Menina de Uma Noite perto de mim

Esse é o começo de um livro que estou escrevendo. Ele se chama "A menina que queria comer o mundo"

2020.11.27 01:31 frustratedwriter15 Esse é o começo de um livro que estou escrevendo. Ele se chama "A menina que queria comer o mundo"

Parte 1: Sobre novos começos. A menina que queria comer o mundo Eu tenho um sonho recorrente, onde eu estou de frente ao oceano, as ondas batendo no meu tornozelo como uma gelada lembrança de que eu estou caindo aos pedaços e assim como o vento, eu desapareço. Me faço ar e água, eu viajo a mundos desconhecidos que são feitos de sussurros e histórias não terminadas que foram engolidas pela minha forma. Nesse sonho eu não sou feita de pedaços quebrados, eu não sou feita de beleza invisível, eu não sou feita de lágrimas derramadas em vão ou gritos ao silêncio. Eu sou de água e ar, eu mudo conforme necessário, eu sou amada incondicionalmente. Nesse sonho eu não existo. Mas então eu acordo, e estou de volta na minha cama e sentindo o sol esquentar o meu rosto, lembro o que realmente é real. Esses são os meus dias mais difíceis, na escola nada parece certo, eu fico com aquele sentimento no coração que é pesado demais pra carregar e difícil demais para explicar, são nesses dias que meus ombros abaixam e minha cabeça fica presa entre o real e o imaginário. Às vezes eu me pergunto se eu vou conseguir chegar até o dia seguinte, afinal como eu vou continuar sabendo que sou de carne e osso e existem limites para o meu ser? Eu não posso fugir, então fico presa nesse pequeno corpo que pouco significa comparado a grandeza de tudo e eu, continuo. A escola pode ser considerada um local de sentimentos mistos, lá eu consigo me superar e sinto que prenchoo um pequeno vazio de tudo o que falta em mim, mas também é lá onde ponho todo meu esforço para ser engraçada, ser compreendida e amada, é como uma constante prova onde eu tenho que passar e ganhar o respeito de todos, apesar disso eu ainda me sinto invisível. Sou um daqueles fantasmas de filme, posso ser sentida um toque ali, uma risada aqui, no entanto ninguém me enxerga, consigo ver atrás das risadas e das conversas animadas. Consigo sentir as pessoas se perguntando de onde ela surgiu? Eu continuo apesar de tudo. Eu então me refugio no meu quarto, entro no começo da noite e só saio quando o mundo fica quieto. Esse horário é perigoso, a quietude e a solidão te dão uma segurança falsa, elas contam mentiras de liberdade e falta de consequências. Esse é o momento em que eu ataco, de repente me vejo sem controle do que eu penso, sinto ou faço. Eu começo a comer, não importa o que, são poucos minutos em que o mundo me traz prazer e felicidade. Sou inundada por gostos e cheiros que me preenchem, cada lugar onde um dia foi vazio é preenchido por um sabor diferente.Salgado, azedo, doce, amargo não me faz diferença, contanto que sirva o seu propósito. Aos poucos volto a me sentir cheia até a respiração ficar difícil, e o meu corpo se sentir grande demais, assim faço o meu caminho de volta ao quarto e lá me faço a vítima de tudo o que eu acabei de fazer, e de tudo o que já fizeram comigo. Enquanto a culpa desce sobre mim eu vou adormecendo, deixando a dor se ajustar ao meu corpo, dominando tudo. Eu chamo isso de ciclo, estou presa nele, sobrevivo por causa dele, estou viva por ele e eu não sei como quebrá-lo, consigo o enganar fugir por algumas semanas, meses às vezes, mas ele sempre me acha e me traz de volta. Poucas pessoas sabem sobre ele, minha mãe foi a primeira a notar, no começo eu não quis acreditar. Afinal, como eu poderia estar me sabotando? No entanto, quanto mais as palavras ecoavam na minha cabeça, mais sentido fazia não apenas o que ela me disse, mas a minha vida inteira. Quando entendi o que ela me disse, entendi os vazios. Parecia que minha vida toda tinha sido finalmente posta em uma luz fria. No dia seguinte, a tarde fui a aula de pintura e contei pra uma pessoa, minha amiga Maria. A partir daquele momento ela passou a guardar meu segredo mais precioso, a razão da minha derrota. Não contei pra Maria sem motivo, para entender o meu porquê, você precisa entender ela. Maria é uma daquelas pessoas que emana luz e cheira a campos de flores em dias ensolarados, ela vê algo mais profundo e de alguma forma entende. Você não quer ser apenas conhecida por ela, quer ser enxergada por ela e, eu, fui. Ela viu por trás do esforço e das falsas personalidades, ela enxergou minha essência, o que quer que ela seja. Eu decidi a fazer minha confidente, guardei todos os seus segredos e ela os meus. Dessa forma, quando eu a contei sobre o ciclo e os vazios, ela não sentiu pena, não me perguntou se eu precisava ser ajudada. Não, ela compreendeu o que representava e o que significava. Acho que esse foi o primeiro dia em que eu estava completamente presente, eu não era um espírito observando todos e tentando agir de maneira certa, não, naquele dia eu existi. Pela manhã o dia não se misturava em fragmentos e borrões, eu conseguia ver os acontecimentos claramente. Ainda sim, no café o nevoeiro havia voltado, mas naquela manhã eu não me importei, porque agora eu tinha uma memória para guardar e não importava o quão escuro ficasse nada poderia tirá-la de mim. O dia seguiu normal, os momentos e as pessoas voando por mim, todas com um propósito, com um lugar para ir. Quando eu cheguei em casa, o vazio me invadiu, a noite e a sua solidão tomaram conta de novo, era como um tsunami que recuava ocasionalmente, mas sempre voltava com o dobro de força. Me arrastei até o quarto, deitei e fechei meus olhos e por uma hora imaginei praias brancas com as ondas indo e voltando, imaginei o ar da montanha batendo na minha cara e grandes florestas me rodeando, imaginei um campo florido com uma brisa leve me abraçando, imaginei um lago fundo e gelado, imaginei ser feliz e quando eu não consegui mais imaginar eu fui pra cozinha. Apesar de ter sido a primeira a notar, minha mãe nem imagina que eu ainda estou presa no ciclo, com muito esforço eu convenci ela de que eu melhorei. Meu último desejo era preocupar ela. Nós vivíamos sozinhas, meu pai desapareceu quando eu ainda era pequena e desde então a casa ficou vazia e o escritório foi ocupado por várias noites em claro. Meu pior dia foi uma noite fria de julho, a casa vazia fazia o meu coração arder e como uma tempestade de verão eu fui arrastada até a cozinha. Quando cheguei lá não consegui parar, eu estava no olho do furacão e assim eu comi, e comi e até os meus olhos arderem como o meu coração, e minha respiração ficar fraca eu não parei de comer. Eu acordei na minha cama no dia seguinte. Minha mãe já trabalhava na cadeira do meu quarto, e assim que percebeu que eu estava acordada ela apertou minha mão e me deu um olhar de pena. Eu nunca me senti tão inferior e envergonhada como naquele dia. As aulas de arte eram a minha salvação, meu porto seguro. Por arte você não precisa descrever sua dor, não precisa explicar, a dor só precisa ser sentida. O pincel passou a contar meus segredos, ele coloriu minhas cicatrizes e enfeitou a névoa. A arte era única parte minha, que não havia sido tocada pelo ciclo ou pela dor, ela era meu pequeno presente e eu a guardava com todo o meu ser. Como você já deve ter reparado, Maria é minha única amiga. E eu não digo isso para ser engraçada, apenas conto a verdade. Eu já estava acostumada e por mim nada precisava mudar. Quando uma das meninas se aproximou de mim na escola, eu não dei muita importância, eu não sou uma pessoa falante e em pouco tempo ela desistiria de mim. Mas recreios viraram almoços, e almoços viraram tardes na companhia dela. Por algum motivo ela não necessitava que eu conversasse, ela fazia isso por mim. O nome dela era Esther, de acordo com o que eu conseguia ouvir ela viraria uma arquiteta e pretendia fazer a casa de várias celebridades. Esther virou uma constante na minha vida. Quando eu fui parar no hospital, minha mãe e Maria já não estavam mais na companhia uma da outra, Esther estava lá e iluminava o quarto com suas conversas animadas e gargalhadas feitas de música. Esther tinha uma vida, um namorado e dois pais, ela morava perto da escola e pretendia se mudar quando se formasse. De acordo com ela eu tinha muita sorte de ser acolhida por ela. Eu não discordava, eu realmente tinha sorte. Esther era como um anjo caído do céu, a sua pele é da cor da noite e brilha quando o sol bate nela, os seus cabelos são grandes e cacheados e ela ama por ele em penteados. Ela ama abraços e consegue me deixar sem graça toda vez que me beija na bochecha para me dar tchau, eu não sou boa em demonstrar amor. Você deve estar se perguntando qual é o meu nome, ele é estranho, mas minha mãe o ama porque ele significa divina e pra ela eu sou completamente divina. Meu nome é Diana, ele não combina comigo, mas eu gosto de imaginar que em outra vida eu realmente fui divina. É tão estranho como pequenas coisas fazem diferença na nossa vida. Um sanduíche a mais, domingos sonolentos e ensolarados, uma amiga a mais, um beijo. No dia 15 de abril meu mundo brilhou, uma coisa dentro do meu coração foi acordada, algo que eu não sentia há muito tempo. Nesse dia, eu e Maria fomos visitar Esther, era aniversário dela e a ideia de festa dela era nós duas e seu namorado. Maria gosta de ser pontual, então chegamos 10 minutos mais cedo, ela segurava uma bandeja cheia de biscoitos e eu segurava a pintura que eu havia feito pra ela de presente, ela merecia, 17 não é uma idade fácil de chegar. A casa de Esther não era muito grande, mas também não era pequena, ela tinha um quintal e até o ar parecia diferente aqui, como em um filme. Andar pela casa dela era como ver o que sua vida deveria ser, a casa dela parecia ser tirado de um poster do prédio do serviço social. Quando entramos no quarto dela a felicidade se foi, eu nunca me senti tão desconfortável como quando vi Esther chorando. Enquanto eu entendia o que estava acontecendo, uma raiva também descia sobre mim, porque ninguém jamais deveria machucar Esther. Após alguns copos de água, finalmente conseguimos descobrir que seu término era o motivo do choro. Ele tinha arranjado uma menina melhor, de acordo com ela e ele tinha decidido que hoje era o dia ideal para contar-lá. Eu não me lembro de muito depois disso, os sons e as vozes viraram um só. Tudo o que eu conseguia ouvir era minha raiva, eu me sentia um vulcão prestes a explodir, como alguém ousava machuca-lá? Por que as pessoas eram tão cruéis? O que eu, ou Maria ou Esther havíamos feito para merecer tanta merda? A raiva borbulhava por baixo da minha pele e eu precisava socar alguém. Aos poucos decidi que eu não tinha força suficiente para socar alguém, invés disso pela primeira vez em meses eu decidi falar. - M...Man..Manda ele sse fuder. Foi a primeira vez que falei na frente de Esther, ela me olhava com os olhos arregalados, enquanto Maria colocava o copo de água no criado-mudo. -Você fala! Eu estava prestes a começar aula de sinais - ela falou com um sorriso no rosto, enquanto me encarava, eu apenas acenei com cabeça e soltei uma risada baixa. Eu nunca tinha passado um dia como aquele, só nós três comendo besteira sem culpa, elas conversando enquanto eu observava e ria eventualmente. Nesse dia eu descobri o que era felicidade. A noite veio rapidamente, e levou Maria com ela para sua casa, no entanto eu decidi segurar aquele sentimento e dormir na casa de Esther. Eu estava com medo, as noites não eram meus momentos mais fáceis, ainda sim eu queria pelo menos uma vez na minha vida falar que eu fui verdadeiramente feliz. Nós comemos e assistimos um filme, e por fim Esther quis ir até o seu quintal. Enquanto observamos o céu, uma tristeza desceu sobre mim, não era a tristeza que eu estava acostumada, mas sim uma saudade antecipada do sentimento que preenchia meu coração, eu queria poder congelar esse momento, mas ele escorregava aos poucos pelos os meus dedos. - Eu sei que minha vida parece perfeita, mas às vezes eu me pergunto se eu mereço isso, sabe? Eu nem sei se eu sou uma boa pessoa, alguém me ama? - Isso me pegou de surpresa, porque pra mim não existia uma versão dela que não fosse amável, para mim ela era tudo que existia de amável no mundo. - Eu te amo - eu sussurrei e peguei sua mão na minha, enquanto as palavras caíam sobre ela, eu decidi que era amar ela o que me fazia uma pouco mais próxima da luz. Se ela era tudo de amável no mundo e se eu era a única que a amava, então eu também era mesmo que só um pouco. Certos momentos ficam marcados na sua memória, eles não sempre fazem sentido, mas são esses pequenos momentos que te trazem de volta, quando o oceano tenta te puxar e te afundar, essa noite foi um desses momentos. Nada grande aconteceu, nada especial, eu não virei uma pessoa diferente, ainda sim eu nunca esqueceria o cheiro de grama molhado e calor dos dedos dela entre os meus, se isso era felicidade eu nunca mais queria largar-lá.
aqui vc encontra tudo que eu já escrevi, até agora
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2020.11.20 03:34 fabin_22 Qual é meu estilo?

É difícil nos encaixarmos em algum grupo quando não somos exatamente o perfil comum de cada estilo. Existem pessoas que não tem esse problema, elas desde sempre já são pertencentes a um grupo, e sem esforços pra fazer isso acontecer. Elas simplesmente já estavam lá, e é mérito delas, ou sorte. Mas para pessoas como eu, se encaixar em uma "tribo", ou ter pessoas com gostos semelhantes que se possa chamar de 'amigos' pode ser muito difícil e muito frustrante.
No terceirão eu sentava na fileira do canto, conversava com 2 ou 3 amigos que sentavam próximos a mim. Desse canto, eu observava a sala toda, todos os alunos rindo, paquerando, fazendo algazarra, e eu lá. Eu lá simplesmente observando o dia-a-dia de outras pessoas. Era estranho, como se a minha vida fosse assistir a vida das outras pessoas acontecer e eu lá, simplesmente só observando. E eu percebia algumas coisas de tanto observar. A mais patricinha das garotas era apenas e tão somente uma garota. Também tinha inseguranças, também se sentia mal por ser virgem quando sabia que outras meninas já haviam transado, até conversas de depilação íntima eu ouvi a menina mais bonita da classe dizer que estava há vários meses sem se depilar porque estava com alergia nas partes íntimas. Ou seja, todo mundo naquela sala de aula, sendo parte do grupinho popular ou não, nós éramos simplesmente adolescentes que não sabíamos nada da vida. Mas porque então eu me sentia sozinho? Porque ao mesmo tempo que eu me sentia igual a eles, também me sentia quase que um extraterrestre? Uma vez fui tentar conversar sobre isso com uma das pessoas que sentavam perto de mim e ele simplesmente me respondeu: "cara, toda sala tem os populares e os não-populares. Nós somos a segunda opção". Parecia que ele não se importava nenhum pouco com isso, como se fosse natural aceitar isso. E hoje em dia eu penso que de fato deveria ser. Mas na época não. Eu queria ser e algum grupo. E dentro dos variados tipos de tribos na escola, me veio a pergunta: qual é o meu estilo? "Qual é o meu estilo?" Por dias e dias essa pergunta ficou martelando na minha cabeça. Decidi que eu tinha que mudar. Ainda dava tempo de ter alguma experiência boa no ensino médio. Em uma quarta feira cheguei mais cedo e decidi me sentar exatamente no meio da sala de aula, bem onde os populares se aglomeram. Ali fiquei esperando por quase meia hora o pessoal e ir chegando. Alguns deles estranharam eu estar ali. Olhavam pra mim mas não diziam "bom dia", nem um "oi", nem mesmo um "sai daí, seu freak". Era como se eu fosse grande nada e um grande tudo ao mesmo tempo, sendo que esse 'tudo' muito incomodava as pessoas daquele meio, literalmente o tal "meio" da sala. Por fim, o que aconteceu? Os populares migraram para o canto da sala, exatamente na região em que eu costumava sentar. Os meus amigos, que lá permaneceram, até trocaram palavras com os populares nesse dia. Ouvi um "nossa, vocês são legais, poderíamos juntar os grupinhos". E eu ali. No meio. Sozinho. Mais sozinho do que nos dias normais. "Qual é o meu estilo?" Bem, nesse dia eu tive uma resposta provisória: meu estilo é o que não se encaixa. Nesse dia não ouvi nenhuma palavra que os professores disseram. Não conversei com ninguém. Cheguei em casa e nem chorar eu consegui. Acho que nem triste eu estava. Obviamente nem feliz.
Faz uns 2 anos que esse fatídico dia ocorreu na minha vida. Hoje em dia posso dizer que tenho alguns amigos que acho que fariam o mínimo por mim.
Eu adoro histórias de adolescência. É uma fase na vida das pessoas muitíssimo interessante e sempre gera ensinamentos e análises. Hoje em dia eu trabalho, e a pergunta "qual é o meu estilo?" pode ser facilmente respondida à noite, depois de uma jornada intensa e de seções de transporte público: "Meu estilo é o que simplesmente vive".
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2020.11.19 19:35 Sad_Satisfaction_465 UM GRANDE TEXTO. AJUDE CASO LEIA, NÃO AGUENTO MAIS!

Bom sou uma pessoa qualquer que conheceu uma garota é namorou 2 anos com ela. Bem o fato que agora ela simplesmente me deixou, e tô tentando buscar alguma explicação. Bem eu vou contar toda história mesmo é assim venho pedir pra não só julgar por alguns atos mais também me ajudar.
Bem, eu tinha 19 anos, minha avó faleceu eu fiquei sem rumo na vida pois era ela minha base. Assim com um pouco de envolvimento com drogas ( maconha ) eu comecei a sair com um amigo que também fumava, então era toda madrugada de rolê. ( Devo ressaltar que moro em uma cidade litorânea então muitas pessoas de alta renda moram aqui,). Em um certo dia saímos de rolê, e esse meu amigo tem uma família de boa influência na cidade sendo ela de classe alta, então fomos na praia de madrugada e acabamos encontrando a irmã dele. Ela estava com uma amiga e mais dois amigos. Bem, fomos de encontro e conversamos lá um tempo, aconteceram algumas coisas nesse meio tempo mais nada muito interessante. Conversei muito com essa amiga da irmã do meu amigo, ela tava ficando com outro menino no dia então foi um papo super saudável. Assim fomos embora, e falei com meu amigo que tinha me amarrado nela kk, bem eu mandei msg na mesma madrugada e ela me respondeu, ( até pq o menino lá era um babaca) kkk, bem na época eu tinha uma Shineray, chamei ela pra sair e já sabe né. Depois daí começamos a se ver todo final de semana, nada sério mais era bom.
Então um certo dia, ela mandou msg falando que não dava mais, que não queria mais, então eu aceitei, tipo tudo bem, fiquei mal mais como não era nada sério de boa. Assim sai com um amigo 2 dias depois, e conheçi uma garota, mais não era uma pessoa pra ficar ao lado. Acabamos ficando e assim continuamos. Bem uma semana depois eu vi a mina que tinha me dispensado no storys, então magoou o coração, mandei msg e ela acabou falando que tava sentindo falta, assim a gente se viu e voltámos a ficar. Bem então agora eu estava ficando com duas pessoas, maaass. As duas também estavam ficando cm outras pessoas por fora, a menina que namorei não me falava mais eu sabia por fora, já a outra me falava pq no final ninguém tinha nada sério, então isso tanto faz.
Bem, eu queria algo mais com a primeira garota, era tudo que eu mais queria mesmo, ela era foda até então, e uma pessoa simplesmente legal de conhecer. Então eu fiquei alguns meses pedindo pra namorar com ela, ela negava, no caso por está dividida em ficar CMG ou com a outra pessoa que ela ficava. Bem como eu ficava cm aquela outra menina também não esquentei muito. Assim nesse meio tempo as duas descobriram que eu ficava com uma e com outra. Bem na minha cabeça tanto faz, eu só queria a menina que tinha conhecido na praia porquê querendo ou não quando a gente tava junto era bom pra krl.
E um dia ela aceitou. Então parei de ficar com a outra menina, e ficamos de boa. Bom assim começou a turbulência.
A gente começou a namorar, no dia 17, meu aniversário era dia 21, eu ia fazer 20, achei que ia passar o dia com ela, mais no final acabou que passei meu aniversário sem ninguém., Bem rolou que fizeram festa pra mim, mais a outra grt estava, bem eu fui pra não desapontar ninguém então ela ficou com raiva porque tinha a outra menina, mais eu nem tava ficando cm ela mais então tava de boa pra mim. Brigamos e resolvemos isso, bom aí veio uma fase estranha, brigamos um pouco sobre atitudes, e nunca pareceu que eu ia conseguir me adaptar aos padrões dela. Bem sei que devo ser eu sempre mais eu queria mesmo ter ela por perto. Eu amava aquela garota, não ia ter sentido ficar sem ela. Continuamos em meio isso tudo, cm 2 meses de namoro foi aniversário de um amigo meu, justamente no dia do aniversário da mãe dela, bem, ela não me convidou pra ir, quando foi a noite meu amigo me chamou eu fui, e lá estava a mina que eu eu ficava, bem, assim veio minha falha, fiquei com a garota, dei um beijo nela e ficou por isso mesmo. Sim eu tinha traido a garota eu eu mais gostava, a garota mais importante pra mim. Eu me senti muito pra baixo depois, me arrependi, mais me calei. ( Sobre isso, lembrando que ela não me chamou pro aniversário da mãe, não chamou o próprio namorado, que afinal não sabia de nada, e pra completar ela chamou o ex ficante, pq ele era amigo da família e amigo dela, bem isso fui saber só depois, mais seguimos...)
Errei, e guardei pra mim, me distanciei de tudo e todos é pensei muito no que eu tinha feito, sabia que era muito errado, sabia que se eu falasse ela não ia me perdoa. Assim foram passando os meses, e cada dia que eu acordava tinha que conquista ela dnv, digo de um jeito que ela ficasse CMG, ela falava que não tinha segurança, por causa do que tinha rolado antes da gente namorar, sendo que ela tbm ficava com outras pessoas. o foda que nessas brigas ela me humilhava muito, me tratava como lixo, e sempre estive correndo atrás. Ela disse eu não me importava, mais eu sou uma pessoa desligada pra dar as coisas, ou fazer surpresa, e meu jeito, em compensação nunca faltou nada, e sempre fiz de tudo. Bem nossa relação era grande, de intimidade gigante, ficávamos o dia inteiro junto fazendo as coisas um pro outro. Mais sempre o que fodia era essa coisa de não confiar em mim, até então eu não tinha falado o que eu tinha feito então ela não sabia. Bom eu fiz algo que na minha cabeça ia dá certo, masss,.
EU FALEI A VERDADE. Tipo eu falei o que tinha feito, eu falei que queria que ela confiasse em mim, pq eu tinha planos com ela, é tudo, a gente já tinha 8 meses de namoro então eu já tava mais focado no que queria.
Ela terminou comigo, obviamente. Fiquei 3 dias direto chorando, e CORTEI minha coxa escrevendo "LIXO", realmente eu fiquei super abalado, e desgraçadamente mal. Pedi e implorei ela pra não terminar comigo. E no 3 dia ela aceitou, tava no início da pandemia então a gente não tava se vendo. ( Sobre a gente se ver, o padrasto dela não gostava de mim então era meio difícil quando ele estava em casa pois a casa era dele, então só conseguia ver ela quando ele não estava assim eu ficava só a mãe dela que sempre foi de boa, então era assim, sempre lutamos pra nós ver ). Na pandemia ele estava, pelo menos no início era bem grave então ele ficou sem viajar pra trabalhar, assim depois de 1 mês mais ou menos consegui ver ela, no posto, foi pouco tempo, passou dias e ela conseguiu fugir pra ficar CMG fizemos isso 2 finais de semana. Bem após a mãe dela viajou pra uma cidade do Brasil, e o padrasto ficava na obra então passei o mês de julho desse ano todo na casa dela, com ela. Nesse mesmo mês foi meu aniversário de 21, e foi um dos melhores. Bem esse mês passou, nós conversamos bastante sobre as coisas que tinham acontecido, é até então tava tudo bem.
A mãe dela voltou e logo que chegou ela me disse que queria ir pra cidade que a mãe tinha ido, ver os irmãos e a família. Eu falei tudo bem, okay poxa, é no outro dia ela comprou a passagem e foi, sem muito tempo pra me ver, e se despedir de mim. Eu fiquei super mal, muito mesmo, pois mesmo falando pra ela ir, não achei que ia ser assim, do nada, ela ia voltar só depois de 30 dias, e tinha me falado que ia ser 12, bem 25 dias lá, ela terminou comigo, e eu aqui não pude fazer nada, ela não me atende mais, não me responde mais, não liga mais se tivemos ou não algo. ( Bom quero explica que foi muita coisa que a gente viveu, querendo ou não, sempre um fortaleceu o outro, sempre um ajudou o outro, sempre foi um pelo outro. Mass.,) Bom ela terminou, eu pedi pra não fazer isso, pq tínhamos conversado, é ela falou que queria um tempo, bem nesse tempo me isolei, trabalhei, e estudei. Semanas atrás vi foto dela segurando a mão de outra pessoa, e mandei msg, ela disse que tava conhecendo. E assim acabou tudo que eu tinha de feliz. ( Lembrando que ela vai voltar dia 18 de janeiro, e não sei o que fazer )
Bom eu não sei como explicar a partir desse momento mais, eu amo realmente dms ela, faria realmente qualquer coisa, ela me disse que foi, terminou, não sentiu falta é foi isso. Eu tô me sentindo vazio já tem um tempo, eu n consigo fazer nada e as vezes eu não consigo comer, bem eu posso ter errado mais não sou babaca, eu cresci bastante, nada mais tá fazendo sentido. Sei que vai tem milhares de pessoas no mundo, melhores ou piores mais essa menina realmente é uma pessoa incrível na minha forma de ver, mesmo ela fazendo isso agora, simplesmente tenho me sentindo abandonado, não quero muito contato com as pessoas, exclui as redes sociais, é eu faço música mais nem isso tem me deixado bem. Já tem umas semanas, e não é medo que isso não passe, e sim todo sentimento de não ter ela mais pra me abraçar ou pra ficar falando besteira comigo. Tô na merda galera, não quero me permitir esqueçer como se tudo fosse nada, não dá. Prefiro ficar assim.
Ass: #olixodalife
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2020.11.11 03:19 Ofc_nathi Eu VS meu irmão mais velho

(Esse desabafo não é sobre rivalidade entre mim e meu irmão, e sim sobre a forma que minha mãe e meu padrasto nos trata diferente.)
Eu sempre fui super próxima à meu irmão... Sempre me baseei nele, sigo seus conselhos e etc. Meu irmão sempre manteve sua vida amorosa, suas peguetes e ficantes em segredo. Com excessão de mim, ele não contava sobre esse tipos de coisa P ninguém... Ao contrário de mim, que sempre conversei com a minha mãe, sempre contei sobre minhas paixonites, os meninos e meninas que eu ficava ou até msm, queria ficar. Meu irmão começou a ficar com uma menina que minha família não conhecia, e dps de alguns meses, ele foi sair c a mina, e eu e minha família fomos juntos (sem saber q ele ia encontrar a menina)... E foi assim q conhecemos a namorada dele. Comigo, desde sempre, minha mãe dizia que se eu fosse me envolver com alguém, essa pessoa tinha que ir em casa, conhecer a minha família é pedir permissão. Dps de 1 mês de namoro do meu irmão, eu comecei a praticar meus esportes e meus amigos me levavam em casa, toda noite. Minha mãe conheceu um amigo meu e me shippava com ele. Eu nunca havia pensado na possibilidade de ficar com ele, mas como minha mãe ficava matutando em cima de mim, eu comecei a olhar o menino c outros olhos, e dps de 1 mês conversando c o menino, eu chamei ele P sair (c a permissão da minha mãe) e ficamos (eu falei P minha mãe e P meu padrasto). Dps de 2 semanas ficando, oficializamos o namoro.
Com 1 ano de namoro, minha mãe nunca deu pitaco no relacionamento do meu irmão. Com 2 semanas namorando, minha mãe sempre se meteu no meu namoro, e dizia tudo q eu tinha q Flr P meu namorado. (Terminei c ele dps de 3 meses de namoro)
Isso foi em 2018...
Depois disso, minha mãe começou a ficar paranóica sempre q eu falo de alguém q eu fico.
À mais ou menos 1 mês atrás, eu fiquei com um cara em uma festa de família paterna, e contei P minha mãe. Até então, eu não pensava na possibilidade de ficar c esse cara Dnv, mas acabou rolando e EU CONTEI P MINHA MÃE. (Ela sempre me disse que eu tinha que contar as coisas P ela, pq ela nos contava as coisas dela. E se eu não contasse e ela descobrisse, ela ia ficar brava e chateada)
Eu continuo ficando c esse cara, sem esconder da minha família e da minha mãe. Porém, pra minha família paterna, tudo que eu faço, é por causa desse cara; mas eu sempre deixei claro PRA TODO MUNDO QUE EU CONHEÇO, QUE MINHA VIDA NÃO É MOVIDA A MACHO, OU À QUALQUER TIPO DE RELAÇÃO AMOROSA, pois eu sempre fiz as coisas pela minha cabeça. Falei pra minha mãe que minha tia havia me chamado pra dormir na casa dela, que por acaso, é perto de onde o cara q eu fico, mora. E ele vem todos os dias tomar café com a minha avó, que é na msm rua da casa da minha tia... Eu também venho passar o fim de tarde com a minha avó, pois antes, quando eu não vinha, todos os meus tios e tias, e minha avó me crucificavam. Minha mãe, de cara, me perguntou se eu ia vir por causa do mlk, e eu, puta da vida, disse q não... (eu não menti) e disse pra minha mãe que se eu viesse só por causa do Mlk, não tinha o porquê de eu esconder isso.
Vim pra casa da minha tia, falo com minha mãe e meu pai, todos os dias... E minha mãe me pergunta se eu falei com o menino, e eu digo q não fico falando por ele por telefone, até porque ele trabalha (e eu não tenho paciência P ficar conversando por telefone).
Hoje, eu na casa da minha avó, minha mãe me mandou msg, dizendo q queria conversar comigo, dizendo q meu padrasto disse q tem certeza que eu só vim pra cá por causa do mlk... Disse q eu nunca gostei de vir pra cá, etc. Eu disse que Sempre que eu tenho oportunidade, eu venho ficar com a minha tia, mas parece q ninguém, além do meu irmão, lembra disso. Eu fiquei totalmente magoada pelo q o meu padrasto falou e minha mãe concordou...
Se fosse o meu irmão, ninguém ia associar a ficante dele, com a visita à família; Por que q comigo tem que ter essa palhaçada? Por que eu sou mulher? Sempre argumentei contra o machismo e tenho que conviver com isso dentro de casa?
Eu havia dito pra minha mãe que o cara tinha me chamado pra sair, e ela disse q se eu saísse com ele, ela ia ir junto. Pra quê? Por que, com meu irmão nunca teve esse palhaçada, e comigo que sempre me abri, tem que ter? Eu tô exagerando em me sentir mal?
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2020.11.09 00:00 hrrra Perdi meu melhor amigo, pq eu gostava dele (sim, daquele outro jeito).

