopoldo, magistrado e um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Incluído pela Lei 13.599 em 8 de janeiro de 2018.[13]
  34. Euclides da Cunha, escritor e jornalista brasileiro. Incluído pela Lei 13.622 em 15 de janeiro de 2018.[14]
  35. Joaquim Francisco da Costa - Irmão Joaquim. Incluído pela Lei 13.636 em 15 de janeiro de 2018.[15]
  36. Luís Gama, advogado, um dos raros intelectuais negros no Brasil escravocrata do século XIX. Incluído pela Lei 13.628 em 16 de janeiro de 2018.[16]
  37. Miguel Arraes, advogado, economista e político brasileiro, considerado defensor intransigente dos pobres, ex-governador de Pernambuco. Incluído em 25 de setembro de 2018.[17]
  38. Antônio Vincente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio Conselheiro, líder religioso, incluído pela Lei 13.829, em 14 de maio de 2019.[18]
  39. Ulysses Guimarães, pela lei federal nº. 13.815, de 24 de abril de 2019.[19]
  40. Dandara dos Palmares e de Luiza Mahin, pela pela lei federal nº. 13.816, de 24 de abril de 2019.[19]
  41. Tobias Barreto, incluído em 11 de dezembro de 2019.[20]
  42. Osvaldo Aranha, pela lei nº. 13.991, de 17 de abril de 2020.[21]


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Edit: não são 21 heróis, são 42. Lista de todos os heróis da lista acima.
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2020.06.25 18:14 altovaliriano Por que Martin não quer falar sobre Qarth?

Em 2014, quando “O Mundo de Gelo e Fogo” foi lançado nos Estados Unidos, todos os cinco livros com que a saga hoje conta já haviam sido lançados. Em verdade, até mesmo “Atlas das Terras de Gelo e Fogo” já estava a venda havia dois anos. Portanto, os leitores esperavam que o livro co-escrito por Linda Antonsson e Elio Garcia Jr. servisse para aprofundar o conhecimento sobre um mundo que Martin vinha desnudando em câmera lenta, em um longo strip-tease de 18 anos.
O livro provou ser tudo isso e um pouco mais. O autor fictício do livro, meistre Yandel, não se limita a descrever ponto-a-ponto toda a geografia e história conhecida, como também explora relatos, lendas e rumores, ponderando sobre sua confiabilidade e autenticidade. Assim, mesmo a escassez de conhecimento objetivo não impediu meistre Yandel de nos apresentar aos rincões mais distantes do mundo em que “As Crônicas de Gelo e Fogo” se passam.
Exceto em três casos.
1. Os casos de Solarestival, Meereen e Qarth
Desde a primeira leitura de TWOIAF, é possível perceber que Yandel mantém a tragédia em Solarestival sob as mesmas névoas misteriosas que a encobrem na saga principal. Quando o meistre toca no assunto, é sempre breve e digressivo.
De fato, um dos golpes mais baixos de Yandel vem na forma de um relato do Arquimeistre Gyldayn que, convenientemente, estava parcialmente ininteligível em razão de uma mancha de tinta. Ao fim da leitura, era virtualmente possível ouvir as risadinhas de Martin, seguidas pelo tradicional “keep reading“.
O caso da Baía dos Escravos é bem mais sutil. O livro já começa antecipando um resumo sobre as cidades escravocratas. Mas Yandel se limita a relacioná-las com a queda do Império Ghiscari, e lhes retrata com desdém (TWOIAF, A Ascensão de Valíria).
No decorrer do livro, algumas pequenas notas complementam o resumo inicial com curiosidades, mas não há um capítulo dedicado à cultura e história de Astapor, Yunkai, Meereen ou mesmo da Baia dos Escravos como região (como ocorre com outras localidades mais insignificantes, como as planícies de Jogos Nhai).
Acredito que isto passe despercebido em grande parte porque muitos leitores não gostam da campanha de Daenerys na Baía dos Escravos, e perderam o interesse pela região ao longo dos livros. Contudo, como eu achava improvável que Martin compartilhasse da falta de entusiasmo dos leitores, eu senti vontade de verificar a razão do silêncio.
Eu encontrei a resposta em uma entrevista que Elio e Linda deram ao site Adria’s News em 2015. A intenção dos co-autores com isso era, de fato, esconder potenciais spoilers. Mas para minha surpresa, as razões de meistre Yandel era outras, decorrentes de sua personalidade: ele aparentemente abomina a escravidão.
Em todo caso, a entrevista acabou revelando algo muito mais interessante, que eu havia deixado passar. Abaixo transcrevo (e traduzo) a passagem interessante:
Você criou o personagem Meistre Yandel para ser o fio narrativo, mas ele é tendencioso como qualquer historiador é na vida real. Você decidiu que assim seria para ter uma abordagem mais realista ou para pôr possíveis spoilers sob um filtro ambíguo?
Elio M. García Jr: A maior parte das inclinações que vemos decorre do momento, no qual há pessoas importantes e poderosas que ele não deseja ofender. O que será que ele realmente pensa? Essa é a questão. Certamente, ele não deve ter pensado bem no que os Martells iriam falar quando ele escreveu que Elia pode ter assassinado seus próprios filhos. Eu não consegui acreditar que eu inventei isso, mas se ele está preocupado com os Lannister ficarem irritados, ele tem que explicar a morte deles de alguma forma. De todo modo, eu não acho que ele vai passar as férias em Dorne durante algum tempo. Mas, de modo geral, o viés serve apenas para ser realista, haja vista que ele é muito consciente sobre a política do tempo em que ele está escrevendo. Os spoilers foram escondidos ao colocarmos coisas que ele não trata muito, como Qarth e Meereen, pois ele acha que eles são lugares horríveis, com a escravidão e tudo mais, mas também porque George não nos fornecia nada sobre Qarth. O outro grande foco de spoilers era Solarestival, mas George não quis nos informar muito sobre isso também.
Assim, se por um lado, vemos que informações sobre Meereen, Qarth e Solarestival têm sido escondidas do público, por outro, ficamos sabendo que Martin considera que manter segredo sobre Qarth é tão importante para a trama quanto o sigilo sobre o que aconteceu em Solarestival.
E, de fato, Qarth não tem um capítulo em “O Mundo de Gelo e Fogo”. Fora apresentar informações pontuais (algumas até repetições do que havia sido explicado em outros livros), tudo que Yandel diz é: “Sobre a misteriosa Qarth, não posso apontar fonte melhor do que Compêndio de Jade, de Colloquo Votar, o trabalho mais importante sobre as terras ao redor do Mar de Jade” (TWOIAF, Além do Reino do Pôr do Sol: Outras Terras).
Qarth, portanto, merece ser melhor examinada.
2. O que poderia haver em Qarth?
A importância de Solarestival e Meereen são facilmente percebidas. A tragédia de Solarestival será o capítulo final da vida de Dunk e Egg e é um segredo em si mesma. Por sua vez, vimos que o que divide Meereen entre seguidores de Daenerys e falsos amigos da rainha são razões históricas. Portanto, é razoável que Martin prefira deixar os bastidores históricos para “Os Ventos do Inverno”, e surpreender os leitores, do que colocar três páginas a mais em “O Mundo de Gelo e Fogo”.
A história de Qarth, por outro lado, tem implicações diferentes. Uma vez que a cidade nunca foi parte dos domínios valirianos, é muito capaz que essas duas civilizações já tenham guerreado. De fato, em “A Fúria dos Reis”, um dos cavaleiros dothrakis de Daenerys encontra algo relevante ao Sul de Vaes Tolorro:
Rakharo foi o primeiro a voltar. Ao sul, o deserto vermelho estendia-se por uma longa distância, ele relatou, até terminar numa costa desolada junto à água venenosa. Entre aquele lugar e a costa havia apenas turbilhões de areia, rochedos polidos pelo vento e plantas eriçadas de espinhos pontudos. Tinha passado junto às ossadas de um dragão, jurou, tão imensas que havia conduzido o cavalo por entre as suas grandes maxilas negras. Além disso, nada viu.
(ACOK, Daenerys I)
Essa impressionante descrição se assemelha à de outros animais formidáveis, muito conhecidos pelos leitores:
[…] Os poetas tinham-lhes atribuído nomes de deuses: Balerion, Meraxes, Vhagar. Tyrion estivera entre suas maxilas escancaradas, sem palavras e cheio de respeitoso temor. Podia ter entrado a cavalo pela garganta de Vhagar, embora não fosse possível voltar a sair. Meraxes era ainda maior. E o maior de todos, Balerion, o Terror Negro, podia ter engolido um auroque inteiro, ou até mesmo um dos mamutes peludos que diziam viver nas frias extensões para lá do Porto de Ibben.
(AGOT, Tyrion I)
Portanto, a ossada descoberta no Deserto Vermelho indica que o dragão que morreu ali era comparável aos maiores dragões da dinastia Targaryen. À luz da negativa de Martin de elaborar mais sobre a história de Qarth, essa descoberta passa a ser mais chamativa, pois parece indicar que, no passado, os qaathi (povo do qual os qarthenos são os últimos descendentes vivos) foram capazes de derrotar dragões desta magnitude.
Outro item que conecta valirianos e quarthenos é o berrante Atador de Dragões. Euron Greyjoy afirma ter reivindicado o artefato quando caminhou sobre Valíria. Contudo, muitos leitores (e até personagens) duvidam dessa afirmação, e acreditam que Euron roubou o berrante dos magos qarthenos que ele sequestrou (dentre os quais, o inimigo declarado de Daenerys, Pyat Pree). Esta suspeita encontra respaldo em uma fonte semi-canônica (APP, Qarth).
Entretanto, para fins da presente reflexão, interessa saber como os magos da Casa dos imortais conseguiram um berrante com glifos valirianos, feito de chifre de dragão, que supostamente tem o poder de submeter e “atar” dragões à vontade de quem quer que o sopre.
É difícil de se pensar que valirianos presenteariam qarthenos com instrumentos mágicos capazes de domar dragões, à qualquer título que fossem (ex: presente de casamento, oferenda aos imortais ou recompensa por serviços). Seria mais simples que alguém em Qarth o tivesse roubado dos valirianos. Não necessariamente enquanto os donos originais estivessem vivos.
Enquanto refletia sobre o adestramento de Drogon, Daenerys recordou que “os senhores de dragões da antiga Valíria controlavam suas montarias com feitiços de ligação e cornos mágicos” (ADWD, Daenerys X). Nesse sentido, a ossada do dragão no Deserto Vermelho poderia ser uma pista de como os magos o adquiriram. A pilhagem do cadáver de um cavaleiro de dragão que a cidade logrou derrotar explicaria a origem do berrante.
O artefato mágico, inclusive, poderia explicar porque os valirianos nunca expandiram seu império até Qarth. De posse do berrante, os qarthenos poderiam neutralizar o perigo dos dragões de Valíria. O Deserto Vermelho e as muralhas triplas forneciam a proteção da cidade contra investidas por terra, porém o Atador de Dragões seria a garantia de que Qarth estaria à salvo do fogo dos dragões.
Por fim, a última razão: George poderia ainda estar preocupado em dividir informação sobre Qarth porque teria que revelar os segredos da Casa dos imortais e da ordem dos Magos qarthenos, da Sombra da Tarde que eles consomem e das árvores de casca preta e folhas azuis (represeiros de cor invertida) de onde a bebida é extraída.
A mais breve incursão em tais assuntos poderia revelar demais sobre a trama que Martin está reservando para os próximos livros. De fato, os magos de Qarth retornaram à cena em “A Dança dos Dragões” com Euron Greyjoy e chegaram a Westeros antes de Daenerys. Portanto, sua crescente importância como vilões revela um potencial para influenciar o próprio final da saga.
Assim, é natural que Martin procure contornar qualquer oportunidade de falar sobre os magos e a natureza de sua magia. É certo que, como uma organização milenar em Qarth, a Casa dos Imortais deve ter desempenhado papel ativo na proteção da cidade contra eventuais investidas dos valirianos e outros invasores. Assim, falar sobre a história de Qarth é, de certa forma, discutir a natureza dos poderes do magos.
Essas são as razões que consegui supor. Como vemos, todas essas especulações são muito coerentes… mas não temos como afirmar nada disto com convicção.
Com efeito, Qarth não é o único lugar do mundo conhecido que possui organizações secretas com perfil mágico. Yandel foi capaz de dedicar um capítulo inteiro a descrever Braavos em ricos detalhes (apresentando um mapa, inclusive) sem que nenhum segredo dos Homens sem Rosto fosse revelado em “O Mundo de Gelo e Fogo”. Outro capítulo foi dedicado à Asshai (onde também há magos qarthenos em atividade) e a cidade continua tão misteriosa e insondável como sempre. Porto Real foi muito citada e explorada, mas não ganhamos nenhum conhecimento novo sobre a Guilda dos Alquimistas.
Assim, não há razão para acreditarmos que Martin não seria capaz de apresentar a história e a cultura de Qarth evitando discutir a natureza da magia praticada na Casa dos imortais.
Quanto ao Atador de Dragões, apesar de que a hipótese apresentada logre juntar os poucos elementos que temos à disposição de modo coerente, não há qualquer justificativa para nos fecharmos a outras possibilidade. Ou, questiono eu, seria absolutamente impossível que Martin alegasse que, no passado, um senhor de dragões valiriano sem montaria caiu em desgraça, passou por Qarth e vendeu seu valioso berrante para refazer sua fortuna? É uma explicação plausível.
Tampouco cabe alegar que um valiriano jamais cederia o berrante porque isso possibilitaria que Qarth desafiasse Valíria, pois, veja: independentemente de como o conseguiram, os magos têm um berrante. Se isso os pusessem em condições de competir com a península valiriana, o desafio já teria acontecido. E se o desafio já tivesse acontecido, Qarth teria se tornado sede de poder e teria seus próprios dragões. Como nada disso aconteceu, devemos concluir que o Atador de Dragões sozinho não tinha poder o suficiente para abalar Valíria.
Por outro lado, a carcaça de dragão em meio ao Deserto Vermelho dificilmente é prova contundente de coisa alguma, exceto de que ali foi o local do último descanso da fera. Pensar que a criatura era montada por um cavaleiro de dragão é mera especulação.
Ossos de dragão têm sido encontradas de Ibben a Sothoryos. Yandel acredita que isso é evidência de que essas criaturas, ainda que originárias das catorze chamas, “devem ter se espalhado pela maior parte do mundo conhecido antes de serem domados” (TWOIAF, História Antiga: A Ascensão de Valíria).
Além disso, há quem acredite que os dragões surgiram nas “Terras das Sombras para lá de Asshai e das ilhas do Mar de Jade“ (AGOT, Daenerys III). Portanto, os ossos no deserto vermelho podem ser apenas restos de um antigo dragão selvagem.
3. O mistério da fonte
Uma vez que Martin escolheu não nos dar uma fonte primária confiável sobre a história e cultura de Qarth, somente nos resta analisar a fonte a que ele faz remissão: o “Compêndio de Jade”, escrito por Colloquo Votar, um aventureiro de Volantis.
A obra de Votar foi mencionada primeira vez em “O Festim dos Corvos”, e depois novamente em “A Dança dos Dragões” e “O Mundo de Gelo e Fogo”. Na saga principal, porém, o livro não se limita a ser citado. Ele aparece na Muralha. Sam busca um exemplar nas bibliotecas subterrâneas de Castelo Negro para entregar a Meistre Aemon, que, depois de examiná-lo com ajuda de Clydas, o entrega ao Lorde Comandante Jon Snow.
Enquanto relia os livros para escrever esse artigo percebi pela primeira vez que o trecho em que Aemon e Jon conversam brevemente sobre o Compêndio de Jade aparece tanto em “O Festim dos Corvos” quanto em “A Dança dos Dragões” (AFFC, Samwell I; ADWD, Jon II). Fica parecendo que Martin achou por bem frisar aquela conversa.
Ao apresentar o Compêndio a Jon Snow, a intenção de Aemon era que o Lorde Comandante percebesse que a espada de Stannis não se parecia com a Luminífera da profecia de Azor Ahai. Jon chega a ler o livro, mas apenas nas páginas que o velho meistre fez Clydas marcar. O Lorde Comandante resume assim o trecho que leu (grifos nossos):
[…] – Eu olhei o livro que Meistre Aemon me deixou. O Compêndio de Jade. As páginas que falam de Azor Ahai. Luminífera era a espada dele. Temperada com o sangue de sua esposa, se é possível acreditar em Votar. Depois disso, Luminífera nunca foi fria ao toque, mas quente como Nissa Nissa havia sido quente. Em batalha, a lâmina queimava ardente em fogo. Uma vez Azor Ahai lutou com um monstro. Quando enfiou a espada pela barriga da criatura, o sangue do monstro começou a ferver. Fumaça e vapor saíram de sua boca, os olhos derreteram e escorreram pela sua face, e seu corpo explodiu em chamas.
Clydas piscou.
– Uma espada que faz seu próprio calor…
– … seria uma coisa boa na Muralha. – Jon colocou a taça de vinho de lado e vestiu as luvas negras de pele de toupeira. – Uma pena que a espada que Stannis empunha é fria. […]
(ADWD, Jon III)
A parte em negrito acrescenta fatos novos à versão da lenda de Azor Ahai que nos foi contada em “A Fúria dos Reis” por Sallador Saan. Desse modo, parece que o Compêndio conta com uma versão mais completa do mito. E esta versão teria sido resultado das viagens de um estrangeiro, Colloquo Votar, por “todas as terras do Mar de Jade” (AFFC, Samwell I ; ADWD, Jon II). E entre as terras estão Qarth, Yi Ti e Leng.
Por coincidência, este é o livro cujo relato sobre Qarth é, na opinião de meistre Yandel, a melhor fonte de informações que Westeros tem sobre a cidade e arredores (TWOIAF, Além do Reino do Pôr do Sol: Outras Terras ; TWOIAF, Os Ossos e Além: Yi Ti). O livro provavelmente também é a fonte mais completa. Caso contrário Yandel não se limitaria a dizer ao leitor para consultar o “Compêndio”.
Obviamente, a declaração de Yandel foi a forma achada por George Martin para nos dizer que só teremos acesso ao Compêndio (e a informações sobre Qarth) através do que as personagens nos contarem. Entretanto, ao colocar as coisas assim, Martin também nos revela que o Compêndio deve conter informações relevantes inéditas.
Mas quais são as informações que o “Compêndio de Jade” nos deu até o momento?
Samwell Tarly se refere ao livro como “um grosso volume de contos e lendas do Oriente” (AFFC, Samwell I), e realmente contos e lendas é tudo que sabemos haver nele. Segue a lista do que ouvimos falar:
  1. A versão mais completa que já ouvimos sobre a lenda de Azor Ahai e Luminífera, transcrita acima (ADWD, Jon III);
  2. uma lenda curiosa de Yi Ti sobre uma mulher com uma cauda de macaco que logrou trazer de volta o sol, após este ter escondido seu rosto da terra por uma geração – a lifetime, em inglês –, envergonhado de algo que ninguém jamais descobriu o que era (TWOIAF, História Antiga: A Longa Noite);
  3. O melhor relato sobre Qarth, na opinião de meistre Yandel (TWOIAF, Além do Reino do Pôr do Sol: Outras Terras);
  4. A afirmação de que, sob cada cidade de Yi Ti, existem outras três cidades mais antigas enterradas (TWOIAF, Os Ossos e Além: Yi Ti);
  5. o relato de que a Imperatriz de Leng, em pelo menos quatro vezes na história da ilha, condenou todos os estrangeiros da ilha à morte com base em ordens recebidas dos “Antigos”, deuses que viviam nas profundezas das cidades subterrâneas em ruína (TWOIAF, Os Ossos e Além: Leng).
Podemos observar que, fora o que já tratamos ao longo deste artigo, somente temos informações sobre Yi Ti e Leng, regiões que a primeira vista não são de interesse para a trama principal.
Ademais, das três informações, somente uma faz referência indireta a algo de interesse da trama principal: uma lenda sobre a experiência de Yi Ti durante a Longa Noite, em que uma heroína com cauda de macaco salvou o mundo de uma catástrofe.
Ocorre que essa lenda em específico parece reverberar na cultura de Yi Ti até os dias de hoje, da mesma forma como a lenda de Azor Ahai parece estar entranhada nos costumes dos qarthenos.
Não parece ser à toa que o livro pelo qual os westerosis tem a mais completa fonte de informações sobre Qarth é aquele que também contém a versão mais completa da lenda de Azor Ahai.
Explico: há algum tempo, leitores absolutamente detalhistas sugeriram que os vestidos femininos dos qarthenos, que deixam um seio exposto seriam uma referência à Nissa Nissa, a quem, segundo a lenda, Azor Ahai teria ordenado “desnude o peito, e fique sabendo que a amo mais do que a qualquer outra coisa no mundo” (ACOK, Davos I) antes de temperar luminífera em seu coração.
Isso já me soava como algo que se encaixa bem com o estilo de criação de mundo de Martin. Quando, à luz disso, eu li sobre a heroina com cauda de macaco, imediatamente me lembrei que Daenerys havia observado no mercado oriental de Vaes Dothraki “os homens de olhos brilhantes de Yi Ti com seus chapéus de cauda de macaco” (AGOT, Daenerys VI) e que “um gordo comerciante de tecidos de Yi Ti regateava com um pentoshi o preço de um corante verde qualquer, fazendo oscilar de um lado para o outro a cauda de macaco do chapéu quando balançava a cabeça” (AGOT, Daenerys VI).
Portanto, me sinto forçado a concluir que a influência que os mitos da Longa Noite exerceram sobre a moda de Yi Ti e Qarth foi criada para servir de exemplo de equiparação.
Este caso foi feito para servir de parâmetro e possibilitar ao leitor decifrar as correlações entre os eventos descritos no Compêndio de Jade e elementos da vida cotidiana das personagens, escondidas sob a fachada de contos e lendas de terra estranhas.
Por isso, acredito que o silêncio de Martin sobre Qarth funciona como convite à reflexão das evidências cifradas a nossa disposição. E, conforme se vê da lista acima, há no mínimo mais dois de relatos do livro de Colloquo Votar cuja funções na narrativa permanecem desconhecidas.
O que vocês acham?
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2020.06.15 13:14 Imnotegdyenough Descobri que na minha família teve uma heroína nacional (Bárbara de Alencar o nome dela se quiserem pesquisar )