Isso não aconteceu agr, na vdd já tem alguns meses. Bom, é basicamente oq o título diz.
Então, pra dar a vcs mais informações, devo dizer que ambos somos garotos (é, parece q os meus sentimentos, resolveram brincar cmg).
Eu n sei o motivo de estar dizendo isso aq, assim como n sei o motivo de eu ter decido contar isso a ele.
Nós não nos conhecíamos a tanto tempo, na vdd, nossa amizade durou menos que 1 ano. Mas, a forma que ela aconteceu, o forma que ela era. Pra mim, era como se eu o conhecesse há pelo menos, alguns anos.
Eu nunca tive alguma amizade como aquela. Vcs acreditam que eu comecei a desejar que a hora passasse rápido, pra chegar no outro dia e ir PRA ESCOLA (!!?) encontrar ele?... Kssksk Sinceramente, isso ainda é engraçado pra mim. Acho que quando eu percebi isso, foi quando eu comecei a achar q eu sentia algo diferente, algo além de uma amizade. Teve até algumas vezes que eu me ARREPIAVA quando ele se aproximava muito de mim. Eu nunca tinha sentido algo parecido com que eu sentia por ele. Na vdd, nem sei se eu realmente gostava dele de um jeito, sla, romântico, ou era apenas um grande amigo. Kkk talvez tenha sido a primeira vez pros dois.
Mas, enfim. Não quero entrar muito em detalhes pra não prolongar tanto. Então, vamos mais pra próximo do fim disso. Bom, como eu disse no início, eu n sei bem ao certo pq resolvi contar a ele, não era como se eu n soubesse que ele era hétero, na vdd isso era óbvio (a gente teve até umas conversas sobre garotas, tipo conversa de garoto msm, falando sobre a beleza das meninas, etc). Isso n importa, talvez tenha sido isso, mais outros motivos, enfim...
Então, dps que contei a ele, ele simplesmente me deixou de lado. Eu tentei muito ter uma conversa com isso, mas ele recusava. Ele passou até a evitar passar perto de mim, lá na escola. Lembro até de um olhar, tipo de "desprezo".
Eu fiquei mal por meses, ainda sinto falta da nossa amizade, felizmente, acho q é mais dela doq dele. Ter uma amizade como aquela era muito bom!... Felizmente tbm, n sinto raiva dele. Na vdd, tenho que agradecer por ter tido aquela amizade com ele...
...
É, ainda n sei pq escrevi isso... Acho que só queria contar pra alguém. De qualquer forma, obg por terem lido. Boa noite! :D
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2020.11.01 08:32 brunomhterra Como lidar com um pós término

Pois bem, no dia 7/10/2020 fui pego de surpresa com uma péssima notícia: minha namorada resolveu terminar comigo.
A gente namorava há quase 10 meses, mas a gente se tratava como um casal por 2 anos, a gente demorou tanto pra tentarmos um namoro por causa da barreira da distância (eu no RJ e ela em SC).
No final de setembro eu fui até ela, pra enfim ficarmos juntos. Foram dias ótimos, saímos, curtimos bastante, transamos muito, vimos bastantes filmes e comemos bastante besteira. Parecia estar tudo bem, e pra ser franco, eu queria ter passado bem mais que 2 semanas ao lado dela.
Quando eu cheguei no RJ, depois de de todos esses dias com ela, parecia correr tudo muito bem, até que no fim da noite ela me pegou de surpresa. Mandou um textinho dizendo que iria terminar comigo. O motivo? Ela disse que não me amava mais.
Isso foi (e ainda é) um choque pra mim. Eu não esperava, pois parecia correr tudo muito bem. Eu fui um bom namorado, ela parecia bem satisfeita com o nosso namoro, sempre elogiava meu companheirismo, apreciava minhas virtudes, meus posicionamentos, e todos ao redor viam a gente como um belo casal.
Ela é a pessoa que eu mais amei na minha vida, e quando li aquilo, dizendo que ela não me amava mais, foi como se um pedaço de mim tivesse morrido junto com o amor que ela tinha por mim.
Eu quis buscar respostas, dizer o que aconteceu, se foi algo que eu fiz, e fui bem insistente nos dias seguintes, até pq, eu não queria perder a garota dos meus sonhos fácil assim, precisava lutar. Ela nunca deu uma resposta muito elaborada, mas uma coisa que ela dizia muito era que ela sentia falta dos seus tempos de solteira, onde era mais feliz. É claro que não é tão simples, mas o fato dela simplesmente não me amar mais me deixava angustiado. Até hoje perco o sono por conta disso tudo.
Um pouco depois do término eu segui um conselho de um amigo de tentar partir pra outra, e eu fui, mas não adiantava, não era minha loirinha. Eu voltei pra casa mega frustrado depois que fui encontrar essa menina nova, nem consegui chegar perto dela. As memórias, os tempos que vivemos juntos, as noites que passamos só conversando as maiores besteiras do mundo....eu queria viver isso de novo, mas não com qualquer uma, eu quero viver isso com ela!
Eu confesso também que até hoje eu tento faze-la mudar de idéia, converso sobre o assunto, mas toda tentativa acaba gerando um grande fracasso, mas eu não quero desistir dela. Foi com ela que vivi os melhores dias da minha vida!
E não é só isso, queria muito que fosse só o término do namoro que me atrapalhasse nessa coisa toda.
Eu venho tratando minha depressão, diagnosticada no fim de outubro de 2018. Vivi altos e baixos, e com essa situação as coisas acabaram piorando bastante, pois todos os meus planos que eu tinha com ela se transformaram em um grande vazio, um quadro em branco que eu não faço idéia de como preencher. Nessa semana eu recebi uma oferta de emprego na mesma área que eu atuo hoje em dia, mas com um salário 3x maior que eu recebo. Meu pai (que é meu patrão) disse pra eu ir fundo, que eu poderia me dar bem... Foi um fracasso completo, fiquei uns 10 minutos dentro do banheiro daquele lugar, só chorando e vomitando. Eu não tava mentalmente preparado pra uma mudança tão grande, pra uma responsabilidade tão enorme. Sequer terminei o "dia de trabalho", fui pra casa e chorei até cair no sono. Desde o término perdi 8kg, eu sempre fui magrinho, pesava cerca de 70kg, mas hoje me pesei e deu 62kg. Eu não como bem, não me cuido bem. Não só o término, mas é como se perdesse uma parte grande da minha vida, eu não sei quem eu sou e como posso me recuperar dessa perda grande.
Enfim, eu ainda tento convencê-la a voltar, mas talvez eu nunca consiga. E mesmo se ela voltasse hoje, há uma ferida enorme que isso tudo gerou e não sei se dou conta de sarar. Eu tô completamente perdido no que vai ser de mim daqui pra frente.
Eu só quero ser feliz como um dia já fui ao lado dela....
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2020.10.16 21:12 Scalira Escritor frustrado pede opinião

Alguém poderia ler e me dar um feedback?
CITTÀ — di — C A R T A
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prologue
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Era eu, então, um garoto e já era ela uma mulher num corpo de menina.
Creio eu que as garotas amadureçam mais cedo: despertam para o amor e para os caprichos da sensualidade enquanto somos ainda só meninos apavorados, acossados às saias das mães e desejosos de videogames e jogos de bola. Seus olhos afloram antes para a ternura das paixões e seus lábios florescem antes a receber os beijos de um amante, enquanto os nossos são turvos, velados pelos constrangedores beijos lamechas das tias. Selina era uma mulher; eu, um menino. E era ela o meu fascínio.
Sentávamos na mesma fila, na mesma sala. Eu atrás dela. Via, dia após dia, aquele seu cabelo louro que era tal qual aço escovado. A curvatura perfeita de sua nuca; a pele de um bronze-praia que se perdia na gola da camisa para esconder sabe deus quais mistérios, sabe deus quais prazeres. Havia ali, entre o pescoço e a orelha, uma marca de nascença que era a marca de um pirata; o sinal de um tesouro enterrado que eu desvendaria se pudesse estirar os dedos e tocá-la, deslizar a ponta dos dedos pela arredia penugem dourada de sua orelha. Haveria um arrepio, então. Haveria eletricidade no ar, como o assobio da tempestade no vento. Ela voltaria os olhos para trás e eu veria o assombro de surpresa naqueles olhos verde-mar com os quais eu sonhava sem saber por quê. E o que eu faria, então?
Meus desvarios mais inventivos envolviam segurar-lhe a mão, eu acho. Examinar-lhe os dedos. Andar com ela pelos corredores, de mãos dadas. Sentar-me com ela no recreio.
Mas era eu um garoto e era ela uma menina. Uma menina crescida. Seus olhos eram velhos quando os meus eram novos. Ela vira o mundo. Havia visto as estrelas e já eram elas puras banalidades para as quais os meus olhos ainda não haviam ascendido. Eu ainda deslumbrava-me com a beleza do mundo, das coisas vivas, da simplicidade; ela trazia um cansaço naqueles ombros escondidos que eu jamais conheceria.
Mas eu a amava. Sei que amava. O amor puro de uma criança por outra criança. O amor puro de um menino que sonha em segurar a mão de uma menina e olhar fundo em seus olhos e dizer que a ama. Sonhava, talvez, com a esperança — oh, a mais irreverente loucura! — de que ela me beijasse a bochecha. Haveria, então, combustão. Seria eu fogo, seria ela paixão.
Eu a amava, mas Selina não amava ninguém.
Não fomos amigos naqueles dias de infância.

Fui-me embora naquele ano com meus pais a tentar a sorte na grande São Paulo, quando pensávamos haver por lá melhores oportunidades do que na pequena Buri. Meu pai, trabalhador do campo, sobreviveu a duras penas na selva de pedra e, quando o dinheiro encurtou e as contas do mês apertaram, fizemos o caminho de volta para o interior e para os roçados arrendados nas grandes plantações. Os grandes laranjais iam até perder de vista naquela terra escura queimada a café e, quando voltamos àquele rincão, houve uma choça para nós, a que chamamos de lar, e nos juntamos aos trabalhadores pobres a lavrar a terra e colher as frutas rotundas, rebentando de doces, trazidas a baixo por nossas mãos calosas e feridas.
À nossa chegada o sítio era um pedaço de terreno pantanoso, no qual o barro formava poças lodosas onde corriam cães e trotavam mulas e o pouco de verde que havia de grama penava a vingar sob o pisoteio dos animais. Pela manhã, duas vacas careciam de ordenha. Os porcos chafurdavam irrequietos no chiqueiro e um velho galo, cujas esporas saltavam para fora dos pés tais quais duas baionetas, esgoelava-se ao nascer do sol e ao findar do dia. Era seu canto agudo bramido do topo dos telhados que marcava o passo do dia de trabalho. O sol inda nem nascera e estávamos, então, em pé: era eu moço feito no estirão da idade quando voltara à vida do roçado em Buri.
Eram corridos dez anos desde que vira Selina.
Ela era um casual sonho que visitava-me tal qual o lampejo de uma luz que faiscasse na mais completa escuridão. Lembrava-me, então, da garotinha do cabelo dourado; o anjo de bronze que caminhava entre nós e cujos olhos distantes falavam do mar e de traiçoeiras águas. Ela, que jamais fora minha amiga. Ela, que jamais voltara o rosto para trás. Não havíamos trocado palavras naqueles longínquos dias de escola e, inda assim, eu a amara. Uma criança, verdade, mas puro era o amor que eu havia lhe entregado. Nem antes, nem depois pude experimentar a mesma pureza de sentimento que havia sentido por aquela luzinha que brilhava no escuro dos dias, nas primeiras horas da manhã; aquele sorridente solzinho de caninos acavalados a quem eu daria o mundo para que sorrisse para mim. Mas então, tantos anos depois, moço beirando a maioridade dos dias, sua lembrança era só um faiscar de nostalgia, um borrão lançado a uma página; uma figura fugidia que brincava entre meus dedos e que desaparecia toda vez que eu tentava olhá-la mais de perto.
Àquela feita eu já havia conhecido os mistérios que guardam as mulheres. Havia trocado beijos com as moças da cidade e deitara-me em seus braços desejosos de paixão. Havia perdido a crença em amores que duram para perder-me no vale dos prazeres que aqueles corpos delgados ofereciam sem muito compromisso. No fulgor da adolescência garotos são só garotos: há competição por quantas bocas beijamos, por quantas frases feitas nos conseguirão o calor do corpo de uma jovem guria. Assim, um rosto era só mais um rosto. Um beijo, só mais um beijo. Um corpo, só mais um corpo. E eu me perdia na imensidão das mentiras contadas, dos casos escondidos, das escapadas noturnas e o fastio daquelas perambulações só me fizeram descrer do que quer que eu tenha acreditado, um dia, que o amor pudesse ter sido. Via-me num interlúdio de paixão e prazer que era inócuo de sentido.
Mas de vez em quando eu pensava na luz.
Pensava naquela figura fugidia que já não me permitia vê-la, como fosse eu um garoto crescido que deixara de crer em fadas.
Já não me lembrava de como era a sensação de amá-la. Algo em mim doía por esse amor perdido, jamais realizado. Mas era essa a vida. Cremos eternas certas coisas — a dor, o medo, o amor —, mas tudo passa. Ficam-se as lembranças, mas mesmo estas são incertas; cremo-nos muito certos de que as coisas foram tais quais foram, mas, assim, por que não podia mais lembrar-me do exato verde-mar dos olhos dela? Não lembrava-me mais se a marca — a marca do tesouro, a marca dos mistérios — ficava à esquerda ou à direita e quanto mais tentava vê-la com clareza, mais sua imagem desfazia-se no luscofusco da névoa; ora surgindo, ora desaparecendo. Sabia que havia amado, mas não sabia mais que queria dizer isso, tal como sabia que um dia tivera, eu, oito anos, mas já não podia reproduzir a velha alegria da infância ao bel-sabor da adolescência.

Não a reconheci quando a vi outra vez. E quando a reconheci, não houve, tal qual nos livros, o reavivar do amor esquecido.
Ela era outra, e eu também. Não tínhamos mais oito anos e jamais teríamos outra vez. O passado era melhor intocado, diriam. Uma memória perfeita, cristalizada no tempo; um reino próprio em que não se pode mexer nem alterar. E mesmo lá, talvez, eu não a houvesse compreendido; mesmo lá, talvez, eu não a houvesse amado — a Selina-menina, a Selina-verdade —, mas amara um sonho. O sonho que tinha dela, o sonho de tocar-lhe as mãos e de sentar-me com ela no recreio. O sonho do seu sorriso amado. Mas havia fechado os olhos para os dela; aqueles verdes-mares antigos, antigos como a terra, aos quais nunca me dei o luxo de entender. Não sabia disso, então, mas agora, já velho, ao escrever estas memórias, vejo que a Selina amada só existira, então, em minha mente, onde ela era toda a certeza de uma vida de sonho e felicidade. Não pude entendê-la, então. Duvido que possa entendê-la agora. Viemos a nos conhecer, como ficará claro adiante, mas Selina era então, como o é agora, um mistério para mim.
Estávamos matriculados no mesmo liceu e, quando as aulas retornaram, esbarramo-nos pelos corredores. Não estávamos na mesma classe - havia eu reprovado um ano do ginásio a procurar emprego em São Paulo e, uma vez arranjado, trabalhara no carregamento de caminhões por todo o dia. Não era boa a paga que roubava-me de meus estudos, mas eram aqueles dias difíceis e qualquer vintém a mais pesava na comida da mesa. Estava no penúltimo ano do colegial e ela já findaria os estudos naquele ano em que a reencontrei.
Selina estava mudada. Não era algo em seu porte ou seu semblante, pois ainda havia muito da menina da carteira em frente naquela moça que nascera ali, e, embora houvesse crescido um palmo e ganho a sinuosidade em que se perdem os olhos masculinos, pouco mais mudara. O que não me permitiu reconhecê-la, porém, não foram suas ancas ou seios, nem o crescer de seu palmo e meio, mas a ausência da luz que antes alumiara as infindáveis manhãs de nosso antigo colégio.
Era tal qual um vagalume moribundo e, naqueles seus olhos fundos, podia ler eu estórias de privações e de castigos que a haviam esmorecido e, vez a vez, acossaram o brilho de estrela da menina amada até não ser mais que o último suspiro de uma vela que morresse na noite mais escura.
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2020.10.14 12:21 DonaBruxa_Deyse A Prostituta- Verídico

🕷🕸Relato recebido. Foi contado por uma mulher sobre seu contato com Setealém.🕸🕷
Eu sou Brasileira e morei em Milão/Itália entre os anos de 2003 à 2015.
Minha mãe tinha cidadania italiana, pois na sua juventude tinha sido modelo e morado na Itália. No seu tempo, chegou até a atuar em alguns filmes do de Sica. Mas minha mãe era fria, ruim, maldosa. Não dava a mínima pra mim. Ela era alcoólatra e me batia desde sempre.
Nunca conheci meu pai. Ela jamais citou seu nome. Sempre imaginei que fosse um italiano famoso e mantive a esperança de encontrá-lo. Minha avó era boa e me confortava após as surras. Contava que minha mãe nem sempre fora assim. Que era doce, meiga, sorridente. Mas que depois que voltou de vez da Itália pro Brasil, nunca mais fora a mesma. Tinha se transformado num monstro e que nem a reconhecia mais. Eu só pensava em fugir de casa. Minha avó morreu em 2002. Fiquei ainda mais sozinha.
Quando fui descoberta como modelo, não pensei duas vezes e fui embora. Minha mãe assinou os documentos e pela primeira vez na minha vida, parecia feliz por estar se livrando de mim.
Cheguei em Milão com 15 anos na esperança de seguir carreira como modelo. Sai do Brasil com um contrato assinado para desfiles de modas e realmente, desfilei por 2 anos. Porém, muitas meninas chegavam com o mesmo sonho, por ser um mercado com muita competição, os trabalhos foram diminuindo. Morava num apartamento perto de monte Napoleone e dividia com mais 5 garotas também modelos.
Comecei a trabalhar como vendedora pra uma loja de grife: Chanel. Mesmo recebendo comissão, era muito cara o estilo de vida que levava e tinha o sonho de ter sucesso na vida.
Uma das minhas colegas de apartamento, não escondia de nós que trabalhava como Ragazza imagine em danceterias e saia com clientes ricos depois dessas noitadas. Na verdade, ela era uma garota de programa e saia com a nata da sociedade milanesa.
Eu estava de saco cheio daquela vida e eu mesma pedi que ela me apresentasse para seu “chefe”. Era uma agência de “modelos”. Fiz fotos para um “book” que seria exibido para clientes que procuravam meninas com o meu perfil. O cachê para esses encontros partiam do valor de €1.500,00 por três horas de encontro. Esse valor livre em minhas mãos.
Nesse período em que trabalhei pra essa agência, sai com jogadores de futebol, políticos, artistas, sheikes árabes, milionários… Rolava sexo e muita droga. Eram homens generosíssimos e além do cachê pré combinado, ganhava gorjetas e muitos presentes. Nós não éramos obrigadas a usar, mas confesso que tornou-se um vício também. Numa sexta-feira, fomos chamadas para comparecer na agência.
Foi nos explicado que um cliente muito importante escolheria 7 garotas para um “evento”. Seria pago 17 mil euros para cada antecipadamente. As escolhidas seriam levadas por um motorista na data e horário combinado è trazidas de volta no fim do evento. Deveríamos assinar um termo de silêncio e que nada visto ou ouvido poderia ser divulgado. Meus olhos brilharam ao imaginar o valor que seria pago. Entrou então um avaliador. Ele estava ali para escolher as 7 meninas. Ele vestia terno caríssimo, sapatos que brilhavam, luvas pretas de couro, óculos escuros, mas eu pude sentir um desconforto toda vez que ele olhava para mim. Ele não falava nada. Parecia fraco, adoentado mesmo, pele amarelada. Todas as meninas vestiram biquínis, formamos uma fila e começamos a desfilar para ele. Ele apenas apontava o dedo para as que escolhia. Eu fui uma delas. Vibrei por dentro.
Houve uma segunda etapa da seleção, onde tínhamos que responder uma sequência de perguntas, que não faziam muito sentido naquele momento:
Você mora sozinha? Acredita em Deus e outros seres? Você tem medo do escuro? Transaria com um réptil? Qual período de tempo mais longo que aguentaria ficar sem beber água ou líquido? Acredita em orações ou rezas? Sabe dizer uma de cor nesse momento? Já ficou presa dentro de um quarto sozinha numa casa desconhecida? Você se considera uma pessoa capaz de guardar segredos? Se você desaparecesse, alguém sentiria sua falta?
Entre outras perguntas totalmente sem nexo....mas enfim, ricos são excêntricos, pensei!
Sai de la, com meus euros garantidos, porque no fim do processo, cada uma das 7 recebeu na conta o valor combinado. Deveríamos ir lindas e o tema da festa era “Mascarados”.
Sai da agência tão feliz. Resolvi comprar vestido, sapatos e bolsas novas. Comprei perfume e maquiagem. A festa seria na noite seguinte e meu motorista me buscaria as 19 horas em ponto.
No horário combinado, toda linda, eu aguardava no hall de entrada do prédio o tal motorista.
No termo que assinei dizia que não nos era permitido o uso/ portar nenhum aparelho fotográfico ou celular.
Então, parou um carro preto antigo, muito velho e desceu um homem tão estranho quanto o que me escolheu na seleção da agência.
Ainda assim de forma educada, sem olhar para mim, abriu e fechou a porta do carro.
Ele não trocou uma palavra comigo durante uma hora e meia até chegar ao local do evento.
Sabia que estávamos na região do lago de Como, mas nunca vira ali na Itália uma estrada tão deserta. Não cruzamos com nenhum Autogrill. Até chegarmos a um castelo antigo, que a primeira vista parecia abandonado. Estávamos no meio do nada e ali tinha um castelo! Ao adentrar no castelo, vi no meio do salão minhas 6 amigas. Estávamos lindas, ansiosas. Nos cumprimentávamos, quando ouvimos 7 rufadas de um tambor. Congelamos. Apareceu uma mulher vestida de preto e seu rosto escondia-se atrás de uma telinha do seu fascinator. Fez sinal para que a seguíssemos e fomos até outra sala ainda maior. Antes de entrarmos nessa segunda sala, a cada uma de nós foi perguntado ( pela senhora de preto): -Acredita na unidade daquele que é um só? Todas nós respondemos que sim ( nem sei dizer porque respondi que sim) e entramos no grande salão. Estava escuro e de repente, mais sete rufadas de tambor e a nossa frente, uma luz amarela acendeu. Era uma luz amarelada estranha, meio fraca, piscava e a nossa frente surgiam pessoas mais estranhas ainda. Ouvimos uma música que nos perturbava. Ficamos sem reação. Deveríamos dançar? Conversar? Sorrir?
Notei que aquelas pessoas pareciam pertencer a uma alta classe social porque por mais estranhas que fossem, havia muita pompa no modo delas vestirem-se e portarem-se. Repito que era tudo estranho e feio! Havia homens e mulheres e até crianças mascaradas naquela festa! Pessoas ricas com roupas tão surradas? Havia um cheiro muito forte no ar. Como se algo tivesse estragado ou em putrefação. A música era a mesma e eu já não entendia nada. Aos poucos, homens mascarados se aproximavam. Um deles, cambaleando chegou até mim, sorriu e NÃO TINHA DENTES. Me disse algo e seu hálito me atingiu... Inconscientemente, levei a não até a boca e nariz! Quase vomitei. Ainda assim, disfarcei e sorri. Quando ele encostou a mão gelada no meu antebraço, senti que cairia no chão.
Ele pressionou meu braço e me levou para dançar. Se é que aquilo seria dançar... davam uns pulos, tinham trejeitos e a falta de coordenação daquele povo poderia ser considerado patético!
Suportei por bem uns 10 minutos aquele bafo, mãos geladas sobre mim... Até que pedi algo para beber. Ele disse numa voz rouca mas fina, que não tínhamos permissão para beber nem comer.
Gente, que absurdo.
Porém, tinha levado meu pozinho mágico e seria obrigada a usá-lo para aguentar aquele show de horrores. Lembrando que já tinha embolsado meu dinheirinho, estava tudo Ok. Pedi para usar o banheiro e então a senhora de preto me levou. Iluminando o caminho com uma vela preta. O banheiro era a coisa mais NOJENTA que há vi na vida.
As privadas estavam todas sujas de m€£%¥. Tinha até vermes na água que fica parada no vaso. Pedaços de carne podres! Não tinha descarga. Ao tinha torneiras. Desisti de fazer xixi. Usei minha bolsa de apoio e fiz a maior carreira de minha vida. Quando voltei para o salão as pessoas tinham desaparecido. Só tinha uma mulher mascarada que me observava. Resolvi que deveria puxar assunto e caminhei na direção dela. Faltavam 5 passos e vi que uma senhora também de preto a arrastou. A mascarada gritou: - Eu sou você! ( disse meu nome!!!)Vá embora! Fuja daqui! Nós liberte desse inferno! Na confusão, sua máscara cai e pude ver seu rosto. Aquela mulher era idêntica a mim! Era eu num outro corpo. Nada pude fazer... A vi ser levada. Minhas colegas já tinham sumido e eu fiquei sozinha ali. Senti as mãos geladas no meu braço outra vez. Era aquele horrorizo novamente. O povo parecia ser muito ruim de festa. Ninguém falava, ninguém tia ou cantava, vão podíamos comer ou beber! Fui levada até um quarto . Passamos por corredores frios e escuros. Eu e ele! Meu coração batia forte... Não sabia se era a droga ou o medo. Comecei a escutar gritos ao passar por outros quartos. Chegamos ao “nosso” quarto! Era tão ridículo e feio quanto todo o resto até aquele momento.
Uma vela preta estava acesa. A única luz naquele quarto frio.
Tinha chegado a hora.. Teria que fazer jus ao dinheiro pago por aquela noite. Estava arrependida já!
Comecei a me despir, o homem, tirou a máscara e falou:
-NÃO OUSE!
Paralisei!
-Sente-se!
Ela falou comigo sem abrir a boca!
Sentei e ele me explicou:
-Eu sou seu irmão. Sou filho da mulher que gritou seu nome. Meu pai aprisionou ela aqui há anos. Ele é prefeito aqui. Você está num lugar que não existe. Aqui é o meio. Aqui é Sathlem ( algo assim)... Não sei escrever ou repetir. Prometi à ela que te libertaria. Suas amigas jamais voltarão. Já pertecem a esse lugar.
Quanto mais ele falava, mais lúcida eu ficava. Será que esse pozinho era tão forte assim? Só pensava nisso?!? Como eu poderia estar pensando nisso?Meu Deus, estou tendo uma overdose! Não é possível!
E o estranho concluiu meu PENSAMENTO: - Não, você não está alucinando ou alterada. Você foi despertada pelo UM SÓ! Não fale mais nada para não desperta-lo!
Comecei a chorar! Queria devolver o dinheiro! Queria ir embora.
Comecei a ouvir passos... Como se um gigante se aproximasse. O estranho fez sinal para eu calar a boca. Não era capaz de controlar meu choro. Até o estranho pressionar com o dedo um ponto na minha garganta! Doeu muito. Ouvi ele pedindo desculpas por fazer aquilo e perdi os sentidos.
Acordei na minha cama. Estava com o vestido e sapatos da festa.
Tinha um bilhete escrito na comoda do quarto escrito assim:
Senti tanto medo. Jurei que nunca mais beberia ou me drogaria na vida e pararia com aquele “trabalho” Realmente, nunca mais fiz nada daquilo.
Meu telefone tocou e era o agente. Precisava ir até a agência.
Fodeu, pensei! Fodeu, fodeu, fodeu!
Mas fui... Porque sabia que se vão fosse, eles viriam ate mim. Meio que você começa a fazer parte da máfia! Você tem que prestar contas!
Fui com o coração na mão! Bom, pensava a, gastei o dinheiro somente com o vestido, bolsa, sapatos e maquiagens. Não tinha gastado tanto e teria como cobrir os gastos e devolver os 17 mil.
Quando cheguei lá, o agente me tratou tão bem... Disse que eu tinha sido venerada e exaltada. Que tinha sido profissional e me destacado . Gostaram tanto de mim que pediram meus dados bancários porque me fariam um agrado!
Entendi que o agente tinha sido recompensado. Perguntei sobre minhas colegas e ele mudei de assunto: -Que colegas? De quem você está falando?
(NUNCA MAIS AS VI!) Não eram amigas. Nas as viagem festas e tal... Jamais as vi novamente.
Fui até um ATM e quando solicitei meu saldo, quase caí de costas! Havia sido depositado na minha conta alguns muitosssss 00000000000 de euros.
Com essa grana, mudei minha vidaComprei um apartamento e carro. Estudei. Conheci um grande amor. Tenho filhos. Moramos na Bélgica. Sou estilista de moda e tenho minha grife!
Tenho sonhos recorrentes com aquele lugar onde estive. Meu marido sempre comenta ter a sensação de estar sendo seguido ou observado. Diz ver carros estranhos parados na rua de casa. Comenta sobre carros estranhos! Digo que é apenas impressão dele!
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2020.10.14 12:19 DonaBruxa_Deyse Sobrenatural-Verídico