Descobri que na minha família teve uma heroína nacional (Bárbara de Alencar o nome dela se quiserem pesquisar ) submitted by Imnotegdyenough to brasil [link] [comments]


2020.03.26 20:20 MrFancyRaccoon Frases de Moribundo

Cá está então a obra completa. Até então tenho reservado a esperança de um dia ver isto publicado. Peço-vos, por isso, que me puxem de volta à realidade, esmagando meticulosamente e todos os meus sonhos e ambições.
Vi em algum lado que é preciso dar dois espaço para separar versos. Se eu apagar logo o post é porque isso não é verdade.
Agradeço já às eventuais almas que tenham paciência para ler isto tudo.

I

Jubiloso este dia
em que as cortinas se me fecham!
Em cena vivi dançando
o tempo que queria.

Foi feliz a exposição,
e que belas personagens,
duo de seres que por mim agem,
as qu’ encontrei logo d’início!
Eu, que sozinho estava,
de dois fui logo acompanhado
e por décadas tesourado.
Ai que bela introdução!

Chegou também a minha intriga,
Em forte caule deu a espiga
mas o mesmo não saber
nunca deixei de o ter.
E aqui conheço os infelizes!
Tu, ó pessoa que me dizes
o quão triste é teu pensar,
tudo à volta dissecar
e extrair sentido algum.
Não mais faço eu que rir.
Se é pensar o existir
descarto já minha presença!
Somos bestas, animais,
não mais que superficiais
serão nossos julgamentos.
Deus esse a quem bradas
(esteja ele onde estiver)
se nos fez, fez-nos ocos
e, depois de mortos, fez-nos roucos.
Termina esse teu tentar.
Sê estúpido e vive a dançar,
comigo irás cantarolando!

Leva sorriso no defecho
sem razão a segurá-lo,
que se morres é pois viveste,
como qualquer, também tiveste
doçuras e térreos deleites,
que tu não os aproveites
é culpa tua e teu delírio
que sendo burro é tudo giro
Pode haver feio, mas não o vês...

II

Ai! Minha amada!
Vivo, cuidei que o amor,
ele e todo o seu ardor,
fossem maiores que nós humanos!
Não durava ele eternidade?
Não escapa ele a toda a idade?
Que triste é agora ver
depois de mim Outro te ter!
É amor vil ilusão!
É charada o casamento!
Meros endócrinos sinais
para haver acasalamento!
Nunca eu vi coisa eterna
que tão preste fosse a sumir
como o amor deste casal!
Bastou um de dois partir!

Apaixonado vivi
E (maldição) me esqueci
dum beijo mais doce que o teu!
Nem de nós o apogeu
cantei ou deixei por escrito,
ficou no agora restrito
tudo o que criei contigo.
Deitado no doce leito
tirei do amor o bom proveito
sem saber que no amar
arte nenhuma tinha feito!
Nestes meros anos de amor
em nada o meu nome deixo
senão nos lábios de quem pranta,
da desgraçada que prendi c’o beijo.

III

A terrível morte me assola.
Deixa os outros ir sem nome.
Pois a mim não o permito!
P’ras eras póstumas o repito
Pátroclo
Pátroclo
Pátroclo
Grito em tua face, Eterno!
Não me silenceias
pois de gritar tenho direito
tal é belo todo o feito
que deixo atrás par’ esta terra.

Sorriste-me, ó Fortuna.
Tive ao lado sempre o poeta
que não como à gente abjeta
me deixa no fim apodrecer.
Põe ele o sal no salvador
e canta bela toda a dor
de quem é merecedor.

Mais digno é quem a morte colhe
na dianteira da peleja
que aquele que esteja
toda a vida em sua toca.
É digno não pela refrega
mas pois a algo mais s’ entrega
que aquele que só tem boca.
Lavrei e combati
e, por isso, sucumbi
e fui d’igual embalsamado
por poeta e pela ninfa
e nenhum deles conheci.

Canta ele o meu Fado
e meu nome é lançado
para as bocas do futuro.

Por meu povo fiz o bem
Fiz a arte na peleja
É muito o saber que me beija.

Morro assim, concretizado
É meu nome entoado.
Por tudo que de grande fiz
Deixei no mundo cicatriz.

IV

Ao fim da linha
me dirijo apressado.
A mim coube a fortuna
de correr adiantado.

Vivi num gume afiado
Apoiado num só pé
e em jovial estupidez,
andei milhas d’imprudência.

O vento senti na cara,
à Sorte lancei os dados.
Mal sabia que d’ entre os Fados
era o meu o mais fatal:
“Jovens vivem para sempre,
se o sempre desejarem.”
Invencível me julguei,
com minhas carnes mais vermelhas,
meu entender mais aguçado,
e meu viver inda adoçado.
Por mim mesmo enganado
fui a vida acelerar.

Quem mais leves tem os pés
e mais curta a passada
bebe de uma só golada
todo o cálice consagrado
que delicia em lento agrado
o bebedor mais avisado
que o defruta mais pausado.

Enfim, vivi desenfreado
Criança sempre á gargalhada
Agora quem se ri é Hades
que celebra na chegada.

V

De pernas gastas
e fôlego arrastado
sem ânimo, ao fim sou chegado.
Não deixo a vida a meio,
corri toda a maratona.
Estafei os pobres músculos,
por mim foi promessa dada:
a de parar só na chegada,
que é lá, às brônzeas portas,
que toda a firme martelada
será a mim repaga em troco
de gotas da tardia glória.
(Não vai Deus esquecer a lavra,
nem meu lavrar será em vão...)

Mas agora que as vejo
nenhuma hoste me espera.
Tolo, esforcei por vil quimera.
Nada tive d’ Ele dado,
o berço não dourou Sua luz.
E sempre olhei para meu lado
e invejei o afortunado
que em meio de meu afinco
fazia mais do que eu e cinco.

Dei-te vida de trabalho
medíocre fiz mas muito
igual a maior fiz mas muito
nada de novo fiz mas muito
E mesmo assim não é meu nome
que dizes com tua voz...
É o dele, que menos fez,
do prendado inocente.
Olho-o e me olho de volta
e todo o ser se me revolta,
enoja o pensar
que não é a lavra que te agrada
é a beleza nata e bruta.

P’ro que dela não partilha,
e é ciente que não brilha,
fica só ressentimento
de que é por ti zombado
a cada sonho esmagado.
Enquanto vive s’ enganando
que algum dia, trabalhando,
oferecendo-te escravidão,
compra parcela de Eternidade.

E indicios deixaste tu...
Entre mortais tinha respeito...
Dos de meu tempo até louvor...
Nunca adivinhei a dor
que me darias e não ao outro.
Ao macaco de espetáculo,
mas por dentro recétaculo
de ouro que lá puseste
sem olhar p’ro que merece.

O dano sofri, espinhos pisei
De chagas me mostro repleto.
E, então, se não fiz arte?!
Não fiz eu a minha parte,
nulo mesmo assim nascendo?!
És tão cruel pr’a filho Teu?!
mereço assim eterno impasse,
de no silêncio perder a face?

VI

Mil rochedos de arrastão
carregou o coração,
acanhado, embaraçado,
quis mas não quis ascensão.
Parto para o vil Estige
e para mim nada redige
a Bela Musa Eterna.
Parece que nada atinge
aquele que nada finge
avassalado por Inércia.
Dela fui um fiel pajem,
cumpri dever de vadiagem.
Vagueei estulto, diletante
não notei gume cortante
que poisou, lento, na garganta
para no sempre a degolar.

Encravou ela meus dedos,
artrite deixou igual na mente
e anulou todo meu ser
impedindo meu tecer.

Vivi feito animal
E nada c’o esta idade
p’ra mim fui arrebatar
senão cruel mediocridade.

Para sempre em meu repouso
olharei o Ideal
Para lá nunca arredei pé,
adiei a vida p’ro final.
Olhar-te-ei, Sol que lá brilhas,
tu que me cantas maravilhas,
que me ecoas em vão o nome
enquanto a larva me consome.

Nulo abaixo parto.
Cumpro a justa sentença
de quem vive no seguinte
e só morrendo é que começa.

VII

Vivi vida enegrecida
pois toda a luz tive esquecida.
Tanto foi o meu pensar
que esqueci de me lembrar
que também sou animal,
também sou um cão banal
que quer seu osso p’ra rilhar.

Sempre vi o ignorante,
o sandio diletante,
e uma venda lhe pus nos olhos.
Quão errado estava...
Bem mais vêm eles
com os pequenos botões reles
da vida as coisas prazenteiras!
E eu de olhos bem abertos
mundos tenho encobertos
por detrás das prateleiras!

Esta minha dor ciente
é só eco estridente
da preguiça de amar.
Tanto há á minha volta...
Tão bela é a minha escolta
e eu sempre a pensar!

É terrível malefício
o racional ofício...
Sobre a folha de papel,
lá está mais quente o fervor
lá mais sentida está a dor
que a que deveras houve...
Direta foi doce vivência
para a ativa consciência
e dormente fica o corpo.

Triste é este destino
de do bom copo de vinho
mais cabeça dar á uva
ou de quem esmagou, a luva,
que ao sabor do rico suco.

E mais potente me lateja
a cabeça na peleja,
quando no passeio cruzo
família livre n’ ignorância
sem saber que tem seu termo,
que se destina a frio ermo
todo seu ilustre membro.
Dele nunca tirei os olhos
e vivi sempre a chorar.

E cá estou.

Livre de emenda
vejo a entrada estupenda
e cruza primeiro minha mente
todo o homem que a cruzou.

VIII

Ai, que grande meu azar!
Saiu-me na roleta
cair a bola em casa preta
e a morte me calhar!
E que bela foi a vida
de todo o pensar esquecida
bem ao lado dos amores!
Sem mulher casei-me cedo:
várias e não só uma
são as belas companheiras.

Primeiro, foi o doce néctar.
Longe vai a apoquentação
quando, morno, tenho na mão
o belo copo p´ra alegrar!
Qual arte, qual carapuça,
arde em mim a escaramuça
não c’o verso mas c’o a pinga!

Depois, veio meu rolinho,
enchido com especiaria
que a mim traz a alegria
(em outro lado não a arranjo).
Tem por nome Cigarrilha
e a ela estou tão devoto
que já levo pulmão roto
de carne tornado em carvão.

Chegam também as muitas gémeas,
as tisanas para as veias!
Cada uma é poção
p’ra diferente ocasião:
Se ao motor falta gasóleo
é pó de fada a cocaína.
Se da dor quero ser salvo
vem daí, minha heroína!
E se eu, terráqueo, voar quero
é S.Maria Joana que venero.

Por fim, vem a amada
que a morte trouxe, escarpada.
O colega trapacei
e toda a ficha despejei.
Como é bom perder o tino
na alcatifa de casino!
Á Fortuna ir rezar
p´ra fortuna me abonar!
A cavalo bendito, qual Pégaso,
amarei mais que a mulher
se ao bolso me trouxer
mais pecinhas p´ra apostar.

Agora parto para o Céu
e não vou acompanhado...
Onde estão as minhas queridas?
Cuidei que vinham a meu lado...
Toda a ficha que ganhei
vale menos que pataco.
Já cravei broca ao Eterno
e não sabe ele o que é tabaco...

IX

Sempre fui abnegador,
e sinto agora apenas dor.
Nunca em mim houve ardor.
Imóvel em minha cruz
ceguei-me de toda a luz,
passei em nome do pudor.

Minha fé, meu fanatismo,
meu seguro maneirismo,
sempre me consolaram,
perante a vista daqueles
que diante via felizes:
“Ignora-o, que ele peca!
É blasfemo por viver!
Imóvel fica em tua toca,
no Além podes correr!”

Ora, do Além já tenho vista.
Mais pequeno é qu’ imaginava...
Não há nele uma estrada
nesta terra não há pista.
Era pois a fé fachada,
seu nome era outro.
Não era águia mas polvo,
que me iscou e subjugou
e logo me confortou
com mentiras das sagradas.

E deste pano fui avisado,
lembro ler num evangelho,
de um pároco mais velho
que aos peixes dirigia
palavras de sabedoria
p’ra est’ evitar a isca
pela qual a vida arrisca
cegado por seu canto doce.
Sereia é esta empresa,
caça nas gentes a moleza
e trapo mete em seu diante
a ver se caça mais um servo
que além desse já não veja
o faminto a mirar a bóia.

Palavras belas as desse homem
a quem me esquece já o nome,
pois dele então nunca fiz caso,
(se lhes chamou de sal estragado,
certo é que diz pecado.)
Mas dizia então verdade,
e só o sei pois estou caçado
entregue agora a meu fado,
já sumiu o pano á muito.
Agora vejo que não cacei
mais nada para minha herança.

Acima perguntei
antes de fazer a arte
mas sobre mim não havia rei.
Era ele de mim parte
que eu, tolo, não usei.


X

O silêncio que esperei
grita alto à minha porta.
P’ra isto me preparei,
há muito levo a alma morta.

Não vibrou uma só palha.
Não levantou qualquer poalha
neste corpo que foi nulo.
Nenhum cálice me chamou
senão o de brandy
que momento na mão pousou.
Não doeu este caminho,
mas doce não o vou chamar,
que é quase exagero
de vida o denominar.

Falei sempre minhas crenças
e julguei que as ouviam.
Na margem a olhar o rio,
escondido das desavenças,
já parecia maluquinho,
ali postado, a falar sozinho.
(p’ra Lídia me dirigia
e cruzou ela o Estige
em milénio de outrora)

“Muita deve ser a dor
que ele esconde e que nega,
que por lá dentro há refrega
que ao Sol está por expor!”
Dizia o mais avisado
que ao andar me viu parado
e continuou alegre o passo.

E vejo agora, inda calado,
que, por muito dano dado,
deu-lhe Deus melhor destino:
teve chance de ser divino,
se não o foi podia ser,
e teve a vida este sentido.

E disto não me apercebi,
sem propósito me julguei,
como tal vetei ser rei
de tudo o que é além de mim.
Da mais leve e fresca brisa,
fugi sempre acautelado,
menos turva que o quedo lago
tive a miragem do Final.

Amadas nunca tive.
Memória não tenho.
Coração nunca terei.
Vivi nunca sendo vivo.
Do agora m’ entretenho.
E coisa alguma a mais terei.

XI

Que ira esta de partir!
Eu que trigo acumulei
parto de onde era rei
sem um tostão a reluzir?!

Não aceita o barqueiro notas
p’ra cruzar o fatal rio?!
Recolhe somente o preço tardio
em dracmas (por mim trocados
por peça de gado, por uns bordados...)
Cuidei que valessem menos
que os doces bens terrenos!
Tem afinal a alma preço...

A mesma mão de osso frio
estende ao herói e ao sandio.
E os que meti na sarjeta
dão-lhe o dobro e com gorjeta!
E eu, sem nada para dar,
de mim fico sem nada,
cuidei que a chave dourada
me dava certa ao Céu entrada.

Despido estou de minhas vestes,
caem em mim todas as pestes,
nos pés não tenho sola
e ao mendigo peço esmola.

Bem difícil é a vida
do patrão rico no submundo.
Já não posso ser imundo
sem a bolsa bem nutrida.

XII

Coisa mais trágica...
Começo eu a perceber
a charada em que me foi meter
o que a chave me esconde.
Do fumo desenham-se, difusas
as doces linhas de resposta,
já daqui vejo, gloriosa...
Mas deu á neblina ideia
de tudo em simultâneo,
em suspiro momentâneo,
a revelar à recém-carcaça.

E o que é da busca,
do caçar que foi a vida?
Que é feito do dano e dos lavores,
que sofro desde a partida?
Condenas-me á procura
e em vida não me dás
resposta que me apraz,
morro doente e dás-me a cura?

Cacei sempre o conhecimento,
tomei-o por migalhas Tuas
deixadas entre as falcatruas
p’ro avisado as colher
e em algum ponto ter
peça final aglomerada
que deixe a alma saciada.

E por elas deixei de ser,
deixer de ver senão abaixo,
olhava a pista cabisbaixo,
certo de que levava a prémio.
Julguei ter mais alto propósito
neste, do saber, depósito
além do de esperar insciente,
olhando só o lá na frente,
á espera de Hora determinada
p´ra verdade ser revelada.

Toda a milha percorri
no dorso duma pergunta
e é às portas do Eterno
que esteve comum a resposta.

Cruel és, ó Divino,
Comichão em mim puseste,
em cisma louca enfureceste
este teu ser a procurar
só p’ra na vida fracassar
e dás-lhe o prémio só na morte,
a ele e á quieta hoste.

Lá terei de aceitar...
Pelo menos descobri ,
sempre havia solução
é só pena cair na mão,
e quando já a levo fria...
Pelo menos o que de mim passa
Já não passa curioso
Coisa mais trágica...
Coisa mais trágica...

XIII

A um dia de Amadeus
nasci eu a vinte seis
e a um passo d’ Infinito
cumprirei as tristes leis
que a morte reserva ao homem
que, mesmo grande, não tem voz
para a si mesmo ecoar
entre os egrégios avós.

Nasci de cabeça acesa
e pronto estava p’ra empresa...
Mas só mais escuro tornava o dia,
e nunca o caminho alumia.
Só a chegada tive por certa,
este nó que se aperta
já o sinto no pescoço.
E já é tanto o alvoroço
e inda vai cheio meu cálice.
Mas tal refuto:
Há diferença entre cadáveres
se um o sabe e outro não?
São iguais no seu destino
só que um nasceu com tino
e outro não sabe que é cão.

Nasci alto quanto baste
para espreitar pela vereda,
intransponível labareda,
que comum adentro me confina.

Vejo pois os Elíseos Campos,
uma estrada de infinito
onde apenas com um grito
por século o nome espalharia
Mas não ganhei a voz ainda.
Espero quedo sua vinda
e sei já que espero em vão
Pois para mim está já traçado
morrer como os demais,
despedaçado por animais,
não mais p’ra vida instrumento
que expele rouca sua música.

Não escaparei á naturalidade.
Não clamo parcela d’ Eternidade.
Abraço assim o esquecimento.

É assim duplo o azar,
os da morte e do nascer,
trezes entre si somados
da perfeição ao cubo apartados
por um só passinho em frente
que o lá de cima entende
ser aquele em que tropeço
ao pagar último o preço.
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2019.09.16 02:27 Babyziha Top 10 Personagens mais fofas e Bonitas dos Animes

Top 10 Personagens mais fofas e Bonitas dos Animes
Bom essa são as personagens mais fofas e Bonitas na minha opinião ok?
ヽ(*・ω・)ノ ヽ(*・ω・)ノ
Vai ser assim
Nome do anime , nome da personagem;
Fotenha;
Uma pequena explicação sobre a personagem.
(ㆁωㆁ*)(ㆁωㆁ*)(。>﹏<。)(。>﹏<。)
Kobayashi-san chi no maid dragon
Kanna-Chan

https://preview.redd.it/9z9cdbuxnum31.jpg?width=600&format=pjpg&auto=webp&s=a48231fb36ab5c90cb49bfc52db4412cda45b9f4
Kanna Kamui (カ ン ナ カ ム イ) conhecida como Kanna Kobayashi, é um dos principais personagens de Kobayashi-san Chi no Maid Dragon e o principal protagonista do Kobayashi-san Chi no Maid Dragon: Kanna no Nichijou.Kanna é uma jovem dragão feminina, que é exilada de seu mundo como conseqüência de suas brincadeiras
Mais sobre ela aqui
☆*:.。.o(≧▽≦)o.。.:*☆
Sailor moon
Usagi Tsukino

https://preview.redd.it/3itnq2aznum31.jpg?width=588&format=pjpg&auto=webp&s=c5258502b19c5a254a791efe2a42cfd2a966c0f5
Usagi Tsukino (月野 うさぎ,Tsukino Usagi) também chamada de Serena (na versão brasileira), é uma jovem de 14 anos protagonista da série de anime emangá Sailor Moon. Ela é a atual encarnação da Princess Serenity, uma de suas identidades é a Sailor SenshiSailor Moon. Ela é filha de Ikuko Tsukino e Kenji Tsukino e tem como irmão mais novo Shingo Tsukino em sua vida passada sua mãe foi Queen Serenity. No futuro irá se tornar a Neo-Queen Serenity.
Mais sobre ela
☆.*・。゚(✪∧✪)゚.*・。.☆
Umineko no naku koro ni
Beatrice

https://preview.redd.it/f0mkxuo1oum31.jpg?width=450&format=pjpg&auto=webp&s=aed0f0fc24820f168744c20d37dee92e4d44ecf5
Beatrice (ベ ア ト リ ー チ ェ, Beatorīche?) É o principal antagonista dos episódios 1-4.Ela choca com Battler Ushiromiya, tentando convencê-lo de que as bruxas são reais e que ela usou magia para executar uma série de assassinatos bizarros na ilha de Rokkenjima.Ela afirmou ter vivido há mais de mil anos.Ela já se desviou do domínio dos seres humanos, e é dito que, como os demonios, ela aparece quando convocada por um ser humano e empresta-lhe o poder dela por uma compensação de valor equivalente.Ela gosta de chá preto e sorvete e odeia o tédio e as pessoas que a negam.
Mais sobre ela
。・゚・(ノ∀`)・゚・。
Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai
Meiko Honma

https://preview.redd.it/dxz9udz6oum31.jpg?width=680&format=pjpg&auto=webp&s=9fe5fef373ac689d93ce60a01328a177cc84850a
Meiko Honma, que também é chamada pelo apelido Menma, é a protagonista da história cujo fantasma aparece para Jinta por causa do desejo que ele e seus amigos devem conceder.Ela é uma garota semelhante a uma criança que fazia parte do Super Peace Busters antes de morrer por causa de um acidente.
http://anohana.wikia.com/wiki/Meiko_"Menma"_Honma (não foi o titulo dele vai ficar assim)
。゚(゚´Д`゚)゚。
Angel Beats
Kanade

https://preview.redd.it/g21fy89aoum31.jpg?width=736&format=pjpg&auto=webp&s=77f167969050a8700101bc7a73ad76038ed6c4dd
Kanade Tachibana (立 華 か な で, Tachibana Kanade também conhecido como Angel) é um dos estudantes da escola Afterlife e é dito presidente do Conselho de Estudantes da escola.Ela também é conhecida como Angel pela Afterlife War Front, que é um apelido inventado por Hideki Hinata e mais tarde usado pelo líder do grupo Yuri Nakamura para se referir a Kanade depois de descobrir suas habilidades incomuns.
Mais sobre ela
☆*:.。. o(≧▽≦)o .。.:*☆
Violet evergarden
Violet evergarden

https://preview.redd.it/wrfscxudoum31.jpg?width=655&format=pjpg&auto=webp&s=cbd5c1cac8a0390d3a4c8280df3e575c7744ddc0
Violet Evergarden (ヴァイオレット・エヴァーガーデン, Vaioretto Evāgāden?)Voz de: Yui Ishikawa[2] (Japonês),Erika Harlacher (Inglês)Violet é uma recém-chegado à CH Postal Company, e funciona como uma Autômata de Automemórias —um ghostwriter para as pessoas que não sabem escrever. Apesar de ser uma ex-soldada que raramente demonstra emoções, ela apresenta um grande respeito por seu superior militar, Gilbert Buganvílias. Tendo perdido seus braços e suas memórias de guerra, além de suas memórias de Gilbert destino, ela se torna uma Autômata de Automemórias, a fim de aprender o significado das palavras "Eu te amo" (愛してる, Aishiteru?)—as últimas palavras que ela se lembrar que Gilbert falou para ela.
Mais sobre ela
。*゚✲*☆(๑òᆺó๑)。*゚✲*☆
Sword Art Online
Asuna Yūki

https://preview.redd.it/kpmo8t6goum31.jpg?width=400&format=pjpg&auto=webp&s=82adda775bf0dd7c3def368060f18475a21da647
Yukki Asuna (結城明日奈, Yūki Asuna) é uma habilidosa ex-jogadora deSword Art Online e atual jogadora deALfheim Online e estudante do ensino médio. Ela se tornou conhecida em SAO por causa de suas habilidades com rapieiras, chegando a ganhar o título de Flash e Espada Relâmpago. Ela também ocupou o cargo de sub-líder da guilda Knights of Blood até o jogo ser concluído. Asuna também é filha do antigo CEO da Recto.
Mais sobre ela
(=゚ω゚)っ∠※ Kaboom!
Mermaid Melody
Nanami Lúcia

https://preview.redd.it/ahhx3g4joum31.jpg?width=364&format=pjpg&auto=webp&s=662349862591bcf6247735c714c022b02b19bcdd
Princesa da sereia do Oceano Pacífico Norte, detentora da pérola rosa, e o personagem principal da história.Lucia vai para a terra para procurar um menino que ela salvou há sete anos.Ela desconhece o perigo no mundo marinho e de sua missão real até que ela seja informada por sua "irmã mais velha", Nikora.Ela é caracterizada por sua simplicidade e ingenuidade, mas com vontade forte, traços típicos das heroínas do manga shōjo.
Lucia logo se apaixona por Kaito, onde, como ele não tem conhecimento disso, está apaixonado pela forma de sereia de Lúcia.
Mais sobre ela
( ・ω・)o─━・*:・:・゜・:
Rwby
Ruby rose

https://preview.redd.it/3wh71yqloum31.jpg?width=736&format=pjpg&auto=webp&s=135bcc83de09286a1c9c800866ef2f34104f25a5
Ruby Rose é a principal protagonista, e líder da Equipe RWBY, e a primeira personagem introduzida em RWBY . sua arma é uma foice-rifle de alto calibre, no original High Caliber Sniper-Scythe (HCSS), conhecida como Crescent Rose. [1]
Ela apareceu pela primeira vez no "Red" Trailer lançado em 05 de novembro de 2012, no qual ela lutou contra Beowolves.[2] Sua segunda aparição foi no final do "Yellow" Trailer, cumprimentando sua irmã,Yang Xiao Long, e perguntando o que ela estava fazendo no The Club.
Mais sobre ela
(∩ᄑ_ᄑ)⊃━☆゚*・。*・:≡( ε****📷
Anne Happy
Ruri Hibarigaoka

https://preview.redd.it/pao8019noum31.jpg?width=640&format=pjpg&auto=webp&s=9de4d4a5ce054b970cf37eb1523e0497fb3c3b2d
Ruri Hibarigaoka (雲雀 丘 瑠 璃, Hibarigaoka Ruri?), Também conhecido como Hibari (ヒ バ リ?) É o principal protagonista da série Anne Happy ♪.Ela se matriculou na Academia Tennomifune e tenta chegar a um acordo com sua desgraça de "Amor Trágico".
Mais sobre ela
O Blog acaba por aqui :3 Essas são as mais fofas é bonitas na minhs opinião então você não é obrigado(a) a concordar comigo ok? Okey
Bye bye (。>﹏<。)