Preciso dividir isso com vocês! Relato de uma consulente que me procurou desesperada por ajuda espiritual. E irmãos de fé, me ajudem porque nunca lidei com isso não!
Eu ouvi todo o relato. Quanto mais ela contava, mais certeza eu tinha de que se tratava de SETEALEM!
Ela relatou que em maio, devido a pandemia e quarentena, sua família resolveu que seria melhor todos ficarem juntos no sítio dos pais dela, em Sorocaba. Disse que desde o momento que fazia a mala deles, uma sensação de que algo daria errado, pesava. Foi na gaveta do seu filho, que encontrou uma camiseta e um shorts que nunca, jamais vira antes. As roupas estavam sujas, eram velhas, encardidas e cheiravam mal. Nunca teve diarista em casa. Como poderiam aquelas roupas estarem ali? Perguntou pro pessoal e ninguém prestou atenção. Ninguém nunca presta. Naquele dia não estava a fim de começar a gritar tão cedo. Mas estavam todos estressados com os preparativos e ela sozinha pra fazer tudo, deixou pra lá! Enfiou as roupas numa sacola de mercado e deixou no chão, do lado da máquina de lavar na área de serviço. Ela, marido, a filha de 18 anos e seu filho de 5, saíram de São Paulo e seguiram pro interior. Durante a viagem, pra chegar no sítio, passam por uma estrada de terra. Seu filho de 5 anos disse algo que naquele momento não fez sentido algum: - Nem acredito, mãe, que estamos perto da casa do meu melhor amigo que ainda vou conhecer! Eles não deram atenção alguma pro menino. Minutos depois, ouviram um barulho como se tivessem passado por cima de algo na estrada e um dos pneus explodiu. O marido dela controlou o volante e estacionaram. Ele desceu e confirmou que o pneu tinha estourado. Ela pegou o celular pra avisar seus pais sobre o acontecido e que por isso atrasariam. Notou que não tinha sinal de rede em nenhum dos celulares. Não tinha no dela, não tinha no do marido, nem no da filha! Marido trocava o pneu e xingava porque ele nem queria ficar com a família dela! Nisso ela se virou pra trás porque percebeu que o menino estava acenando pro nada todo feliz! Sua filha começou a implicar com o irmão e disse: - Olha mãe, moleque doido! Começou já com as graças. Nisso o menino responde: - É o meu amigo! O amigo que vou conhecer. Olha mãe! Olhaaaa lá! Ela estava cansada, com fome, vontade de fazer xixi, sede e aquilo deixou ela mais puta ainda e nem se deu ao trabalho de responder os filhos. Pneu trocado, seguiram viagem na força do ódio. Uns quilômetros a frente, passaram por um posto de conveniência. Nunca vira esse posto antes. Não era a primeira vez que fazia aquele caminho. O sítio era da família desde que os avós dela casaram. Sua mãe nasceu ali. Ela foi criada ali e fez aquele caminho milhares de vezes desde bebê! Era um posto velho. Tão depredado que parecia estar desativado. Desativado se não fossem uns carros antigos também caindo aos pedaços estacionados em frente. Quem coleciona carro caindo aos pedaços?!?!? Comentou com o marido: - Meu amor, e esse posto que nunca vi na vida! Você viu?! O marido já exausto, responde: - Não prestei atenção! Mas se não viu antes é porque você é cega. Nem olha com essa cara porque você responde pra mim desse jeitinho sempre! Ela respirou fundo pra não começar uma briga ali... faltava tão pouco...perguntaria pro pai dela quando chegasse lá! E foi a primeira coisa que perguntou pro pai depois de abraçá-lo. O pai dela achou engraçado e respondeu que depois di galpão da firma tinha mais nada até chegar no sítio não. Tinha sim! Tinha porque ela viu! Mas também resolveu deixar pra lá esse assunto. A primeira semana foi uma maravilha! No final de semana seguinte, a irmã dela chegou com a família. A avó cozinha umas delícias. Os homens faziam churrasco e tomavam cerveja à vontade. O marido que não queria vir era o que mais aproveitada! A criançada brincava, pulava na piscina, corria livre, dormia e acordava tarde. Mas ela notava o filho dela meio aéreo, mais calado e não estava interagindo com os primos. Algumas vezes teve a impressão de ouvi-lo conversando/ cochichando com alguém mas quando se aproximava, ele se calava. Num sábado, resolveram fazer lasanha, mas faltava queijo, presunto, carne moída pro molho e extrato de tomate. Alguém teria que ir no mercado e pela primeira vez na vida, a filha dela se dispôs a buscar. A menina era habilitada há meses, dirigia por São Paulo, ia e voltava pra faculdade sozinha com o carro da minha cliente. E que perigo teria naquela estrada de terra, pouco ou nenhum movimento e ela iria até o supermercado mais próximo. O filho dela e os sobrinhos quiseram ir também e providenciaram suas máscaras e correram pro carro. Entregou uma nota de 100 reais pra sua filha fazer as compras. Ela me contou chorando que sua consciência pesa por ter pensado e falado pra irmã: - Graças a Deus, pelo menos por uma hora, teremos paz sem essas crianças gritando e correndo! A gente merece um pouco de silêncio sem filho gritando por mãe. A irmã dela riu e concordou.
Segundo ela, olhou no relógio na parede da cozinha, e faltava uns minutos pro meio dia.
O desespero estava pra começar!
Tinha passado uma hora desde a ida e nada dos sobrinhos e dos filhos voltarem. Resolveu ligar pro celular da filha e caia direto na caixa postal! Ligou dezenas de outras vezes e nada. Gritou o marido que estava na churrasqueira. Ele, o cunhado e o pai dela estavam bebendo desde às 8 da manhã. Quando ela relatou sua preocupação, eles não levaram a sério. Segundo os homens, as crianças logo estariam de volta...e foram beber mais. O coração dela apertou e lembrou do posto que vira na estrada, do filho acenando pro nada... não fazia sentindo, mas só pensava nisso. Tentou ligar mais vezes e como nada de atenderem, ela e a irmã pegaram outro carro e foram atrás dos filhos. De longe viram o carro que a filha dirigia encostado na estrada. Ela sentiu alívio por alguns segundos porque quando se aproximaram, o carro estava vazio. A irmã dela até aquele minuto parecia estar muito preocupada não. Porém, desceu do carro chorando. O carro estava parado sentido cidade ou seja, eles nem chegaram ao supermercado. Não tinha sinal deles! Sumiram! O celular não tinha rede, sem serviço e não tinha como pedir socorro ou ligar pra família. As pernas dela tremeram e caiu ajoelhada na terra rezando, pedindo a Deus por ajuda. Nessa hora, ela só lembrava que tinha sido ali que vira o posto de conveniência. Meio ao choro e grito contou pra irmã que vira o tal posto no caminho pro sítio. A irmã dela sem entender já gritou que nunca teve posto ali merda nenhuma. Minha cliente resolveu que iria encontrar o posto porque tinha merda de posto sim! O carro era da irmã dela que respondeu no gritou que não sairia de perto do carro, caso os filhos voltassem. Alguém tinha que avisar a família que estacavam em casa sem saber de nada! Entre gritos e mais choro, resolveram que a irmã voltaria pra avisar os outros e do sítio, ligaria pra polícia. Minha cliente esperaria no carro. Lógico que não conseguiu esperar e decidiu que procuraria por eles. Saiu com o carro que a filha dirigia. Dirigiu até o galpão da firma que tinha na estrada! Nada do posto. Fez o retorno, foi até o lugar que encontraram o carro abandonado e nada. Ela me contou soluçando que não era possível aquilo estar acontecendo. Desespero tinha atingido nível máximo! A irmã não voltava e a hora estava passando... e se ficasse noite?!?!? O que teria acontecido? Assalto? Sequestro? Nesse desespero fez o trecho até a firma, ida e volta, umas 5 vezes até cruzar com o carro da irmã. Vieram o marido, seu pai, cunhado e irmã. A avó ficou em casa, caso a polícia ou as crianças ligassem. Os homens bebados, ela e irmã histéricas! Ninguém se entendia. Depois de muita discussão quando tinham chegado à conclusão que o melhor era ir até a delegacia fazer um boletim, chega uma viatura com dois policiais. Ela tomou a frente e contou o ocorrido. Falou sobre ter visto por ali um posto de conveniência. Nessa hora os dois policiais se entreolharam. O marido dela emendou que ela era doida e que outra vez estava falando desse maldito posto. Um dos policiais, muito calmo contou que apesar de não existir nenhum posto naquele trecho, não era a primeira pessoa a relatar ter visto um. Sem contar muitos detalhes, falou que também não era a primeira, nem segunda vez que pessoas se perdiam e desapareciam naquela estrada! Os polícias pediram para que todos seguissem até a delegacia. Minha cliente e o marido, foram no carro encontrado na estrada e os outros, no carro da irmã. Na delegacia, um boletim de ocorrência foi feito. Mas todos os policiais ao ouvirem o relato, se entreolhavam de modo muito estranho. Só minha cliente notou. A polícia deveria esperar 24 horas após o desaparecimento pra iniciar as buscas! Um daqueles dois policiais que atenderam a ocorrência na estrada, disse baixinho pra minha cliente ficar calma que as crianças apareceriam. Porque todos tinham voltado de lá! Ainda na delegacia, ligavam de minuto a minuto pro sítio com esperança de receber boas notícias. Saíram da delegacia, por volta das 23 horas, ligaram mais uma vez pro sítio no caminho de volta. Nada! Ela e o marido não trocaram uma palavra...ambos choravam! Porém, ao estacionar o carro, ouviram as vozes das crianças e da avó. Ela sentiu um alívio e entrou na casa, agradecendo a Deus. Quando correu pra abraçar os filhos, paralisou. Impossível! Era impossível seu filho estar vestindo o shorts e a camiseta que ela tinha tirado da gaveta e deixado dentro de uma sacola deixada no chão da lavanderia, na sua casa em São Paulo! NÃO ERA POSSÍVEL!
Relato das crianças e da filha:
A filha contou que enquanto dirigia pro supermercado, viu o posto de conveniência, seu irmão, o filho da minha cliente de 5 anos, ao ver o tal lugar pediu pra parar ali! Ele pediu tanto, apelou usando “ por favorzinho” que convenceu a irmã a parar pra comprar tudo ali mesmo. O estacionamento da tal conveniência estava lotado de carros antigos. Seria melhor deixar o carro na estrada. Pensou que fosse um desses encontros de colecionadores de carros antigos. Nunca tinha visto nenhum daqueles modelos antes! A menina ainda relatou ter pensado em como alguém compraria ou colecionaria “uns trem” tão mal cuidado, caindo aos pedaços?!?!?!?!? Mas que só poderia ser coisa de”véi” mesmo. Entraram todos no estabelecimento e “bizarro” foi o termo usado ( pela filha dela) pra descrever o local e as pessoas! -Era um povo feio, tudo com pele amarela de doente, dentes podres, os homens e as sobrancelhas grossas e unidas... inclusive a de todas as mulheres! Até as crianças eram horrorosas... Crianças tinha fisionomia de velhas e sofridas! O lugar fedia! Fedia podre! Uma barulheira, todo mundo berrando, tocava uma música que ela não conseguia explicar. Era um ruído que estava grudado na cabeça dela. A música era um xiado fino, alto que dava a impressão de estar tocando dentro do corpo dela. A música machucava o seu pensamento. Era uma penumbra... uma luz que não iluminava e era difícil enxergar as coisas... ela tinha que forçar os olhos, piscar algumas vezes até distinguir os objetos ao redor. Objetos que nunca vira! Não dava pra imaginar a utilidade deles! Eram muitos corredores e prateleiras cheias de comida e coisas sem sentido! Enquanto se concentrava pra lembrar tudo que precisava comprar pra lasanha, a música dentro dela apagava as palavras. Ela fechou os olhos e forçou a memória... Talvez a força do seu pensar fez a música parar. Fez as pessoas pararam de gritar! Sentiu as maozinhas dos seus primos agarrarem sua mão e sua roupa. Ela sabia que estava chorando. Disse: - Mãeeeeee, fiquei com medo de abrir os olhos porque eu senti o peso daquele povo bizarro encarando a gente. Só abri porque ouvi um deles( referindo a um dos primos) dizer meu nome! Quando abri os olhos, meu irmão tinha desaparecido. Ele tinha sumidoooooo!!! Mãeeeeee, ele sumiu e não foi culpa minha... foi um segundo! As luzes começaram a piscar. Era uma luz sem cor, parecia que estávamos dentro de uma das fotografias daqueles binóculos da vovó! E as pessoas apontavam o dedo na nossa direção, gritando...eles gritavam sem mexer a boca: INTRUSOS, SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! VOCÊS NÃO PODEM FICAR AQUI, SAIAM DAQUI! Eu olhei pra uma senhora que estava bem próxima de nós e pedi ajuda. Contei que precisava comprar o que a mae nos pedira ... perguntei se ela tinha visto pra onde fora meu irmão. Mostrei o dinheiro! Ela riu!Quando ela abriu a boca sem nenhum dente, senti um bafo tão podre que o vômito quase saiu! Os primos estavam chorando, tremendo agarrados em mim! Comecei a chamar ele ( irmão/filho 5 anos)... e os bizarros, outra vez começaram : INTRUSOS, SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! VOCÊS NÃO PODEM FICAR AQUI, SAIAM DAQUI!
Eu não conseguia me mexer. Não dava pra andar!
E a música entrou em mim outra vez, mais alta e barulhenta! Minha cabeça doía e achei que desmaiaria. Nunca desmaiei... nas sabia que estava pra cair dura no chão! De repente, mas um de repente que pareceu horas, meu irmão aparece de mãos dadas com um bizarro tamanho criança. Ele veio dizendo que era o amigo que ele disse que conheceria aquele dia no carro no futuro. O bizarro chegou perto da gente dizendo que também me conhecia! Que já tinha falado que ( o filho de 5 anos) deveria fazer comigo o que (ele, bizarro!) tinha feito com a irmã dele! Eu puxei ele( apontou pro irmão) pra perto da gente! Mãe, ele não queria vir com a gente! Disse que ficaria com o amigo lá. Aí eu fiquei louca, fui arrastando todo mundo pra fora! O bizarro amigo dele, disse pra eu não falar alto porque “O ALGUEM”poderia acordar e pegar a gente pra ele! Eu mirei o rumo da porta, comecei a correr, as crianças também e o bizarro atrás da gente. Tinha escurecido. Era noite! Tinha neblina, um frio que esfriou meus ossos. Daí a gente correu muito! A gente corria e não chegava nunca até a estrada! Mas quando conseguimos, eu olhei, eu pisquei pra ver melhor e o carro tinha sumido. Sumidooooooo! O carro não estava mais lá! Sentamos no meio fio, meu irmão chorando porque queria voltar pra ficar com o amigo, os primos pedindo pela tia! Eles tremiam e batiam os dentes de frio! Entrei em pânico,porque como eu explicaria que perdi o carro, não comprei as coisas! Foi aí, que vi você mamãe, passar na nossa frente dirigindo nosso carro. Gritamos, corremos atrás de você, acenamos e você não olhou! Você não ouviu a gente gritar! Maeeeeee, você foi e voltou, foi e voltou, foi e voltou! Depois passou a tia em outro carro com o pai,o vovô e o tio! Mãe e tia, vocês nos ignoraram na beira da estrada. E aquela peste do moleque bizarro, de longe morrendo de rir da gente e gritando BEM FEITOOOOO! Como se não bastasse tudo isso, começou a ventar forte e a tempestade começou a cair. Ficou mais frio e a gente não conseguia respirar de tanta água que caia. A solução foi vir a pé, estrada escura, com chuva...Andamos até aqui!
OS SOBRINHOS:
-A gente ficou com muito medo! - Eu fiquei com tanto, tanto medo que fiz xixi na calça. -Eram monstros! - Eles queriam comer a gente! -Você não viu?!?!? Eles iriam picar a gente pra vender como carne moída! -Sera?!? E choraram muito. Ainda não conseguem dormir sozinhos em seus quartos. A luz tem que ficar acesa! Quando dormem, têm pesadelos e acordam aos berros!
O FILHO DE 5 ANOS:
-Mãe, foi legal. Sabia que meu amigo morava ali? Eu disse! Ele me visitava as vezes nos sonhos. Mesmo quando eu sonhava acordado e de dia! Hoje, a gente brincou de esconde-esconde e pega-pega!Fui na casa dele e comi comida lá! Sujei minha roupa de sangue e a mãe dele me emprestou essa. Essa roupa é do meu amiguinho! Ela falou que vai lavar a minha e depois trazer aqui pra você! Me convidaram pra ir lá outras vezes, passar as férias. Falei que pediria pra mamãe e pro meu papai! Foi super legal e meu amigo disse que já tinha me visto lá no futuro muitas vezes e que morarei com eles pra sempre! Pra sempre é muito tempo? Posso, mamãe? Deixa, por favorzinho?Por favorzinho? Eu convidei ele pra vir aqui amanhã brincar comigo, tá? Se você falar com a mãe dele, ela poderia deixar ele dormir aqui, né?!?!? Deixa, por favorzinho... diz que sim, mamãe!
Voltaram TODOS PRAS SUAS CASAS EM SÃO PAULO no dia seguinte, assim que o dia clareou. Os pais dela colocaram o sítio à venda e moram com ela, por enquanto. Minha cliente acredita que existe um lugar além. Ela tem certeza absoluta e provas disso! Está apavorada. Seu filho fala, brinca, canta, dá gargalhadas e afirma que o amigo está ao lado dele! Assim que entrou na sua casa em SP, correu até a lavanderia. Ela encontrou as roupas que seu filho usava no dia do sumiço. Estavam dentro da sacola, ao lado da máquina de lavar!
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2020.10.14 08:50 PlayMoreZeppelin_ Ressaca que não passa...

Alerta de textão!! Se puder me ajudar como eu poderia tirar essa neura da minha mente, ficaria imensamente agradecida, na moral. Essa merda tá me corroendo
Quero desabafar sobre uma experiência que eu vivenciei no começo do ano e até agora, já quase no final do ano, n consigo tirar da minha cabeça. E, esses sentimentos ficam me atormentando.
Bom, nesse ano de 2020, eu concluo o ensino médio. Então, como muita gente, sabe. É o ano q tá td mundo na neura, querendo badalar e passar o máximo de tempo cm os amigos. Pq vai saber para qual caminho a vida vai levar cada um.
Logo no começo do ano, nós organizamos um churrasco para enturmar melhor o pessoal q era de outro período e mudou para a manhã. Além da galera nova q entrou. Essa tal festa aconteceu num condomínio de uns amigos meus, td planejado, os pais do menino q iriam cuidar do churrasco e td o mais, são SUPER liberais, então, na certa bebida, narguilé e outros trem td autorizado.
Eu estava bem empolgada cm a festa, td combinado pra n dar b.o. aq em casa. Táok, chegou uns dias antes da festa, tava td dando errado. Aquela bagunça q é pra organizar festa pra rapaziada, fora os meus próprios b.o.’s. Estava passando por uns momentos difíceis, deprê pra kct. Cheguei a falar para minha amiga q eu ia de carona, que n iria mais. Tava cm um puta pressentimento ruim. Mas, ela queria muito q eu fosse, pq tava de olho num carinha, q ela tava ficando. E ela n queria ficar sozinha (ela é meio tímida). Blz, ela insistiu tanto q eu acabei mudando de ideia, e deixei os meus pressentimentos de lado.
Chegamos na festa, e eu já dei de cara cm um ex-amigo meu. Nós sempre tivemos uma relação meio conturbada, pq ficamos muito próximos de repente, há alguns anos. Já tive grande carinho por ele, mas ele é uma pessoa um tanto difícil de lidar.
Flashback Quando começamos a ficar próximos, percebi q ele estava criando sentimentos mais fortes q amizade por mim. Então, decidi jogar a real, quando ele foi sincero cmg. N fui rude nem Nd, até pq o considerava muito msm. Ele, no início, pareceu levar de boas a situação. Porém, depois ele começou a forçar a barra, teve um episódio numa festa na casa dele-despedida dele, pq ele foi fazer intercâmbio por um ano(na qual, muitos amigos dele estavam, e tds eles sabiam do que tinha acontecido-pelo menos, a versão dele da história), em que ele tinha bebido uns gorós. Ele foi até onde eu estava, e eu percebi q ele já tava meio alterado. Então, já fiquei mais em alerta. Ele começou a tentar me acariciar, sabe. Falando no meu ouvido, tentando me abraçar e td. Aí, falei pra ele, q n tava curtindo. Principalmente, pq ele tava tentando forçar na frente dos amigos dele. E, basicamente, tds eles ignoraram o fato de eu estar desconfortável cm a situação td. Me despedi, rapidamente, de tds e dele. E, fui embora.
Durante esse ano de intercâmbio dele, ele sempre me ligava, e por um tempo, cheguei a acreditar como ele afirmava cm tanta convicção q ele tinha se desiludido, e queria só amizade. Acreditei, pq ele falava sobre várias minas q ele tinha pegado e td. Agora, vejo que na intenção de me causar algum ciúmes ou algo do tipo. Pois, quando ele voltou do intercâmbio, a família dele deu outra festa, e eu fui convidada.
E, por um tempo, achei q ele realmente tinha desiludido. Fiquei muito feliz, pq realmente apreciava a amizade dele. No entanto, foi só ele beber um pouco, q ele começou a fazer td q ele fez na despedida. Até msm na frente dos pais dele. Fiquei super constrangida, pq entre uma conversa cm o pai dele, ele meio q deixou a entender q a gente já tinha tido um lance mais sério*. Eu fiquei: WTF?. Já comecei a ficar puta da vida, então chamei um Uber. Ele pediu desculpas, e pediu para fazer companhia, enquanto eu esperasse. A gota d’ água foi quando ele tentou me forçar a beijar ele na garagem dele. Aí, eu surtei, falei pra ele, tudo q estava entalado. Ele falou coisas horríveis. O pior de td é q a garagem dele tem câmera, então provavelmente, td mundo lá dentro viu o nosso pequeno espetáculo. O Uber chegou e eu me mandei. Isso foi antes do ano letivo desse ano.
Quando voltamos às aulas já n éramos mais amigos. Então, foi bem tenso vê-lo na festa, assim de cara. Achava q ele n iria.
Retomando Voltando a festa desse ano, ao chegarmos fomos falar cm o pessoal. Até aí, tava td ótimo. Eu e a minha amg rachamos a conta na adega. Estava economizando para chutar o balde nesse dia.
Bebi pra caramba(bebidas suaves, Askov, Corote, algumas batidinhas) , mas como estou acostumada, nem estava tão alterada. Depois disso, oq me lembro foi de td mundo estar mais doido q td, e eu ter tomado um copão de batida de vodka de maracujá misturado cm Halls (experimentos). Foi aí, que td, absolutamente TD, começou a dar errado.
Foi quando bateu o álcool de uma vez, como já tava percebendo q tava ficando doida. Peguei e fui sentir perto dos narguileiros de plantão, trocando ideia. (A essa altura nem lembrava do paradeiro da minha amiga). Só sei q já tinha passado um pouco aquela baque da brisa, então me levantei da cadeira. Tava td okay, até alguém me pegar CM TUDO no colo, mano. TURU BOM? Era ele, o meu ex-amigo, falando: Calma, calma e meu nome.
Percebi q ele tava alterado, então comecei a entrar em pânico. E falei pra ele me colocar no chão. Mas, com o reboliço td de ele ter me levantado do chão, a brisa bateu forte de novo. Me senti fraca e impotente (por fora), por dentro? Eu estava puro pânico, pq sabia q td mundo tava doidão. Ninguém ia notar NADA. Ele me levou no colo para fora do salão, e sentou num banco lá fora. Ele me colocou no banco e sentou do lado. Ergueu as minhas pernas e colocou no colo dele. Eu estava totalmente sem forças, meio desnorteada.
Então, ele colocou a minha cabeça no ombro dele e o meu braço ao redor do pescoço dele. Um pessoal q tava perto começou a notar e perguntaram se eu queria água, ele respondeu q ss, mas q ELE queria cuidar de mim. Aí, n sei, oq deu em mim, mas, eu comecei a questioná-lo sobre o pq de ele ter feito td aquilo antes e ter me abandonado. (Eu sei, sou uma idiota. Mas, acho q até msm o meu consciente, antes daquela noite, n fazia ideia do quanto eu valorizava a amizade dele). Como ele n respondia, eu repetia e repetia. Mas, ele n me olhava nos olhos. Então, eu peguei o rosto dele para ele me olhar nos olhos. Foi, nesse exato momento, que a merda aconteceu.
Ele, simplesmente, me segurou forte e tascou um beijo de língua, daqueles de pegada msm. Eu estava enojada, n queria q ele me beijasse. N queria beijá-lo, n retribui o beijo. Tentei me desvencilhar dele, porém estava totalmente sem forças devido ao porre q eu tomei. Foi péssimo, td mundo lá. Ele alisando td ao alcance dele. Quando ele finalmente me largou. Eu disse um bom: KRL. Vc nunca muda msm. Eu estou interessada em outra pessoa. (Ele sabia disso) Msm, essa pessoa pela qual, por acaso, ainda estou apaixonada, namorava.
Então, ele ficou puto, falou q eu tinha provocado ele. E q ELE estava saindo cm outra pessoa, e que eu o tinha usado, apenas pq a pessoa q eu queria n estava disponível. Td mundo ouvindo. E eu sem forças NENHUMA para ao menos me defender. Me sentindo um nojo. Eu sei q foi “apenas” um beijo, mas para mim, foi muito mais q isso.
Como se já n bastasse, ele ligou para a melhor amiga dele, e contou td oq tinha acontecido. Me colocando óbvio como a bruxa sedutora da história. Tds ao redor observando, afinal nunca fui uma pessoa de ficar cm vários. Aí, a mãe do meu amigo q tava organizando a festa, veio e começou a gritar comigo (tb estava alterada e n era pouco). Ela gosta muito desse menino q me beijou e o defendeu, falando q ele era um menino responsável por já ter feito intercâmbio. E eu mal conseguia balbuciar algo.
Finalmente, quando ela parecia q ia voar em mim, um menino q estudou cmg há muitos anos, falou pra ela q já era demais. E me pegou e levou para longe da confusão. Foi aí, q eu desabei. Me senti suja, pelas coisas q ele falou de mim(tanto para a melhor amiga dela, quanto para as pessoas ao redor), pela forma como a mulher gritou coisas horríveis. E além disso, senti raiva de mim msm, por permitir me sujeitar àquele estado. Chorei muito, lembrando de td e dos problemas q estava passando. O beijo dele indo e vindo na minha mente. As mãos dele no meu corpo. Fiquei tão enojada, que tive que vomitar. E o menino me acalmando, dizendo q tudo iria ficar bem.
Aí, quando eu comecei a me sentir segura, pela primeira vez EM HORAS, ele perguntou se eu queria ficar com ele. N acreditei. Disse q n, e que queria q ele fosse embora. Justamente, nessa hora, minha amg chegou. Devastada.
Contando td a maior ressaca física da minha vida nesse domingo, que se seguiu, após a festa. Nd se compara ao porre q eu tive q aguentar nas semanas q se seguiram na escola. Foi horrível. Nunca dei muita importância para oq as pessoas falam sobre mim. Acho q oq me abalou mais, foi o fato de eu msm ter a msm opinião delas sobre mim. Isso me deixou no chão.
As pessoas que foram a festa contaram oq aconteceu as que n foram. Lembro de entrar no banheiro feminino e a rodinha de meninas pararem a conversa. Minhas amgs de outra sala me contavam oq elas falavam pelas minhas costas, porém sei q elas suavizavam por n quererem me ver pior do que eu já estava.
Os meninos foram os piores, principalmente, os amigos deles. Claro que n foram tds, teve até um menino q ficou puto da vida, aparentemente, ele era o único sóbrio da festa. E viu OQ realmente aconteceu. Eles ficavam me oferecendo bebidas e encontros. Além de olhares maliciosos.
Pelo menos, quando o isolamento começou eles pararam de mandar mensagens ou falar sobre nos grupos. Tive que sair da escola por motivos financeiros, oq ajudou bastante nas fofocas plm.
O meu ex-amigo teve a cachorra de me mandar mensagem, quando eu saí. Perguntando se eu estava bem, q ele ficou sabendo q eu estava saindo da escola. Para falar a vdd, acho q ele pensa q n me lembro de Nd daquela noite. Bloqueei o número dele.
Sei q foi “somente um beijo”, fico repetindo isso a mim msm, para minimizar a situação. Tento ocupar minha mente a td tempo. Mas, uma coisa difícil é vc fugir de algo q está encravado na sua memória. Quando lembro daquela noite, td a vergonha, nojo, esses sentimentos tomam conta como estivesse ocorrendo novamente naquele exato momento. Já chorei muito, muito msm. Pfv, se alguém chegou até aq e tenha algo a dizer, ficarei feliz se puder me ajudar. Tenho estado muito angustiada. N contei a ninguém esses mínimos detalhes.
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2020.10.14 02:49 Krahmukoslovisk Porque não sou feliz?? *aviso de texto enorme*

Sempre que começo a estabilizar ou estagnar sempre me surge um sentimento cruel, de que eu estou preso a algo ruim, que ficarei pra trás. Tenho um desejo incontrolado de sair e começar tudo do zero. Porém quando estou em um lugar novo sinto falta do conforto e do carinho, me fazendo querer desistir. Hoje estou fazendo mestrado, trabalhando em uma ótima clinica e mesmo assim sinto um vazio no peito, uma dor e uma angustia, seriam esses os sintomas tardios do termino? Da realização de um “fim”. Pois é, em 2017 voltando do meu intercambio dos estados unidos eu tive um relacionamento rápido coisa de 3 meses, terminei e pra mim foi tudo bem, não havia história e não havia amor verdadeiro. Alguns meses depois me veio a ruiva mais linda que eu já vi (apesar de não ser ruiva natural caia muito bem nela, e nem se podia notar), eu me apaixonei na hora, mas pensei “não sou cara pra namorar, não consigo me conectar’. Eu não podia estar mais enganado. Os primeiros meses foram difíceis, ela havia terminado um relacionamento que não tinha superado, não queria se envolver, muito menos eu, afinal estava na faculdade e queria curtir tudo na mais absoluta esbornia. Porém o cheiro, o carinho e aquele sorriso me quebrou de uma forma tão intensa que eu não quis acreditar, foram períodos de muita felicidade até o momento que tudo virou de cabeça pra baixo, terminamos pois estávamos muito estranhos e eu não entendi muito bem mas não tive objeção, só que algo não estava certo pra mim eu não conseguia esquecer ela.
Fui atrás e descobri da boca dela uma traição, e que ela estava sendo coagida, foi agredida e teve que sair de onde morava por causa do sujeito. Foi o momento 1 da minha mudança, pois sempre fui um cara que abominou traição e quando a pessoa trai uma vez vai trair de novo, só que eu não consegui, não consegui olha pra ela e dizer que não queria olhar pra ela nunca mais, porque eu queria ela do meu lado, então, foi quando eu deixei ela morar comigo, dividir a casa com quem me traiu e quebrou minha confiança, chorava toda noite, porém não conseguia mandar ela embora não estava certo pra mim, e que apesar do que ela fez pra mim, o que fizeram com ela foi pior, voltaram as amigas dela contra ela, as próprias meninas de republica não ajudaram ela nem mesmo na parte da agressão. Eu resolvi dar mais uma chance pra ela e ó Deus daria mais umas 20, porque depois disso não tive o que reclamar, sempre atenciosa, se preocupava comigo, fez questão de conquistar minha confiança pouco a pouco até eu pensar em casar com ela, porém veio o ponto da virada numero 2.
Final da minha faculdade estava passando por problemas com os professores, a ponto de quase ter que ir no ministério publico para resolver um conflito, meu TCC estava um caco e eu estava a um pingo de ser reprovado no meu ultimo semestre, e isso é claro refletiu no relacionamento, brigávamos sempre pois estava apático a tudo, só conseguia comer e jogar, ela (com toda razão) se sentia abandonada, e eu não sabia se queria continuar namorando pois tudo na minha vida estava triste. Terminamos novamente, me consultei com um psiquiatra que me passou medicações e tirei um tempo para ficar em casa, tive crises de pânico, mas quando as medicações começaram a fazer efeito eu consegui fazer tudo, e ela, mesmo depois de ter terminado continuou ao meu lado, me ajudando e segurando minha onda diversas vezes, e no final eu percebi que estava em um momento horrível e pedi para voltar, voltamos. Então se inicia 2019 (teve um salto grande eu sei) quando sai da cidade onde fazíamos faculdade e fui para vila velha e ela ficou lá, novamente as coisas começaram a ficar estranhas, ela é a definição de paixão pra mim, intensa, sem medo, faz o que o coração manda e passar por cima de tudo para fazer o que acha certo, e eu não, sou acomodado e fico sempre a mercê do que os outros fazem ou deixam eu fazer, sou passivo nas atitudes. A distancia era grande, eu tinha uma rotina pesada e não tinha tempo de conversar por mensagem, estava muito dedicado ao meu estagio e ela precisava de mim, precisava conversar e precisava do namorado dela ali do lado dela, então brigávamos constantemente, então novamente outro termino. Só que dessa vez fui tão cego que não vi o que ela estava passando, os problemas que tive de final de faculdade ela também teve, e eu egoísta que sou, não soube ver isso, e quando me toquei do que havia feito, tentei de alguma forma ajudar, mas ela não me atendia, e quando a gente se falava ela só sabia chorar, e eu tapado que sou não sabia o que fazer e como agir.
Então começa o ponto de virada 3, terminei o meu estagio, voltei pra casa e arrumei um emprego em um consultório veterinário perto de casa(interior do ES divisa com o RJ), e ela voltou pra cidade dela Pedro canário (norte do ES, divisa com a Bahia) estávamos terminados porem anos antes compramos um congresso de veterinária juntos e ela disse que mesmo que terminássemos ela ia disponibilizar a casa (o pai dela mora em Curitiba) dela para eu ficar. Foi chegando a data de ir e eu não sabia se aquilo estava valendo ou não, então quando menos esperava, depois de semanas sem se falar ela pergunta quando que vou, eu que nem tinha preparado nada, entrei em choque e comecei a ver data de voo, e na minha cabeça pensava “vou conquistar essa mulher de novo”, e como já dizia Rubel “se for preciso eu pego um barco e eu remo por 6 como peixe pra te ver”, ela ama Rubel. E fui, eu nunca tinha sido recebido tão friamente, era simplesmente era apática a tudo que era relacionado a mim, eu pensei “não vai dar” e já fui baixando a expectativa mas não desisti, e então em um belo dia a noite em casa, a gente ficou entre choros de saudade e tristeza, amor e ódio. Mais uma vez resolvemos tentar, sempre claro corrigir os erros do passado, para não se repetir. Ela fez comigo um teste de perseverança pois estava devastada com o que fiz com ela (deixar ela sozinha no fim da faculdade segurando uma barra desgraçada) Eu arrumei um estagio para ela numa indústria de laticínios na minha cidade e ela foi pra lá. Eu percebia que ela era muito grossa e sempre discutia por coisas bestas, eu sabia que era pra me testar, segui firme. Próximo do estagio acabar, meus pais (que aliás achavam que estávamos separados, na verdade só fingiam) perguntavam quando ela ia embora, e eu não sabia como tocar nesse assunto porque eu também não queria que ela fosse, queria ficar com ela, mas então em janeiro de 2020 ela foi embora, para Curitiba na casa do pai dela. E pra minha sorte o que houve em 2020? Pandemia, comércios fechados, aeroportos fechados, caos no mundo, e a única forma da gente estar junto e por whatsapp, e quem é o insensível que não consegue ser atencioso a distância? Eu mesmo e assim levamos por alguns meses, planejando nos ver em pleno a pandemia, mas eu não tinha dinheiro, recebia muito mal (menos que um salário mínimo) e pra ir ver ela teria que pegar dinheiro com meus pais, que com certeza não me emprestariam, então era sempre uma decepção porque ela sempre vinha com promoções de voos e formas da gente se ver, e eu sempre realista quanto a nossa situação, foi então que em junho desse ano ela me ligou terminando tudo.
Aceitei, foi uma conversa ate que longa, ficou muito claro nossos motivos, mas o principal foi a distância (eu não consigo ser eu mesmo por mensagem, não sei o que acontece, no dia eu só vou fazendo as coisas e depois que me toco de ver celular mas as vezes já e tarde). No mesmo mês fiz minha inscrição no mestrado em Vila Velha aonde havia estagiado meses antes, acabei passando, não recebo bolsa, e estou tendo que trabalhar para pagar o mestrado e as contas (quase 2500 reais no mês) até ter uma bolsa, se houver ela. Mês de setembro fiz plantão todos os finais de semana e terças-feiras, de segunda a sexta estava na rotina do Hospital para aprender a fazer coisas novas em anestesia e a noite aula. Foi um mês desgraçado, mas foi um mês que não senti falta dela, ai nesse ultimo feriado, alguns amigos me chamaram para ir para a praia em Guarapari (cidade próxima) pra gente da uma curtida, então eu fui, e realmente me diverti muito, e no domingo eu acabei ficando com a amiga da namorada de um amigo meu (complicado mas acho que deu pra entender) e nesse momento, meus amigos, só me vinha uma coisa na cabeça, a Ruiva. Eu só dei uns beijos nela e nada demais aconteceu mas no outro dia eu fui embora, porque não estava me sentindo bem com a situação, cheguei em casa triste, com uma dor no peito enorme, e acabei mandando mensagem para ela, conversamos de boa, falamos como estavam as coisas e então vem o momento da virada 4, a Ruiva, conversando com umas pessoas arrumou um emprego numa cidade pequena aqui no espirito santo, e essa cidade meus amigos, é 70 km de onde eu moro, e agora eu não consigo trabalhar, comer, estudar e nem fazer nada, só penso em ir lá e chegar dizendo que vim remando por 6 meses e só pude chegar agora. Porém meu medo é eu ser a pessoa que nunca está feliz, que quando está bom quer mudar e quando muda sente falta do conforto. Inegavelmente eu a amo, e ela me ama também (foi dito isso na conversa) mas tanto ela quanto eu sabemos que amor nunca segurou e nunca vai segurar relacionamento, fico me perguntando, com a possibilidade de ir vê-la a cada 15 dias e trabalhando pra me sustentar, podendo fazer planos de vida, se daria certo. Antes vivíamos em momentos diferentes, mas agora estamos vivendo no mesmo momento, trabalhando e sendo adultos que moram fora de casa. Meu coração e meu corpo doem de medo de ignorar o que todas as fibras dizem que é ir ver ela esse final de semana, mas ao mesmo tempo morro de medo de estar sendo o maior egoísta desse mundo e me deixar levar por esse sentimento e acabar descobrindo que não consigo mudar e que não da mesmo para estarmos juntos. Nunca fui muito religioso, mas já rezei para Deus para ter sucesso, para ter dinheiro pra pagar minhas contas, agora peço que ignore tudo e me uma luz para onde seguir.
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2020.10.07 06:01 contadescartavel12 vale a pena?

[aviso de textão]
Primeiramente boa noite a todos que se dispuseram a ler. Prazer, sou um rapaz de 20 anos que já perdeu o amor na vida a muito tempo.
Talvez eu tenha depressão desde os 13 anos ou antes, depois de tanto tempo já deixei de sentir tristeza profunda, agora todos os meus dias são só vazios e sem esperança. Durante a minha adolescência o que me mantinha de pé era me embriagar até desmaiar e um tempo mais tarde foi os alucinógenos que me davam alguma alegria, nunca fui viciado em nada disso, mas nunca fiz um uso consciente tanto do álcool quanto do LSD. A única certeza que eu tinha é que eu tinha que morrer antes dos 18, fui fraco, não foi por medo nem nada, eu sou ateu desde que me entendo por gente então a única coisa que eu tenho certeza na vida é que o suicídio é a porta de saída de toda essa merda, porém não o fiz, ainda não entendi o motivo disso.
Não sei como nem o porquê deixei eu chegar nesse estado em que me encontro, hoje me sinto mais sozinho que nunca, não existe ninguém nesse mundo em quem eu possa me apoiar, dai vem o questionamento do título: vale a pena viver uma vida sem esperança, sonhos e alegria?
Sobre família:
Durante muito tempo senti muito ódio dos meus pais e parentes, odeio eles com todas as minhas forças, mas hoje é mais um sentimento de desprezo. Meu pai foi ausente toda a minha vida, ele aparecia uma vez por semana completamente por obrigação social e para mostrar pros outros que ele ainda tinha o mínimo de ombridade, então ele sempre foi um nada pra mim. Minha mãe me teve de uma gravidez acidental e imagino eu ela tem na cabeça dela que eu tirei os anos de ouro da vida dela, então ela me odeia e o sentimento é recíproco. Nunca houve nada muito grave para odiar eles, mas mesmo assim tenho meus motivos e acho que não cabe aqui me apegar a muitos detalhes.
Sobre amigos:
Durante a escola eu sempre fui muito comunicativo com as pessoas, pelo menos na minha visão acredito que se perguntarem para qualquer colega das escolas que estudei vão falar que sou uma pessoa muito engraçada e legal de conversar, mesmo sendo essa pessoa agradável acho que posso ser considerado o "invisível". Eu acredito piamente que as pessoas gostavam de mim, mas ninguém lembrava de mim, sempre me convidavam por dó para fazer as coisas ou sair com os outros, nunca fiz parte de um grupo, sempre fui o excluído mesmo quanto tentava me enturmar mais. Eu podia conversar todo dia o dia todo com a pessoa e mesmo assim fora da escola eu nunca era mais que um colega. Hoje posso dizer que me restaram 2 "colegas" que não posso afirmar que continuaram a lembrarem de mim por muito tempo.
Sobre relacionamentos:
Já adianto que não estou nem perto do padrão de beleza, sou só uma pessoa nada demais. Nunca namorei nem mesmo fiquei serio com alguém, já fiquei com algumas meninas mas na muito além disso. Talvez eu possa ser considerado demissexual, mas não tenho certeza disso, por não me interessar por sexo e buscar a mulher certa para amar e ser amado, sempre fui chamado de "viado", o que fez um estrago muito grande na minha cabeça e na época me fazia perder completamente minha autoestima.
Nessa época no meio de tudo isso passando pela minha cabeça fui usado por uma menina que queria fazer vingança pro ex namorado dela que era um dos meus melhores amigos (só pra esclarecer, ela armou tudo, esperou eu ter bebido uma garrafa toda de destilado para poder ficar comigo e ter alguma prova pra esfregar na cara do ex dela. Ela fez isso com pelo menos mais 3 pessoas.). O resultado disso foi eu recebendo chantagem psicológica por alguns meses enquanto eu tinha que abaixar a cabeça pra essa pessoa. Isso mexeu muito comigo na época, eu sentia muita culpa e nojo de mim mesmo.
No mesmo ano que isso aconteceu eu me apaixonei por uma colega de classe do cursinho, ela me tirou completamente do fundo do posso que eu estava. Nós andávamos juntos o tempo todo, almoçamos juntos, assistíamos aulas juntos, enfim, eramos muito ligados. Chegou um ponto que todo dia vinha alguém perguntar pra mim se a gente estava namorando, eu não tinha nem ficado com ela, estava criando coragem e estava conseguindo superar os traumas do passado para pedir pra ficar com ela. Bom, depois de uma sexta-feira em que foi o dia perfeito de nós dois juntos decidi que segunda sem falta iria tomar coragem e pedir para ficar com ela. No grande dia, ela chaga na sala de aula, dou bom dia e ela senta bem longe de mim, depois desse dia nunca mais ouvi a voz dela. Toda vez que me aproximava ela fingia mexer no celular, se eu perguntava alguma coisa ela fingia que não ouvia, me senti mais uma vez um invisível. Imagine uma pessoa que você gosta e considera muito de um dia para o outro começar a te ignorar, chegou ao ponto de eu sentar na frente dela e dizer exatamente essas palavras "[nome], eu te fiz alguma coisa? Você tá estranha comigo esses dias, eu não sei se eu te chateei com alguma coisa, mas me desculpa do fundo do coração, conversa comigo o que aconteceu que eu prometo que vou consertar." bom ela só abaixou a cabeça e fingiu mexer no celular bloqueado enquanto eu falava e dizia que tava tudo normal e que ela não sabia do que eu tava falando.
Depois disso a vida voltou a não ter brilho de novo, fiquei os últimos meses do cursinho sentado no meu canto sem falar praticamente com ninguém,esse ano passei numa faculdade que vou ter que dar o que não tenho por 6 anos para me formar. Agora só preciso esperar a pandemia acabar para começar a faculdade, ou seja estou a quase um ano dentro de casa esperando e pensando muito sobre a vida... eu sei que tem gente com muito mais problema que eu, mas eu cheguei a conclusão que não vale mais a pena... acho que meu eu de 5 anos a traz tinha toda a razão...
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2020.09.26 01:53 altovaliriano Descriptografando a Carta Rosa

Texto original: https://cantuse.wordpress.com/2014/09/30/the-pink-lette
Autor: Cantuse
Partes traduzidas: 1) A Estrada Para Vila Acidentada, 2) Uma Aliança de Gigantes e Reis, 3) Despindo o Homem Encapuzado, 4) Confronto nas Criptas, 5) Tendências Suicidas
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OBS: Esta é a última parte que traduziremos por agora.
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O MANIFESTO : VOLUME II, CAPÍTULO VII

Não há como negar que resolver o mistério da Carta Rosa é uma imbróglio complicado. Já existem dezenas de teorias.
Resolver esse mistério tem sido um dos grandes objetivos do Manifesto desde o início, e acho que fiz um bom trabalho de construção progressiva até este ponto.
NOTA: O ideal era que você tivesse lido todos os ensaios até este ponto, mas se você insiste em ler assim, eu sugiro que pelo menos você leia Confronto nas Criptas e Tendências Suicidas primeiro.
Vamos direto ao assunto. Neste ensaio, estou apresentando os seguintes argumentos.
À luz das muitas teorias anteriores estabelecidas aqui no Manifesto, podemos desenvolver um entendimento muito convincente da chamada Carta Rosa e do que ela realmente diz.
[...]

A CARTA ROSA

Esta seção é apenas uma recapitulação da carta, seu texto e as várias outras características que possui.
Coloco esta seção aqui como uma referência fácil durante a leitura deste ensaio.

O texto

Seu falso rei está morto, bastardo. Ele e toda sua tropa foram esmagados em sete dias de batalha. Estou com a espada mágica dele. Conte isso para a puta vermelha.
Os amigos de seu falso rei estão mortos. Suas cabeças estão sobre as muralhas de Winterfell. Venha vê-las, bastardo. Seu falso rei morreu, e o mesmo acontecerá com você. Você disse ao mundo que queimou o Rei-para-lá-da-Muralha. Em vez disso, você o enviou para Winterfell, para roubar minha noiva.
Terei minha noiva de volta. Se quer Mance Rayder de volta, venha buscá-lo. Eu o tenho em uma jaula, para que todo o Norte possa ver, a prova de suas mentiras. A jaula é fria, mas fiz um manto quente para ele, com as peles das seis putas que o seguiram até Winterfell.
Quero minha noiva de volta. Quero a rainha do falso rei. Quero a filha deles e a bruxa vermelha. Quero sua princesa selvagem. Quero seu pequeno príncipe, o bebê selvagem. Quero meu Fedor. Mande-os para mim, bastardo, e não incomodarei você e seus corvos negros. Fique com eles, e eu arrancarei seu coração bastardo e o comerei.
Estava assinado:
Ramsay Bolton
Legítimo Senhor de Winterfel
(ADWD, Jon XIII)

A descrição da carta

Bastardo, era a única palavra escrita do lado de fora do pergaminho. Nada de Lorde Snow ou Jon Snow ou Senhor Comandante. Simplesmente Bastardo. E a carta estava selada com um pelote duro de cera rosa.
Estava certo em vir imediatamente – Jon falou. Está certo em ter medo.
(ADWD, Jon XIII)

DIFICILMENTE O BASTARDO

Acho que já fiz um argumento convincente de que Mance Rayder está disfarçado de Ramsay Bolton (veja o Confronto nas Criptas).
Mas tenho certeza de que os leitores apreciariam pelo menos uma rápida avaliação das muitas outras razões pelas quais não acredito que a carta possa ser de Ramsay.
Especificamente, esta seção está identificando maneiras pelas quais a carta é incoerente com o que sabemos sobre Ramsay. Não acredito que nada disso por si só desqualifique Ramsay como autor, mas coletivamente elas geram grandes dúvidas.
Se minuciosas listas de evidências o aborrecem, pule para a próxima seção.

Falta o botão

Todas as cartas anteriores de Ramsay foram seladas com "botões" bem formados de cera:
Empurrou o pergaminho, como se não pudesse esperar para se ver livre dele. Estava firmemente enrolado e selado com um botão de cera dura rosa.
(ADWD, A noiva rebelde)
Clydas estendeu o pergaminho adiante. Estava firmemente enrolado e selado, com um botão de cera rosa dura.
(ADWD, Jon VI)
A Carta Rosa é lacrada com "pelote duro de cera rosa", uma discrepância notável.

Cabeças na Muralha

Enfiar cabeças em lanças parece um tanto incoerente com o estilo pessoal de Ramsay e com os maneirismos de Bolton observados a esse respeito: esfolar ou enforcar.

Sem pele ou sangue

Um dos artifícios mais conhecidos de Ramsay é o envio de mensagens escritas com sangue e com pedaços de pele anexados.
Não há menção de sangue usado como tinta, nem está implícito, como ocorre em outras cartas que parecem ser dele. Definitivamente, não há menção a um pedaço de pele, o que é estranho, considerando que Ramsay afirma ter Mance Rayder e todas as seis esposas de lança ... certamente uma delas poderia fornecer um pouco de pele.

Como Ramsay saberia?

Por que Ramsay pede Theon a Jon ?
Se Theon foi entregue a Stannis, e Stannis tinha toda a intenção de matá-lo, por que Ramsay acreditaria que Theon está agora com Jon?
Nem mesmo Mance Rayder saberia disso.
Além disso, “Arya” foi entregue a Stannis também, via Mors Papa-Corvos.
Por que ele acreditaria que Arya está com Jon?
Se todo a hoste de Stannis foi realmente destruída, você deve se perguntar onde Ramsay ficou sabendo destes detalhes, principalmente com relação a Theon.
É uma suposição sensata pensar que Stannis pode enviar "Arya" de volta a Castelo Negro (na verdade, foi o que Stannis faz), mas mesmo uma formação primária em inteligência [militar] torna óbvio que Theon seria de grande valor estratégico em uma batalha contra Winterfell, mas em nenhum outro lugar.
Uma pessoa pode então arguir que isso só pode significar que o corpo de Theon não foi descoberto entre os mortos. No entanto, dadas as condições meteorológicas, essa provavelmente é uma tarefa impossível de realizar. Portanto, Ramsay não teria nenhuma base e nenhuma confiança para pensar que Jon tinha Theon em absoluto.

ENDEREÇADO À MULHER VERMELHA

No início deste ensaio, declarei que a Carta Rosa se destinava especialmente a Melisandre. Preciso lhes dar as evidências. Tanto aquelas dedutivas (ou razoáveis), quanto aquelas que estão implícitas ou que foram estabelecidas daquele jeito inteligente e sutil que Martin faz com frequência.