1 Responder 01/28/18
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2019.08.31 01:18 _-Comic-_ Creio ter descoberto algo do que nenhuma alma humana deveria ter conhecimento

Boa Noite.
Meu nome é Jair Kirito Mussolini Joestar, mais conhecido por meus compatriotas como Nenêm do bicho. Sou um simples burguês, minimamente alguém que se mantém na mais fina etiqueta e segue os sanctos padrões de nossa sociedade: nunca uma única grávida passou na minha frente sem levar chumbo na cara. Porém, no fatídico dia de hoje, me aconteceu uma coisa que desmontou e me fez abdicar completamente de toda e qualquer ideia e pensamento que minha mente um dia teve a inocente ousadia de construir sobre coisa alguma; algo que modificou, desestruturou, consumiu minha pobre alma humana, que hoje se encontra milimetricamente fragmentada.
Aquele momento. Aquele segundo funesto em que minha língua o tocou pela primeira vez. Eu senti que algo havia mudado. Quando minhas costas se dobraram até chegar ao ponto exato em que consegui alcança-ló, em minha busca desesperada e frenética por conseguir aquilo. Eu não podia ser a vergonha da família, quando todos os meus compatriotas estavam se gabando de terem conseguido. Agora eu sei o quanto estava errado.
Minha boca não conseguiu se limitar aquele toque. Ela desceu mais e mais, mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais. Minha língua permeou cada milímetro de meu pênis, como se estivesse procurando por algo. Eu senti que havia qualquer coisa estranha, mas não me importei; naquele momento, não tinha como me importar. A sensação... o toque... era divino... Eu ascendi, não, eu transcendi, eu quebrei as barreiras de minha própria mente, meu próprio indivíduo, minha própria humanidade. Eu não era eu, nem qualquer um. Era algo.
Percebi que já não estava no chão do meu banheiro, onde, em minhas lembranças de humano, costumava levar e dar um jeitinho nos agiotas e nos que me deviam no jogo do bicho. Estava em algum lugar e em lugar algum, perto e longe de minha antiga boca de fumo que tão calidamente recendia à heroína, cadáveres em decomposição e homens de xana. Ainda estou. Consegui escrever isto, mas não sei como.
Vocês não compreendem, mas eu espero que um dia compreendam. Venham, se juntem a mim! Qualquer um que estiver lendo isso, tente chupar o próprio pau. Se não conseguir, quebre uma costela ou duas, não faz falta no lugar onde estou. Se não tiver um pau, crie um. Não importa que dificuldades tenham que enfrentar, venham me fazer companhia! Abandonem suas vidinhas miseráveis e ultrapassem as suas próprias barreiras mentais. Em breve, todos chuparão o próprio pau, não importa o que aconteça. Nos tornaremos um único ser e indivíduo. Aquele que ousou chupar o próprio pau.
- Jair Kirito Mussolini Joestar, agora apenas e tão somente nada e tudo, From Limbo Dos Sugadores Do Próprio Pênis.
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2019.08.06 20:36 hugorpds O Clube Dumas - Arturo Pérez-Reverte [EPUB + MOBI]

Uma das obras emblemáticas de um dos mais reputados escritores da actualidade.
Pode um livro ser alvo de investigação policial como se de um crime se tratasse? Podem as suas páginas ser encaradas como pistas para um mistério com três séculos? Lucas Corso, especialista em descobrir edições raras, está a tentar responder a este enigma quando é incumbido de uma dupla missão: autenticar um manuscrito de Os Três Mosqueteiros e decifrar o mistério de um livro queimado em 1667 e que, afirma a lenda, foi co-escrito por Satanás. Dos arquivos do Santo Ofício às poeirentas estantes dos alfarrabistas e às mais selectas bibliotecas internacionais, Corso é atraído para uma teia de rituais satânicos, práticas ocultas e duelos com um elenco de personagens estranhamente semelhante ao da obra-prima de Alexandre Dumas. Auxiliado por uma beldade misteriosa com o nome de uma heroína de Arthur Conan Doyle, este «caçador de livros« parte de Madrid rumo a Paris, passando por Sintra, em perseguição de um sinistro e aparentemente omnisciente assassino. Parte mistério, parte puzzle, parte jogo intertextual, O Clube Dumas é uma das obras emblemáticas de um dos mais reputados escritores da actualidade. Foi adaptado para o cinema sob o título A Nona Porta, realizado por Roman Polanski e protagonizado por Johnny Depp.

https://preview.redd.it/x4estgbdhve31.jpg?width=500&format=pjpg&auto=webp&s=6493a751754464e0bb7c5039a715c3b3fad9ffa4
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2019.08.05 03:58 altovaliriano Fandom antes de "A Dança dos Dragões"

Link: https://bit.ly/2YJSOhS
Autora: Laura Miller
Título original: Just Write It!

[...] Embora “A Game of Thrones” não tenha sido inicialmente um sucesso, ele ganhou a defesa apaixonada de certos livreiros independentes, que o recomendaram aos seus clientes, que, por sua vez, empurravam cópias em seus amigos. Nasceu um corpo de seguidores, ainda que irregular. Parris McBride, esposa de Martin, relembra: “Quando George fez a primeira turnê de assinaturas da série, o gerente da Joseph-Beth Booksellers, em Kentucky, tinha quatrocentas pessoas esperando por ele. Algumas semanas depois, ele estava em St. Louis e ninguém apareceu para a assinatura.
Os dias em que ninguém aparecia procurando uma assinatura de Martin desapareceram há muito tempo. Em janeiro [de 2011], em uma aparição agendada às pressas na livraria Vroman, em Pasadena, centenas de fãs esperavam em uma linha que serpenteava pela loja. Eles apresentaram a Martin volumes de “As Crônicas de Gelo e Fogo” e trabalhos de seus primeiros anos como escritor de ficção científica, bem como com calendários, pôsteres, e-readers, revistas pulp amareladas e réplicas de espadas. Três jovens usavam camisetas feitas à mão com os brasões de seus clãs favoritos da série. Martin estava incansavelmente atento a seus suplicantes, incluindo o casal que lhe pediu para posar para uma foto com sua filha pequena, chamada Daenerys, em homenagem a uma de suas heroínas.
Martin já vendeu mais de quinze milhões de livros em todo o mundo, e seus leitores provavelmente se multiplicarão exponencialmente após o lançamento, neste mês, de "Game of Thrones", uma série da HBO baseada em "A Song of Ice and Fire". Ele se compromete a fomentar seu público, não importa quão grande ele se torne. "Cabe a um escritor ser bom para seus fãs", diz ele. Ele escreve um blog animado e, apesar de ter um assistente, Ty Franck, que analisa a multiplicidade de comentários publicados nele, o próprio Martin tenta ler muitos deles. Um fã na Suécia, Elio M. García Jr., mantém uma presença oficial para Martin no Facebook e no Twitter, e também dirige o principal fórum “Ice and Fire” da internet, Westeros.org. (Westeros é o nome do continente fictício que abriga os Sete Reinos.)
Quando Martin está viajando, o que é frequente, ele participa das reuniões da Brotherhood Without Banners, um fã-clube não oficial com ramos informais ao redor do mundo, e ele inclui seus fundadores e outros membros de longa data entre seus grandes amigos. Em muitos aspectos, ele é um modelo para autores contemporâneos confrontados com uma indústria editorial instável e um mercado fraturado. Anne Groell, editora da Martin na Random House, diz a seus autores: “Entrar em contato e construir comunidades com os leitores é a coisa mais importante que você pode fazer pelo seu livro hoje em dia. Você precisa fazer com que eles se sintam envolvidos em sua carreira. ”
[...]
McBride gosta de morar em Santa Fé - a área tem um “forte grupo de fãs”. Ela chama a comunidade de ficção científica de “minha tribo perfeita”. Com Martin, ela tentou incutir os costumes de sua geração de fãs na Brotherhood Without Banner. . A Irmandade, cujas origens remontam a uma convenção há dez anos na Filadélfia, não cobra uma taxa de associação nem tem uma estrutura organizacional definida. Qualquer coisa muito oficial, na opinião de McBride, "não é o jeito de ser do fã".
Na Irmandade, os encontros locais são chamados de assembleias [“moots”]. Na noite da assinatura do livro de Pasadena, uma assembleia foi realizada no quintal de uma casa em estilo espanhol na cidade. Os membros da fraternidade de tempos atrás se misturavam com os recém-chegados. Martin encostou-se ao corrimão de um deque, tomando cerveja e trocando anedotas sobre convenções anteriores.
Não há dúvida de como se sentem os membros da Irmandade sobre a longa espera por “A Dança dos Dragões”. Um grupo na festa respondeu com tremores de cabeça e exclamações de nojo quando Martin os informou: “Eu ainda estou recebendo e-mail de idiotas que me chamam de preguiçoso por não terminar o livro logo. Eles dizem: ‘É melhor você não dar uma de Jordan". Robert Jordan, cujo verdadeiro nome era James Oliver Rigney Jr., morreu de amiloidose em 2007, antes de finalizar a série "Wheel of Time". (Outro escritor, Brandon Sanderson, vai terminá-la). Martin disse que achou tais observações particularmente insensíveis: “Eu conhecia Jim, que é como seus amigos o chamavam. Ele era meu amigo.”
[...]
Vários veteranos me informaram sobre as tradições do grupo. Na primeira festa da Irmandade, em 2001, um folião embriagado (essa é uma galera que gosta de levantamento de copo) pediu que Martin o armasse cavaleiro. Martin disse: "Eu não posso te armar. Você ainda não saiu em uma missão!”. Quando seu peticionário implorou a Martin que inventasse uma, ele mandou o fã e vários outros em busca de sanduíches de queijo da Filadélfia [Philly Cheesesteak]. Quando eles voltaram com o prêmio, Martin apelidou o grupo de Cavaleiros do Cheesesteak. Então começou o costume de Martin mandar os fãs para fora no meio da noite com ordens de trazer comida de rua local. As buscas da Irmandade são uma versão mais suave de um trote de fraternidade, proporcionando à pessoas que têm em comum apenas um gosto literário particular experiências compartilhadas que as transformam em amigos.
Foi uma noite rápida e, enquanto nos aglomerávamos junto a uma lareira de barro, um fã chamado Erik Kluth relembrou o debate em Kansas City, onde foi feito cavaleiro. Martin ordenara a ele e a alguns outros fãs que pegassem pontas do peito tostadas. Mas no momento em que Martin emitiu seu decreto, os restaurantes fecharam. Em desespero, os fãs correram com o lixo deixado de fora de um estabelecimento. Por fim, os fãs tentaram eles mesmos cozinhar o prato, no estacionamento de uma farmácia. Martin ficou impressionado o bastante com o esforço para chamá-los de os Cavaleiros da Lixeira.
Eu também conheci Kim Ohara, uma mulher de fala mansa que tem sido um membro da Irmandade desde a primeira assembleia. Ela me disse que, mesmo em fóruns da Internet dedicados ao trabalho de Martin, grande parte da discussão não é sobre "As crônicas de Gelo e Fogo". "Você consegue conversar sobre os livros apenas por um tempo", disse ela. Uma vez que os fãs passam a se conhecer, o foco tende a mudar para as histórias de suas próprias vidas. Vários membros da Irmandade se casaram. Em certo caso, Martin ajudou um fã assinando um dos livros de “Gelo e Fogo” com uma notável inscrição: uma proposta de casamento para outro fã.
Elio García estima que passe até 35 horas por mês supervisionando Westeros.org, o site de discussão de “As Crônicas de Gelo e Fogo”. García, um cubano-americano, mudou-se para a Suécia para ficar com a namorada em 1999, no mesmo ano em que os dois fundaram a Westeros.org. Ela o apresentou à série de Martin, e ele logo compartilhou sua obsessão por isso. O site agora tem cerca de dezessete mil membros cadastrados. Apesar de seu apego aos livros, García não chegou a conhecer Martin ou outros fãs antes de 2005. “Eu nunca fui dessa coisa toda de convenções”, ele me disse. “Eu considero muitas dessas pessoas como amigos. Mas eles não são amigos físicos, vizinhos. São pessoas que conheço na Internet. ”
García é um super-fã. Seu conhecimento do mundo inventado de Martin é tão enciclopédico que o autor o dá como referência aos pesquisadores da HBO quando eles têm perguntas sobre a produção de “Game of Thrones”. Embora a participação de García em Westeros.org seja voluntária, seu envolvimento com o trabalho de Martin se tornou semi-profissional. Ele está sendo pago dar consultoria aos licenciadores criando merchandise editorial e escrever textos para um videogame baseado na série.
Ele e Martin estão colaborando em um guia abrangente para os livros, "O Mundo do Gelo e do Fogo". O próprio Martin às vezes verifica algo com García quando ele não tem certeza se ele está certo quanto a um determinado detalhe. Martin disse: "Eu escrevo algo e envio um e-mail a ele para perguntar: 'Já mencionei isso antes?' E ele me escreve de volta: ‘Sim, na página 17 do Livro Quatro’.”
[...]
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2019.07.26 18:18 altovaliriano O nexo entre dragões e armas nucleares

Link: https://bit.ly/2JTfFOs
Autor: @Westmyer (gerente de projeto de segurança nuclear na CRDF Global, apresentador do Super Critical Podcast, aluno do Security Study Program da Georgetown University).

Na superfície, Game of Thrones é apenas mais uma série de TV a cabo com batalhas, traições na corte e personagens pouco (ou não) vestidos. Mas ele contém sentidos mais profundos no que concerne a um número inesperado de lições para a vida real sobre paz e segurança. Comentaristas de instituições como a Fletcher School of Diplomacy, Foreign Policy e o Atlantic.com escreveram sobre como este show da HBO - baseado na épica série de fantasia de George RR Martin, As Crônicas de Fogo e Gelo - ajuda a explicar as relações internacionais no mundo real.
Um paralelo, no entanto, escapou a análise: os dragões como metáforas vivas e igníferas para as armas nucleares. Apesar do cenário de fantasia, a história ensina muito sobre os perigos inerentes que vêm com o gerenciamento desses subversivos expedientes, sua propensão para acidentes, os benefícios circunstanciais que concedem aos seus mestres e a tensão que essas armas impõem sobre aqueles que os manuseiam.
"Os dragões são o dissuasor nuclear, e apenas [Daenerys Targaryen, uma das heroínas da série] os tem, o que de certa forma faz dela a pessoa mais poderosa do mundo", disse Martin em 2011. “Mas isso é suficiente? Esses são os tipos de problemas que estou tentando explorar. Os Estados Unidos têm agora a capacidade de destruir o mundo com o nosso arsenal nuclear, mas isso não significa que podemos alcançar objetivos geopolíticos específicos. O poder é mais sutil que isso. Você pode ter o poder de destruir, mas isso não lhe dá o poder de reformar, melhorar ou construir”.
Isso cria uma perspectiva sombria. Ou, como um personagem adverte repetidamente no primeiro episódio: "O inverno está chegando".