Missão de Mance

Como já estabeleci no Manifesto, a missão de Mance baseava-se em saber onde seria o casamento de Arya.
Assim, quando Jon recebeu seu convite de casamento, Mance deveria partir para Vila Acidentada.
Jon acidentalmente recebeu o convite enquanto estava no pátio de treinamento, lutando com Mance disfarçado de Camisa de Chocalho. Assim, Mance foi capaz de simplesmente ouvir o local. Mas não podemos presumir que Mance e Melisandre apostaram tudo em terem a sorte de ouvir qual seria o local.
Uma dedução simples conclui que Mance era capaz e estava determinado a ler as cartas no quarto de Jon até que surgisse a localização.
NOTA: Se esta explicação parece insuficiente, eu apresento o argumento por completo em um ensaio anterior A estrada para Vila Acidentada.
Isso também significa que o convite não era realmente para Jon, mas sim para Melisandre e Mance, como um 'gatilho' para o início de sua missão. Novamente, eu explico a base para essas conclusões no ensaio mencionado acima.
Isso estabelece o precedente de que as mensagens enviadas para Castelo Negro podem, de fato, ter a intenção de se comunicar secretamente com Melisandre.

Ratos Cinzentos

Aqui há um exemplo de Martin possivelmente invocando um dispositivo que é sua marca registrada: enterrar recursos de enredo relevantes para uma história em outra, geralmente via metáforas ou alegorias inteligentes.
Três citações devem ser suficientes para você entender (em negrito, para dar ênfase nas partes principais):
Três deles entraram juntos pela porta do senhor, atrás do palanque; um alto, um gordo e um muito jovem, mas, em suas túnicas e correntes, eram três ervilhas cinza de uma vagem negra.
(ADWD, O Príncipe de Winterfell)
:::
Se eu fosse rainha, a primeira coisa que faria seria matar todos esses ratos cinzentos. Eles correm por todos os lados, vivendo dos restos de seus senhores, tagarelando uns com os outros, sussurrando no ouvido de seus mestres. Mas quem são os mestres e quem são os servos, realmente? Todo grande senhor tem seu meistre, todo senhor menor deseja ter um. Se você não tem um meistre, dizem que você é de pouca importância. Esses ratos cinzentos leem e escrevem nossas cartas, principalmente para aqueles senhores que não conseguem ler eles mesmos, e quem diz com certeza que eles não estão torcendo as palavras para seus próprios fins? Que bem eles fazem, eu lhe pergunto.
(ADWD, O Príncipe de Winterfell)
:::
Lorde Snow. – A voz era de Melisandre.
A surpresa o fez afastar-se dela.
Senhora Melisandre. – Deu um passo para trás. – Confundi você com outra pessoa.À noite, todas as vestes são cinza. E subitamente a dela era vermelha.
(ADWD, Jon VI)
A noção de que todos os mantos são cinza parece equivocada: Melisandre equivale a um meistre .
O que é verdade em muitos sentidos: ela é definitivamente uma conselheira de Stannis e 'sussurra' em seu ouvido. E talvez o mais notável seja o fato de que muitos questionam quem realmente está no comando: Stannis ou sua mulher vermelha?
Quando você vê esses paralelos, a alusão a ela usar vestes cinzas tem uma conexão forte e interessante com o conceito de cartas em que alguém está 'torcendo as palavras'.
Afinal, eu dei argumentos convincentes de que o convite de casamento de Jon era para Mance e Melisandre e foi enviado por Mors Papa-Corvos. Alguém contestaria a noção muito razoável de que outras cartas seriam igualmente confidenciais?
Outra coisa engraçada sobre essa ideia é que Melisandre literalmente distorce as palavras para seus próprios propósitos:
O som ecoou estranhamente pelos cantos do quarto e se torceu como um verme dentro dos ouvidos deles. O selvagem ouviu uma palavra, o corvo, outra. Nenhuma delas era palavra que saíra dos lábios dela.
(ADWD, Melisandre)

Uma bela truta gorda

Há um outro elemento temático que sugere que as cartas podem possuir conteúdos secretos, uma característica interessante atribuída a duas cartas diferentes em As crônicas de gelo e fogo.
A primeira carta é a de Walder Frey, enviada a Tywin após o Casamento Vermelho:
O pai estendeu um rolo de pergaminho para ele. Alguém o alisara, mas ainda tentava se enrolar. “A Roslin pegou uma bela truta gorda”, dizia a mensagem. “Os irmãos ofereceram-lhe um par de pele de lobo como presente de casamento.” Tyrion virou o pergaminho para inspecionar o selo quebrado. A cera era cinza-prateada, e impressas nela encontravam-se as torres gêmeas da Casa Frey.
O Senhor da Travessia imagina que está sendo poético? Ou será que isso pretende nos confundir? – Tyrion fungou. – A truta deve ser Edmure Tully, as peles…
(ASOS, Tyrion V)
A segunda é a carta ostensiva que Stannis escreveu a Jon Snow enquanto estava em Bosque Profundo. Não vou citar a carta (é um texto imenso), apenas um elemento da descrição:
No momento em que Jon colocou a carta de lado, o pergaminho se enrolou novamente, como se ansioso para proteger seus segredos. Não estava seguro sobre como se sentia a respeito do que acabara de ler.
(ADWD, Jon VII)
O que estou tentando apontar aqui é que a primeira mensagem de Walder Frey definitivamente tinha uma mensagem inteligentemente escondida. E por alguma razão, Martin decidiu mostrar que a carta 'queria' enrolar-se novamente.
A segunda mensagem também quer enrolar-se e, se você a ler com atenção, há um grande número de coisas que são totalmente incorretas ou atípicas em relação a Stannis nela. Cavaleiros homens de ferro? Execução por enforcamento?
Já tomei a liberdade de esquadrinhar tortuosamente os livros e não consigo encontrar de pronto outros exemplos em que as cartas foram personificadas dessa maneira.
Junto com os pontos anteriores, este não reforçaria a ideia de que Melisandre (e Mance por um tempo) está recebendo mensagens camufladas enquanto está em Castelo Negro?

Carta de Lysa

Outra indicação de que tais 'cartas codificadas' não são incomuns é que uma das primeiras cartas que vimos nos livros era uma: a que Catelyn recebe de Lysa.
Seus olhos moveram-se sobre as palavras. A princípio pareceu não encontrar nenhum sentido. Mas depois se recordou.
Lysa não deixou nada ao acaso. Quando éramos meninas, tínhamos uma língua privada.
(AGOT, Catelyn II)
* * \*
Deve ser apontado que isso também faz sentido de uma perspectiva puramente lógica. Como já argui veementemente que Stannis, Mance e Melisandre conspiraram juntos, faria sentido que todas as partes precisassem ser capazes de se comunicar de uma forma que protegesse a referida conspiração.
Nesse ponto, tal tipo de carta constitui a opção mais adequada, como mostram as cartas de Walder Frey e Lysa Tully.
Esse tipo de proteção de carta – enterrar uma mensagem secreta em outra mensagem, de modo que não possa ser detectada – é conhecido como esteganografia.
A Dança dos Dragões faz de tudo para educar os leitores de que nem sempre se pode confiar nos meistres com segredos: ouvimos isso de Wyman Manderly e Barbrey Dustin. No entanto, se um rei ou outro oficial escrever suas cartas com mensagens secretas esteganográficas, os verdadeiros detalhes serão ocultados até mesmo dos meistres. Na verdade, foi exatamente isso que observamos na carta de Walder Frey a Tywin Lannister.
Meu objetivo final neste ensaio é convencê-lo de que a Carta Rosa é uma mensagem esteganográfica de Mance Rayder para Melisandre. A forma como foi escrita esconde seus segredos de qualquer meistre (ou Jon Snow) que tente interpretá-la.
A principal desvantagem de tentar decifrar qualquer mensagem esteganográfica é esta:
Por que eles não encontraram nada? Talvez eles não tenham procurado o suficiente. Mas há um dilema aqui, o dilema que capacita a esteganografia. Você nunca sabe se há uma mensagem oculta. Você pode pesquisar e pesquisar, e quando não encontrar nada, você pode apenas concluir “talvez eu não procurei com atenção”, mas talvez não haja nada para encontrar.
ESTRANHOS HORIZONTES, ESTEGANOGRAFIA: COMO ENVIAR UMA MENSAGEM SECRETA
Isso significa que a única maneira real de provar a você que Mance escreveu a Carta Rosa é se eu conseguir encontrar uma tradução irresistivelmente convincente de qualquer conteúdo secreto que ela possa ter.
E mesmo assim você pode argumentar que não é verdade. Embora eu espere que você não diga isso quando terminar este ensaio.

Querida Melisandre

Além de todos os pontos acima, Melisandre consegue tornar tudo ainda mais explícito. Antes da chegada da Carta Rosa, Melisandre diz:
Todas as suas perguntas serão respondidas. Olhe para os céus, Lorde Snow. E, quandotiver suas respostas, envie para mim. O inverno está quase sobre nós. Sou sua única esperança.
(ADWD, Jon XIII)
Isso parece enfaticamente dizer a Jon que ela quer vê-lo depois que a carta chegar.
Observe como ela está lá quando Jon decide ler a carta em voz alta no Salão dos Escudos. Eu sei que isso parece um detalhe trivial, mas considere que ela não apareceu antes do início da reunião e que ela desapareceu quase imediatamente após Jon terminar.
Isso está relacionado à principal preocupação que a vemos expressar em sua conversa com Jon antes da chegada da carta: abandonar a caminhada para resgatar os que estavam em Durolar.
Mas por que?
Este é um ponto que revelarei mais tarde no Manifesto. Por enquanto, deve bastar saber que Melisandre queria ver ou ouvir o conteúdo dessa carta.

VERNÁCULO SELVAGEM

Nas próximas duas seções, demonstrarei por que a Carta Rosa foi escrita por Mance. Esta primeira seção consiste em detalhes o que vemos no texto, a linguagem usada e assim por diante.
Em particular, existem frases que são bastante específicas para Mance (ou que excluem Ramsay), e também detalhes que são específicos para a conspiração Mance-Melisandre.
Se minuciosas listas de evidências o aborrecem, pule para a próxima seção.

“Falso Rei”

Esta frase é especificamente o que Melisandre usa para se referir a Mance Rayder, ela o chama de falso rei duas vezes. Quase não aparece em nenhum outro lugar em A Dança dos Dragões , a exceção sendo uma instância onde Wyman Manderly declara Stannis um falso rei.

“Corvos Negros”

Os selvagens são as únicas pessoas que usam os termos corvo ou corvo negro em um sentido depreciativo.
A única exceção a isso é Jon Snow (o que é interessante), quando ele está tentando convencer o povo livre.

“Princesa Selvagem” e “Pequeno Príncipe”

O termo princesa selvagem abunda na Muralha, uma invenção dos irmãos negros que então se espalhou entre os homens da rainha.
O pequeno príncipe foi especificamente apresentado na Muralha, primeiro por Melisandre e depois por Goiva:
Melisandre tocou o rubi em seu pescoço. – Goiva está amamentando o filho de Dalla, além do seu próprio. Parece cruel separar nosso pequeno príncipe de seu irmão de leite, senhor.
(ADWD, Jon I)
Faça o mesmo, senhor. – Goiva não parecia ter nenhuma pressa em subir na carroça. – Faça o mesmo pelo outro. Encontre uma ama de leite para ele, como disse que faria. Prometeu-me isso. O menino... o menino de Dalla... o principezinho, quero dizer... encontre uma boa mulher pra ele, pra que ele cresça grande e forte.
(ADWD, Jon II)
Embora uma pessoa possa pensar que Melisandre está sugerindo de maneira sutil que sabe sobre a troca do bebê, isso não fica claro. O trecho sobre Goiva certamente deixa isso explícito.
O verdadeiro ponto aqui é que a terminologia aqui só foi vista antes na Muralha. Além disso, uma vez que nem Val nem o filho de Mance são verdadeiramente da realeza, não faz muito sentido que Mance ou qualquer uma das esposas de lança digam que são, mesmo que sob tortura.

Para que todo o Norte possa ver

O autor afirma que tem Mance Rayder em uma jaula para que todo o Norte possa ver.
Mance disse algo muito semelhante a Jon anteriormente:
Ele queimou o homem que tinha que queimar, para todo mundo ver. Fazemos o que temos que fazer, Snow. Até mesmo reis.
(ADWD, Jon VI)

INCLINAÇÃO PARA A SAGACIDADE

Além dos vários atributos já citados que favorecem Mance como autor, há um que se sobressai a todos:

Disfarçado de Camisa de Chocalho

Observe:
Vou patrulhar para você, bastardo – Camisa de Chocalho declarou. – Darei conselhos sábios, ou cantarei canções bonitas, o que preferir. Até lutarei por você. Só não me peça para usar esse seu manto.
(ADWD, Jon IV)
É muito difícil negar que esta não seria uma grande alusão ao próprio Mance em quase todos os detalhes. É tão certeiro que estou surpreso de que Melisandre ou Stannis não o tenham repreendido ou o mandado calar a boca.
Stannis queimou o homem errado.
Não. – O selvagem sorriu para ele com a boca cheia de dentes marrons e quebrados. – Ele queimou o homem que tinha que queimar, para todo mundo ver. Fazemos o que temos que fazer, Snow. Até mesmo reis.
(ADWD, Jon VI)
Esta é uma maneira inteligente de sugerir que Stannis queimou o Camisa de Chocalho verdadeiro no lugar de Mance, apenas porque o mundo precisava ver Mance morrer, não porque os crimes de Mance justificassem a execução.
Eu poderia visitar você tão facilmente, meu senhor. Aqueles guardas em sua porta são uma piada de mau gosto. Um homem que escalou a Muralha meia centena de vezes pode subir em uma janela com bastante facilidade. Mas o que de bom viria de sua morte? Os corvos apenas escolheriam alguém pior.
(ADWD, Melisandre)
Como observei em outro ponto do texto, muito provavelmente se esperava que Mance subisse aos aposentos de Jon e lesse suas cartas, se assim fosse necessário para descobrir o local do casamento. Portanto, esta passagem parece ser uma dica engraçada de que ele pode ter estado nos aposentos de Jon, sem nunca tê-lo matado.

Disfarçado de Abel

O apelido de Mance por si só é uma pista inteligente, mas ele dá um passo além em muitos aspectos ao se passar por Abel.
Perto do palanque, Abel arranhava seu alaúde e cantava Belas donzelas do verão. Ele se chama de bardo. Na verdade, é mais um cafetão.
(ADWD, O Príncipe de Winterfell)
Aparentemente, muito pouco se sabe sobre a música. No entanto, um exame cuidadoso de um capítulo em A Tormenta de Espadas revela o primeiro verso da música (pelo menos na minha opinião):
– Vou à Vila Gaivota ver a bela donzela, ei-ou, ei-ou...
Co’a ponta da espada roubarei um beijo dela, ei-ou, ei-ou.
Será o meu amor, descansando sob a tela, ei-ou, ei-ou.
(ASOS, Arya II)
Uma escolha de música inteligente considerando sua inspiração em Bael, o lendário ladrão de filhas que se escondeu nas criptas Stark.
O mesmo poderia ser dito sobre a deturpação de “A Mulher do Dornês” quando ele mudou a letra para ser sobre a “filha de um nortenho”.
Além disso, há ocasiões em que ele toca uma música “triste e suave”, que já demonstrei ser um sinal para as esposas de lança.

UMA TRADUÇÃO LINHA-A-LINHA

Essa é a parte essencial do texto. Vou percorrer toda a Carta Rosa e explicar o que ela realmente diz. Lembre-se de que você deve ter chegado a este ponto no Manifesto tendo lido os textos anteriores, o que significaria que você já assumiu as seguintes premissas (ou pelo menos suspendeu sua descrença sobre elas):
Há apenas uma nova suposição que eu gostaria de fazer, uma bem sensata:
Mance saber esse único detalhe fornece uma pista impressionante para decifrar a Carta Rosa.
Agora vamos lá...

Primeiro parágrafo

Seu falso rei está morto, bastardo.
Isso significa que Stannis fingiu sua morte.
Ele e toda sua tropa foram esmagados em sete dias de batalha.
Isso diz mais ou menos a mesma coisa. Eu acredito que diz ainda mais, mas vou guardar para mais tarde.
Estou com a espada mágica dele.
Como parte da simulação de sua morte, a Luminífera de Stannis será levada para "Ramsay". Isso permite que os Boltons concluam que Stannis está morto, apesar haver uma quantidade limitada de outras evidências sobre isso.
Conte isso para a puta vermelha.
Literalmente, isso está instruindo Jon a contar a Melisandre. É muito interessante que Melisandre tenha implorado a Jon para 'envia-a para mim' depois de ler a carta, e o autor da carta está sugerindo exatamente a mesma coisa.
Coletivamente, o primeiro parágrafo parece um resumo dos principais detalhes: está dizendo que Stannis fingiu sua morte, provavelmente ganhou a batalha, mas que os Boltons estão convencidos da própria vitória. É muita informação de inteligência transmitida em um único parágrafo.
A linha sobre a espada é o que eu acredito ser um sinal a Melisandre para que começasse quaisquer próximos passos que ela tenha em mente (que serão discutidos posteriormente neste Manifesto).

Segundo parágrafo

Os amigos do seu falso rei estão mortos.
Isso significa que os aliados de Stannis também estão fingindo morte. Muito provavelmente, isso significa as tropas daqueles que viajam com Stannis. Por exemplo, Mors Papa-Corvos e seu bando de meninos verdes.
Suas cabeças estão sobre as muralhas de Winterfell.
Usar 'sobre' no sentido de estar perto de algo, isso significa que Mors está nas redondezas de Winterfell.
Venha vê-los, bastardo.
Esta é uma das várias provocações da carta, embora implique que Jon deveria viajar para Winterfell.
Seu falso rei mentiu, e você também. Você disse ao mundo que queimou o Rei-para-lá-da-Muralha.
[na versão brasileira, a frase começa com “Seu falso rei morreu, e o mesmo acontecerá com você”, uma tradução errada do texto original]
Este é o início do anúncio de que Mance Rayder está vivo. A parte em que o autor diz 'Você disse ao mundo' é muito semelhante ao que Mance disse a Jon: “Ele queimou o homem que tinha que queimar, para todo mundo ver. Fazemos o que temos que fazer, Snow. Até mesmo reis.” (ADWD, Jon VI)
Em vez disso, você o enviou para Winterfell, para roubar minha noiva.
Isso informa Jon e Melisandre que Mance terminou em Winterfell. Isso é importante porque, se você se lembra, Mance partiu originalmente para Vila Acidentada. Esta linha, portanto, confirma para onde Mance foi. Também revela que o autor conhecia a missão de Mance.
No todo, o parágrafo parece sugerir que Jon ou alguém precisa se juntar a Mors do lado de fora de Winterfell.
Este parágrafo declara ainda que Jon quebrou seus votos ajudando Stannis e Mance na tentativa de roubar Arya Stark. Isso é interessante porque Jon de fato não queria fazer isso, ele apenas queria resgatar Arya na estrada, presumindo que ela já tivesse escapado. O fato de a carta declarar esses detalhes mostra um esforço calculado para minar a honra e a legitimidade de Jon.

Terceiro parágrafo

Terei minha noiva de volta.
Isso nos diz claramente que “Arya” foi resgatada.
Se quer Mance Rayder de volta, venha buscá-lo. Eu o tenho em uma jaula, para que todo o Norte possa ver, a prova de suas mentiras.
Isso requer uma perspicaz (porém, simples) interpretação da falsa execução do próprio Mance.
Se assumirmos que minha teoria no Confronto nas Criptas está correta, duas observações podem ser feitas:
O acréscimo de ' prova de suas mentiras ' indica que Ramsay não está sob a magia de disfarce e, portanto, caso ele seja encontrado, isso arruinaria o truque.
Tudo isso somado, a implicação da frase dupla:
A jaula é fria, mas fiz um manto quente para ele, com as peles das seis putas que o seguiram até Winterfell.
Esta é uma referência à maneira como Melisandre disse que as seduções [glamors] funcionam: vestindo-se a sombra de outra pessoa como capa. Também parece uma possível alusão a usar a pele de outra pessoa, de acordo com o conto de Bael, o Bardo.
Na íntegra, o terceiro parágrafo parece deixar uma mensagem de que Mance conseguiu se disfarçar de Ramsay, que Ramsay está vivo como um prisioneiro nas criptas e que ninguém parece saber disso. Também pode significar que nenhuma das esposas de lança traiu seu segredo.

Quarto parágrafo

Ao contrário dos parágrafos anteriores, acredito que o quarto parágrafo é direcionado diretamente a Jon Snow. Melisandre pode saber o segredo por trás de seu conteúdo, mas este parágrafo foi elaborado para ter um efeito específico sobre Lorde Snow.
Quero minha noiva de volta. Quero a rainha do falso rei. Quero a filha deles e a bruxa vermelha. Quero sua princesa selvagem. Quero seu pequeno príncipe, o bebê selvagem. Quero meu Fedor.
Essas frases apresentam uma lista de demandas, muitas das quais Jon não tem capacidade de cumprir. Ele não tem permissão para enviar Selyse, Shireen, Melisandre, Val ou o filho de Mance para Winterfell.
Além disso, ele não tem ideia de quem é Fedor.
E independentemente da identidade de Ramsay (o real ou o disfarçado), ambos saberiam que Jon não tem ideia de quem é Fedor.
Esses pedidos colocaram Jon em uma posição tênue. A carta declara abertamente que Jon violou seus juramentos à Patrulha da Noite, participou de uma mentira quando colaborou para resgatar Arya usando Mance, o que também beneficiou a causa de Stannis.
Mande-os para mim, bastardo, e não incomodarei você e seus corvos negros. Fique com eles, e eu arrancarei seu coração bastardo e o comerei.
Esta ameaça sugere fortemente que Jon precisa cooperar ou ele será atacado. Considerando que os Boltons são aliados dos Lannisters, é razoável concluir que os Boltons também usariam a oportunidade para destruir as forças de Stannis em Castelo Negro e fazer muitos reféns.
A carta deixa claro: o envolvimento de Jon com Mance e Stannis resultou em uma ameaça à Muralha, à Patrulha da Noite e à família de Stannis e ao assento de poder.
Jon é então forçado a um dilema:
Em ambos os casos, ele está ferrado e proscrito como um violador de juramentos.
Então, por que Mance enviaria uma linguagem tão provocativa para Jon e Melisandre?
A resposta deriva de vários fatos, alguns dos quais serão discutidos posteriormente no Manifesto. Mas a resposta simples é esta:
O que posso dizer neste momento é que Mance, Melisandre e Stannis sabem que Jon estava disposto a violar seus votos quando era necessário servir à Patrulha da Noite (e por extensão aos sete reinos).
Forçando Jon a se tornar um violador de juramentos, Melisandre e Stannis são capazes de usá-lo de outras maneiras, particularmente de maneiras que não envolvem sua permanência na Patrulha.
Com que propósito Stannis e Melisandre usariam Jon Snow, o violador de juramentos?
Infelizmente para Jon, ele mesmo forneceu a Stannis o motivo para 'roubá-lo' da Patrulha da Noite.
Explicar melhor isso é um dos pontos principais do Volume III do Manifesto.

CONCLUSÕES

A carta como um todo parece ser coerente com as teorias que descrevi até agora, particularmente com o resultado do ‘confronto nas criptas’.
Como discuto nos apêndices, também é coerente com algumas interpretações reveladoras das visões de Melisandre.
Obviamente Melisandre acreditava que a Carta Rosa responderia às perguntas de Jon sobre Stannis, Arya e Mance, e a carta o fez. Ela pensou que isso o obrigaria a confiar nela.
Embora a Carta Rosa tenha respondido suas perguntas, ele ignorou tanto a carta quanto Melisandre quando se recusou a procurá-la e agiu por conta própria. Acredito que isso se deva em grande parte ao fato de ele não perceber que havia segredos no texto; ele entendeu a carta pelo significado literal.
Existem algumas grandes questões que permanecem abertas:
Além disso, parece que Melisandre queria um ou ambos das seguintes coisas:

IMPLICAÇÕES

As perguntas e conclusões que podemos fazer parecem sugerir que chegamos a um beco sem saída. De fato, se continuarmos a tentar entender as coisas pelo ângulo de Mance Rayder, será.
Se dermos um passo para trás e começarmos a investigar algumas das outras pistas, preocupações e mistérios em A Dança dos Dragões, surgem novas ideias que nos levam de volta a Mance e Stannis.
Para aguçar seu apetite, aqui estão as questões importantes, antes de avançarmos para o próximo volume do Manifesto:
Essas e outras perguntas são respondidas no próximo volume do Manifesto, ‘O Reino irá Tremer’.
E, finalmente, para terminar com algum floreio, aqui está uma passagem de A Dança dos Dragões:
O Donzela Tímida movia-se pela neblina como um homem cego tateando seu caminho em um salão desconhecido.
(ADWD, Tyrion V)
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2020.09.16 09:16 Matheuskeeeeeee Minha namorada e o amigo dela

Preciso da ajuda de vocês 😫
Antes de estar em um relacionamento com minha namorada, ela ficava com um mlk que era o Pedro. Eles brigaram por algum motivo e ela não quis mais ficar com ele, nessa época a minha namorada era na vdd minha amiga mttt próxima, me mandava os prints dos longos textos que ele fazia pra ela pedindo uma nova chance. Eles não tinham uma relação de amizade e não eram amigos, no começo da quarentena ja estávamos namorando e ela me contou detalhes dizendo que ele era louco pra ter uma relação sexual com ela pelo fato dela ser virgem, e tinha fetiche nisso.
Passado um tempão, mais precisamente no começo desse mês, ela me avisou no WhatsApp que estava saindo com ele para uma adega onde tinha mais gente, e eu fiquei incomodado lógico e disse pra ela. Ela disse pra mim que estava de aliança (não acho que isso tenha um peso enorme positivo ou negativo na questão da minha insegurança), disse também que ele sabia que ela estava namorando e respeitava ela.
No dia seguinte postou um print da conversa dos dois dizendo que iam sair pra encontrar uma tal de Júlia no fim de semana. Quando vi isso não aguentei de tanto desconforto e fui conversar com ela. A minha namorada, foi totalmente grossa e disse: ele é só meu amigo vc tá cego ou o que?
Depois no Twitter os dois sempre apareciam respondendo as coisas um do outro, e se eu fizesse ao contrário de voltar a ter uma relação com uma pessoa da qual me relacionei no passado sei que causaria um desconforto enorme nela e com certeza seria falta de empatia com o que ela sente
Foi quando ela me disse que ia sair de novo pro mesmo lugar com ele e com as outras pessoas e eu desisti de tudo. Mas ela me convenceu a ir junto para ver que não havia nada demais. Fui junto e não conhecia ninguém lá, quando perto do fim, ela me perguntou se eu iria ficar bravo caso ela desse uma volta de moto com o Pedro Nessa hora eu não queria causar desconforto nenhum pra ela e disse que não e tava tudo bem. Mas com certeza fiquei muito incomodado e por uns minutos fiquei esperando sozinho e quieto lá no banco, mas ela voltou pois o amigo que emprestaria a moto aos dois não cedeu.
Aí nesse fim de semana ela chamou o Pedro no WhatsApp e disse que estava com saudades, mas ele tinha saído com uma pessoa e sumido aí ela se incomodou e postou no Twitter: “nunca mais falo que to com saudade” e ele respondeu: “🤔”
Quando vi isso fiquei totalmente desconfortável e pra baixo de novo, pois no fim de semana e no horário em que ela postou ela estava vindo pra cá passar o sábado comigo. Então não aguentei mais de tanta insegurança e mal estar e decidi conversar com ela
Fui conversar com ela com o propósito de resolver como desse, e ela disse que ou teria de lidar com isso ou terminar. E daí eu disse que não conseguia lidar com isso de tanto desconforto que me causa e terminamos.
Mas depois de umas horas ela me ligou e pediu pra que a gente se visse na mesma noite (ontem), veio aqui em casa e leu uma carta pra mim, e disse que queria resolver ou até mesmo fazer terapia de casal pra que a gente continuasse juntos. Ela me disse que eles não eram amigos antes mas que agora são, que ele respeita que ela esteja namorando, e não deu em cima e quanto terminamos, aliás disse pra ela que ele não via sentido em ser o motivo do término, e chamou ela pra sair no fim de semana pra não ficar mal.
Enfim, aconteceu que eu e ela voltamos mas não resolvemos isso ainda, eu tenho medo de estar sendo abusivo com ela mas realmente a situação de ela sair com o cara que ficava antes me deixa muito inseguro. Sei que é um problema meu, levei pra minha psicóloga e ela me disse que eles não são só amigos e deveria explicar isso pra ela, e como dada a opção, não estar mais no meio disso.
O que ela me disse aqui na conversa, foi que se fosse com uma menina não teria problema algum então pelo fato de ser com o Pedro ela acha que não tem nada a ver. Disse também que eles são só amigos e não tem nada demais. Chorou bem de leve e disse que não queria terminar comigo.
Acontece que ontem eu voltei com ela e disse que tava tudo bem. Mas hoje lembrei e todos os fatos e não consigo não me incomodar com isso. Ela já disse que não tá disposta a ceder nada e eu que deveria ceder isso 😫 e agora mano
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2020.09.14 13:44 JustCallMeLyraM8 GT DA BROTHERAGEM