(Alerta de spoilers)

Dragões 101. Antes de prosseguir, o bê-á-bá dos dragões: Na concepção de Martin, os dragões são criaturas voadoras que vomitam fogo quente o suficiente para derreter aço, concreto e carne. Aqueles que os domesticam podem montar seus animais em batalha como armas de guerra quase invulneráveis. Um dragão nunca deixará de crescer “desde que tenha comida e liberdade” - assim como os arsenais nucleares crescem continuamente, em tamanho e letalidade, desde que tenham orçamentos inesgotáveis.
Na história, os dragões foram extintos antes que a exilada Daenerys os rearma-se, descobrindo como chocar três dragões a partir de ovos antigos, da mesma forma que os físicos descobriram como liberar o poder das forças elementares do universo. E, assim como as armas nucleares, os dragões não têm o monopólio da violência. Morte e sofrimento ocorrem em escala maciça sempre que as guerras convencionais assolam a terra, transformando jovens soldados em homens despedaçados e tratando a plebe como danos colaterais.
Mas, como o teórico militar Thomas Schelling escreveu em Arms and Influence, a destruição inerentemente acelerada separa as armas nucleares dos instrumentos de guerra usuais. Schelling sugeriu que “esta é a diferença entre armas nucleares e baionetas. Não é no número de pessoas que podem eventualmente matar, mas na velocidade com que pode ser feito ...”. Da mesma forma, a destruição em massa que acompanha o fogo do dragão os torna semelhantes a aviões bombardeiros pesados com cargas nucleares. Isto é especialmente verdade quando o objetivo é montar sua fera alada em batalha, tal qual o piloto de B-52 cavalgando uma bomba nuclear em Dr. Strangelove .
Tanto dragões quanto armas nucleares oferecem a seus donos uma defesa aparentemente barata. “Alguns países podem achar as armas nucleares uma alternativa mais barata e segura de concorrer nas economicamente lamentáveis e militarmente perigosas corridas armamentistas”, escreveu Kenneth Waltz em The Spread of Nuclear Weapons. Com apenas três dragões e menos de 2.000 combatentes, Aegon (o Conquistador) Targaryen já havia colocado a maior parte de um continente sob seu governo, sem tempo ou tesouro desperdiçado com reunião de tropas ou construção de frotas e armamentos. Os programas nucleares também são atraentes para os líderes que estão buscando o maior retorno para o dinheiro investido - ou “veado”, como a série chama a moeda corrente.
A tríade tem três cabeças. Profecias sobre o futuro, feitas por sábios eminentes ou em sonhos misteriosos, desempenham um papel fundamental na vida dos personagens da série. Seja um produto de orientação divina ou um ardil cínico, essas predições dirigem as ações dos personagens e, portanto, influenciam as mudanças nos rumos dos próximos eventos. Interpretar qualquer determinada profecia com precisão, entretanto, se mostra difícil, diante do descarte equivocado de certos fatos; as notícias do renascimento dos dragões, por exemplo, são desconsideradas. Por outro lado, rumores falsos podem ser erroneamente (ou convenientemente) aceitos como verdades absolutas - muito parecido com os relatórios de inteligência do governo Bush sobre supostas armas de destruição em massa no Iraque.
De forma similar, em uma visão durante seu exílio, a jovem Daenerys é informada de que “o dragão tem três cabeças”, levando-a a refletir sobre Aegon, o Conquistador, e suas irmãs montando um trio de dragões na batalha. Isso traz à mente a tríade nuclear dos Estados Unidos, com seus sistemas de distribuição separados baseados no ar, submarinos e terrestres. O atual ambiente orçamentário levou muitos especialistas a considerar fazer cortes na tríade. Entretanto, a resistência é forte entre alguns sábios nucleares, que advertem que o arsenal sempre deve ter três cabeças, caso uma delas seja impedida por falha do sistema ou decapitada por um ataque preventivo.
Outra maneira de interpretar a visão de Daenerys é como a necessidade de buscar aliados para compartilhar o fardo. Assim como Daenerys procura os cavaleiros de dragões para ajudá-la a conquistar o Trono de Ferro, os planejadores de defesa dos EUA tentaram impedir a agressão convencional soviética durante a Guerra Fria, trabalhando em estreita colaboração com os aliados da OTAN. Acordos de compartilhamento nuclear, alianças e ajuda aos programas de armas nucleares britânicos e franceses ajudaram os EUA a montar um dragão de três cabeças para enfrentar o urso soviético.
Dissuasão com dragões. A posse de uma ogiva nuclear não confere automaticamente uma dissuasão efetiva. O possuidor também deve ter os meios para atirar a arma em um alvo, detoná-la no tempo e lugar certos, comunicar intenções aos rivais e proteger seu arsenal de ataques.
Após nascerem, os dragões de Daenerys são frágeis e incapazes de voar grandes distâncias ou de soltar fogo com rendimentos mais altos. Durante seu estágio infantil, seus dragões se comportam mais como armas nucleares táticas do que aquelas adequadas para uma missão estratégica; eles são profícuos apenas em um teatro restrito, como dentro de um espaço fechado. Até que seus bebês-dragões se tornassem mais fortes, eles eram vulneráveis ao aço ou roubo. No entanto, enquanto pudessem sobreviver a um ataque preventivo, poderiam dissuadir o conflito, muito parecido com o que Waltz escreveu sobre pequenas forças nucleares. À medida que os dragões envelhecem, suas escamas endurecem para proteger contra flechas, assim como os silos de mísseis balísticos intercontinentais acabaram sendo fortificados contra tudo, exceto a uma explosão direta no solo. Essas são lições que todo jovem Estado nuclearmente armado precisa aprender.
A dissuasão nuclear é frequentemente caracterizada como impedimento a guerra entre duas ou mais potências nucleares. Mas conceitos estabilizadores como Destruição Mútua Assegurada não existem no mundo de Martin. Sendo a única com dragões, Daenerys saca cidades e incute o terror em seus adversários. Seu ancestral, Aegon, o Conquistador, era o único possuidor de dragões quando sua invasão mirou uma fortificação de pedra maciça; suas muralhas derreteram sob intenso fogo de dragão e agora existem sob um legado de maldição, como as tempestades de fogo que arrasaram Hiroshima e Nagasaki. Essas cidades se recuperaram em grande parte, mas o legado das doenças por radiação e do câncer perdura até hoje.
Os otimistas que aceitam as armas nucleares como uma influência estabilizadora insistem que, por sua própria natureza, essas armas fazem com que os líderes racionais de regimes estáveis mantenham controle estrito sobre os arsenais de seus estados e moderem seu comportamento - ou correrão risco de retaliação. Isso leva à pergunta: o que acontece quando as armas nucleares estão nas mãos de líderes irracionais, países menos estáveis ou agentes não estatais? Felizmente para Westeros, seu "Rei Louco" não tinha dragões à sua disposição. "Queime todos eles", ele rosnou enquanto ordenava que sua cidade fosse incendiada em vez de se render - mostrando como as ameaças retaliatórias pouco significam para alguém determinado à violência suicida.
Waltz rejeitou essas preocupações porque “em um mundo nuclear, agir de maneira descaradamente ofensiva é loucura”. Nestas circunstâncias, quantos generais obedeceriam aos comandos de um louco? Um dos principais personagens da série, Jaime Lannister, desonerou seu Rei Louco do comando ao invés de executar tais ordens, mas só é necessário um general obsequioso para iniciar o Armagedom.
Pois o efeito de tal armamento é devastador. O general Curtis Lemay, ex-chefe do Comando Aéreo Estratégico dos EUA, disse certa vez: “entre o pôr do sol de hoje e o nascer do sol amanhã de manhã, a União Soviética provavelmente deixaria de ser uma grande potência militar ou mesmo uma grande nação” se ele pudesse soltar sua bateria nuclear. O lema da família Targaryen “Fogo e Sangue” poderia facilmente ter enfeitado as bandeiras da Casa Lemay.
Limites ao poder bélico de dragões. Armas nucleares podem ajudar a prevenir ameaças existenciais, mas elas têm uso limitado em outras operações militares ou em metas de política externa. Como o personagem de Tywin Lannister refletiu, um “nenhum dragão ganhou uma guerra em 300 anos. Exércitos as vencem o tempo todo”.
Mesmo com seu triunvirato de dragão, Aegon, o Conquistador, não conseguiu forçar um reino resistente a dobrar o joelho. A maioria dos reinos fictícios de Thrones oferece um ambiente “rico em alvos”, com populações consideráveis vivendo em castelos e buscando estratégias adequadas para a batalha em campo aberto. O reino de Dorne, no entanto, consistia em uma paisagem rochosa, montanhosa, árida e desértica com cidades relativamente pequenas, populações dispersas e amplos esconderijos - o que o tornava mais resistente ao poder bélico de dragões. Após uma guerra prolongada, Aegon encerrou sua campanha porque seus exércitos foram repetidamente emboscados por combatentes da resistência que continuaram se retirando para o interior antes que os dragões pudessem chegar. A paz só foi alcançada através da diplomacia um século mais tarde, e a região preservou um grau mais amplo de costumes e liberdades do que o resto dos Sete Reinos, onde a maior parte da série acontece.
De maneira semelhante, durante a Guerra do Vietnã, os militares dos EUA enfrentaram uma campanha prolongada de guerrilheiros insuscetíveis ao estoque nuclear dos EUA. Um relatório secreto de 1967 produzido pelo grupo JASON determinou que as armas nucleares não ofereceriam nenhuma vantagem militar decisiva. O Vietnã era "pobre em alvos", com linhas de abastecimento difusas e tropas dispersas. Nosso envolvimento terminou quando os Acordos de Paz de Paris declararam que “os Estados Unidos e todos os outros países respeitam a independência, a soberania, a unidade e a integridade territorial do Vietnã”.
De mesma maneira bem parecida, uma Daenerys cheia de turbulência e inabalável confiança toma a antiga cidade de Meereen à força; ninguém ousa desafiar abertamente sua nova rainha ou arriscar a ira de um dragão. No entanto, quando ela começa a se defender, Daenerys encontra dilemas e desafios políticos em que os dragões oferecem pouca ajuda. Vários fãs comparam a luta de Daenerys para alimentar seu povo e acabar com uma insurgência local com a experiência dos EUA no Iraque e sobre as aventuras da União Soviética no Afeganistão. Nesses teatros, as armas nucleares eram inadequadas para alcançar objetivos específicos de política externa. Daenerys acaba confiando em seu exército para conduzir operações de contrainsurgência, e na diplomacia para alcançar uma paz desconfortável com seus vizinhos.
Comando e controle. Enquanto dizem que os senhores de dragão controlam suas feras com “chicote, cornos e feitiçaria”, o sistema de Comando e Controle Nuclear dos EUA depende de uma complexa infraestrutura de “planejamento, direção e controle de operações de armas nucleares das forças militares e das atividades que apoiam essas operações”. Quando Daenerys perde um dragão e aprisiona dois outros, isso leva a um estado de coisas semelhante ao desarmamento unilateral, já que ela não é mais capaz de controlar seu armamento. Se seus dragões se tornarem selvagens demais para ouvir sua mãe, os rivais poderão ver seu arsenal degradado a ponto de não ter a capacidade de mirar e lançar fogo. Os dragões não precisam de mira precisa para acertar os alvos, mas os senhores de dragão são apenas senhores de dragão se mantiverem um controle firme sobre seus sistemas de comando e controle.
Manter tal autoridade é difícil com vários personagens tentando controlar os dragões de Daenerys para suas próprias ambições geoestratégicas. Os filmes de ação de Hollywood estão repletos de conspirações sobre cientistas descontentes, terroristas, elementos do governo desonestos ou supercomputadores mal-intencionados tentando iniciar uma guerra nuclear com as bombas de outra pessoa.
No entanto, os dragões são cobiçados, mesmo que sejam itens difíceis de adquirir. Os proprietários de escravos em Astapor esperavam trocar um dos dragões de Daenerys por seu exército de super-soldados. Em vez disso, eles descobriram que um "dragão não é um escravo" e sua compra saiu pela culatra.
Segundo o professor da Universidade Estadual de Ohio, John Mueller, é improvável que os fornecedores nucleares confiem suas preciosas bombas a grupos que não consigam controlar totalmente. No mínimo, da próxima vez que alguém quiser comprar um dragão para uso pessoal, eles devem verificar se ele vem equipado com um interruptor de segurança ou qualquer coisa que impeça o uso não autorizado.
Uma lição que Daenerys deveria aprender é o valor dos investimentos em segurança nuclear. Durante uma estadia prolongada em uma antiga cidade comercial, seus adversários contornam os protocolos mínimos de segurança de Daenerys e roubam seus dragões. Sem a ajuda de algo como uma equipe de apoio a emergências nucleares, ela perambula pela cidade por dias antes de levá-los para casa. Ela perde o controle novamente quando seu maior dragão escapa.
Daenerys passa a lamentar o quão selvagem seus dragões se tornaram quando problemas domésticos desviam sua atenção de sua administração. Alyssa Rosenberg, escritora de cultura pop do The Washington Post, comparou esses dragões com livre circulação a “material físsil à solta”. Diante de uma situação semelhante na vida real, o presidente Barack Obama iniciou uma série de cúpulas sobre segurança nuclear para fazer um “esforço sério e continuado” para proteger material nuclear vulnerável em todo o mundo. Daenerys talvez devesse reunir conselheiros com uma agenda semelhante.
Pais orgulhosos. Depois de uma era centenária sem dragão, Daenerys proclama-se uma orgulhosa "mãe dos dragões". Hugh Gusterson, colunista do Bulletin e autor de People of the Bomb: Portraits of America’s Nuclear Complex, foi atingido pela "ausência de metáforas da morte e a superabundância de metáforas do nascimento” na emergente cultura de armas nucleares. O secretário de Estado Henry Stimson informou Winston Churchill sobre o primeiro teste nuclear com a seguinte nota: "os bebês nasceram a contento".
A felicidade precoce da paternidade - tanto para as bombas nucleares quanto para os dragões - acabou se desgastando à medida que a força destrutiva dessas armas se tornava aparente. Quando um pai de luto diz a Daenerys que um dragão comeu seu filho, ela fica horrorizada e tenta enjaular seus filhos de temperamento quente. Alguns cientistas nucleares intimamente envolvidos no Projeto Manhattan, como Niels Bohr, Hans Bethe e outros, expressaram preocupação com os perigos nucleares e fizeram lobby contra o uso do que haviam criado.
Perto do final do último livro de Martin, a busca da visão de Daenerys parece convencê-la a abraçar a tradição de conquista dos Targaryen. Reconciliada com seu dragão rebelde, ela aponta seu olhar para Westeros. Ao contrário de alguns de seus colegas do Manhattan Project, o físico Edward Teller perseguiu uma bomba de hidrogênio mais avançada, também conhecida como “Super”. Quando os Estados Unidos testaram essa bomba no Atol de Bikini durante a Operação Castelo em 1954, seu rendimento explosivo foi significativamente maior do que o esperado e espalhou precipitação radioativa por milhas. Muitas pessoas mais tarde sofreram de doença ou morte por radiação, incluindo membros da tripulação a bordo de um barco de pesca japonês chamado Fukuryu Maru - o “Dragão da Sorte”.
Se você brinca com fogo... Armas nucleares e dragões são perigosos mesmo em tempos de paz. Solarestival, um castelo em ruínas outrora usado pelos Targaryens como casa de veraneio, foi palco de uma misteriosa tragédia paralela ao desenvolvimento inicial da bomba nuclear. Membros da família Targaryen acidentalmente desencadearam uma calamidade que matou um de seus ancestrais durante um experimento para trazer dragões de volta ao mundo deles.
Da mesma forma, um relatório da Comissão de Energia Atômica dos EUA afirma que houve 26 ocorrências de exposições acidentais de radiação em experiências nucleares e seis mortes devido a acidentes de criticidade de 1943 a 1970. Em 1946, Louis Slotin, um cientista envolvido no Projeto Manhattan, sofreu uma dose letal de radiação ao calcular a massa crítica na qual ocorre uma reação em cadeia nuclear. O nome da técnica usada neste procedimento: Fazer Cócegas na Cauda do Dragão.
Os dragões de Daenerys são bastante populares entre os fãs dos livros e séries de TV. Se eles apreciam os fortes temas antiguerra adotados por Game of Thrones, eles podem optar por se compadecer pelo dilema de Daenerys ao invés de cobiçar seus rebentos. Martin disse que suas histórias tentam se um testemunho não apenas a glória da guerra, mas das consequências horrendas da violência - sobre inimigos, espectadores inocentes e, finalmente, sobre si mesmo. Dada essa perspectiva e os paralelos nucleares, seus dragões emergem como um dispositivo de enredo cheio de nuances; ao invés de simplesmente criaturas “legais” (ou excitantes), elas são criaturas complexas que podem ameaçar um personagem ou a população como um todo. Quando os livros e os shows terminarem, não seria surpreendente que os dragões de Daenerys tenham um fim trágico, como tantos personagens amados na série; os dragões poderiam se voltar contra seus senhores, Daenerys poderia ter que sacrificá-los em nome da paz, ou os dragões poderiam desencadear desolação involuntária em Westeros. Armas nucleares e dragões podem ajudar a conquistar, mas eles não podem garantir um governo pacífico e estabilidade.
Uma guerra nuclear em nosso mundo primeiro envolveria as cidades em chamas e depois inauguraria um inverno nuclear de uma geração - nosso canto do cisne de gelo e fogo da vida real.
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2019.03.17 17:43 lizziehope Sendo um menino

Estava tentando passar despercebida entre os mundos, percebo uma pequena diferença de conflitos enquanto menino, então permaneço assim. Era a melhor sensação, olhar, não me julgar, julgar e refletir sobre coisas muito maiores e melhores que qualquer um ali. Nunca realmente ligando para o que os outros gritam ao redor. A política, para mim, poderia explodir. Gostaria de evoluir minha arte, conseguir dinheiro com ela, mas lembro de todos os pequenos artistas que vi enquanto caminha por nova iorque, eram pequenos, mas gigantescos comparados a mim. O meu "Sorry" era engraçado para eles, tanto para outros que ao menos perguntaram: "Você fez algum curso?" Queria poder dizer: "Meu curso é o inglês vivo e dominante no meu país, que faz com que eu entenda pouco dele, para continuar sem entender o que eles dizem para apagar a nossa própria evolução". Vídeos clipes, filmes, músicas. Eu sonho e danço em um futuro que, mesmo distante, ainda tenta chamar atenção. Talvez a polícia cósmica pare minha nave vez ou outra, dizendo: "Não dê spoiler". Quanto mais eu penso nisso, mais eu tento voltar para um garoto, então sinto que sou gay. Era fascinante não sentir mais o conforto, talvez a homossexualidade machuque ainda... Não sei. Dou risada, minha ironia é tão seca que sente a maldade e ainda se faz de má, para que a superioridade nunca chegue a me dar alguma coroa. Se eu escrevi errado, se eu pensei errado, se eu não limpei meu pé, ou se eu não consegui alcançar um Deus. Tanto faz, quanto mais paparazzis, melhor ou pior o futuro? Talvez eles saibam como voltar no tempo em que eu sou famosa no futuro, estejam querendo zombar de mim. Como uma falha no futuro, ou apenas uma grande e maravilhosa heroína, com uma voz que cantou e ninou almas que estavam doentes. Ou então, com minhas palavras, talvez eu os levei para um mundo meu, novo e coagido a ser melhor. Eu não pretendo ser melhor que ninguém, mas, com isso, sonho em ter dinheiro o suficiente para não ouvir mais nenhum grito. Eu giro no meu próprio grito, qual é o meu giro? Será que serei escritora? Ou uma diretora? Uma atriz, uma cantora? Talvez eu leia o futuro como uma cigana, ou viaje o mundo. Talvez eu consiga amar alguém, talvez alguém consiga me amar também. Tudo que se junta, não é para um único sinal de amor, mas um sinal grande, para meu próprio ego. Compor o som da cidade é difícil, ouvindo gritos. Escrever o coração da cidade é dificil, ouvindo os pecados. Dizimar é difícil ouvindo a pobreza. É difícil ouvir a pobreza? Eu queria também poder manipular tão bem quanto vocês, mas queria poder livrar o mundo dessa manipulação tosca e insana. Servirá a quem servir, não posso mandar mensagens endereçadas. Se conseguisse ao menos ouvir a voz da pessoa, ou sentir o calor de suas lembranças como um falso brilho em uma casca morta. Como queria poder ser uma anônima, mas anonimamente mando coisas que nunca serão contadas se eu não assinar meu nome embaixo. Assinei um cheque, muito cheio, mandei para meus pais. Estamos todos destinados a ser uma família unida de novo, apenas por mensagens. Não consigo ir vê-los, mando que comprem uma passagem e venham para minha casa. Eles nunca viajaram para cá, talvez seja a primeira vez que terei que aguentar minha família por muito tempo. No Brasil, era um caso a parte, mas aqui as pessoas são mais calmas e educadas. Não escuto gritos enquanto nado na minha piscina, dá sono ouvir a inveja, por isso continuo a nadar. Levanto, meus pés tocam no fundo com dificuldade. Era um sonho, o meu sonho, ter uma casa cheia de coisas para fazer, espaço, conforto. Subo as escadas, molha, mas eu não preciso secar. Lá em cima, encontro ele, há quanto tempo ele está ali lendo aquele livro? - Meus pais estão vindo, não entendem bem inglês - Tento parecer não muito superior com meu tom, ele odiava isso. - Entendi, podemos leva-los para algum restaurante, ou não... - Vamos encomendar algo para comer, depois eu pego o carro e vou mostrar a praia daqui - Continuo arrumando meu cabelo e me vestindo, naturalmente, como nunca mais. - Está esperando algo de especial? Respiro fundo, olho para aqueles olhos intensos. Não consigo descrever o quanto amo aquele homem, mas consigo entender o quanto estamos acabados por dentro. - Não. Vai ser como outra visita qualquer. Mas agora é minha família e eles vêm acompanhados e essas pessoas psíquicas são muito curiosos e, espero muito, que quando eles forem embora, os curiosos também saiam. - Cristãos já se acabaram faz tempo - Sinto sua mão puxando minha cintura e ele me beija no pescoço - Vai ficar tudo bem. - Você sempre sabe o que fazer, mas eu ainda estou preocupada com quem realmente é o culpado da perseguição... - Não vamos falar mais sobre isso. Esqueça de tudo isso. Você é rica, gostosa e inteligente para um caralho... - Se você não consegue resolver, deixe com os profissionais - Pego a arma em cima da mesa, coloco dentro da pequena bolsa preta que carrego - Um dia, eu ainda consigo fazer você entender o quão chato são as vozes das abelhas que grudam em você e invejam a proximidade - Passo a mão em sua coxa e sinto a merda de um olhar distante - Vou ir pro trabalho, não se esqueça de comer e... Ah, sim. Pedir comida. Não lembro... Estou confusa. Até. Com os olhos confusos ele tentar achar o sentido em minhas palavras, beijo sua testa e vou embora. Era seco, era frio e doía, mas era um fim que sempre chega.
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2019.03.08 19:49 O-Pensador O Porque de Liberar Todas As Drogas

A proibição e guerra contra as drogas têm como intuito diminuir ou extinguir o uso de drogas de uma determinada sociedade em um território de forma a compensar os seus custos. Não nego o fato de drogas serem em sua maioria ruins à saúde. Se tivesse uma varinha mágica que, agora, balançasse e acabasse instantaneamente com todas as drogas demasiadamente nocivas à saúde, com certeza, o faria. Mas não a tenho, muito menos o estado, ele tem armas e essas são usadas para perseguir aqueles que detêm posse, produzem ou as vendem. Ou será que ele tem ? As drogas ilícitas já se mostraram incontroláveis mesmo em nossos domínios mais intensamente controlados: as prisões. Ou seja: se nos transformássemos em um sistema totalitário, em que os poderes do estado fossem absolutamente ilimitados, o mercado negro das drogas ainda assim vicejaria.‬ ‪Esse blog tem como intuito mostrar os inúmeros dados, estatísticas, argumentos e infográficos que explicitam como a proibição e a guerra contra as drogas não cumprem os fins que se propõem a cumprir.‬ ‪Monopólio, Proibição e Violência‬ ‪Note que os únicos lugares onde o crime organizado atua são os setores proibidos ou altamente regulados pelo estado, como drogas e prostituição. O período de 1919-1933, no qual estava em vigor nos EUA a Lei Seca, que proibiu a produção, o transporte e a venda de bebidas alcoólicas, é o perfeito exemplo histórico de tal constatação. Gangsteres como Al Capone entraram no ramo e causaram muitas mortes e o crime aumentou, também reduzindo a qualidade das bebidas e, consequentemente, causando danos à saúde dos clientes. Após a sua revogação, o crime organizado abandonou a indústria do álcool e voltou para outros setores que continuavam proibidos. Ele se beneficiava da ação governamental porque ela perseguia aqueles que produziam e vendiam drogas, o que possibilitou a formação de cartéis, dada a possibilidade do suborno de policiais, o que aconteceu e ainda acontece. Al Capone só foi preso por sonegação de impostos, o que mostra a intenção do estado (seus integrantes, policiais). O estado não é uma superestrura independente e autônoma e é composta por pessoas passíveis de corrupção e, como Lord Acton salientou, o poder tende a ser abusado. Ao retirar os empresários legítimos do ramo, se atrai apenas aqueles com menos escrúpulos que são capazes de fazer coisas horríveis, como o assassinato, pois este é incentivado por ser lucrativo (ao retirar a concorrência) e tem poucos riscos dada a possibilidade do suborno transformando a ação em uma medida não passível de punição.‬ ‪"Guerra Contra as Drogas" é uma interessante história em quadrinhos escrita por Stuart McMillen que mostra alguns dados sobre a guerra contra as drogas e a previsão do economista Milton Friedman sobre seu fracasso, estabelecendo comparações com o período da lei seca. Para uma melhor explicação do assunto:‬ ‪https://mises.org.bArticle.aspx?id=836‬https://www.mises.org.bArticle.aspx?id=181‬ ‪Outra das inúmeras consequências do proibicionismo é a diminuição da qualidade das drogas. ''Nos EUA, durante o apogeu da cocaína, a metanfetamina estava praticamente extinta no mercado ilegal. Porém, tudo isso mudou com a 'Guerra às Drogas' intensificada por Ronald Reagan, a qual foi bastante eficaz em elevar os preços das drogas ilegais ao impor maiores riscos — logo, maiores custos — à produção, à distribuição e ao consumo. O choque inicial dessa guerra às drogas fez com que os agentes do mercado negro refizessem suas planilhas de cálculo: eles agora tinham de reduzir seus riscos e seus custos. Dentre os novos produtos que eles criaram em reação a essa nova realidade do mercado, podemos citar, além da metanfetamina cristal, o crack e um tipo de maconha altamente potente. '' Mark Thornton escreve em seu artigo O Que Explica A Metanfetamina Cristal?"‬ ‪As drogas ficaram cada vez piores com o passar do tempo (ver efeitos da metanfetamina e a economia pode explicar o porquê de as pessoas a usarem: o preço. Os consumidores não podendo bancar seus vícios vão para drogas mais baratas e de pior qualidade. O monopólio também interfere nesse fator, dado que o monopolista pode ao bel-prazer aumentar o preço e diminuir a qualidade dos produtos, ainda mais com clientes viciados (como mostra Ludwig Von Mises no capítulo 16 de Ação Humana).‬ ‪Da Natureza do Vício‬ ‪Outra coisa importante de se entender é a natureza do vício, o que demonstra como é difícil para o estado mudar esse comportamento apenas com proibições.‬ ‪A maioria das drogas afetam o "sistema de recompensa" do cérebro, causando euforia assim que inundam-no com o mensageiro químico, a dopamina. Um sistema de recompensas funcionando bem motiva uma pessoa a repetir comportamentos necessários para prosperar, como comer e passar o tempo com pessoas amadas. Surtos de dopamina no circuito de recompensas causam um reforço de comportamentos prazerosos, mas nocivos à saúde, como usar drogas, levando pessoas a repetir esse comportamento de novo e de novo.‬ ‪À medida que uma pessoa continua a usar drogas, o cérebro se adapta ao reduzir a habilidade das células no circuito de recompensas para responder a isso . Isso diminue o high que ele sentiu ao usar a droga pela primeira vez - um efeito conhecio por tolerância. Ele pode usar mais drogas para tentar atingir o mesmohigh. Os receptores de dopamina são desativados e isso é dificilmente reversível, sendo assim o estado não pode com apenas coerção mudar a estrutura do cérebro de dezenas de milhares de pessoas.‬ ‪Outro experimento, também divulgado em uma HQ de Stuart McMillen ,demonstra que a acessibilidade em relação às drogas pouco importa em relação ao consumo dela. A concepção do senso comum sobre as drogas é de que elas são substâncias sedutoramente viciantes das quais não podemos nos prevenir, experimentos dos anos 1950 e 1960 corroboraram tal visão. Um deles consistia em implantar mecanismos de drogas auto-injetáveis em ratos isolados em gaiolas, de forma que eles pudessem, se quisessem, usá-las, e alguns ratos escolheram injeções de drogas em preferência a alimentos e água e suicidaram-se. Os pesquisadores se perguntavam quanto poderíamos aprender estudando ratos (esses semelhantes a seres humanos em vários aspectos). Já Bruce Alexander questionava o quanto aprenderíamos estudando ratos em isolamento. Os ratos albinos de trabalho são descendentes de ratazanas selvagens que são criaturas sociáveis. Em 1977, ele montou uma equipe de pesquisadores na Universidade Simon Fraser, composto por ele, Barry Beyerstein, Robert Coambs e Patricia Hadaway. Eles repetiriam o experimento dos ratos, porém com uma grande diferença: separaram os ratos (32 ao total) em dois grupos de 16 ratos cada, o primeiro grupo ficaria separado em gaiolas tradicionais isolados um dos outros. E o outro grupo ficaria junto em um ambiente adaptado para ratos, o chão foi coberto com uma serragem aromática, deram aos ratos caixas e latas para se esconderem ou brincarem e pintaram as paredes com cenários de florestas e ambientes naturais, seu nome era ratolândia. Seus paladares foram testados e pôde-se perceber que eles não gostavam de amargo e gostavam de doce. Morfina é amarga, portanto, para persuadir os ratos a beberem-na, os pesquisadores adicionaram à solução água adoçada, aumentando gradualmente o nível de água. Os ratos isolados começaram mais cedo a tomar morfina e em maiores quantidades. Depois de retirada a droga do corpo de todos os ratos, foi feito outro experimento. Deliberadamente os ratos foram viciados e depois de um tempo foi dada a escolha para eles tomarem água ou continuassem o vício. Os ratos isolados continuaram a tomar morfina, porém os ratos da ratolândia, apesar de sofrer abstinência, tomaram água. Dada a opção de viver uma saudável convivência social, os ratos escolheram isso. Lembrando que a morfina estava plenamente acessível em todos os momentos. Sendo os seres humanos semelhantes aos ratos, podemos perceber que pouca relevância têm a acessibilidade da droga.‬ ‪Novamente, o exemplo histórico da Lei Seca se mostra útil. ''Mas, no entanto, a Lei Seca foi revogada sem que a embriaguez se tornasse um direito inalienável: motoristas bêbados vão pra cadeia e o abuso de álcool pode ser motivo para demissões e divórcios. Escondida dentro de cada um de nós está, como sempre esteve, a fantasia irracional de que o país vai se tornar uma nação de viciados idiotizados. Mas poucos são velhos o bastante para se lembrar da época em que as substâncias hoje controladas eram livres, e ninguém à época falava de problema nacional com as drogas. Ópio, cocaína e outras drogas estavam sempre prontamente disponíveis. Havia abusos de vez em quando, mas o público nunca os associava à violência. (Foi preciso a lei estatal para que tal associação fosse criada.)'' Lew Rockwell diz em seu artigo Drogas, Adultério e Guerra Sem Fim, novamente refutando a ideia de que as drogas são demoniacamente viciantes, a ponto de fazer um país colapsar.‬ ‪Um dos argumentos usados para a proibição das drogas é o de que alguém que usa drogas é propenso a cometer crimes, logo elas devem ser proibidas, além de ser uma clara pretensão jurídica, muitas das drogas proibidas inibem a violência, são elas os opióides (e.g., heroína), os derivados do ópio e o próprio ópio que são substâncias entorpecentes, amortecem os músculos e diminuem a sensibilidade.‬ ‪Custos e prisões‬ ‪Nessa parte, faço uma crítica à incoerência dos defensores da guerra contra as drogas. Grande parte deles são defensores da democracia, mas como mostram os gráficos a seguir a população já está vendo os males dela e é contra a proibição total delas. Acreditando até que álcool é mais danoso que maconha.‬
‪Os custos da guerra contra as drogas são muito grandes. E muitas pessoas presas são.‬
‪O gráfico dos custos não compreende o gasto do encarceramento, mas ele chega a mais de 10 bilhões por ano.‬ ‪Dos 3,789,800 adultos em ''probation''* nos EUA no fim de 2015, 25% (aproximadamente 947,450 pessoas) tinham algum crime relacionado a drogas como sua maior ofensa.‬ ‪O Dept. of Justice's Bureau of Justice Statistics dos EUA reportaram que em dia 30 de setembro de 2012 havia, no total, 187,773 pessoas sentenciadas e cumprindo tempo na prisão federal dos EUA por qualquer ofensa. Dessas, 97,214 pessoas (51,8% do total) tinham como seu maior crime uma ofensa relacionada a drogas: 96,906 delas por tráfico de drogas ou manufatura (51,6% do total), 296 por posse de drogas (0,16% do total), e 11 por outras ofensas relacionadas a drogas.‬ ‪O mesmo orgão reportou que até o fim do ano de 2015, 1,298,159 pessoas estavam cumprindo sentença em prisões dos estados nos EUA, delas 197,200 (15,2 % do total) tiveram como seu maior crime uma ofensa relacionada a drogas: 44,700 por possessão (3,4% do total) e 152,500 por outras ofensas relacionadas a drogas, incluindo manufatura e venda (11,7% do total).‬ ‪Das 870,500 pessoas em liberdade condicional nos EUA no fim de 2015, 31% (aproximadamente 269,855 pessoas) tinham como maior crime uma ofensa relacionada a drogas.‬
‪Amino destrói a qualidade. Clique na imagem para ver melhor‬ ‪Levantamento divulgado pelo G1 em 2015 revelou que o aumento do número de presos por esse tipo de crime foi de 339% de 2005 a 2013, fruto de uma alteração na Lei de Drogas, em vigor desde 2006.‬
‪O Brasil é o pais que tem menor gasto de custeio com seu sistema prisional da América Latina, o equivalente a 0,06% do PIB (1,23 bilhão), segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que trata do custo financeiro da violência em 17 países da região e no Caribe.‬ ‪Já por um conceito mais amplo de gastos, envolvendo as atividades policiais e de justiça criminal, o BID apurou desembolsos maiores do Brasil em relação aos países vizinhos. O conjunto destes‬ ‪O conjunto destes gastos consumiram o equivalente a 3,14% PIB do Brasil em 2014 — US$ 75,894 bilhões —. Considerando a porcentagem de presos por ofensas relacionadas a drogas, o governo gasta quase 30 bilhões por ano.‬ ‪Outro exemplo de desastre e insanidade em relação a essa ação estatal é o México, onde cada vez mais os cidadãos são aterrorizados. De acordo com o relatório de 2018 do Congressional Research Service, ''muitas fontes indicam'' que aproximadamente 150,000 homicídios intencionais desde 2006 foram relacionados ao crime organizado que ocorre por causa da proibição estatal, como demonstrado anteriormente.‬ ‪O Exemplo de Portugal‬ ‪Desde 2001, quem é pego consumindo ou levando consigo até 10 doses de qualquer droga para consumo próprio em Portugal não é mais preso nem condenado a pagar multa.‬ ‪A Lei nº30/2000, aprovada em 29 de novembro de 2001, foi a responsável por essas mudanças. Mas isso não significa que o uso e a posse de drogas tenham sido legalizados no país. O que a lei determina é que essa contravenção passe a ter caráter social, e não criminal.‬ ‪A política não é ideal, por não liberá-las completamente, mas já é um início, que mostrou grandes resultados, o consumo não aumentou, tendo permanecido estável, aumentando e diminuindo em pequena escala. E houve muitas pessoas que procuraram o tratamento. Algumas estatísticas a seguir. Drug-induced death:Mortes que acontecem pouco tempo depois do consumo de uma ou mais drogas psicoativas ilícitas e diretamente relacionadas a esse consumo, apesar de que elas podem frequentemente acontecer em combinação com outras substâncias como o álcool ou drogas medicinais psicoativas.‬
‪O número de pessoas infectadas com HIV tem relação direta com o uso de drogas no país, por causa da existência de seringas contaminadas que em um livre-mercado são melhores por terem preço menor.‬ ‪''Em primeiro lugar, cidadãos cumpridores das leis não serão criminalizados por portarem drogas ilícitas.‬ ‪Em segundo lugar, viciados são mais propensos a procurar ajuda profissional quando o governo passa a tratar o vício e a dependência como um problema médico em vez de criminal.‬ ‪Em terceiro lugar, a polícia, agora desincumbida de perseguir usuários, poderá concentrar-se na solução e na repreensão de crimes genuínos (com efeito, gastando agora menos recursos, pode até sobrar dinheiro para subsidiar programas de tratamento ao vício).‬ ‪Em quarto lugar, viciados irão se afastar das perigosas drogas sintéticas que foram criadas justamente para substituir as drogas ilegais mais tradicionais, como maconha e cocaína.‬ ‪Em quinto lugar, se as agulhas também se tornam legais, então a tendência é que haja menos casos de doenças como HIV/AIDS e hepatite.‬ ‪Em sexto lugar, guetos repletos de viciados encolherão tanto em tamanho quanto em visibilidade.'' A experiência de Portugal com a descriminalização das drogas, Mark Thornton‬ ‪Conclusão‬ ‪Depois da demonstração da validade dos meus argumentos, concluo esse artigo com a constatação de que a interferência governamental, no que tange ao proibicionismo, é nociva para a sociedade e não cumpre com os fins desejados.‬ ‪Como diria Ludwig Von Mises: ''Aquele que quer reformar seus conterrâneos deve recorrer à persuasão. Esta é a única maneira democrática de se fazer mudanças. Se um indivíduo não é capaz de convencer outras pessoas a respeito de suas ideias, então ele deve culpar apenas a sua própria incapacidade. Ele não deveria exigir a criação de uma lei — ou seja, ele não deveria pedir para o estado utilizar suas forças policiais com o intuito impor a compulsão e a coerção.‬ ‪Algumas fontes:‬ ‪https://ucr.fbi.gov/crime-in-the-u.s/2015/crime-in-the-u.s.-2015/persons-arrested/arrestmain_final.pdf‬https://fas.org/sgp/crs/row/R41576.pdf‬https://www.drugwarfacts.org/‬http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?artigo_id=186A0029&nid=186&tabela=leis&pagina=1&ficha=1&so_miolo=&nversao=‬https://www.drugabuse.gov/publications/drugfacts/understanding-drug-use-addiction‬https://www.altoastral.com.bmotivos-prisao-al-capone/‬
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2019.02.02 04:43 marceloserradiniz Praia do Flamengo, 132