GT DA BROTHERAGEM
/cc/
>eu tenho um amigo bem próximo
>amigo não
>ele é tipo um irmão
>amo aquele filho da puta
>vamos chamar ele de Maicão
>nos conhecemos no jardim da infância
>dividíamos o todynho e o biscoito passatempo no recreio
>bolachaéocaraio.mp3
>estudamos na mesma turma até a quinta série quando os pais dele se mudaram pra longe da escola
>ele continuava morando na mesma cidade, mas tava numa escola diferente
>ainda assim nos víamos todos os fins de semana
>nossas famílias se tornaram amigas também
>tudo era um mar de rosas até o final de 2004
>ano 2005
>entra uma aluna nova na minha turma
>o nome dela era Thais
>lembro como se fosse ontem do momento em que ela entrou na sala
>tudo parecia ter ficado em câmera lenta
>o sol batia nela
>o ventilador soprou seus cabelos
>ela marchava como uma égua manga larga do trote formoso
>paudureci naquele exato momento
>o foda é que eu tava em pé naquela hora e a primeira aula era de educação física
>short.gif
>todo mundo da sala começa a rir de mim e a gritar
>me chamaram de pau retrátil porque foi só a menina aparecer que ele subiu
>morri de vergonha naquela hora
>sentei na cadeira e pus a mochila no meu colo
>eu só queria sumir
>até a professora riu
>mas a Thais não
>ela sentou atrás de mim e disse pra eu não ligar pra eles e que eu ficava lindo com vergonha
>caraio vei não pude acreditar
>eu era tão tímido que pedi pra ir no banheiro na mesma hora e fiquei trancado lá até a hora do recreio
>quando o recreio chegou eu pus o dedo na goela na frente da sala dos professores
>acho que vomitei até meu intestino naquela hora
>comecei a dizer que tava passando mal
>os professores me liberaram da escola e fui pra casa mais cedo
>chego em casa e passo a tarde toda tendo fantasias masturbatórias com a Thais
>eu era tão beta quanto aqueles peixes de briga
>quando a noite chega eu corro pra casa do Maicão
>conto tudo pra ele feliz da vida
>Maicão fica feliz por mim
>brodagem.rar
>segue o jogo
>durante o resto do ano eu iria me aproximar cada vez mais da Thais e me afastar cada vez do Maicão
>ele dizia que ela tava me afastando dele mas eu discordava
>dizia que era coisa da cabeça dele
>o tempo passa
>a Thais é promovida à pitanguinha e a distância entre mim e meu brother ia aumentando cada vez mais
>um dia briguei feio com o Maicão quando ele disse que ela tava cmg só por conta do meu dinheiro
>eu não era rico, mas da escola eu era o mais bem de vida
>meu pai era o único que não tava preso e não trabalhava com drogas
>minha mãe não trabalhava na zona
>zoas ela trabalhava sim
>ela agenciava a tua mãe, aquela puta boqueteira
>zoas de novo, minha mãe era artista plástica
>um dia eu acabo falando pra Thais que o Maicão tava se sentindo escanteado
>ela começa a me dizer que era inveja do nosso relacionamento e que ele só queria nos separar
>acabo dando ouvidos a ela e brigando feio com ele
>putaquepariuqueburrice
>nunca devia ter dado ouvidos à ela
>foco no gt
>paro de falar com o Maicão e cada vez mais me entrego pra a Thais
>toda semana era cinema
>lanche na Mc Donald’s
>roupa na Marisa
>minha mesada começou a ser exclusivamente dela
>um belo dia recebo uma mensagem do Maicão dizendo que a Thais tava me traindo
>respondi mandando ele tomar no cu
>ja faziam uns 5 meses que eu não falava com ele e do nothing ele vinha com um papo desses
>ele disse que eu devia ficar atento aos sinais
>não dou a foda pro que ele diz e continuo o namoro
>na semana seguinte vejo ela com uma marca roxa no pescoço
>ela diz que tinha caído da escada
>eu disse que acreditei mas fiquei desconfiado
>nada me tirava da cabeça oq o Maicão tinha me dito
>procuro ele e conto oq aconteceu
>diferente de mim ele não era um filho da puta
>Maicão me ove e depois me conta tudo que sabia
>a Thais tinha vindo da escola em que ele estudava
>ela era conhecida como viúva negra na escola
>ela se prendia à um macho e sugava tudo dele até ele não ter mais nada
>sim, ela tmb sugava o pau
>não, ela não tinha sugado o meu ainda
>Maicão continua a história dizendo que tinha visto ela saindo da casa de um carinha que morava no mesmo bairro dele
>até aí não vi nada demais
>mas ele me disse que ela tinha dado um beijo na boca do cara na saída e quando virou de costas o cara deu um tapa na bunda dela
>ÉOQ?!
>aquela vadia não tinha nem sequer me deixado pegar na bunda dela ainda
>dizia que era só depois do casamento
>eu era beta betoso full +15
>ela me levava pra igreja todo domingo
>acreditava nela sem questionar
>caio no choro e o Maicão me consolou
>disse que eu não tava sendo um bom amigo mas que ele nunca deixou de me ter como irmão
>bolamos desmascarar ela juntos
>ela ia pra casa dele toda sexta de noite
>realizo que era a hora que a mãe dela saía de casa pra ir pro culto de oração da igreja
>caraio_como_sou_burro.jpeg
>chifre.rar
>no dia seguinte falo com a Thais como se nada tivesse acontecido
>ela diz que me ama
>digo que amo ela tmb
>caraio, eu queria matar ela ali naquela hora
>mas amava aquela desgraçada
>feelsbad.png
>sexta feira
>19h
>tava com o Maicão escondido na rua da casa dela
>avistamos a mãe dela saindo de casa
>corremos pra mãe e contamos a história
>mãe não acredita, mas topa ir com agnt até a casa do talarico
>19:30h
>Thais sai de casa com um short enfiado no cu
>pqp pra quê enfiar tanto ssaporra?
>tava tão fundo que ela devia ta sentindo do gosto dele
>seguimos ela de longe
>a vadia entra na casa do moleque
>nessa hora a mãe dela já queria matar ela, mas eu fiz ela esperar
>entrei dando um chutão na porta da frente
>queria pegar ela com a boca na botija
>e consegui
>infelizmente a botija em questão era a rola do cara
>ela tava engolindo o pau daquele moleque com uma facilidade absurda
>nem sua mãe consegue engolir minha piroca tão fácil
>foco no gt
>Thais leva um susto tão grande na hora que morde o pau do cara
>num ato reflexo por conta da dor o cara da um murro na cara de Thais
>ela cai no chão
>a mãe dela comeca a bater nela com uma havaianas e depois começa a arrastar ela pelos cabelos pra fora de casa
>a Thais é arrastada pela rua até chegar em casa
>racho o bico com a cena como mil hienas comemorando a morte do Mufasa
>peço perdão pro Maicão pela cagada que fiz
>Maicão diz que fui um idiota, mas que era o irmão dele e que nada iria nos separar
>dois dias depois Thais chega na escola toda roxa
>tinha apanhado tanto que o conselho tutelar tirou a guarda dela da mãe
>ela chega perto e diz que quer falar CMG
>ignoro
>ela me puxa pelo braço, olha no meu olho e diz:
>como vc descobriu?
>digo que o Maicão me contou tudo
>ela diz que vai pra um orfanato hoje. Só foi na escola buscar sua transferência.
>Kkkkkjkkjjjk
>ela diz que eu posso rir agora, mas quem ri por último ri melhor. Disse também que nunca iria esquecer aquilo e que o Maicão iria pagar por ser x9
>puxo meu braço, dou as costas e vou embora
>ano 2016
>terminei a escola e faço faculdade
>Maicão faz o mesmo curso que eu e estudamos na mesma turma novamente
>full brothers +15
>desde o episódio com a Thais nunca mais tínhamos brigado
>trabalhávamos, tínhamos nossa independência
>tudo ia bem até recebermos o convite para uma festa que rolaria naquela noite
>eu e o Maicão dividiamos o apartamento agora
>o convite veio por baixo da porta dentro de um envelope
>open_bar.jpeg
>o envelope vinha com 2 pulseiras
>as pulseiras davam acesso à área vip da festa onde rolaria os alcoolismo
>ficamos relutante por um momento até abrirmos a carta
>a carta tava endereçada à mim e ao Maicão
>era uma letra de mulher
>não tinha muita informação só dizia que não deviamos perder a festa por nada e que lá tudo seria explicado
>não tinhamos nada à fazer então topamos
>22h
>party.time.jpeg
>logo de cara fomos recebidos por duas loiras peitudas que estavam de camisa branca
>ambas estavam dançando na entrada da festa enquanto se molhavam com uma mangueira
>séélococuzão.rar
>a festa tinha uma proporção de 4 depósitos para cada homem
>a cada dois homens, um era gay
>era tipo o plenário da câmara dos deputados só que ao contrário
>quando entramos no salão principal todo mundo virou pra a gente
>tipo aquela cena do universidade monstro
>as depósitos cochichavam entre elas
>pensamos que tinha algo errado conosco mas a vdd é que éramos os caras mais lindos dali
>na vdd nem éramos isso tudo, mas tínhamos rola e éramos heterossexuais
>feelsalpha.png
>fomos andando até a área vip
>a decoração da festa era cheia de fotos de uma depósito
>era uma ruiva 10/10
>a festa devia ser dela
>tive a impressão que ja tinha visto ela em algum lugar
>áreavip.gif
>a área vip era lotada de bebidas
>não tinha uma depósito abaixo de 8/10
>no buffet tinha camarão e lagosta
>mano do céu era a festa mais foda que eu ja tinha ido
>quando olho pro lado ta o Maicão atracado com uma mina
>dois minutos depois a mina larga ele e agarra outra mina
>ÉOQ?!
>aquilo tava parecendo um bacanal grego
>uma coisa no entanto me incomodava
>quem teria nos convidado?
>avisto a anfitriã da festa, aquela ruiva 10/10
>ela se aproxima de mim lentamente
>mano do céu, paudureci na hora
>só conseguia imaginar eu enfiando o pau tão fundo nela que quando eu terminasse ia ta na camada do pré-sal
>a calça aperta e ela percebe que estou preparado para o abate
>fico sem graça e tento disfarçar
>ela vem por trás de mim, ri e diz que eu fico lindo com vergonha
>gelei na hora
>caraio, era a Thais - pensei
>pergunto se ela era a Thais
>ela ri e me chama de idiota.
>diz que seu nome é Raquel
>caraio, ela nao tinha nada a ver com a Thais
>errei feio, errei rude
>pensei que tivesse estragado minha chance
>raciocinando com a destreza de um crackudo na fissura e digo:
>é porque thaislinda com essa roupa
>ela ri, eu rio, segue o jogo
>nessas horas eu nem sabia mais que existia um Maicão
>só pensava em mergulhar naquelas tetas magníficas
>na boa, se ela fosse minha mãe eu mamaria até hj
>quando olho pro lado o Maicão tava agarrado com duas ao mesmo tempo
>bodyshot.gif
>caraio o Maicão tava levando uma surra de peito na cara enquanto bebia e eu no 0x0
>me aproximo da ruiva já na maldade
>ela chega do meu lado
>põe a mão no meu ombro e fala na minha orelha direita:
>quem é esse teu amigo?
>poooooooooooorra.mp3
>o moleque ja tinha catado duas e agora ia catar a ruiva
>tive vontade de mandar ela se fuder, mas ele era meu brother, não podia prejudicar ele
>nenhuma depósito ficaria entre nós
>não deu nem 10 minutos do momento que disse o nome dele pra ela e ela ja tava agarrada nele
>a ruiva chupava a língua dele como se fosse o último picolé do verão
>avisto uma depósito 9/10 dançando sozinha
>penso em me aproximar, mas antes que eu chegue a ruiva puxa ela e põe na roda com o Maicão
>ja não entendia mais nada
>eu sempre pegava as depósitos +/10 do que ele e agora ele tava numa orgia de bocas e eu sem nada
>começo a beber
>realizo que ta na hora de baixar as expectativas
>avisto uma ananzinha 5/5 escorada no balcão
>me aproximo dela e pergunto se o pai dela era padeiro
>ela pergunta se era pq ela era um sonho
>eu digo que era pq eu queria comer a rosca dela
>sério que anã rabuda do carai
>a anã me dá um tapão e sai de perto
>vsf que festa merda do carai
>comecei a beber descontroladamente pra compensar a frustração
>dou em cima da garçonete
>a garçonete era uma trans
>ela me esnoba e vai embora
>vômito.rar
>caraio nem a mulher com rola me quis
>decido que hoje não é meu dia e que ta na hora de voltar pra casa
>procuro o Maicão pra ir embora cmg
>vejo ele entrando no carro com duas 1,5 depósitos
>pensei que ele tivesse indo pra um motel ou algo do tipo
>ele tava de mãos dadas com a ruiva e com a anã 5/5
>a ruiva olha pra mim, da uma risada e depois um xauzinho
>caraio que raiva daquela ruiva
>me esnobou e agora vai dar pro meu brother
>faço sinal pro Maicão que vou embora
>ele grita “Oklahoma”
>era nosso sinal secreto
>significava que ele ia realizar o ato de socação intra uterina e que eu não deveria incomoda-lo
>entendo o recado, dou meia volta e volto pra casa
>chegando em casa
>tudo girava por conta do álcool
>brinco um pouco com o o Visconde de Sabugosa até ele cuspir
>durmo
>no dia seguinte acordo com dor de cabeça, deitado no sofá
>percebo que tinham 537272717 chamadas não atendidas no meu celular
>todas do Maicão
>imagino todas as desgraças do mundo
>comeco a ligar de volta mas ele nao atende
>recebo uma ligação de um número desconhecido no meu celular
>é uma mulher
>ela ria descontroladamente
>disse que estava na festa o tempo todo me observando
>pergunta se a noite foi boa e se eu peguei alguém
>mando ela tomar no cu e digo que peguei a mãe dela
>ela racha o bico e diz que é impossível pq a mãe dela foi a primeira a pagar oq devia
>gelei na hora
>reconheci a voz
>era a Thais
>ela começa a contar seu plano do mal
>diz que foi parar num orfanato depois daquele episódio
>que apanhou muito da família onde foi parar mas a família era podre de rica
>a família produzia festas tipo o tomorrowland
>viajaram pra fora do país e levaram ela junto
>disse que por muito tempo quis se vingar mas a família não dava a foda
>dois meses atrás a família tinha morrido num acidente de carro e ela ficou como única herdeira
>ela pôs como meta de vida concluir a vingança que passou anos arquitetando
>disse que a festa foi planejada por ela
>que todas as depósitos da área vip foram contratadas por ela baseadas no meu tipo de mulher
>pergunta como me senti não pegando ngm e vendo o meu “amiguinho” catando todas
>respondo que a vingança dela era uma merda e que tava feliz pelo meu brother
>ela racha o bico e diz que a vingança dela não era me deixar sem pegar ngm
>ela queria se vingar dele por ele ter dedurado ela
>pergunto qual vingança há em encher a rola dele de depósito
>você verá - ela me disse
>desligo o espertofone e percebo que chegou uma mensagem do Maicão no oqueapp
>faz uma semana que o Maicão toma mais coquetel que o Amaury Jr.
pica relatada da mensagem
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2020.09.10 16:12 henrylore Najiyu Ep 9 - Nós somos prisioneiros! Por enquanto...

??: *joga Nevaska dentro da cela
*fecha ela com toda a força
*sai andando pelo corredor frio e cinzento, aquecido apenas por um tapete roxo no chão
*abre a porta principal muito parecida por uma porta de cofre
*fecha ela
Ne: *ouve barulhos de tranca
...
*olha pra cela ao lado e vê
H: *sentado na cama da cela
...
L: *esticando a corda do arco até ela fazer algum som
P: *na outra cela do outro lado deitada
Ne: meh
H: nao tem nada a dizer?
Ne: o que vocês querem que eu diga?
L: nada so que voce extrapolou o plano todo brigando com UM GUARDA VOCÊ PODIA BRIGAR COM QUALQUER CARA MENOS UM GUARDA
Ne: tá bom ok?
eu briguei com ele porque ele se meteu na briga entre EU E SHIBARU
*bate na grade
H: e por que cacetes você foi pra cima dele daquele jeito?
Ne: vocês não sabem o que é construir uma coisa, pra entregar e confiar ela pro cara e ele destruir tudo
PRINCIPALMENTE COM PESSOAS
PESSOAS era uma vida aquilo ali
a Winry, era uma alma que foi destruída por XERETAR
L: hmmm
P: mas como assim? você deu tudo pra ele?
Ne: depois que a minha melhor amiga sumiu na minha última missão eu resolvi passar o cargo de líder pra próxima pessoa, e abandonar a ordem
ou seja lá o que isso se tornou
L: e voce entregou pra um palmeiras aleatório?
Ne: ele era confiável na época, a pessoa mais velha e confiável que eu tinha
ele tinha se provado ser uma boa pessoa e de confiança
mas então ele se tornou arrogante e tirou tudo de mim
...e da ordem
L: ah legal, agora ele vai sair andando por aí se achando o espertão por ter "vencido"
P: entao você era a líder??
Ne: sempre fui, e quando voltei sabia que ele não ia me querer de volta no cargo
só como substituta
L: voce entregou o seu cargo.
Ne: PERDE A SUA MELHOR AMIGA PRA VOCÊ VER
L: E EU LA TENHO UMA MELHOR AMIGA??
P: A CULPA É INTEIRA DE VOCES O LUSK FICOU GRITANDO, A NEVASKA EMPURRANDO O HB, AH VAI NÉ
H: e aí?
L: hm?
Ne: hein?
H: voces vão continuar brigando?
a gente tá preso.
seja lá de quem foi a culpa
a gente tá aqui
e é isso...
Ne: ... tu tem razão
L: é
P: *só deita pro lado
H: *pega duas pedrinhas e tenta trocar elas de lugar
não funciona aqui
Ne: é uma cela anti magia
magia não funciona aqui
*tenta fazer um pedacinho de gelo no chão mas ele se desfaz
L: é, estamos fritos.
H: vocês já pararam pra pensar por que separaram a gente em 3 celas?
Ne: porque separam meninos de meninas
L: e acharam a nevaska muito brava das ideias pra ficar perto da ponce
alias que história de toggi foi essa?
P: *se senta e olha pro lusk
você não sabe da minha vida pra se perguntar isso
L: Hmmmmm. Maneiro.
H: mas aí
o que o shibaru quer aqui?
Ne: nas cartas dele tavam escrito que ele queria poder
P: poder? numa vila humilde dessas?
Ne: é normalmente onde guardam as coisas mais poderosas...
H: voce sabe de alguma coisa que a gente não sabe né?
Ne: não
H: pode falar
Ne: não?
H: hmmmm *se encosta na parede de novo
*olha pra cima e vê a luz da lua batendo na janelinha e se contrastando com o resto de luz da tocha na parede que levemente vai se apagando
??²: *passa fazendo uma sombra na cela
*coloca a mão na grade da janela
talvez o nome disso seja Guilt
*olha lá pra dentro
H: ...?
o que-
??²: *abaixado e olhando lá pra dentro
Guilt... é o nome disso
H: ...
*percebe que é a mesma pessoa do dia do trem, que estava assaltando todo mundo
V-VOCE
VOCE TAVA NO TREM
??²: tava
H: VOCE TENTOU ROUBAR A GENTE
mas você desistiu?
??²: foi
Ne: ah é? então foram vocês
H: achei que voce tinha duvidado
Ne: nah eu sabia que algo assim acontecia mas não achei que você acordaria
??²: foi exatamente isso que me chamou a atenção
mas fala aí vai querer sair daí ou nem?
H: nao sei se confio em você...
??²: ou você confia ou você não sai
H: e como voce vai fazer isso?
??²: *levanta e sai andando
**do lado de fora:
??²: *chega perto da ?³ (a outra pessoa do trem)
??³: *olha pra frente do castelo e vê um guarda la
*sai andando e indo em direção ao portão do castelo
Bessa: *olha pra ela
EI! O QUE FA-
??³: *olha de volta e seus olhos brilham rosa
*adormece o guarda Bessa
*vira pro ??² e faz um joinha
??²: *abre lentamente uma festinha da porta, suficiente pros dois passarem
??² e ??³: *entram
??²: *segura a mão da ??³ e sai andando pelo escuro (ele provavelmente enxerga no escuro)
**do lado de dentro
H: ...
L: soa melhor assim
Ne: os caras vazaram
**ouvem um barulho de tranca
??²: *abre a porta
boa tarde família
H: ah você conseguiu
??²: óbvio que consegui
*puxa umas chavezinhas
*abre a cela da Nevaska
Ne: *sai se limpando
depois dessa eu nunca mais bato num guarda véi
??²: *abre a cela do Henry e lusk e ponce
H: estamos livres
mas e aí? qual seu nome
J: meu nome é John, mas tu pode me chamar de Nomad ou sei lá
Du: meu nome é Duda, mas você pode me chamar de... Mikasa?
H, L, J, P, Ne: Duda
Du: ai tá bom meu deus
P: agora a pergunta é será que tem mais gente lá pra trás?
**olham pro fundo do fundo do corredor onde se sente um vento frio vindo dele
L: vamo vê né não custa ver
**veem na cela ao fundo uma pessoa com olhos vermelhos olhando seriamente pra eles
**nas celas ao lado tambem, diversos olhares hipnotizantes avermelhados
Ne: e tá aí a razão da gente estar aqui
P: se isso tá aqui... significa que a fonte dessas coisas se encontram aqui
L: mas e ai a gente solta esses cara aí?
??¹: *para de olhar pra eles e senta na cama da cela
H: nah isso precisa ser tratado com cuidado
Ne: é verdade, vamos conversar com eles assim que recuperarmos a confiança
J: sinceramente eu não acho que vocês vão recuperar a confiança de alguém assim...
fugindo da prisão
Du: o John tem razão
fazendo isso vocês já perderam todas as chances de ganhar a confiança deles
Ne: eh?
meh a gente tá aqui pra solucionar não pra amigar
certo?
H: •-•
Ne: eu acho que não
J: *guia os dois pela escuridão até a saída
**veem o guarda caído na porta
J: shhhh morto não fala
Du: hehehe
H: voce adormeceu o cara?
J: sim
**depois de um pouco longe
Ne: tá oq a gnt faz agora
J: voces disseram que o cara que vocês tavam procurando
queria poder né?
H: sim
J: e se esse cara procurasse o Guilt?
L: quem diabos é guilt?
J: ele é uma das crianças que deviam ser protegidas aqui
ele tem um amuleto que dá poder pra quem possuí ele
L: QUE MANEIRO então ele deve ser bem poderoso né?
J: minha teoria é que ele não sabe usar aquilo, mas se ele fica sem aquilo ele fica muito fraco
então eu resolvi não roubar
Ne: você tentou roubar aquilo?
J: sim
H: eeeeeh
J: eu desisti pelo bem dele, mas tem gente que não desistiu
H: e onde você achou?
J: ele frequenta lugares específicos normalmente
H: então a gente tem q achar ele
L: hmmm
J: que dia é hoje? 23 né?
é aniversário dele
H: onde será que ele comemoraria o aniversário dele?
...
Ne, L e P: ...
J: o que? esperavam que eu soubesse?
L: sim.
J: heh pois é eu não sei
Ne: é bem provável que se a gente encontrar o menino a gente encontra o shibaru
J: hmmmm ele sempre vai na sorveteria de tarde...
L: de noite ele dorme né mané mas onde ele mora?
J: hummmm
Du: tem uma casa em cima da loja de picolés
talvez aquele cara tenha abrigado ele ali
J: o tio do picolé?
Du: ele mesmo
**depois de um tempo
J: é aqui.
*abre a janela que por algum motivo tava destrancada
**todo mundo entra
J: *sobe as escadas e...
não tem ninguém aqui
Ne: talvez ele já tenha passado por aqui
P: ou o menino nem mora aqui
H: mas tá tudo revirado olha aqui
Sh: *do lado de fora em cima de uma árvore
*olha pra janela da sorveteria aberta
...
*dá um sorriso
só uma provocadinha vai...
*coloca a mão na boca do guilt pra ele não gritar nem nada
**ouvem um barulho vindo de baixo
J: ouviram isso???
P: shhhh
*desce as escadas com cuidado
...
Sh: ello.
*aparece segurando o guilt
G: merda
P: VOCÊ
Sh: relaxem
P: *corre e da um soco na cara dele
Sh: *leva o soco mas joga ela no balcão
J: *usa uma força de gravidade e faz o shibaru cair
Sh: *é empurrado pra baixo e não consegue se levantar
quem é... esse cara?????
J: *prepara um golpe de relâmpago
H: °°
ELE CONTROLA DOIS ELEMENTOS????
J: *aponta pro shibaru e...
H: *segura a mão dele
não, se gente fizer isso aqui a gente vai chamar atenção demais
J: ô seu-
G: *aproveita e tenta escapar pela janela
Du: *tenta usar os olhos pra adormecer o shibaru
G: *olha e adormece zz
Sh: entao é isso, ela consegue adormecer os outros!
Du: *usa de novo
J: *nao olha
Sh: *puxa a espada dele e reflete fazendo Nevaska, Ponce e Duda adormecerem
L: QUE (ele tava em cima então ele não olhou)
H: meu deus
Du: oh
acho que isso é ruim gente
??: TEM ALGUEM AÍ??
QUE BARULHADA É ESSA
Sh: *segura Guilt e pula pra uma árvore
??: o que foi isso? (percebe-se q ele tá do outro lado da loja)
J: tsc
eu distraio eles, vocês vão atrás daquele cara e do Guilt
H e L: *acenam que sim com a cabeça
J: *sai da loja e sobe rapidamente em cima na laje
*joga um monte de estrelas ninja com bombas de fumaça pra cima
??: VOCÊ..
*sobe e vai atrás dele
H: acho que é com a gente brether
L: concordeis.
**colocam as 3 no andar de cima
H: *tranca por dentro
*deixa a chave ali
L: *pega um lápis do balcão e deixa na escada
H: *troca de lugar com o lápis
boa brether
H e L: *batem os punhos
H: *fecha a janela depois de sair
fiquem bem...
**saem correndo
L: pra onde tu acha que ele foi?
H: eeeeeh não faço ideia
Sh: nao muito longe do que vocês pensam
**se encontram num lugar sem saída bem espaçoso mas cheio de vendinhas velhas e armazéns de produtos pra repor
Sh: é uma grande honra ter os novos integrantes da ordem aqui comigo...
pra morrerem.
*junta as mãos e faz uma hiper onda de fogo em volta dele
H: °°
L: guh
pois é mano
H: onde você botou o maluco lá?
Sh: como se eu fosse te dizer...
vocês não vão salvar ele
basta eu tirar o amuleto
e eu serei imparável
L: voce so vai fazer isso se a GENTE deixar.
Sh: e vocês deixam?
L: Não.
Sh: *faz uma bola de fogo na mão e atira neles
H e L: *vai um pra cada lado e desviam
**bola de fogo bate nuns barris e começam a pegar fogo
H: isso vai chamar atenção
L: a gente tem que ser rápidos.
Sh: que o show...
*olhos brilham vermelho
comece.
... NO PROXIMO EPISÓDIO DE NAJIYU
Najiyu Ep 10 Por uma vida
❤️
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2020.09.10 16:09 henrylore Najiyu Ep 7 - Nós vamos em busca de pistas! Ao trem! Yahoô