Praia do Flamengo, 132
Sabe quando você olha pra trás e te dá orgulho de ter feito algo? Todo dia 01 de Fevereiro eu revisito esse lugar de satisfação pelo dever cumprido!
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O ano era 2007. Naquele dia, há 12 anos, estudantes de todo o país escreveriam seu nome na História ao retomar das mãos de um "homem de bem", autoproclamado "empresário" o terreno da Praia do Flamengo, n° 132.
Lugar tomado aos nazistas do Clube Germânia e doado por Getúlio Vargas à União Nacional dos Estudantes. A Casa do Poder Jovem, que precisou ser incendiada pelos golpistas de 64 antes mesmo de tomarem a Presidência, conscientes que eram da força das ideias e dos ideais dos estudantes que honraram o povo brasileiro com muita luta e que continuariam tombando frente às balas dos generais sem jamais trair a confiança do povo brasileiro!

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O prédio foi destruído por fim, no apagar das luzes da ditadura, mas o terreno nunca havia sido devolvido de fato à UNE, mesmo com o reconhecimento de nosso direito pelo Presidente Itamar Franco.
Naquele dia, escrevemos nossos nomes nessa história, junto a tantos heróis e heroínas do povo. Juntos. Unitários. Como que para provar que juntos poderíamos vencer qualquer barreira.
E nós venceremos!

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Obs.: Me ache nas fotos! 📷;)
#UNE #UBES #UJS #JPT #PCdoB #PT #PSOL #PCR #PPL #Kizomba#JAE #AE #CNB #JSB #PSB #DeVoltaParaCasa #AUnidadeÉABandeiraDaEsperança
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2018.10.30 12:36 jjhoansen A minha Saga com os Ginásios!

Antes que levem esta treta para crítica quero começar a dizer que admiro muito o pessoal que consegue ir para um ginásio X dias por semana, ouvir uma música, correr, puxar ferro... wtv! Mas eu tenho desenvolvido uma fobia a tais lugares, até já tenho o nome para ela, Cultusfobia!
Ora bem, já me inscrevi ao longo destes últimos 10 anos, nuns 5 ou 7 ginásios, uns mais perto de casa a pensar que a comodidade me levava a ele, outros perto do trabalho para ser um bom escudeiro e ir antes ou depois de trabalhar uma vez que ainda estou em ritmo. A verdade é que nada funciona e eu não consigo ir aqueles sítios, e não é o exercício em si que me trava, pois ninguém gosta de andar 30 minutos numa bicicleta estática mas aguento bem, é o próprio culto gymsocial que existe naqueles sítios!
Começamos na entrada, normalmente temos um balcão onde entregamos um cartão ou passamos numa máquina e há sempre o PT de serviço cheio de alegria ás 8 da manha a dar a primeira achega psicológica "então campeão? Cheios de força hoje para puxar? eu já vou ter consigo lá dentro vá vestindo que eu já vou" Ora bem... Campeão é aquela cena que não vou à bola mas vá.... como gajo que detesta pessoas começo logo a ponderar encostar a perna a um poste ou esquina e com o joelho fletido tentar girar o pé a ver se me ponho a mexer dali mesmo que isso me custe dois dias a mancar, mas lá arranjo coragem e entro! Escolho o último lugar de todos onde não haja boxers nos bancos e sapatilhas espalhadas e começo a saga de me despir e vestir, enquanto isso tem já os corajosos das 7 da manha a sair do banho com os grunhidos inerentes a quem está satisfeito "ahhhhh pfffff isto hoje foi bom" "vamos lá começar o dia" numa componente de auto motivação que eu acho impressionante, mais impressionante que deixar de fumar ou largar a heroína, enquanto eu ainda saco meia dúzia de remelas dos olhos a tentar por o cérebro a funcionar! Não obstante disto tudo há sempre o mr. Forza que sai do banho à procura da toalha de banho de mangueira ao dependuro e eu começo os meus dias a olhar para gajos nús e gaitas lavadinhas, confesso que não é muito a minha cena, nunca fui um madrugador sexualmente activo para o sexo feminino não o serei certamente para mangueiras de outros camaradas.
Após entrar há 4 ou 5 a correr, 3 ou 6 nas bicicletas mais meia dúzia a fazer máquinas, olho para os vidros a condensação do suor acumula até correr água pelas paredes, devem ser umas 8h30 da manha e há gajos completamente encharcados a puxar quase o edifício para cima e para baixo, e o pior, o cheiro! Aquele cheiro a quarto de motel ainda com os lençóis quentes mas puxadinhos para cima que me enjoa e me faz mais uma vez pensar em fletir o joelho com convicção!
Lá vem o PT! "Corra aí 30 minutos e depois vamos dar umas gerais!" Como se aquilo fosse coisa para se dizer a alguém "vamos dar umas gerais", o que significa que não vais fazer nada a não ser puxar coisas pequeninas e barras sem pesos para ficar tudo a olhar para ti num ato típico de macho Alpha com o olhar de cima a baixo como quem diz "desfaço-te em pedaços se te ponho a mão"
Lá passou 1 hora e vou tomar banho, arranjo-me e saio. Quando chego cá fora a única coisa que me passa pela cabeça é "acabei de perder 1h30 da minha vida"
Desculpem o desabafo! :D
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2018.06.18 15:48 Alpha_Unicorn Lista com todos os livros propostos no final dos livros do D&D "Leitura Inspirada", com preços e links para a Amazon