H: *olho volta pra cor normal
P: seu olho voltou ao normal
H: ... oq vc acha q ta acontecendo
P: eu nao tenho a mínima ideia
L: ...
Ne: a gente vai ter que ir pra naji
Ar: v-voce tá doida??? não lembra das missões que mandaram você pra lá? ou qualquer pessoa? ninguém voltou!
v-voce tem certeza???
Ne: não, mas é a única coisa q a gnt tem pra fazer
Ar: ... ferrou.
Ne: então, ponce ne?
P: sim
Ne: a gente precisa pegar uma arma pra você então venha escolher
P: ok!
H: Arthurzao? tá tudo bem?
Ar: *olhando fixamente pro corpo da Winry
... é
H: ta claramente vc n tá bem..
Ar: ...
H: quer conversar?
Ar: *fala sem parar de olhar pra cena
só se você jurar guardar segredo.
H: ...
**tempo depois
H: onde é aqui?
Ar: aqui é o bar do Christian, é um velho muito maneiro aqui da ordem
H: hmmmm
L: bem que eu tava com fome mesmo.
Ar: *abre a porta
Christian...
*surge um cara de dentro de uma cozinha, um cara velho, com um cabelo branco curto, e uma barba longa, sem o braço esquerdo, se apoia no balcão apenas com o único braço
Ch: (uma voz meio de um cara velho)
alô? ah, Arthur! oq houve? você sempre me grita meu caro.
Ar: rolou uma coisa meio ruim agora mesmo, a ordem inteira tá em alarme.
Ch: heh morreu alguém?
Ar: ...
Ch: ah.. Winry..
H: como você sabia?
Ch: ah, deixa que o Arthur te conta, eu tenho que fazer as bebidas
L: ce viu isso mano o cara não tem um braço
H: conta aí Arthurzao
Ar: hmmmmm
H: *bebe refri
Ar: mano... eu gostava de Winry e eu ia me declarar assim que as coisas se acalmassem e tal
mas eu acho que isso nao vai acontecer
H: *cospe um pouco de refri e olha pro Arthur
-'
**ali do lado na loja do ferreiro
Ne: *encostada na porta esperando a ponce
escolhe o que você mais acha que vai ser legal pra você
P: hmmmmmm
*olhando pra todas as armas 5 vezes
Ne: ...?
P: hmmmmm...
Ne: quer ajuda?
P: sério, eu não sei
Ne: tá, olha só
*olhando
espadas são pra pessoas que gostam de ir corpo a corpo, mas você tem que estar atenta a todos os lados pra se defender
lanças são pra pessoas que atacam de longe e de perto, são bem equilibradas
e arcos...
P: ARCO é isso eu quero um arco
Ne: horizontal ou vertical?
P: ... vertical
Ne: *tenta alcançar na última prateleira da oficina mas não alcança
...
P: fofinha
*segura a Nevaska e levanta um pouquinho
Ne: *pega o arco *entrega pra ponce
P: hmmmm
Ne: só não temos flechas, a gente vai ter que pedir pro ferreiro faze-
P: nao precisa!
eu dou meu jeito
Ne: mas é so-
P: a gente não tem tempo, vamos amiga
*segura a mão da nevaska e puxa ela pra fora da ferraria
Ne: que
**de novo no bar
H: ... MANO
Ar: ...
H: é mais pesado do q eu pensava...
Ch: *volta e coloca as coisas na mesa
ah que trabalho, heh
L: *colocando o braço pra dentro da camisa pra ficar sem um braço tbm
Ch: ... tá tudo bem aí menino? heh
L: hmmm, tudo bem
Ch: tá querendo ficar sem braço também? heheheh isso é engraçado
L: cara você não tem um braço como assim
Ch: ah querido eu perdi a muito tempo atrás né? tava numa batalha e o cara resolveu cortar ele fora, aí eu fiquei assim né
L: e aí você ficou sem?
Ch: e o que eu poderia fazer? não tem como eu colocar meu braço de volta, infelizmente eu ainda não sou um lego
hehehehehehehe
L: que maneiro!! e o que você fez com o braço
H: -'
Ch: ...heh o... que você quer que eu faça cara? heh
eu queria botar na porta do bar dando oi ali mas acho que seria muito macabro não? heheheh
L: ahuehee
mas isso atrapalha você?
Ch: nah depois eu acostumei! heh
so me atrapalha pra pegar as bebidas mas é tranquilo
L: quer ajuda aí?
Ch: claramente! heh vem ver minhas bebidas premiadas aqui
L: hmmmmm
*vai pra cozinha
H: cara... mas- você não acha que vai superar isso?
Ar: meh talvez
H: escuta aqui talvez a gente consiga achar algo para conversar com ela! tenho certeza de que ela tá feliz com você aqui
e ela ficaria ainda mais feliz se você fosse descobrir e prender o shibaru
Ar: ... você tem razão cara.
eu irei socar a cara desse shibaru
H: tu vem com a gente ?
Ar: não sei...
eu vou pro festival da música, então ajudo vocês lá na investigação
H: ai sim, eu curti
Ne: *abre a porta gente?
**no anoitecer
Ne, H, L, P e Ar: *olhando pra um túmulozinho escrito "Winry"
Ar: ...
H: *da dois tapinhas nas costas do Arthur
Ar: eu vou arrumar as coisas por aqui e logo sigo missão ok?
Ne: acha que consegue cuidar das coisas lá por mim?
Ar: claro, mestre.
Ne: hehe vai lá fica bem tá?
Ar: pode deixar
H, P e L: *com mochilas prontos pra partir
Ne: tão prontos
L: nunca nasci mais pronto
H: pera você nasceu quantas vezes?
P: tambem, quase morreu ali na pirâmide
L: aaaah qualé
Ne: ele não quase morreu gente
**começam a andar
H: como assim
Ne: quando a pessoa está hipnotizada, 80% do dano causado a ela vai pra versão dark dela
então o dano que o lusk tomou era reduzido
por isso que o bicho morreu antes dele
entenderam?
L: entao por isso tu deu um tempão ao invés de me ajudar?
Ne: sim eu sabia q você não ia morrer
H: oloco vc
**chegam numa estaçãozinha de trem
H: "MayGabi"
que isso
Ne: é pra onde a gente vai
*senta no banquinho
L: Esperemos.
Ne: olha só, tomem cuidado tem altos níveis de pessoas aqui que esquecem as coisas no trem
H: ué pq as pessoas esqueceriam as coisas aqui?
Ne: não sei mas tomem cuidado, não esqueçam nada
L: pode deixar
H: *ve o anoitecer
vocês também sentem algo familiar quando olham pras estrelas?
Ne: *olha pro henry
hm?
H: eu não sei eu sempre senti algo quando olhava pras estrelas
é bem... familiar
Ne: *dá um sorriso e olha pra ele
talvez sua infância tenha sido algo tão curioso quanto a vastidão do universo
amnésia infantil é algo comum da gente ter
e resquícios de memória causam...
sentimentos e tal
P: *olha pra Nevaska e olha pra baixo
H: ta tudo bem?
P: nah so lembrei da minha família, nada demais
H: ... quer conversar sobre
P: hmmmmm talvez mais tarde...
L: o trem tá vindo
**trem chegando e freiando la de longe
Ne: ... vamos?
*olha pra todos com um sorriso
H: ... vamos
**trem para
*Lusk entra primeiro
*Nevaska em segundo
*Ponce em terceiro
*Henry por último
Ne: hmmm é por ali
(o trem tem cabinezinhas tipo o trem de Hogwarts)
Ne: vamos dormir separados né?
L: claramente eu não iria querer dormir aqui com nenhum de vocês.
H: *senta na cabine e mexe nos bolsos
hmmm..
*puxa um dos papeizinhos daquelas páginas do diário de raposas
...
*olha fixamente pra página
L: *bate na parede que dá na cabine do Henry
aí, da pra ver a cachoeira q você caiu daqui
H: *olha e vê, atravessando um lago, em contraste com as nuvens escuras e estrelas, a cachoeira lá longe, e uma pequena silhueta de uma casinha, onde só se vê a luz da janela
H: ... eu prometo voltar... é sério
isso é só-
*olha pro lago e vê o reflexo do rostinho da ponce, do lusk e da nevaska nas janelas
...
por um bem maior
*pega a página e guarda no bolso
*deita na mesa e dorme
...
*tempo depois
**acorda com um barulho muito alto
H: ????
*levanta
*olha pra fora e vê o trem parado e um pouco de neblina
alô? gente o trem parou
...
*sem resposta, abre a porta
*olha aos arredores e não vê nada
*abre a cabine da ponce e da nevaska
*vê as 2 dormindo, a Nevaska babando de tanto dormir
vish ninguém acordou
*fecha a porta e vai até o maquinista
*abre a porta do maquinista e vê ele dormindo
ué...
*ouve um barulho lá atrás e olha
??(pessoa com capuz marrom escuro): *sai correndo da cabine da nevaska com uma mochila
H: EI *corre atrás da pessoa
*tenta alcançar a pessoa
??²(um cara com orelhas cinzas e olhos azuis escuro): *aparece na frente do Henry derrubando ele
H: que?? quem são vocês?
*levanta
??²: ah... só... ladrões de trem
H: essa mochila não é de voces, vocês sabem disso né?
??²: agora é, então vê se não enche o saco
H: *abre a porta da cabine do lusk
Lusk, lusk, lusk LUSKKK
??²: ele não vai acordar, a minha amiga aqui botou todo mundo pra dormir
*aponta pra ??¹
inclusive... eu ainda não sei por que você tá acordado
H: eu sou imune a ilusões
*puxa a espada
??²: filosófico
mas não é imune a mim
H: *cai no chão do nada
??²: *faz uma força de gravidade em cima dele empurrando ele pra baixo
você não consegue nem se levantar depois disso?
H: assim não né fi
*olha pra ??¹
*troca de lugar com ela
??²: °°
H: *tenta segurar o ??²
*aponta a espada pra ele
devolve o que tu roubou.
??²: *segura a mão do henry e lança uma rajada de choque nele
H: *leva o choque e perde a chance de atacar
??²: *empurra ele na parede e segura pelo pescoço
... hm gostei de você
*da um socão na cara dele
H: *apaga
**no dia seguinte
H: *acorda
hmmm.... *vê a mesa, tudo onde ele tava antes
foi só um sonho?
*olha pro lado e vê a mochila da Nevaska
....?
que
Ne: *abre a porta
finalmente tu acordou hein-
EI
Q Q A MINHA MOCHILA TA FAZENDO AQUI
EU TAVA DESESPERADA PROCURANDO ELA SEU SAFADO E VOCE PEGOU
H: eu não peguei nada aqui
Ne: o que você queria na minha mochila?
H: de noite, uns caras vieram aqui e roubaram umas coisas
Ne: conta outra, eu teria acordado
H: hmph...
L: VAMO ACORDAAAAA
NINGUEM GANHA DINHEURO NA CAMA JA QUE ESTAMOS EM TEMPOS MEDIEVAAAIS
P: bom dia
Ne: o trem já vai parar
**trem para
**todos descem e olham nos arredores, uma vila muito linda, cheia de estátuas, uma torre do relógio enorme, uma esfinge, e muitas casas extremamente bonitas (não é na areia)
H: onde estamos?
Ne: na vila da MayGabi
**entram na vila
H: ninguém desceu com a gente?
Ne: não são muitos dias que as pessoas vem aqui
experiência própria
H: mas aqui é tão lindo...
??³: oi?
*aparece na frente deles
bom dia sr (uma menina com duas mechas amarelas, e uma roupa vermelha)
??⁴: fala aí (um cara com moletom preto, e um cabelo preto, e olhos azuis[tô me orientando pela skin])
Li: meu nome é Lily sejam bem vindos a vila
Hb: e o meu nome é hbiujkbn
Li: marrapais já manda o nome inteiro?
L: MANO que maneiro
H: WOOOW
P: *olha pra Lily
hmmmmm...
No próximo episódio de Najiyu:
Najiyu Ep 8 A rainha dos gatinhos
🐈
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2020.09.10 15:57 henrylore Najiyu Ep 4 - Bem vindos! A resistência...

Ne: hm?
a-ah! oi, eu-eu não sabia que você tava acordado....
*coloca o violão pro lado
eu te acordei..?
H: não, eu na verdade acordei por acaso, a luz da lua tá muito forte e tals... o que você tá fazendo
Ne: lendas dizem que se chama relaxar
é uma das coisas mais preciosas que os deuses já inventaram para nós, seres vivos hauheheuee
H: hehe... ta tocando violão?
Ne: eu? n-não você deve ter ouvido coisas e tal...
(๑•﹏•)
H: *sobe a escada por completo e vai em direção a ela
o que é isso aí então?
Ne: tá.. eu tava tocando violão...
H: *senta do lado dela
você que fez?
Ne: na verdade não, eu ganhei em uma vila muito fofa, onde tava tendo festival da música... tiveram diversas confraternizações... e me deram esse aqui
H: conte mais
Ne: tinha um garotinho se apresentando, ele era muito legal
e então ele resolveu tentar arrecadar dinheiro com isso, as músicas dele eram muito fofas
e eu não consegui, e dei um dinheirinho pra ele...
daí ele me deu esse violão
H: e ele perdeu o violão então?
Ne: que nada, ele tem uma coleção deles, assim como outras pessoas tem diversos instrumentos lá
...ou tinham
H: tinham?
Ne: a vila foi fechada devido a invasões, se refugiaram aí pra um lugar que eu não sei
H: se refugiaram?
Ne: alguém chamado may e tals
apareceu lá e ajudou eles
H: isso foi fofo da parte dela.... ou dele
né?
Ne: foi sim mas eu queria agradecer aquele garotinho pelo violão... foi muito fofo da parte dele sendo que eu nem sabia tocar isso naquela época
H: mas foi do nada assim?
Ne: eu ia lá todo dia e ele tava lá, e eu sempre dava uma quantia específica pra ele, até que ele me disse que queria retribuir
eu fiquei mal pq ele disse que tava meio sem rumo graças a umas pessoas aí
talvez a gente se encontre de novo, eu não sei
dês de que tudo aconteceu não tem mais sentido ficar vagando por aí
H: o que?
Ne: meh, nao to afim de ficar falando bobagem pra você sentir pena de mim
eu quero que você me veja como a fodona
H: ta mais pra a fofona não?
Ne: *dá um peteleco na cabeça do Henry
H: você lembra do nome do menino?
Ne: hmmmm, não
H: •-•
a bom
Ne: esperava que eu fosse lembrar? hahahahah
você é engraçado
H: eu sou eu ué
Ne: hehehe
*olha pro bolso do Henry e vê um pedaço da foto
ei *puxa foto do bolso
onde conseguiu isso?
H: ah- eu- tava olhando ali e achei e quando- eu achei- eu peguei-
pq eu ouvi o violão e não consegui pensar...
Ne: tudo bem, mas não roube coisas dos outros, não é legal.
H: ...
quem é ela?
Ne: quem é quem
H: ela *puxa foto e aponta pra menina raposa do lado da nevaska
Ne: ...
*fica encarando a foto
a resistência... funciona em grupos e nós duas tínhamos um grupo a gente era líder dele
só que o nosso grupo era declarado um dos mais poderosos de toda a resistência, então as missões mais difíceis eram entregues a nós, então grande parte do grupo morreu depois de um tempo
H: ai...
Ne: mas nós duas éramos tudo, a gente lutava junta a gente era premiada junta
eu amava ela demais
até que....
H: que...?
Ne: a gente descobriu atividades com o selo que tá prendendo as entidades malignas que afrontaram Naji a 14 anos atrás
e então a gente foi abrir
*começa a chorar um pouquinho
e ela foi levada por algo que até hoje eu não sei o que é
H: ...
poxa...
Ne: a sua cor me lembra muito ela
e o seu jeito é o mesmo dela...
eu achei isso curioso
*olha pro Henry com um sorriso e lágrimas nos olhos
H: ...
Ne: é por isso que eu ainda vago talvez pra encontrar ela
mas sozinha...
H: *bota a mão no ombro dela
você não tá sozinha
a gente tá aqui por você né?
;)
Ne: ... :(
:
:)
brigada heri
H: nao é nada heehe
Nevaska, toca uma música aí
Ne: ei *coloca a foto do lado
pode me chamar de neva
*pega o violão
{detalhe: ela tá sem as luvas}
começa a tocar: *beabadobee - coffee
L: *ouve isso
*olha pro lado
hmph o cara foi cortar...
*volta a dormir
**no dia seguinte
Ne: MINUTOS! SAO MINUTOS QUE PERDEMOS MAS QUE NAO PODEMOS PERDER ENTAO VAMOS!
bom dia gente como vcs tão
H: a
bodia
L: Olá.
eu estou bem.
Ne: levantem, eu vou tá esperando lá fora, a gente vai pra um lugar especial
L: iiih, aí. ferrou...
H: Vish
**um tempo depois
**eles caminhando
Ne: então, a gente tem que ir pra um lugar chamado Nira, e lá a gente vai encontrar o qye a gente quer
L: Nira nao é uma vila em Naji?
Ne: sim
H: e lá vai ter?
Ne: uma mini base secreta de você sabe quem, lá a gente pode ter mais informações sobre oq fazer
**chegando lá eles conseguem até ouvir aquela melodia medieval de violinos legais
H: woooow
é uma baita duma vila
Ne: éé meu amigo, as vilas que vieram do reino não são moleza não eles são beeem burgueses, sabe?
H: hmmmm
Ne: *entra num bar
H: boa tarde famiiilia
Ne: *chega no barman e fala
eai, eu vou querer aquela bebida lá, schnitzel, sabe?
L: schnitzel nao é uma comida?
H: shhhh
Barman: ah sim claro, mas eu acho que você vai ter que me ajudar a procurar..
Ne: meninos, venham comigo
Ne, H e L: *entram no lugar lá do Batman
H: caraaaaca quanta bebida
Barman: Nevaska, quanto tempo!
quem são esses?
Ne: são integrantes novos da ordem
pode deixar a gente entrar
BM: sempre né
*puxa uma bebida que na verdade era uma alavanca e abre uma porta
tenham um bom dia
H: valeu
L: boa noite
BM: olha estranho pro Lusk
...
mas tá de dia né?
**eles descem e passam por uma porta aberta que sai de dentro de uma parede e que dá em uma vila meio vale escondida no meio de várias rochas
L: woooooow isso sim é delicioso
H: caraaaaca
Ne: *barulho de canudo
H: ?? Neva onde q vc conseguiu isso aí
Ne: *bebendo suquinho naqueles copos com canudo
ah, eu roubei do barman
tô mó com sede
??¹: EAI NEVASKA!!! QUANTO TEMPO
*da um tapão no ombro dela
QUE BOM QUR VOCE VOLTOU
Ne: aaaaa oiiiiii
H: quem é esse cara lusk
L: eu nao sei
??¹: *quase esmagando a Nevaska de abraço
AAAA
Ne: ah, gente!
*solta do abraço
esse aqui é o Arthur(não é o Art), ele é um dos membros da equipe de vigilância da resistência
a gente é amigo dês de que ele chegou aqui
Ar: Olá. *faz um paz e amor
L: bonito bonito, como vai a sua mãe?
Ar: ah ela vai bem cara, encontrei com ela ontem e tals
*olha pro Henry quieto
E VOCE VOCE É UMA RAPOSA???
H: hmmm... sim?
Ar: CARAAAACA QUE INCRIVEL
NEM SEMPRE TEMOS RAPOSAS AQUI SABIA?
VOCE CHEGAR AQUI É TAK LEGAL
*abraça o Henry
H: *sente o calor do corpo do cara como se ele tivesse ha 6 horas no sol
Ne: *bota mão no braço do arthur

Ar: *solta abraço
hm?
Ne: sabe onde tá o shi?
Ar: lá dentro, xingando todo mundo como de costume
Ne: meeeh que bosta hein
fica bem Arthur, a gente tá indo
*bebe mais um pouquinho do suco
Ar: falow falow, até logo
H: cara simpatico
Ne: ele é, as pessoas daqui normalmente são legais
L: normalmente?
Ne: tem gente aqui que age como se tivesse morrido ontem, e infelizmente é quem a gente tem que encontrar
??²: OOOOO NEVASKA!!!
*da um soquinho na cabeça dela
Ne: Winry?
Wi: muito tempo né?
Ne: eu não venho aqui faz um tempo...
gente, essa é a Winry, ela é da equipe de exploração e ela controla a água
ela é super rápida e super incrível
*bebe mais um pouco do suco
Wi: *dá um tapão nas costas da nevaska
AH QHE ISSO
Ne: *cospe o suco todo
o shi ta dentro do quartel?
Wi: sim.
{percebe-se que elas falam MT sério qnd se trata desse cara ai}
H: ....
**eles sobem numa escadinha que da pra uma árvore e lá eles encontram um escritório cheio de armas e uma cadeira virada
Ne: shibaru?
**vem uma faca voando
Ne: *segura
de novo?
Sh: *vira a cadeira
não vem a três anos, o que você quer agora?
Ne: temos novos membros, pode registrar eles?
Sh: nem se os porcos voarem
Ne: que? como assim não
Sh: você não pode voltar depois de tanto tempo com duas pessoas aleatórias querendo enfiar ela na nossa associação
Ne: como assim, quando eu tava aqui não era assim
Sh: porque você era líder talvez?
Ne: e quando eu saio você muda tudo?
Sh: olha só, respeito e calma são a chave para o universo
então trate de aderir *levanta
{Shibaru tem o cabelo azul escuro usa uma jaqueta preta com uma blusa branca e uma calça jeans e ele é BEM ALTO MESMO deve ter uns 1,80}
Sh: *vai em direção da nevaska
pra sua sorte nos temos missões para vocês e se conseguirem resolver
talvez eu reabra o seu grupinho
Ne: que missão então
Sh: suspeito e tenho quase certeza de que o pessoal do templo da areia tá envolvido com a morte de alguns dragões por la, talvez eles estejam usando algo pra matar eles tendo em vista que um dragão não ia morrer pro elemento areia ou parecido
Ne: °-°
você acha que é um?
Sh: anel...
H: anel?
L: anel?
Ne: ...
Sh: não falou pra eles, Nevaska?
hmmm bem
anéis que carregam ambars com poderes dos antigos guardiões de cada elemento
os guardiões eram aqueles que ensinavam os elementos pros guerreiros qud passaram de geração em geração
Ne: mas aí a ambição subiu a cabeça e mataram os guardiões pra roubarem a sabedoria e o poder
Sh: exato.
recuperar esse poder e talvez restaurar os guardiões seria um dos objetivos da resistência
então, estamos aí pra tudo
Ne: ultimamente esses casos de dragões mortos têm acontecido pra cacete e a gente não sabe o porquê
Sh: poder.
Ne: hm?
Sh: poder.
H: poder?
L: ~FODER?~
Sh: poder é algo que muitas pessoas querem hoje em dia
já que tudo leva a isso
H: como assim
Ne: é oq eu já te disse, o reino manda na gente com poder, e pra revidar a gente precisa de mais poder
então todo mundo aqui procura poder
Sh: menos nos, a gente procura justiça
H: ....
Sh: mas é, se vocês fizerem a missão e recuperarem o anel eu dou o distintivo
Ne: vem com a gente?
Sh: nao, EU tenho coisa mais úteis pra fazer.
eu vou ao palácio do mar
Ne: fazer o que lá
Sh: essa missão em específico vocês não precisam saber.
H: °°
L: ue...
Ne: 😪 complicado
Sh: se me dão licença *abre a porta e sai
H: ... e agora?
Ne: *procurando umas coisas
é, não tá aqui
vamos pro ferreiro
*abre a porta e sai
H e L: ferreiro?
**chegando lá
Ne: *abre a porta que toca um sininho
??³: *olha pra trás {é um cara de cabelo e barba preta, super gigante com uma roupa de couro e uma calça}
OOOOO NEVASKA
Ne: eai ferreiro
??³: Oooo quanto tempo
H: ola... ferreiro né?
Sa: meu nome é Sakiro mas pode me chamar de saki
H: saki... legal
L: SAMUEL?
Sa: nao, saki.
Ne: a gente pode entrar aí e escolher algumas armas?
no caso eles né
a gente vai numa missão agora e-
Sa: OOOOO MAS POR QUE NAO PEDIU ANTES?
entra aí
H: woooooow
L: quanta coisa
Ne: escolham qualquer uma
H: *vê uma espada 3 vezes maior q ele
essa não
*vê uma adaga
essa também não
**enquanto ele tá mexendo cai uma espada na cabeça dele
AI u-ue
*olha pra espada e vê o reflexo do próprio rosto nela e no cabo de ouro
{pensa numa espada de pirata, é isso aí}
H: BELEZA EU VOU PEGAR ESSA AQHI
L: *pensando
Ne: eai, não vai escolher não?
L: EU TO PENSANDO Ô TIA
*vê uma espada que chega perto de ser uma ninjato mas não é (é tipo a espada do kazuma)
eu acho que... não. espada é coisa de político.
tem um arco não?
Ne: tem esse aqui *pega um arco bolado horizontal digno de um legolas
L: OOOO ISSO É MELHOR QUE A LEGISLAÇÃO DA INDONÉSIA
Ne: então tá decidido! aqui, ferreiro, são essas
Sa: *pega as espada do Henry e remenda ela e tal
*troca a corda do arco
prontinho, tá aqui suas armas
H: OOO GG
L: MULEEEQUE
Ne: hehehe agora vamos!
**saem da loja
Ne: antes da gente ir, tem algo que eu tenho que mostrar a vocês...
*vai em frente a uma parede
*tira uma das luvas e lambe o próprio dedo
*põe o dedo na parede e a parede começa a abrir
**se revela um grande estádio dentro de uma caverna
H: OOOOO
L: OOoo
Ne: a gente tem que treinar, vocês são meio toscos ainda
SEJAM BEM VINDOS!!! A Teikō
a arena de treinamento da resistência!
H: !!!
L: woooooow
Ne: vocês nunca lutaram de verdade né
**se posicionam a Nevaska de um lado e o Henry e o lusk de outro
Ne: AGORA EU VOU TREINAR VOCÊS DE VERDADE CARAMBA
*a voz dela ecoa
H: AI SIM
L: finalmente serei treinado..
Ne: PRIMEIRO, HENRY
H: oi
Ne: toma cuidado com a sua cauda, raposas são extremamente sensíveis aí, e isso é a nossa fraqueza
ENTÃO NAO DEIXA ACERTAREM AÍ
L: é, realmente, acertar lá atrás seria desinteressante.
Ne: E LUSK VOCE LUTA MUITO BEM
MAS PROCURA FOCAR NO SEU ELEMENTO
L: BELEZA
H: então o que faremos?
Ne: a gente vai descobrir o seu elemento
H: MEU?
Ne: E EU VOU ACABAR COM A RAÇA DE VOCÊS QUERO NEM SABER
*estende as duas mãos e forma a lança de gelo de novo
*começa a girar ela
*para de girar e bate com ela no chão criando um pouco de gelo em volta de si mesmo
*cria um casulo de gelo em volta de si mesma
PRIMEIRA COISA, VCS VAO TER Q ME ACERTAR AQUI
H: ...
L: ...moleza
*faz uma bola de ar
ESFERA DO REDEMOINHO
*joga bola no casulo de gelo que bate mas não causa efeito
H: puts queridão acho q sua bala de ar comprimido não deu muito certo
L: CALA A BOCA TA LEGAL? EU TENTEI PELO MENOS
H: *corre pra cima do casulo e acerta com a espada
*tenta fincar ela
Ne: *faz espinhos de gelo em volta do casulo e joga o Henry pra longe
H: hmmmm *olha o casulo se quebrando quando ela faz isso
°°
LUSK
o casulo fica fraco quando ataca
L: hmmmm...
H: se liga
*finca espada no chão
*sai correndo pra dar um soco no casulo
Ne: *faz os espinhos de novo
H: *troca de lugar com a espada que acerta e racha o casulo
L: gg mas agora você perdeu sua espada né mané
H: VOCE TEM UM FUCKING ARCO ACERTA AQUILO ALI
L: acertar é comigo mesmo
*mira certinho e lança a flecha mas ele erra
H: CACETE VOCE QUER UM OCULOS
to vendo que não vai dar certo fazer isso
faz outro redemoinho de não sei o que lá aí
L: se chama... ESFERA DO REDEMOINHO
*joga a esfera na rachadura que estoura o casulo e da uma grande ventania
Ne: hmmmm beleza
H: hm?
L: •~•
Ne: nada mal, foi mais rápido do que eu pensava...
mas vocês não tão num talk show então não é bom ficar conversando alto
*estende a mão e prende os pés do lusk com gelo
H: *vai pra cima da nevaska e ataca com a espada
Ne: *defende com a lança e chuta o Henry pra longe
*coloca a mão do lado da boca e cria uma bola de neve
BOLA DE NEVE
*lança no Henry
H: *desvia da bola de neve q bate na parede ali
eu nunca pensei que lutar seria tão maneiro
Ne: *olha diretamente pro Henry
hehe..
agora se prepara pro
L: AAAA SUA MALDITA
*atira uma flecha nela
Ne: *cria uma parede de gelo que para a flecha
L: oh
Ne: *vai pra cima do lusk que já tá solto
sabe qual a desvantagem de ter uma arma de longo alcance?
É QUE VOCE NAO ATACA DE PERTO
*acerta uma lançada na cara dele que joga ele pra longe
L: maldita cabeçuda
*junta as mãos
TORNADO BOLADO
H: é cada nome
L: *joga a Nevaska longe
Ne: Henry, tem uma coisa que eu quero te ensinar
*faz uma bola de neve
H: o que?
Ne: REBATE ISSO AQUI
*joga no Henry
H: O QUE
*leva uma bolada muito forte de neve no estômago e cai no chão
ai
Ne: peguei pesado?
H: *levanta VICE NEM ME FALA COMO QUE REFLETE COMO É QUE EU VOU SABER
L: O SEU COLCHONETE
Ne: aiaiai
HENRY
H: oi
Ne: direciona a sua mana pra espada
*estende a lança e faz o mesmo
*fecha os olhos
assim que você faz isso, a mana é como um espelho que reflete mínimas partículas de luz fazendo você ver a sua própria cara
é mais ou menos isso
mas concentrando com velocidade
você reflete o ataque e ele se torna seu
pensa num espelho
*olha pra lança e o reflexo dela mesma na ponta feita de gelo
H: como um espelho?
Ne: *lança outra bola de neve nele
H: espelho...
*consegue sentir a mana fluindo na lâmina
*e então quando chega o ataque ele sente a velocidade e vai com tudo direcionando o ataque de volta como se fosse ele concentrando a mana na espada
REFLEXO DE LUZ
Ne: *desvia
**bola de neve explode atrás dela
é isso, uma habilidade exclusiva das raposas
H: wooooah
L: E EU?
Ne: ei lusk, foca mais em um só ataque, depois você pensa nos outros
eu gostei muito dessa sua bolinha
H: a bola de gude arejada?
L: É ESFERA DO REDEMOINHO SEU HERBÍVORO
mas então...
*faz a esfera na mão
DEPENDENDO ELA FICA MUITO MAIS FORTE
*concsntra todas as energias nela e faz uma super bola maciça na mão
pesado
*lança ela bem rápido na direção da nevaska
Ne: *DESVIA MUITO POR POUCO
QUALÉ MANÉ TA TENTANDO ME MATAR
L: nao era esse o objetivo
Ne: CLARO QUE NÃO
a enfim, eu acho que tá tudo bem por agora
*bate a lança no chão e quebra ela
VAMOS NESSA PESSOAL
**chegam na porta de um caminho de árvores
{la tem um monte de cavalo preso, e olhando tem vários mapas e plaquinhas mostrando onde tão as vilas}
Ar: *segura ombro da nevaska
nevaska, você acha que vai ficar tudo bem com eles?
Ne: sim, eu confio neles
você não?
Ar: eu nunca disse nada
[obs: quando o Art aparecer a sigla dele ou vai ser AT ou ART mesmo]
Ne: eu tenho que ir
*puxa um cavalo
H: um cavalo só?
L: ele aguenta?
Ne: eu e henry valemos por 0,5 pessoa e o lusk por 0,8
L: como você calculou isso?
Ne: eu não calculei
L: porra.
**sobe Nevaska na frente, Henry no meio, e lusk atrás
(o cavalo nem sequer se mexe, parece a coisa mais fácil do mundo levar esses 3)
Ne: viu?
L: meu deus quantos quilos vocês tem?
Ne: vamos!
*faz um movimento lá e o cavalo começa a andar pra longe
Ar: *olhando
Wi: *encosta no Arthur
Arthur eu encontrei algo estranho...
Ar: o que houve
Wi: no quarto do shibaru... ele deixou umas anotações...
*mostra pro Arthur
Ar: *lê
*vê desenhos de um cristal da água e um guardião
guardioes de agua?
Wi: *vira página pra ele
Ar: ... *lê
Hoje eu ------(folha arrancada)
e me inflitrar na ordem ---------
roubar um certo alguém
Ar: você acha que?
Wi: sim.
Ar: vamos investigar isso
*saem correndo em direção a casa principal
...
No próximo episódio
NAJIYU EP 5
Escrituras de uma antiga pirâmide de espelhos...
🖤
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2020.09.03 20:16 OrbitingMoon Minha visão de mundo sempre foi meio distorcida