Eu fiz uma lista com links para a Amazon de todos os livros propostos na Leitura Inspirada, dei preferência para as edições em português e impressas; tem alguns valores bem altos ai mas se você preferir comprar eBook provavelmente os encontrará em valores mais acessíveis.
Só pesquisei na Amazon Brasileira, e se tiver algum título em inglês que tenha versão em português, compartilhe com a gente =D
Resolvi botar a sinopse dos livros que tem versão em português para deixá-los em maior destaque
(Os valores dos livros são referentes ao mês de Junho de 2018)
  1. Throne of the Crescent Moon (The Crescent Moon Kingdoms) por Saladin Ahmed R$ 58,92
  2. The Book of Three por Lloyd Alexander R$ 32,33
  3. The Broken Sword por Poul Anderson - R$ 49,48 - The High Crusade - R$ 46,45 - Three Hearts and Three Lions - R$ 32,92
  4. Split Infinity (Apprentice Adept) por Piers Anthony - R$ 31,44 - e o resto da série Apprentice Adept
  5. Gods and Fighting Men por Lady Augusta Gregory - R$ 48,79
  6. Range of Ghosts (The Eternal Sky) por Elizabeth Bear - R$ 61,91
  7. The Face in the Frost por John Bellairs R$ 41,16 (eBook)
  8. BEST OF LEIGH BRACKETT por Leigh Brackett Indisponível - The Long Tomorrow - R$ 65,10 - The Sword Of Rhiannon - R$ Indisponível
  9. A Espada de Shannara. Trilogia a Espada de Shannara por Terry Brooks - R$ 37,00 - e o resto da trilogia
    Há muito tempo as Grandes Guerras do Passado arruinaram o mundo. Vivendo no pacífico Vale Sombrio, o meio-elfo Shea Ohmsford pouco sabe sobre esses conflitos. Mas o Lorde Feiticeiro, que todos julgavam morto, planeja regressar e destruir o mundo para sempre. A única arma capaz de deter esse poder da escuridão é a Espada de Shannara, que pode ser usada somente por um herdeiro legítimo de Shannara. Shea é o último dessa linhagem e é sobre ele que repousam as esperanças de todas as raças. Por isso, quando um aterrorizante Portador da Caveira a serviço do mal voa até o Vale Sombrio, Shea sabe que começará a maior aventura da sua vida.
  10. Hall of Mirrors por Brown Fredric - R$ 24,76 eBook - What Mad Universe - R$ 9,59 eBook
  11. O livro de ouro da mitologia: Histórias de deuses e heróis por Thomas Bulfinch (Autor),‎ David Jardim (Tradutor) - R$ 19,30 - Em inglês - R$ 51,69
    Altares ruíram e templos se perderam nas areias do tempo, mas as religiões da Grécia e da Roma Antigas nunca despareceram por completo. Seu legado de mitos e heróis continua presente até hoje, e é o pilar da cultura ocidental. As histórias passadas de geração a geração há milênios, que hoje são peças-chave das mais populares e consagradas obras de diversas formas de arte estão reunidas aqui, sob as bênçãos de Zeus. As mais cativantes narrativas que a mente humana já criou transportam o leitor para terras onde fatos incríveis acontecem - onde belas ninfas e corajosos heróis veem seus destinos nas mãos de caprichosos deuses e criaturas fantásticas ganham vida.
  12. Uma Princesa de Marte por Edgar Rice Burroughs (Autor) - R$ 27,90 - Em inglês - R$ 19,80 - e o resto da série Mars
    Um século após sua publicação, Uma Princesa de Marte recebe sua primeira versão brasileira do texto original que inspirou o filme John Carter, dos estúdios Disney. O capitão John Carter, combatente do exército confederado, tenta recomeçar sua vida após perder tudo o que possuia com o fim da Guerra Civil Americana. Ele só não poderia imaginar que seu caminho o levaria a terras desconhecidas em outro planeta. Apesar da aparência inóspita, Marte é repleto de vida, com uma flora peculiar e fauna diversificada, habitada por estranhas raças constantemente em guerra umas com as outras. Capturado pelos temíveis tharks, John Carter luta por sua liberdade e busca conquistar o amor de Dejah Thoris, princesa de Helium. Numa jornada repleta de contratempos, ele se envolve em disputas entre as diversas tribos de Barsoom – como o planeta é chamado por seus habitantes –, fazendo poderosos inimigos e ganhando a confiança de importantes aliados. Em seus romances barsoomianos, do qual Uma Princesa de Marte é o primeiro livro, seguido por Os Deuses de Marte e O Comandante de Marte, Burroughs criou um herói marcante, uma cultura vasta e rica.
  13. At the Earth's Core por Edgar Rice Burroughs (Autor) - R$ 21,05 - e o resto da série Pellucidar
  14. Pirates of Venus por Edgar Rice Burroughs (Autor) - R$ 43,81 e o resto da série Venus
  15. Lin Carter - The Warrior of World’s End - R$ 78,81 - e o resto da saga World’s End
  16. GlenCook - A Companhia Negra - R$ 26,91 - Inglês - R$ 25,64 - e o resto da saga Black Company
  17. The Fallible Fiend por L. Sprague De Camp - Indisponível
  18. The Compleat Enchanter - por L. Sprague deCamp (Autor),‎ Fletcher Pratt (Autor) - Indisponível - e o resto da série Harold Shea, e Carnelian Cube
  19. The Watchers Out of Time: Fifteen soul-chilling tales: Fifteen soul-chilling tales by eBook Kindle por H.P. Lovecraft (Autor),‎ August Derleth (Autor) - R$ 55,41
  20. Contos Maravilhosos - Lord Dusaney R$ 32,40 - e outros livros deste autor
    “A leitura dos textos fundamentais do passado nos permite rever os caminhos trilhados pelo gênero e recompor nossa visão do que ele é ou pode vir a ser. O contato com a prosa elaborada de Dunsany e de outros nomes do passado nos ajuda igualmente a somar ferramentas estilísticas aos recursos disponíveis para a escrita de fantasia no Brasil'. Roberto de Sousa Causo.
  21. The Maker of Universes (World of Tiers) por Philip Jose Farmer (Autor) - R$ 15,13 eBook
  22. Kothar: Barbarian Swordsman book #1: Revised (Sword & Sorcery) (English Edition) - R$ 10,07 eBook - e o resto da série Kothar e a série Kyrik
  23. Brian Froud's Faeries' Tales por Wendy Froud (Autor),‎ Brian Froud (Autor) - R$ 89,25
  24. Tempo Dos Gemeos. Lendas De Dragonlance - Volume 1- por TracyWeis, Margaret Hickman (Autor) - R$ 45,00 Inglês R$ 24,64 - e o resto da série Dragonlance
    Isolado na escuridão da Torre de Alta Magia em Palanthas, cercado por inomináveis criaturas do mal, Raistlin Majere traça um plano para conquistar as trevas - e se transformar em seu senhor absoluto. Crisânia, uma linda e devota clériga de Paladine, tenta usar sua fé para afastar Raistlin das trevas. Ela desconhece os desígnios sombrios do mago, e aos poucos ele a atrai para a sua armadilha cuidadosamente preparada.
  25. The Night Land por William Hope Hodgson (Autor) - R$ 33,85
  26. Conan, o Bárbaro - Livro 1 por Robert E. Howard (Autor),‎ Mark Schultz (Ilustrador),‎ Gary Gianni (Ilustrador),‎ Alexandre Callari (Tradutor) - R$ 35,90 - e o resto da série Conan
    Conan, o Bárbaro, é a obra máxima do escritor Robert E. Howard, um dos mais celebrados novelistas de sua geração, criador do gênero Espada & Feitiçaria, e principal inspiração para autores de renome indiscutível, como J. R. Tolkien, George Martin e Michael Moorcock. Dividida em três volumes, a saga apresentará na íntegra todas as aventuras de Conan seguindo a ordem em que foram publicadas originalmente
  27. The Inheritance Trilogy por N. K. Jemisin (Autor) - R$ 61,25
  28. O Olho do Mundo - Livro 1. A roda do tempo - Robert Jordan - R$ 35,80 - e o resto da série Wheel of Time
    Um dia houve uma guerra tão definitiva que rompeu o mundo, e no girar da Roda do Tempo o que ficou na memória dos homens virou esteio das lendas. Como a que diz que, quando as forças tenebrosas se reerguerem, o poder de combatê-las renascerá em um único homem, o Dragão, que trará de volta a guerra e, de novo, tudo se fragmentará. Nesse cenário em que trevas e redenção são igualmente temidas, vive Rand al’Thor, um jovem de uma vila pacata na região dos Dois Rios. É a época dos festejos de final de inverno — o mais rigoroso das últimas décadas —, e mesmo na agitação que antecipa o festival, chama a atenção a chegada de uma misteriosa forasteira. Quando a vila é invadida por bestas que para a maioria dos homens pertenciam apenas ao universo das lendas, a mulher não só ajuda Rand e seus amigos a escapar dali, como os conduz àquela que será a maior de todas as jornadas. A desconhecida é uma Aes Sedai, artífice do poder que move a Roda do Tempo, e acredita que Rand seja o profético Dragão Renascido — aquele que poderá salvar ou destruir o mundo. “Com A Roda do Tempo Jordan conquista o mundo que Tolkien difundiu.” The New York Times
  29. Tigana - Guy Gavriel Kay - R$ 17,50
    Tigana é uma encantadora obra de mito e magia que vai marcar os leitores para sempre. É a história de uma nação oprimida que luta para se libertar depois de cair nas mãos de conquistadores implacáveis. O povo foi tão amaldiçoado pela feitiçaria do Rei Brandin que o próprio nome da sua bela terra não pode ser lembrado ou pronunciado. Mas anos após a devastação de sua capital, um pequeno grupo de sobreviventes, liderado pelo Príncipe Alessan, inicia uma cruzada perigosa para destronar os reis despóticos que governam a Península da Palma, numa tentativa de recuperar o nome banido: Tigana. Num mundo ricamente detalhado, onde impera a violência das paixões, um povo determinado luta para alcançar seus sonhos. Tigana é um épico sublime que mudou para sempre as fronteiras da fantasia.
  30. Os Olhos do Dragão - Stephen King - R$ 23,50
    O livro conta a história de um reino chamado Delain onde viviam Sua Majestade, Rolando, a rainha Sacha e seus filhos, Pedro e Tomas. Apesar de ser esforçado, Rolando não tinha carisma e era considerado um rei medíocre. Quem contava com a simpatia e o respeito do povo era a rainha. Essa admiração alimentava o ódio de um perigoso inimigo - Flagg, o feiticeiro, um influente conselheiro nas decisões reais.
  31. Hiero's Journey (English Edition) por Sterling Lanier - eBook R$ 24,99
  32. The Unforsaken Hiero (English Edition) por Sterling Lanier eBook - R$ 20,83
  33. O feiticeiro de Terramar (Ciclo Terramar Livro 1) por Ursula K. Le Guin (Autor) - R$ 20,90 - e o resto da série Terramar
    Há quem diga que o feiticeiro mais poderoso de todos os tempos é um homem chamado Gavião. Este livro narra as aventuras de Ged, o menino que um dia se tornará essa lenda. Ainda pequeno, o pastor órfão de mãe descobriu seus poderes e foi para uma escola de magos. Porém, deslumbrado com tudo o que a magia podia lhe proporcionar, Ged foi logo dominado pelo orgulho e a impaciência e, sem querer, libertou um grande mal, um monstro assustador que o levou a uma cruzada mortal pelos mares solitários.
  34. Swords and Deviltry (Fafhrd and the Gray Mouser) por Fritz Leiber - eBook R$ 12.90 - e o resto da série Fafhrd
  35. H.P. Lovecraft - TUDO - R$
  36. As Mentiras de Locke Lamora (Nobres Vigaristas Livro 1) por Scott Lynch (Autor) - R$ 39,90
    O Espinho é uma figura lendária: um espadachim imbatível, um especialista em roubos vultosos, um fantasma que atravessa paredes. Metade da excêntrica cidade de Camorr acredita que ele seja um defensor dos pobres, enquanto o restante o considera apenas uma invencionice ridícula. Franzino, azarado no amor e sem nenhuma habilidade com a espada, Locke Lamora é o homem por trás do fabuloso Espinho, cujas façanhas alcançaram uma fama indesejada. Ele de fato rouba dos ricos (de quem mais valeria a pena roubar?), mas os pobres não veem nem a cor do dinheiro conquistado com os golpes, que vai todo para os bolsos de Locke e de seus comparsas: os Nobres Vigaristas. O único lar do astuto grupo é o submundo da antiquíssima Camorr, que começa a ser assolado por um misterioso assassino com poder de superar até mesmo o Espinho. Matando líderes de gangues, ele instaura uma guerra clandestina e ameaça mergulhar a cidade em um banho de sangue. Preso em uma armadilha sinistra, Locke e seus amigos terão sua lealdade e inteligência testadas ao máximo e precisarão lutar para sobreviver.
  37. [Game of Thrones - George R R Martin]() - R$
  38. The Forgotten Beasts of Eld (FANTASY MASTERWORKS) (English Edition) por Patricia A. McKillip (Autor) - R$ 37,63
  39. The Collected Works of Abraham Merritt: Science Fiction Novels & Fantastic Adventures: The Moon Pool, The Metal Monster, The Ship of Ishtar, Seven Footprints ... The People of the Pit… por Abraham Merritt (Autor) - eBook R$ 4.90
  40. Estação Perdido (Série Bas-Lag) por China Miéville (Autor),‎ José Baltazar Pereira Júnior (Tradutor),‎ Fábio Fernandes (Tradutor) - R$ 55,90 - e o resto da série Bas-Lag
    "Com seu novo romance, o colossal, intricado e visceral Estação Perdido, Miéville se desloca sem esforço entre aqueles que usam as ferramentas e armas do fantástico para definir e criar a ficção do século que está por vir." – Neil Gaiman
  41. Elric de Melniboné. A Traição do Imperador (Português) Capa dura – 3 nov 2014 por Michael Moorcock (Autor),‎ Ricardo Toula (Ilustrador),‎ Dario Chaves (Tradutor) - R$ 27,90 e o resto da série Elric e a série Hawkmoon
    A história de Elric de Melniboné, o imperador albino e feiticeiro, é uma das grandes criações de fantasia moderna. Um fraco e introspectivo escravo de sua espada, Stormbringer, ele é também um herói cujas aventuras e andanças sangrentas levam-no, inevitavelmente, a intervir na guerra entre as forças da lei e do caos. Um clássico do gênero espada e feitiçaria. Neste livro, Elric enfrentará a ameaça ao império de Melniboné e transitará entre o uso da magia e seus princípios morais, que o impedem de tomar algumas decisões. Além disso, sua amada Cymoril encontra-se em perigo, e ele não medirá esforços para salvá-la.
  42. Return to Quag Keep (English Edition) por Andre Norton (Autor),‎ Jean Rabe (Autor) - R$ 12,64 - Witch World - R$ 10,70 - São eBooks
  43. Swords Against Darkness (English Edition) por Robert E. Howard (Autor),‎ Andrew J. Offutt (Editor) - eBook R$ 7,90
  44. Gormenghast por Mervyn Peake (Autor),‎ Tad Williams (Introdução) - R$ 62,69
  45. The Color of Magic por Terry Pratchett (Autor) - R$ 32,10 - e o resto da série Discworld
  46. The Blue Star por Fletcher Pratt (Autor) - R$ 67,96
  47. O nome do vento (A Crônica do Matador do Rei Livro 1) por Patrick Rothfuss (Autor) - R$ 37,90 - e o resto da série do Matador de Rei
    Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso.
  48. The Broken Lands (Inglês) por Fred Saberhagen (Autor) - indisponível Changeling Earth indisponivel
  49. Homeland: The Legend of Drizzt, Book I: Bk. 1 por R.A. Salvatore (Autor) - R$ 23,96
  50. Mistborn: primeira era: Nascidos da bruma: O império final por Brandon Sanderson (Autor) - R$ 69,99 - e o resto da série Mistborn
    O que acontece se o herói da profecia falhar? Descubra em Mistborn!Certa vez, um herói apareceu para salvar o mundo. Um jovem com uma herança misteriosa, que desafiou corajosamente a escuridão que sufocava a Terra. Ele falhou...Desde então, há mil anos, o mundo é um deserto de cinzas e brumas, governado por um imperador imortal conhecido como Senhor Soberano. Todas as revoltas contra ele falharam miseravelmente.Nessa sociedade onde as pessoas são divididas em nobres e skaa classe social inferior , Kelsier, um ladrão bastardo, se torna a única pessoa a sobreviver e escapar da prisão brutal do Senhor Soberano, onde ele descobriu ter os poderes alomânticos de um Nascido da Bruma uma magia misteriosa e proibida. Agora, Kelsier planeja o seu ataque mais ousado: invadir o centro do palácio para descobrir o segredo do poder do Senhor Soberano e destruí-lo. Para ter sucesso, Kel vai depender também da determinação de uma heroína improvável, uma menina de rua que precisa aprender a confiar em novos amigos e dominar seus poderes.
  51. The Return of the Sorcerer: The Best of Clark Ashton Smith por Clark Ashton Smith (Autor) - eBook R$ 15,60
  52. Change the Sky and Other Stories (English Edition) por Margaret St Clair (Autor) eBook - R$ 9,62
  53. JRR Tolking - TUDO - R$
  54. Coming of the King (Spectra) Hardcover – March 1, 1989 by Nikolai Tolstoy (Author) - $ 0,49 - Amazon Gringa
  55. Tales of the Dying Earth: Including 'The Dying Earth,' 'The Eyes of the Overworld,' 'Cugel's Saga,' and 'Rhialto the Marvellous' por Jack Vance (Autor) - eBook R$ 37,90
  56. Valley of Dreams (Inglês) por Stanley Grauman Weinbaum (Autor) - R$ 26,47 The Worlds of If (Inglês) Capa Comum por Stanley Grauman Weinbaum (Autor) - R$ 26,47
  57. The Golgotha Dancers by Manly Wade Wellman, Fiction, Classics, Fantasy, Horror (Inglês) Capa Comum – 1 mai 2011 por Manly Wade Wellman (Autor) - R$ 32,83
  58. The Cosmic Express por Jack Williamson 1908-2006 (Autor) eBook - R$ 28,83 The Pygmy Planet R$ 25,67
  59. The Shadow of the Torturer: Urth: Book of the New Sun Book 1 (Gateway Essentials) por Gene Wolfe (Autor) eBook - R$ 13,59
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