Quando moleque eu era meio bagunceiro, fazia muita merda, às vezes puxava briga, mas não sabia me defender depois, mas mesmo assim eu tinha alguns amigos. Quando eu entrei na quarta série eu tinha engordado um pouco, e na minha sala tinha um repetente. Nossa relação inicialmente foi bem normal, mas eventualmente começamos a nos dar mal e ele começou a me bullynar. Da quarta até a oitava série, quase que todo dia, eu tinha que lidar com isso (escola pequena, só tinha uma turma por série), eu era muito triste na época; matava aula sempre que podia, porque lá tudo que me esperava era zoação e eventuais brigas (que eu sempre perdia). Eventualmente todo mundo cresceu e parou de fazer isso, e o bullying acabou.
Mas não foram só flores depois daquilo, é óbvio que aquilo fudeu comigo, durante aqueles anos eu tentei suicídio no mínimo umas duas vezes, e toda noite antes de dormir eu desejava que ou eu ou ele morressemos, porque eu não aguentava mais. Quando acabou, eu tinha uns 14 anos, estava no nono ano, nunca havia tido uma amiga mulher, nunca dormi na casa de um amigo, não sabia fazer amizades, não sabia sorrir, era tímido, não sabia conversar, não tinha nenhum amigo de fora da escola, e mesmo dentro dela, só tinha dois ou três amigos de infância. Eu basicamente ainda era tão socialmente desenvolvido quanto uma criança de 10 anos (talvez até menos).
Enfim, eu não ligava pra isso, eu podia fazer amizades virtuais, certo? Sim, e eu fiz alguns bons amigos, mas eventualmente eu perdia todos eles porque eu não tinha escrúpulos e falava demais, coisas pessoais, íntimas, enfim. Eu não sabia manter amizades, eu era "estranho" demais pra isso. Mas um cara, ainda assim, me suportava, ele era bastante compreensivo e me aturava, incentivava-me a estudar, conversar com meninas ou outras pessoas, mas eu não levava ele tão a sério, até que eu entrei no ensino médio. De repente eu percebi o quão inútil eu era, e como eu não sabia de nada que deveria ser senso comum (eu, com 15 anos, não sabia nem o que significava ficar com uma menina).
Eu pedi muitos e muitos conselhos para aquele meu amigo, e ele me ajudou bastante, eu fiz minha primeira amiga mulher graças a ele! Mas eu ainda era muito estranho, então com o tempo perdi tanto a amizade dele quanto a dela. Eu era bastante triste na época, tinha muitas inseguranças, mas ainda assim me esforçava o máximo que podia para fazer amigos. Foi, também, nessa época que eu fiz minha primeira melhor amiga, eu amava ela demais, uma vez brigamos e ficamos alguns meses afastados, fiquei deprimidíssimo por um tempo, considerei suicídio porque não tinha mais ninguém. Mas uma hora eu acabei melhorando e me tornei capaz de ser mais normal, conseguia conversar numa boa, já tinha alguns amigos, fazia novas amizades e tudo mais.
Ainda assim eu ainda tinha uma visão bastante distorcida do gênero feminino, ainda não tinha experiência nenhuma com nada remotamente sexual, inclusive, participava de fóruns de incels, acreditava fielmente na blackpill (tua aparência determina teu sucesso na vida), e mais um monte de besteiras que eu lia nos fóruns. Um dia, porém, uma menina chegou em mim (eu nunca havia visto ela na vida), e pediu pra ficar comigo, eu logicamente aceitei, estava desesperado por uma companheira e por ter essas experiências "normais" que todo jovem tinha. Ela me deu seu número de telefone e ficamos conversando pelas próximas semanas, e que semanas...
Aquela mulher acabou de verdade comigo, só reforçou as visões que eu tinha do gênero feminino que eu via na internet. Ela foi a pior mulher que eu poderia ter encontrado para ser com quem eu teria minhas primeiras experiências envolvendo pegação e afins. Ela era uma pessoa horrível, dizia ter nojo de velhos, falava muita merda pra mim, era burra, mas muito muito muito burra, já tinha 20 anos e não tinha nem terminado o fundamental. Ainda assim, eu não tinha mais ninguém na época, e embora eu não gostasse dela, ainda assim queria experienciar o que era a pegação, então quando começamos a trocar nudes, ignorando como ela abaixou minha autoestima na época porque eu não era superdotado como ela queria, eu sentia uma sensação de poder porque ela me mandava fotos dela sempre que eu queria, eu atribuia isso à minha aparência (sou bonitinho, e segundo os fóruns, era só disso que alguém precisa para ter sucesso na vida).
Eventualmente, meio enojado com ela, decidi que não queria mais ela na minha vida, e cortei contato, voltando a estar sozinho. O engraçado é que aquilo me "traumatizou", e eu me recusei a ficar com alguém depois daquilo, inclusive uma menina que era minha vizinha (pensando agora, se ela tivesse sido a primeira pessoa com quem eu fiquei, eu nunca teria passado por esse monte de merda). Eventualmente eu fiz alguns amigos (homens) e fui pra algumas festinhas pela primeira vez, foi bem bacana, passei mal na primeira vez bêbado), mas eu ainda não queria me envolver com mulheres por medo daquilo se repetir.
Com o tempo eu deixei a visão incel que eu tinha do mundo e da mulheres de lado, mas ainda assim eu tinha uma visão distorcida da vida real. Esse ano eu conheci uma menina pela internet, e ela vem me ajudando bastante com isso, ela é bem bacana, e vem me ajudando a superar o medo que eu tinha de tudo isso. Claro, ela, de certa forma, me decepcionou bastante, foi bem deprimente quando eu percebi que eu não vivo num filme de amor adolescente, sabe? Eu acreditava que encontraria uma menina inexperiente como eu, então namoraríamos e aprenderíamos tudo juntos, seríamos felizes para sempre! Embora ela more perto de mim, ainda é longinho então nunca nos vimos pessoalmente, então embora eu ainda seja bobão quando o assunto é pegação, pelo menos agora, graças a ela, estou disposto a mudar.
Inicialmente eu tinha um crushzinho por ela, porque ela parecia ser o modelo de menina perfeitinha que eu tanto desejava, mas ela é humana, assim como eu, tem defeitos, temos diferenças, e eu fico feliz por ter percebido isso. Eu, ainda não entendo direito como eu cheguei nessa conclusão, mas eu tinha a visão de que toda menina busca um romance enquanto todo cara só quer pegação, e foi um puta choque de realidade quando eu percebi que não era assim, até a menina que era super babaca comigo queria um namorado, ela não quer????
Finalizando, peço desculpas se a coesão do texto tenha ficado ruim (sempre foi meu ponto fraco na escrita de textos) ou se eu omiti algum detalhe importante sem querer. Foi um tempão, fiquei muito tempo vivendo de ilusão, achando que o mundo fosse como um conto de fadas, mas é bom poder saber que agora, depois de tudo isso, eu já não sou o moleque esquisito que eu era há alguns anos. Obrigado se você leu até aqui :)
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2020.08.31 05:18 _powerguido_ Senta que lá vem história

Ficamos juntos por 5 anos. E não foram 5 anos fáceis - minha ex namorada teve problemas que eu não sabia como ajudar. Ela era literalmente stalkeada por um ex colega de classe que simplesmente se apaixonou por ela e passou mais de dois anos perseguindo ela no trabalho, no mestrado, na academia. Chegou a conspirar com colegas da faculdade pra saber onde ela estava, quem eram as pessoas próximas dela. Tentou rapta-la, mais de uma vez. Subornou familiares para ficarem do lado dele. Pra ela, ele era só um cara que não sabia expressar os sentimentos bem. Se ele parou? Não. Mas reduziu a agressividade consideravelmente e hoje em dia se limita à "só" mandar um buquê de rosas no aniversário dela.
O cara já estava tão enraizado na vida dela antes de eu aparecer, que eu simplesmente não consegui convencer nem mesmo a minha ex de que ele era um cara realmente transtornado. O terror que era esse cara na vida dela só serviu pra agravar ainda mais o caso grave de ansiedade que ela tem. Vocês sabem o que é ver uma crise de ansiedade pela primeira vez, sem nem entender o que estava acontecendo? Mas uma crise grave mesmo, de fazer a pessoa chorar por duas horas sem parar, de ficar arranhando o corpo todo com as unhas e viver com hematomas nos membros do corpo por causa disso. E isso começou a ficar constante... uma hora eram uns arranhados no rosto, depois nas pernas. Até o dia em que eu fui ver ela e os dois antebraços estavam quase em carne viva.
E o pior, é que eu quase nem me lembro mais dessa época. Foi muito intenso e me afetou negativamente por muito tempo. Eu conseguia entender que um babaca machista se via no direito de perseguir uma mulher só porque ela não queria namorar com ele - mas meu deus do céu, eu com certeza não conseguia entender como ela mesma não via o quanto ela precisava de uma ajuda profissional por causa da influência negativa desse cara na vida dela (e por vários outros motivos que não valem nem a pena serem citados). Ela me usava como substituto pra tudo que ela não tinha na vida dela - um pai, um irmão, um psicólogo, um amigo. E eu me deixei levar, porque era ingênuo. Porque era meu primeiro namoro. Porque eu achava que eu podia consertar isso. "Depois das primeiras sessões no psicólogo ela vai perceber que esta fazendo bem pra ela", eu dizia pra mim mesmo. Passamos em tantos psicólogos, psiquiatras, gurus. Fizemos academia juntos, eu praticamente morava com ela e não ficava mais com minha família. Eu achava que eu podia dar um jeito na vida daquela menina.
E sinceramente? Eu podia mesmo. Eu não acho que falei alguma coisa errada pra ela em todo o tempo que estávamos juntos. Mas ela nunca me ouvia. E se ela ouvisse, talvez ela tivesse passado por essas situações com mais facilidade, nosso relacionamento teria tomado outros rumos e nós ainda estaríamos juntos. Mas não estamos, e quem está perdendo com isso é ela, porque ela não me superou com certeza. Ela mesma me fala isso.
Eu não acho que eu era um namorado incrível e maravilhoso. Eu nunca tive um carro pra conseguir dar um rolê com ela. Com meu dinheiro mal dava pra gente ir no cinema uma vez por mês. Mas cara, eu me esforçava tanto, tanto mesmo. Lembro que eu um dos dias dos namorados eu quase varei a noite fazendo uma carta à mão de umas 10 páginas, tinha vários desenhos coloridos, poemas apaixonados e promessas de amor. Ela achou ok. Gostou mais do bicho de pelúcia que eu também dei, que custou 10 reais e que claramente não tinha nenhum valor sentimental pra mim. É muito difícil lidar com um cara que persegue sua namorada, mas acho que é mais difícil quando sua própria namorada não dá valor pra como você expressa seu amor por ela.
Mas você leitor deve estar pensando "Mas você disse isso pra ela?" E a resposta é sim. Eu sempre fui sincero com ela, se algo me chateava, eu dizia. Nada do que eu estou escrevendo aqui é algum segredo pra ela. E eu achava que ela ia trabalhar essas informações pra criar um relacionamento mais confortável pra mim e pra ela. Mas ela escolheu ignorar.
Mas o motivo de eu estar escrevendo tudo isso mesmo na verdade é outro. A gente terminou, mas foi razoavelmente tranquilo e decidimos continuar nos falando. Nós dois somos adultos, não é porque discordamos de alguns pontos que precisamos deixar de apreciar a companhia um do outro pra todo o sempre.
E é aqui que sou obrigado a voltar pro começo do nosso namoro. Porque apesar de termos iniciado o namoro cada um com mais de 30 anos, perdemos a virgindade juntos. Crescemos sexualmente juntos. Aprendemos tanto juntos! Eu mais ainda, visto que era meu primeiro namoro. E eu reclamei muito aqui da minha ex (e ela realmente tem os defeitos muito marcantes dela), mas eu também preciso admitir que ela em muitos momentos foi tão minha parceira, minha confidente, minha amada. Eu passei calado por todas as situações que eu já descrevi aqui e muitas outras tão ruins quanto porque, no fundo mesmo, pra mim estava valendo a pena. A gente tinha intimidade, apesar da dificuldade extrema dela de se abrir pra mim. Eu estava sacrificando meu bem estar mental e físico para sustentar o nosso relacionamento.
Tanto que só perto do final do nosso relacionamento que ela assumiu pra mim a atração por outras mulheres. Eu entendo ela, tem gente que não reage bem à isso. Eu tenho certeza que a família dela não reagiria nada bem. Entendo que era um segredo que ela queria deixar só pra ela, e que mesmo com toda a intimidade sexual que a gente tinha, ela também tem o direito de manter coisas só pra ela. É justo.
Só que eu não fiquei com raiva, nem com medo de ela querer me trocar por uma mulher, nem tive essa ideia fetichizada de transar com duas mulheres ao mesmo tempo. Eu sou um cara hétero, mas eu acho o amor lésbico de uma sensibilidade e de uma beleza inexplicável. Eu sempre me sinto mais seguro perto de mulheres, sempre me conecto mais com elas. Desde pequeno eu gosto da presença feminina. Então a ideia de duas mulheres partilhando um relacionamento, parece uma coisa quase mágica pra mim. E de novo, não é nada sexual nem fetichizado, eu realmente só acho muito bonito mesmo. Então qual foi minha reação quando descobri que minha ex tinha vontade de viver isso que eu acho tão incrível? Incentivei ela à correr atrás disso.
Mas é claro que ela, criada numa família extremamente católica, iria simplesmente sair atrás de uma guria do dia pra noite. Foram meses de conversa, de aceitação da parte dela também, de entender que ela não era uma aberração da natureza porque sentia atração pelo mesmo sexo (e também pelo sexo oposto). Nossos últimos meses juntos foram repletos de muitas conversas relacionadas ao mundo LGBT+ e afins. Acho que nós dois também já sabíamos que as coisas não estavam mais super bem entre nós, e que era questão de tempo até a gente se separar. Nosso relacionamento estava bem desgastado mesmo. É estranho porque a gente consegue ser extremamente forte pra parceira quando ela precisa ir correndo pro hospital, ou tem uma crise de pânico, ou não se sente segura na rua e precisa que você pare o seu dia para fazer companhia à ela - mas parece perder a motivação quando essas situações se normalizam e você percebe que talvez aquela pessoa simplesmente não tem a proatividade de te mandar uma mensagem perguntando "como foi seu dia", e de alguma forma sempre está online no whatspp. Sim, nosso relacionamento acabou. E foi bom ter acabado. Eu precisava desse término, muito mais do que eu precisava de uma namorada.
Mas também é muito bom saber que aquela pessoa por quem você passou anos cultivando um sentimento também está vivendo a vida dela. É bom saber que dá pra gente marcar um dia pra devolver as roupas dela que ficaram aqui em casa, sem drama, sem dor de cabeça. Ela foi muito madura no término, eu também. De certa forma nosso namoro acabou, mas continuou como uma amizade - bem menos intensa, bem menos problemática, bem mais fácil de lidar. Mas também sem as partes boas, sem aquela sensação de que se está ajudando a pessoa. Mas é muito mais do que milhares de pessoas separadas têm hoje em dia. Não posso reclamar, eu tenho muita sorte.
Eu só queria mesmo poder partilhar com ela a experiência da descoberta homoafetiva dela. O que não vai acontecer, já que ela já deixou claro que não é obrigada a revelar nada da vida pessoal dela agora que nosso relacionamento terminou - e ela tem total razão nisso. Eu sei disso, eu concordo com isso, e ao mesmo tempo eu acho que ela está sendo tão injusta por me negar esse fato.
Eu sei que não justifica, mas eu me dediquei tanto ao nosso antigo relacionamento juntos. Tive que entender que eu não estava mais sozinho no mundo, eu tinha alguém pra dividir o mundo comigo. Eu tive que aprender a baixar minha guarda, contar o que me dava medo, me expor totalmente à alguém, me desconstruir inteiro. E isso é muito difícil pra mim. Eu sei que ela não me deve nada, e eu sei que eu sou um idiota por me apegar tanto à esse motivo tão besta. Mas isso é realmente importante pra mim. Tem uma coisa dentro de mim que é ansiosa em saber se minha ex está se sentindo acolhida por uma outra mulher, se teve uma boa primeira experiência. De novo, eu sei que soa muito trivial, mas é uma verdade tão grande dentro do meu coração que me faz querer chorar quando lembro que isso nunca vai acontecer.
E não tem nada que eu possa fazer a não ser aceitar. E é exatamente isso que eu venho tentado fazer, pelos últimos 6 meses.
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2020.08.17 20:07 mykiiss_fray Uma história pra lá de estranha

Bom dia/boa tarde/boa noite.....Olá turma se cuidem...Oi Luba tá linda sua barba, Oi coisinhas fofas (são as gatas kk), editores maravilhosos e improvável mas possível convidado. Hoje nem sei que faço da minha vida..mas irei contar uma história vergonhosa que nem sei se é vergonhosa kkjkjjk.
Começa assim.. Estava eu no ano de 2019 me preparando para o começo das aulas e claro ansiosa para oq vem. Nos primeiros dias foram normais e tals. Eu me inscrevi novamente no handebol q tinha na minha escola e como sempre saber se minhas amigas tinham se inscrito tbm. Bom vou adiantar um pouco se passaram-se 3 meses, já estamos em Maio. Como disse me inscrevi no handebol novamente (era goleira uma das melhores e mais nova na turma). Em maio teve campeonato. Nesse dia eu e vários amigos meus nos encontramos na escola e fomos subindo uma rua...que MISERICORDIA já foi o alongamento kkk. Chegando lá no Céu São Matheus (o campeonato sempre são feitos lá), minha escola era uma espécie de casa vamos dizer assim, ent meu treinador cuidava de todos seus atletas certo. Ele conversava a escola para deixar a gente levar lanche pra come lá (a gente tinha que subi um morro carregando o lanche mas tudo bem pelo menos tinha né) cada um tinha um saquinho com:
1 maça, 2 toddynhos, 2 bolachas integrais, 1 pão com queijo e 1 suquinho (eu sou intolerante a lactose te entendo Luba) .
Msm tendo tudo isso pra come meus amigos e eu sempre levávamos outros lanches pq ss. Organizamos as coisas no canto das bancadas deixando nossas mochilas lá, que ficou sobre o cuidado do Karls (Karls pq se parece com o nome dele). Eu perguntei q Karls é esse? Ai qnd eu olhei pra ele nossaaa..senti nada de especial só não gostava do menino (explicação pq nn gostava dele: ele chifrou minha irmã) CONTINUANDO NÉ.. fui treinar um pouco pro campeonato na quadra e tive q voltar pra bancada q fica do lado da quadra pra pegar minha garrafinha de água.."em fala nisso se hidratem"...minha garrafinha estava na minha mochila perto do Karls, perto nn literalmente no pé dele. Eu como sou educada pedi com muito respeito com ele:
-Tira esse pé enorme da minha mochila Karls nunca vi--disse eu nervosa.
-Oxe pega logo ent pera de me encarar Isals--disse ele com cara de pau da caracolis.
Ent eu peguei minha garrafinha e fui indo voltando pra quadra (contando q eu estava com o uniforme pra joga, um short preto e uma camiseta com manga comprida cinza com o número 1). Karls pela minha surpresa veio por trás e me abraço. Eu sou tão burra q deixei né (eu tinha uma quedinha por ele flnd a vdd). Karls me soltou 2 minutos dps q apitou e q iria começar o jogo. No jogo como disse eu sou goleira, estava plena no gol qnd veio uma menina correndo do time inimigo batendo a bola, miro e jogo pro gol. Mano do céu...qnd eu fui defender foi BOOOOMMMM na minha testa e meu óculos caiu no chão e eu cai junto (nn sei pq motivo estava de óculos mas tudo bem). Na hora veio uma multidão pra ver oq tinha acontecido cmg. Eu falei na maior calma e chorando do mundo:
-MEUUUU ÓCULOSS, AIII MINHAAA TESTAAAA
Meu treinar pego meu óculos me mostro q nn tinha quebrado nem minha testa aliás. Ele pergunto se eu queria sair eu claro q escolhi a opção de continuar no gol é claro. No final a gente se divertiu muito rindo de mim e infelizmente não ganhamos. Na saida eu e Karls por algum motivo do mundo ficamos conversando sozinhos e para minha surpresa ele meio q gostava de mim fazia um tempo. Já tinha acabado o campeonato ganhamos algumas partidas e algumas nn. Qnd eu minha irmã (q tbm tava no campeonato cmg e tbm era goleira junto cmg) e minhas amigas fomos embora pra casa o Karls veio e me abraço e foi embora com a gente. Dps de um tempo eu e Karls ficamos juntos e começamos a namorar (eu sei q ele chifrou minha irmã e tals mas eu gostava dele e ele de mim eu acho) e terminamos 5 meses dps. No final das contas meu pai descobriu q eu estava namorando com Karls q tinha 15 anos e eu 13 anos (nn julguem) e resolveu me trocar de escola, e pq tbm minha irmã tava ficando depressiva naquela escola. O melhor amigo de Karls q hj em dia é meu BFF, terminou a amizade pq Karls estava mentindo pra mim e tinha me engando. Meu pai me isolou e tbm a minha irmã do mundo colocando a gente em escola particular e tirando qualquer q seja a comunicação com nossos antigos amigos, não deixou a gente sair mais e nn deixou a gente assistir Luba. Essa época foi dificil viu. Mas agr esta tudo bem kssk
Obrigada pela atenção turmas e turmos..beijos pra quem quiser <3
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2020.07.24 15:50 LuLuioz Cada dia que passa me sinto pior

Tudo começou quando eu tinha 14 anos (hoje tenho 18) eu sempre tive baixa autoestima por ser gordo, sempre que alguém rir perto de mim acho que e comigo,sempre que alguém passa perto de mim me encolho todo e abaixo a cabeça de vergonha de ela está reparando em mim, até hoje tenho esse mesmo problema, já tentei contar para minha mãe mas ela diz "isso é frescura,apenas seja confiante" fácil pra ela falar desde pequena era linda,ela era àquelas meninas que todos meninos queriam,voltando ao assunto mesmo, ela falava sempre a mesma coisa, então eu realmente pensava que era coisa da minha cabeça então eu estava determinado mesmo que só por um dia ser confiante eu pensava que ia ser muito fácil (Sou muito leigo mesmo) mas óbvio não consegui e no mesmo dia uma garota da minha sala sem motivo mesmo chegou em mim e disse "o baleia levanta daí,minha amiga vai sentar" e é claro criança e filha da put* todos caíram pra rir, voltei pra casa muito triste e não voltei pra escola durante um mês durante esse tempo eu chorei toda noite.
Eu sei que tem problemas piores que o Meu nesse subreditt mas eu realmente precisava confessar mesmo que não seja o maior problema do mundo!!
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